Diversos

Marcelo Alecrim e Toinho da Sterbom se unem em ação para doar álcool 70% em comunidades carentes do RN

O empresário Marcelo Alecrim lançou iniciativa para doar álcool de farmácia para pessoas de baixa renda do Rio Grande do Norte. A ação se dará em parceria com a empresa STERBOM que se encarregará da embalagem e distribuição do produto nas diversas regiões do estado.

O uso do álcool a 70% na desinfecção das mãos e de objetos é uma das medidas mais recomendadas pelo ministério da saúde para conter o avanço do coronavírus. O seu uso tem sido intenso e atualmente é produto escasso no comércio com preço inflacionado pela grande procura.

A pandemia do Coronavírus começou atingindo as classes média e alta. O grande temor agora é com sua chegada às comunidades carentes onde faltam meios para práticas básicas de prevenção devido à falta de dinheiro inclusive para comprar álcool.

A iniciativa de Marcelo Alecrim, do grupo Ale Combustíveis, e da Sterbom, é uma primeira ação voltada para essas comunidades que vivem em difíceis condições sanitárias, de moradia e de renda.

Segundo dados do cadastro único dos programas sociais do Governo Federal, o RN tem cerca de 340 mil famílias abaixo da linha de pobreza. Marcelo e Toinho esperam contar com a participação de outros empresários que possam ampliar a sua iniciativa chegando ao máximo de pessoas nessa condição de renda, com a maior brevidade possível.

A logística de distribuição do álcool doado pelos empresários se dará através da rede de unidades básicas e de agentes comunitários de saúde já que não poderá ocorrer entrega massiva com aglomeração de pessoas. Os agentes de saúde estão presentes em todos os municípios e nos bairros mais carentes da capital.

Economia

Marcelo Alecrim renova o primeiro passo

Aniversariante do dia, o empresário Marcelo Alecrim tem festa dupla neste domingo, 08 de dezembro.

Em Canguaretama, reinaugura o primeiro posto inaugurado pelo pai Jair Alecrim, há 45 anos.

Elinor, Marcelo e Dalvanir, a primeira funcionária

Antes da reinauguração, Marcelo assistiu à Missa Solene em homenagem a Padroeira Nossa Senhora da Conceição, ao lado da esposa Elinor, do filho Jair Neto, da mãe Dona Gildete, das irmãs, demais familiares e amigos, como o deputado federal João Maia.

Ale Combustíveis
A ALE é a uma distribuidora de combustíveis com presença nacional, fruto da união da mineira ALE Combustíveis com a Satélite Distribuidora de Petróleo, do Rio Grande do Norte. A empresa possui uma rede de aproximadamente 1.500 postos revendedores, gerando mais de 12 mil empregos, diretos e indiretos, atendendo cerca de 4 mil clientes a cada mês.

Com 20 anos de história é atualmente a 4ª maior distribuidora do país. Essa conquista deve-se, principalmente, ao fato de ser uma empresa simples, ágil e próxima.

Economia

Marcelo Alecrim confirma venda de 78% da AleSat Combustíveis

Do empresário Marcelo Alecrim:

Amigos,

Em 1996, começamos a escrever nossa história no setor de distribuição de combustíveis no país, sem ter uma dimensão exata de onde iríamos chegar. Houve vários desafios e muitas vitórias ao longo destes 22 anos de trabalho.

Nós fomos a primeira distribuidora de combustíveis no Brasil a receber investimento de um fundo internacional, o Darby – Franklin Templeton Investments. Com menos de 10 anos de operação, nos tornamos a primeira empresa regional a operar nacionalmente. Nossa história de empreendedorismo e pioneirismo nos permitiu ser a mais desejável companhia brasileira de distribuição de combustíveis. Agora, estamos iniciando uma nova fase de crescimento. Com a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), publicada no último dia 15, a ALE se une ao grupo internacional Glencore, que adquiriu 78% da empresa.

A Glencore tem operações em todo o mundo em metalurgia, mineração, recursos naturais e produção e venda de commodities agrícolas, petróleo e derivados. No Brasil, o grupo desenvolve atividades relacionadas a produção de grãos, processamento e comercialização de oleaginosas e produção e comercialização de outros produtos. O investimento na ALE é o primeiro no mercado brasileiro de combustíveis e segue seu recente investimento no setor de distribuição mexicano através do G500. A Glencore considera que a ALE tem uma forte plataforma para desenvolver oportunidades de crescimento no Brasil e acredita que a companhia se beneficiará da experiência da Glencore em trading internacional, com a maior parte do crescimento de demanda do país sendo suprido pelas importações.

O CEO da área de petróleo da Glencore, Alex Beard, compartilha a seguinte mensagem: “Estamos ansiosos para trabalhar com nossos novos parceiros na ALE. Muito foi feito para o crescimento da empresa no setor de combustíveis brasileiro; e esperamos trabalhar juntos para garantir que a empresa esteja ainda mais bem posicionada para aproveitar as oportunidades significativas em todo o setor. É importante para nós que a ALE continue a agir com integridade e permaneça focada em operar com segurança em todos os momentos. Os valores fundamentais de segurança, empreendedorismo, simplicidade, responsabilidade e transparência da Glencore impulsionam nossos investimentos e operações, e estamos ansiosos para compartilhar esse foco com vocês”.

Continuarei a liderar os negócios na posição de Presidente Executivo do Conselho de Administração da ALE. Fulvius Tomelin, até então Diretor Financeiro da ALE, assume o cargo de Diretor Presidente da empresa, reportando-se diretamente ao Conselho de Administração. A Glencore ainda indicará 4 membros para o Conselho de Administração, cujo objetivo é trazer conhecimento e experiência para o corpo diretivo e guiar a empresa nos de seus futuros desafios e oportunidades.

Em 22 anos, fomos muito além do que imaginávamos. Percorremos um caminho de crescimento e sucesso, com verdadeiras parcerias. Assim continuaremos a construir este novo capítulo em nossa história.

Abraços,

Marcelo Alecrim

AleSat Combustíveis S.A.

Política

Marcelo Alecrim oferece almoço a Flávio Rocha e PR libera empresários para apoiar o presidenciável no RN

O empresário Marcelo Alecrim e a esposa Elinor ofereceram um almoço neste domingo (08) ao empresário Flávio Rocha, pré-candidato à Presidência da República pelo PRB e a esposa Ana Cláudia Rocha.

E o almoço rendeu novos apoios políticos ao presidenciável. O presidente estadual do PR, João Maia, que estava presente ao lado da esposa-prefeita Shirley Targino, liberou os empresários do RN filiados ao partido a apoiar a pré-candidatura de Flávio Rocha.

Também participaram do almoço, os empresários João Lima e Rosalba, Toinho da Ster Bom e Zauleide, Afrânio Miranda e esposa, Marcelo Rosado e Romeika, Tião, Jorge do Rosário, Ricardo Alves, Igor Rafael e Sofia, Ricardo Barros e esposa, Jair Neto e Flavinha Alecrim.

Política

PR realiza grande encontro em Assu com palestra de Marcelo Alecrim

Com o objetivo de discutir soluções para o Rio Grande do Norte dentro do tema Pensar, Planejar e Fazer, o primeiro Encontro Regional do Partido da República – PR aconteceu na manhã deste sábado (05), em Assú, no parque de vaquejada São João Park Club, reunindo dezenas de filiados e lideranças da região do Vale do Açu e Central Cabugi. O evento mostrou a força e organização do PR mais uma vez.

O empresário Marcelo Alecrim foi convidado especialmente para falar sobre “Empreendedorismo e os caminhos que levam ao sucesso” e encerrou o evento empolgando todos com seus ensinamentos e exemplos de superação.

Durante a abertura, o presidente estadual do PR, João Maia, enalteceu as potencialidades do Estado e falou sobre a importância e responsabilidade de todos num ano eleitoral. João Maia agradeceu a Marcelo Alecrim que veio de São Paulo para o evento, fazer uma palestra especialmente para o partido.

O evento teve a presença ainda do deputado estadual e pré-candidato à reeleição George Soares, além do pré-candidato a deputado federal Tião Couto e dos pré-candidatos a estadual: Jorge do Rosário, Teresinha Maia, Igor Rafael e Ubiracy Pascoa.

De prefeitos, estavam Shirley (Messias Targino), Paulinho (São Gonçalo do Amarante), Gustavo Soares (Assu), Dr. Tiago (Carnaubais), Bibiano (Serra do Mel), Valderedo (Ipanguaçu), Reno (São Rafael), Lúcia (Baraúna) e Luiz Jairo (Upanema).

O empresário Newton Maia, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de vários municípios também compareceram.

Política

Palestra de Marcelo Alecrim em encontro do PR em Assu mobiliza todas as regiões do Estado

Tudo pronto para a realização do Encontro Regional do Partido da República – PR para o Vale do Açu e Central Cabugi, que acontece no próximo sábado, dia 5 de maio, a partir das 8h30, no parque de vaquejada São João Park Club, em Assú.

Será a primeira edição dos Encontros Regionais, tendo como tema “Estudo e Trabalho”. O PR vai reunir filiados e lideranças do partido para discutir soluções para o RN. No Encontro de Assú, o empresário Marcelo Alecrim é o convidado especial para falar sobre “Empreendedorismo e os caminhos que levam ao sucesso”.

O PR está aumentando a estrutura do evento diante da grande procura de convites para assistir a palestra de Marcelo Alecrim.

Política

Encontro Regional do PR em Assú será dia 5 de maio

O Partido da República – PR realizará o Encontro Regional do Vale do Açu e Central Cabugi no próximo dia 5 de maio, a partir das 8h30, no parque de vaquejada São João Park Club, em Assú.

O partido dará início aos Encontros Regionais, tendo como tema “Estudo e Trabalho”. O PR vai reunir filiados e lideranças do partido para discutir soluções para o RN. No Encontro de Assú, o empresário Marcelo Alecrim é o convidado especial para falar sobre “Empreendedorismo e os caminhos que levam ao sucesso”.

Os encontros, realizados pelo PR Estadual e o PR Mulher, tem como objetivo discutir a importância da política para qualidade de vida, o bem-estar do povo e o desenvolvimento do Estado. A programação dos Encontros Regionais do PR seguirá acontecendo no interior do Estado até o dia 14 de julho, quando acontecerá em Natal a plenária geral do PR.

Política

Empresário Marcelo Alecrim fala sobre empreendedorismo no Encontro Regional do PR em Assú

O Partido da República – PR dará início aos Encontros Regionais, no próximo dia 5 de maio, na cidade de Assú, com a presença do empresário Marcelo Alecrim, referência nacional que atua no setor de combustíveis há 33 anos. Ele é Sócio-proprietário e presidente da ALE Combustíveis, 4ª maior distribuidora de combustível do Brasil, segundo a Revista Exame. Marcelo Alecrim vai falar sobre “Empreendedorismo e os caminhos que levam ao sucesso”, tema que faz parte dos Encontros Regionais.

Sob o comando do presidente estadual, João Maia, a programação dos Encontros Regionais do PR seguirá acontecendo no interior do Estado até o dia 14 de julho, quando acontecerá em Natal a plenária geral do PR.

Foto Marcelo Alecrim 2

EconomiaPoder

Alesat atrai atenção de grupos internacionais

Da Revista Exame

Quando fechou a venda da distribuidora de combustíveis Alesat para a concorrente Ipiranga, por 2,17 bilhões de reais, em junho de 2016, o empresário Marcelo Alecrim começou a fazer planos para uma vida nova. Imaginou que em seis meses tudo estaria aprovado e, depois de passar mais um ano como consultor no grupo, estaria livre para tirar um sabático, montar uma nova empresa ou escrever um livro com a história de sua vida. Os 14 meses que se seguiram, no entanto, foram de apreensão tanto para Alecrim quanto para seus mais de 1 200 funcionários. Nesse período, foi ficando latente uma postura mais dura do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que bloqueou uma fusão importante e poderia vetar também a venda da Alesat. Enquanto esperava pela decisão do Cade, a empresa viu seu negócio se deteriorar. A participação de mercado caiu de 4% para 2,9%. O faturamento recuou de 12,42 bilhões de reais, em 2016, para 11,19 bilhões, em 2017. Quando o Cade de fato vetou o negócio em agosto do ano passado, Alecrim e seus sócios, os fundos Darby e Asamar, deixaram de ganhar um dinheirão: cerca de 694 milhões, 396 milhões e 1,08 bilhão de reais, respectivamente. E viram-se forçados a correr atrás do tempo perdido. “Estávamos com o freio de mão puxado e de repente tivemos de acelerar para colocar o plano B em ação”, afirma Alecrim.

O plano B consistia em duas fases. Primeiro, era preciso melhorar imediatamente os resultados. A empresa renegociou contratos que estavam parados com fornecedores, montou uma importadora de combustíveis e fechou seus escritórios em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro para concentrar as operações em São Paulo. Também aumentou o relacionamento com os donos de postos, que estavam inseguros sobre seu futuro. Em seis meses, segundo a empresa, a fatia perdida de mercado foi recuperada. Era a hora de começar a parte mais difícil do plano: implementar uma estratégia de crescimento de longo prazo. Sem o grupo Ultra, a Alesat voltou a ser o que era: uma nanica num mercado em que as três principais concorrentes têm cerca de 66% de participação. A BR Distribuidora domina o setor com 28%, a Ipiranga tem 20%, e a Raízen, 17%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo. Elas têm escala na compra de equipamentos para a construção de novos postos, na negociação de produtos vendidos nos postos (como lubrificantes) e principalmente nos custos de distribuição. Sozinha e com pouca capacidade de investimento, a Alesat poderia ver seus postos ser assediados pela concorrência. “Há um risco de a Alesat ficar isolada: sem fôlego para competir com as grandes e ao mesmo tempo distante das pequenas”, afirma Antonio Ticianeli, diretor da consultoria MTX, especializada em óleo e gás.

Para brigar com as grandes, a Alesat quer comprar as pequenas, já que não há outra grande companhia de porte similar no Brasil. Atualmente, 12% dos 42 000 postos do país são dominados por marcas pequenas. A maior participação da Alesat está nas regiões Sudeste e Nordeste, onde detém, respectivamente, 3,7% e 3,3% dos postos, principalmente longe das grandes cidades. Nas demais regiões, a participação é inferior a 2%. A estratégia adotada pela Alesat sempre foi crescer em cidades onde as grandes redes ficavam de fora. Seguindo a lógica, um mercado em potencial estaria na Região Centro-Oeste, onde as três grandes têm 38% do mercado (no Sudeste, alcançam 51%). Para marcar a nova estratégia, logo após a negativa do Cade, a Alesat se desfiliou do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, entidade da qual fazia parte desde 2007 e que reúne as três maiores companhias de distribuição. Agora a Alesat integra a Associação das Distribuidoras de Combustíveis, que reúne as menores do setor. “O voto do Cade deixou claro que as maiores redes não podem mais comprar, mas nós podemos”, afirma Alecrim. Uma prioriade é converter os postos sem bandeira, que aproveitaram a crise econômica para avançar de 40% para 42,5% do mercado em três anos. Como não pagam royalties, eles conseguem vender mais barato, o que virou um enorme diferencial competitivo na crise. “Na medida em que a economia melhorar há uma expectativa de conversão de parte desses postos bandeira branca para marcas conhecidas. A Alesat está adotando uma postura agressiva nesse nicho”, diz um analista de um grande banco.

De aquisições a Alesat entende. O que começou com um posto de combustíveis do pai de Alecrim em Canguaretama, cidade de 25 000 habitantes no interior do Rio Grande do Norte, na década de 70, virou a Satélite Distribuidora de Petróleo em 1996. A Sat, como era conhecida, se fundiu em 2006 com a mineira Ale, que já era a quarta maior distribuidora do país, controlada pelo grupo mineiro Asamar. Para chegar até aqui, a empresa comprou algumas operações, como a Polipetro, que tinha atuação no Sul do país, e as operações da multinacional Repsol no Brasil, ambas em 2008, e a recifense Ello-Puma, em 2012. Hoje, é uma rede de 2 017 postos com um faturamento de 11,19 bilhões de reais. É pouco num mercado superlativo. A BR Distribuidora tem 7 617 postos e faturou 84,5 bilhões de reais em 2017. A meta da Alesat é acrescentar 200 novos postos à sua rede neste ano. O problema é que as principais concorrentes também estão com apetite para crescer. A BR Distribuidora, que abriu o capital no fim do ano passado, afirmou que pretende recuperar a participação de mercado perdida nos últimos anos. O grupo Ultra anunciou um investimento de 1,55 bilhão de reais na marca Ipiranga.

A decisão do Cade deixou claro que as outras duas grandes empresas brasileiras também não podem adquirir a Alesat, mas a companhia tem atraído a atenção de empresas estrangeiras. O grupo holandês de energia e commodities Vitol recentemente fez uma proposta de cerca de 1,8 bilhão de reais pela empresa e o grupo francês Total, quarta maior companhia de óleo e gás do mundo, que já negociou a compra da Alesat há cerca de dez anos, também voltou a sondá-la. Um sócio internacional poderia dar a estrutura necessária para a Alesat competir com as grandes. Outra opção é fazer uma oferta inicial de ações na bolsa brasileira, a B3, o que poderia acontecer ainda neste ano. “Eles de fato estudam um IPO. Mas, se pintar uma proposta boa, eles vendem”, diz um executivo a par do assunto.

O dilema vivido pela Alesat também atingiu outras companhias que tiveram suas operações negadas pelo Cade. Desde o ano passado foram reprovadas a união das empresas de educação Kroton e Estácio, a dos frigoríficos Mataboi e JBJ, a das distribuidoras de combustíveis Ipiranga e Alesat e a das empresas de gás Liquigás e Ultragaz. Para as consolidadoras, superar a negativa é sempre mais fácil. Para as menores, deixadas no altar, o desafio é sempre maior. Há incertezas tanto nas operações quanto ao que acontecerá com seu quadro societário. A Estácio empreendeu uma série de mudanças desde a rejeição do Cade, em junho, incluindo redução dos custos administrativos, mudanças na forma de atrair e reter alunos e alterações na maneira de cobrar mensalidades, que a tornaram mais parecida com a líder Kroton. A empresa também teve mudanças entre seus acionistas. A gestora americana Advent comprou ações da Estácio até acumular 11% do capital e ajudou a desenhar uma estratégia que fez o valor de mercado mais do que dobrar em nove meses. Ficar sozinho pode ser a chance de um recomeço animador. Sem centenas de milhões no bolso, é verdade.

Política

Marcelo Alecrim se reúne com Flávio Rocha

O empresário Flávio Rocha teve um encontro no início da noite desta terça-feira (27), já em São Paulo, com o empresário potiguar Marcelo Alecrim.

Flávio dialogou com Marcelo sobre a decisão de disputar a Presidência da República.

Ambos são amigos pessoais.

Marcelo e Flávio

Política

Marcelo Alecrim não admite nem descarta possível candidatura: “O momento é de conversas e ideias. Nomes, só depois”

O empresário Marcelo Alecrim não confirma pretensão de candidatura na eleição deste ano. Admite apenas que deseja contribuir para tirar o Rio Grande do Norte da situação em que se encontra, o que necessariamente não é preciso um mandato eletivo.

Em entrevista à Tribuna do Norte deste domingo (04), Alecrim defendeu que “O Brasil precisa de um Estado menos denso, mais eficiente e adequado para cumprir as funções nas áreas de Saúde, Segurança e Educação, como expresso no manifesto lançado pelo empresário Flávio Rocha”.

Quando indagado se tem pretensões ou aceitaria um convite para ser candidato este ano, Marcelo Alecrim desconversou: “Sou um potiguar que quer ajudar o RN a crescer”. Lembrou que criou a maior empresa do RN e gosta de inspirar as pessoas a empreenderem também. “O momento é de conversas e ideias em primeiro lugar. Nomes, só depois”, finalizou o empresário.

Diversos

Marcelo Alecrim: aniversariante do dia

Empresário bem sucedido da ALE Combustíveis, que orgulha o RN pelo Brasil afora, Marcelo Alecrim é o aniversariante do dia.

Marcelo, a mulher Elinor e os filhos Jair Neto e Flavinha Alecrim

Política

Garibaldi e Agripino participam de homenagem a empreendedores na Academia de Letras

Os senadores Garibaldi Filho e José Agripino Maia participaram na noite de ontem (21), de evento na Academia Norte-Riograndense de Letras (ANRL).

A cerimônia foi idealizada para conceder o troféu Mecenas Potiguar e o Título de Benemérito aos empreendedores Flávio Rocha, João Claudino, Marcelo Alecrim e Pedro Alcântara. A solenidade na ANRL foi comandada pelo presidente Diógenes da Cunha Lima e contou com saudação especial do jornalista Gaudêncio Torquato, sócio de Honra da Academia.