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Dilma visitará Lula em São Paulo

Priscilla Mendes
Do G1, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff visitará nesta segunda-feira (31) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. Ele está internado no Hospital Sírio-Libanês, onde fará a primeira sessão de quimioterapia para tratamento de um câncer na laringe.

Segundo informou o porta-voz da presidência, Rodrigo Baena, Dilma vai visitar o amigo e mentor político antes de participar da cerimônia de premiação “As Empresas Mais Admiradas do Brasil”, oferecido pela revista “Carta Capital” na noite desta segunda. Ela antecipou a viagem para São Paulo das 18h para as 16h30 para se encontrar com o ex-presidente.

Desde sexta-feira (28), a presidente tem passado os dias no Palácio da Alvorada, sem compromissos oficiais, recuperando-se de uma gripe. Ainda segundo Baena, Dilma “está bem” e tem melhorado da enfermidade.

A agenda da presidente será retomada às 15h desta segunda, quando participa da cerimônia de posse do novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, no Palácio do Planalto.

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Lula em Pipa

Em breve, uma figura ilustre estará visitando a Praia de Pipa, em Tibau do Sul.

Trata-se do ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva.

O próprio revelou a Henrique, na quarta-feira da semana passada, quer deseja conhecer o paraíso potiguar.

Deverá passar um final de semana.

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Presidentes diferentes, discursos parecidos

Em 1964, o Brasil tinha uma população de cerca de 70 milhões de habitantes. Mesmo assim, ao ser eleito com os votos de apenas 361 pessoas, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco agradeceu a “expressiva votação” recebida. O mesmo termo – “expressiva votação” – foi usado por outro presidente sem votos populares, Ernesto Geisel. O jovem presidente Fernando Collor evocou a memória de seu pai ao tomar posse. O mesmo fez outro Fernando não tão jovem, Fernando Henrique Cardoso. Representante da velha elite política que chegou por acaso, no meio de uma tragédia, à Presidência, José Sarney evocou Deus por estar ali. Igual a Lula, o trabalhador de esquerda, que pela primeira vez rompeu o espaço da elite política e que, longe do acaso, tentou três vezes antes de conseguir se eleger presidente. Mas como também os generais Costa e Silva e João Batista Figueiredo.

“Ainda que, estruturalmente, esses discursos (…) diferenciem-se por pertencerem a regimes, períodos e situações diferentes, eles se assemelham pela teoria da elaboração e nos provam uma realidade pouco fácil de digerir: os regimes mudam, a sociedade se transforma, o país se desenvolve e os discursos de posse são muito semelhantes”,conclui a pesquisadora Edilene Gasparini Fernandes. Mestre em Literatura e doutora em Teoria da Literatura, Edilene acaba de lançar, pela editora Unesp, o livro “A palavra do presidente – Análise dos discursos presidenciais de posse desde o golpe militar até Lula”.

Valendo-se das ferramentas das teorias literárias e da análise e estruturação de discursos desde a época grega, com Aristóteles, Edilene analisa um período de 43 anos, desde o início da ditadura militar até a posse de Lula pelos presidentes, em discursos dirigidos ao povo e ao Congresso Nacional. E chega a uma conclusão surpreendente: embora cada um desses presidentes tenha assumido em contextos históricos completamente diferentes, diante de desafios diversos, suas falas guardam grandes semelhanças. Figuras de linguagem, estratagemas para prender a atenção dos ouvintes, a evocação de Deus e da democracia, alusões à esperança renovada, à coragem e a inimigos que enfrentarão aparecem com freqüência, seja o presidente empossado um ditador ou fruto de uma esmagadora votação democrática. “Para a surpresa da constatação, os textos apresentam muito poucas alterações ao longo do tempo e dos regimes”.

É assim que Castelo Branco, após comandar um golpe e instituir uma ditadura militar que retirou do povo a faculdade de eleger seus representantes, é capaz de agradecer, ao tomar posse, a “expressiva votação” que obteve. Essa “expressiva votação” representou apenas 361 votos. Castelo Branco foi o primeiro presidente eleito por um Colégio Eleitoral, um pastiche de democracia, em que a escolha dos governantes era feita por uns poucos escolhidos. A isso, ele emenda, para reforçar a tentativa de demonstrar o caráter democrático de sua eleição, dizendo que foi “o calor da opinião pública” que o estimulou a aceitar a indicação da sua candidatura à Presidência.

Da mesma forma, recursos estilísticos repetem-se nos discursos de posses dos presidentes que se elegeram democraticamente, a partir de Fernando Collor, em 1989. Jovem, Collor representava uma vontade de renovação das práticas políticas por aqueles que o elegeram. Embora ele vá mencionar isso em seu discurso, Collor prefere, porém, evocar o passado, ao lembrar que seu avô, Lindolfo Collor, foi deputado federal, e seu pai, Arnon de Mello, foi senador. Após o impeachment de Collor, o próximo presidente eleito será Fernando Henrique Cardoso. E ele se valerá do mesmo expediente: lembrará de seu pai, Leônidas Cardoso, “um dos generais da campanha ‘O Petróleo é nosso’”.

Representante da velha elite política que se derrubava com a ditadura militar, apenas poucos meses antes, José Sarney era presidente do PDS, o partido que sustentava o regime dos generais. Por um golpe do destino, ele tomava posse em 1985, no lugar de Tancredo Neves, internado e gravemente enfermo como consequência de uma diverticulite aguda. Ele evoca, então, a vontade de Deus para explicar tal situação. “O Deus da minha fé, que me guardou a vida, quis que eu presidisse a esta solenidade”, diz Sarney. Retirante nordestino, líder sindical, em 2002, Lula foi o primeiro presidente da história do Brasil que não pertencia à elite. Em vez de produto do acaso, sua eleição foi fruto da persistência – ele tentou três vezes se eleger antes de conseguir – e de uma quantidade recorde de votos da população. Mas era também a vontade de Deus: “Primeiro, porque ser presidente da República do meu País, eu recebo isso como uma benção de Deus”. Deus está também no discurso do general Ernesto Geisel, comandante de um governo contraditório que, ao mesmo tempo, promoveu o início da abertura política e promoveu a morte do jornalista Vladimir Herzog, vítima da violência do regime: “Que Deus me dê forças a mim”.

Sinais contraditórios

É claro que, além das semelhanças, os discursos de posse dos presidentes guardam as diferenças que a resposta a cada momento histórico exigia. Mas Edilene percebe neles também sinais contraditórios. É possível ler apelos ao entendimento nas falas de generais que iriam usar a força, como Castelo Branco, ou traços autoritários em presidentes eleitos democraticamente, como Fernando Collor.

Mas as diferenças também aparecem. Na ditadura militar, os discursos dirigidos ao Congresso Nacional – que fazia parte do colégio eleitoral que elegia os generais – tendia a ser mais político e informal que os discursos dirigidos à população, mais graves e tensos naquela época. Depois da democratização, tal regra se inverteu: os discursos para o povo tornaram-se mais alegres e informais, enquanto os discursos no Congresso ficaram mais formais e técnicos.

As circunstâncias históricas também moldaram a escolha das mensagens e dos recursos estilísticos que, além das semelhanças, marcam as diferenças de cada texto. Percebe-se, por exemplo, como os discursos dos presidentes que mais se distanciaram da escolha popular – Costa e Silva e Médici – são mais técnicos e menos políticos. Médici chega a dizer que não queria ser presidente, dando à tarefa o tom de missão militar.

“A palavra do Presidente – Análise dos discursos presidenciais de posse desde o golpe militar até Lula “ – Editoria Unesp

Congresso em Foco

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Lula: “Itamar Franco foi um grande democrata”

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva emitiu nota sobre a morte do senador e ex-presidente da República, Itamar Franco.

“O senador e ex-presidente Itamar Franco foi um grande democrata, com uma vida pública dedicada ao Brasil. Mesmo nos momentos de divergência política mantivemos uma relação de profundo respeito e diálogo. Quando assumiu a presidência em um momento conturbado, em 1992, teve sabedoria para dialogar com toda a sociedade brasileira e ajudou o país a entrar em uma rota positiva na política,na economia e no social. No seu governo implementou o Plano Real, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea) e engajou o governo federal no combate à fome, com o apoio a Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida, junto ao sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. A contribuição de Itamar Franco foi fundamental para a construção coletiva de um país democrático, mais justo e sem pobreza. Nesse momento de tristeza, prestamos solidariedade aos seus familiares e amigos.”

Foto: Agência Estado

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Dilma e Lula comparecem ao velório de Alencar

A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram juntos, às 21h26  no salão do Palácio do Planalto, onde era velado o corpo do ex-vice-presidente José Alencar. Os dois cumprimentaram a mulher de Alencar, Mariza, o filho, Josué, e familiares.

Lula chegou chorando. Aos prantos, ao lado do caixão, ele beijou a testa de Alencar. Dilma também se aproximou do caixão e colocou a mão sobre as mãos do ex-vice-presidente.

Com informações e foto do G1


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João Maia e Micarla: rompimento à vista

Durante a entrevista coletiva que concedeu na manhã deste sábado (12), em Caicó, o deputado federal João Maia (PR) deixou bem claro que vai se afastar administrativamente e politicamente da prefeita de Natal Micarla de Sousa (PV).

“Eu fiz de tudo para ver Micarla prefeita de Natal. Tomei uma posição contra o presidente Lula e a governadora Wilma, de quem eu era aliado, para apoiar Micarla. Eu esperava uma coisa e foi outra, a administração de Micarla está sem rumo. Na próxima segunda-feira eu vou me reunir com o nosso grupo político de Natal, e deixar bem claro a minha intenção é de um afastamento administrativo e político da prefeita Micarla”.

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Rosalba e Lula estão no mesmo hotel em Brasília

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e o marido-ex-deputado Carlos Augusto Rosado, estão hospedados no mesmo hotel do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, em Brasília.

Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia, ocupam uma suíte no 19º andar do hotel Meliá.

Será que haverá um encontro ocasional entre Rosalba e Lula?