Política

DEM espera receber 12 deputados federais do PSB

Um dos assuntos tratados na reunião entre o DEM do senador José Agripino Maia e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi que o partido espera contar com pelo menos 50 deputados federais na janela de transferência partidária prevista para ocorrer no início de 2018, segundo publicou o Estadão. Ao menos 12 deles viriam do PSB, partido do vice-governador Márcio França, um dos principais aliados de Alckmin e que disputa a presidência nacional do partido.

Alckmin foi informado de que o DEM, que hoje tem 31 deputados, sendo 29 em exercício, calcula que vai chegar a 50 deputados, se tornando uma das maiores bancadas da Câmara e superando a do PSDB, que tem 46.

Política

PSB poderá lançar Araken Farias candidato ao Governo do RN

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), presidido no Estado pelo deputado federal Rafael Motta, começa a se articular nos bastidores para as eleições de 2018 no RN. 

E poderá lançar o advogado Araken Farias como candidato ao Governo do Estado. 

O atual vereador de Natal, Franklin Capistrano, também vem sendo estimulado pela cúpula Estadual a disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa. 

Política

Dança das cadeiras no RN

Com o Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficialmente fazendo oposição ao Governo Temer, conforme anunciado ontem (24), pelo presidente nacional, a legenda poderá perder os cargos federais no RN, indicados pelo deputado federal Rafael Motta.

São danças das cadeiras que poderão ocorrer nos próximos dias.

Política

PSB passa oficialmente para oposição ao Governo Federal

De O Globo

Após o fechamento de questão contra as reformas trabalhista, da previdência e política que prevê a lista fechada, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e outros dirigentes da legenda, deixaram claro que, sem a chancela de cargos no ministério e votando contra as principais matérias do governo, o PSB não pertence a base de Michel Temer, e com essas posições oficiais, é oposição. Os dois líderes do partido na Câmara, Teresa Cristina (MS), e do Senado, Fernando Bezerra (PE), foram votos vencidos contra o fechamento de questão nas bancadas.

– O partido nunca esteve no governo. Esse governo não nos representa. Fica inviabilizada nossa permanência na base. Quem está lá sem a indicação do PSB, é quem tem que se resolver. É prudente que o Palácio do Planalto comece a contabilizar votos a menos – disse o vice-presidente de relações governamentais do PSB, Beto Albuquerque.

– Se estamos contra as principais reformas e programas do governo consideradas essenciais, tire suas próprias conclusões – disse o presidente Carlos Siqueira.

Sobre as punições aos parlamentares que não cumprirem a decisão e votarem a favor das reformas, Siqueira lembrou que o estatuto prevê de advertência até expulsão, mas fez um apelo para que cumpram a posição da Executiva Nacional.

Política

PSB nacional quer eleger dois deputados federais pelo RN em 2018

Secretário-geral do PSB e presidente da Fundação João Mangabeira, o ex-governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, afirmou em Natal que as prioridades do partido para 2018 serão as reeleições do deputado federal Rafael Motta, presidente estadual da sigla, e dos deputados estaduais Tomba Farias, Ricardo Motta e Larissa Rosado.

“Nossa prioridade é a reeleição deles e temos projeto para eleger mais um federal e ampliar a nossa bancada na Assembleia Legislativa do RN, que já é bastante representativa”, afirmou Casagrande em entrevistas à imprensa local.

Em Natal para participar de seminário pela FJM intitulado “Sem Crise: Desafios do Gestor em Tempos de Recessão”, Renato Casagrande se reuniu na noite desta quinta-feira (9) com os parlamentares do RN. O evento ocorreu pela manhã no hotel Holiday Inn.

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Política

Ex-governador do Espírito Santo fala sobre segurança em evento do PSB no RN

Para falar sobre as experiências exitosas dele na área da segurança pública, o ex-governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, chega ao Rio Grande do Norte nesta quinta-feira (9) para participar do seminário “Sem Crise: Desafios do Gestor em Tempos de Recessão”. O evento é organizado pela Fundação João Mangabeira, que tem Casagrande como presidente, e o PSB no Rio Grande do Norte, presidido pelo deputado federal Rafael Motta, e ocorrerá nesta sexta-feira (10), às 8h, no Hotel Holiday Inn.

Durante a gestão Casagrande no Espírito Santo, o estado reduziu sua taxa de homicídios de 60 para cada grupo de 100 mil habitantes para 39,4. No sistema prisional, o governo conseguiu reduzir a superlotação nos presídios e recebeu o reconhecimento do Ministério da Justiça como o melhor em política prisional em 2014.

Além do ex-governador do Espírito Santo, o seminário terá palestra de Magnus Henrique de Medeiros, mestre em Gestão Pública e especialista em Gerenciamento de Projetos, que falará sobre como e onde conseguir recursos. “O evento será uma troca de experiências e ideias que irão servir de alternativa para os gestores e parlamentares municipais nesses tempos de crise”, afirmou Rafael Motta.

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Política

PSB de Rafael Motta ausente da campanha e da possível gestão de Kelps

Presidente estadual do PSB, o deputado federal Rafael Motta desistiu de ser candidato à Prefeitura de Natal para apoiar o deputado estadual Kelps Lima (SDD), com quem fez dobradinha em Natal no pleito de 2014. 

Faltando 25 dias para o dia 02 de outubro, data do 1º turno da eleição de 2016, Rafael Motta ainda não participou de nenhuma mobilização de Kelps. Nem muito menos o deputado estadual Ricardo Motta. 

Ontem (06), Kelps anunciou 11 nomes que farão parte de uma possível gestão sua em Natal. Na lista não consta nenhum nome ligado ao PSB. 

Resta saber se o partido não foi ouvido ou se para Kelps não existe nenhum técnico lá. O tempo se encarrega de esclarecer. 

Política

PSB retira apoio do pré-candidato do governador em Caicó

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), presidido em Caicó pelo pré-candidato a vereador Artur Maynard, retirou apoio a pré-candidatura a prefeito do vereador Nildson Dantas (PSD), que disputará o comando do executivo com apoio do governador Robinson Faria (PSD). 

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (18), em Natal, durante reunião entre Artur, o deputado federal Rafael Motta e o deputado estadual Ricardo Motta. 

Nesta terça (19), Maynard estará se reunindo com o deputado estadual Ricardo Motta para definir os rumos do partido em Caicó. 

Política

Pré-candidatos do PSB-RN participam de evento em Brasília‏

O deputado federal Rafael Motta (PSB) participou na noite desta quinta-feira (5), ao lado presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira e do vice-presidente Beto Albuquerque, da abertura do Seminário Preparatório para as Eleições 2016. O evento, que é realizado pela Executiva Nacional do PSB, ocorre no Hotel Nacional em Brasília e segue até o próximo sábado.

O objetivo do seminário é reunir todos os pré-candidatos a prefeito do partido para discussão do pleito eleitoral deste ano. “Esse evento é muito importante para aqueles vão disputar as eleições deste ano, pois é o momento para tirar as dúvidas sobre a legislação eleitoral em vigor. Muita coisa mudou após a Reforma Política, por isso, é necessário que o candidato esteja ciente dessas alterações que desde o tempo de campanha até novas regras para propaganda eleitoral”, disse Rafael Motta.

Representando o PSB-RN, além do deputado Rafael Motta, estão o presidente da Câmara Municipal de Parnamarim, Ricardo Gurgel; a prefeita de São Bento do Trairi, Kally, e o ex-prefeito do município Tula; o pré-candidato a prefeito de Timbaúba dos Batista, Ivanildinho; o vereador de Jardim do Seridó, Iron Júnior; o pré-candidato em Macau, Coronel Fernandes; o vereador de Currais Novos, Sérgio da Chesf; o vereador de Tenente Laurentino Cruz, Inácio Macedo.

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Rafael Motta, Carlos Siqueira (Presidente Nacional do PSB) e Ricardo Gurgel (Pré-candidato a prefeito de Parnamirim)

Política

Executiva Nacional do PSB reafirma posição favorável ao impeachment de Dilma Rousseff

A Executiva Nacional do PSB aprovou nesta segunda-feira (11) nota em que orienta voto favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. No documento, o partido constata que a petista cometeu crime de responsabilidade ao descumprir a lei orçamentária e ao editar decreto de aumento de despesas sem autorização do Legislativo.

Com a decisão, os quatro titulares da Comissão Especial do Impeachment terão de votar favoravelmente pela continuidade do processo. Um acordo anterior da bancada do partido na Câmara estabeleceu que os votos no colegiado seguirão o entendimento partidário.

Na nota aprovada pela Executiva Nacional, o PSB faz uma análise da grave crise política e critica a falta de diálogo do governo com os setores sociais. “Na contramão de como deveria agir, a equipe governante e a própria mandatária dedicam-se, quase que exclusivamente, a promover os meios de se manterem no poder, inexistindo uma estratégia clara para o enfrentamento da crise mais grave de toda a nossa história republicana”, afirma.

Leia a nota na íntegra:

POSIÇÃO DO PSB FRENTE AO PROCESSO DE IMPEACHMENT

O Partido Socialista Brasileiro-PSB orienta os membros da sua bancada na Câmara dos Deputados, tanto no âmbito da Comissão processante, como do Plenário, a votarem favoravelmente à abertura do processo de impedimento da Presidente da República, pelas razões expostas a seguir:

O PSB tem se posicionado de forma cristalina perante a sociedade, sua militância e seus dirigentes, diante do país, sobre a instalação de uma crise sem precedentes, que sabidamente antecede o segundo mandato da atual Presidente, mas que encontra nele e particularmente na eleição que lhe deu causa, a sua culminância.

O PSB cumpriu, é bom que se ressalte, o seu papel, ainda no final do ano de 2013, na pessoa do seu então presidente, o Governador Eduardo Campos, que, em nome do Partido, advertiu a Presidente sobre a crise que a sua forma de governar, caracterizada pela baixíssima vocação para o diálogo e a sua política econômica, estavam gerando. Lamentavelmente, não fomos entendidos e nenhuma mudança de rumo foi realizada.

Ao contrário, em lugar de privilegiar o debate de ideias e propostas, a Presidente, então candidata à reeleição, passou a fazer uma campanha agressiva e de desconstrução pessoal de seus adversários como arma eleitoral, escondendo dos eleitores por esse recurso a verdadeira situação do nosso país.

Eleita, a Presidente cuidou de prover à crise novos ingredientes: para espanto de todos, iniciou seu mandato propondo um ajuste fiscal de viés claramente liberal e conservador, que incluiu a diminuição de direitos previdenciários e trabalhistas e cortes nos programas sociais.

Assim procedendo, contrariou o programa de governo que não escreveu, mas que verbalizou fartamente por meio de sua publicidade, evidenciando abruptamente as fragilidades que até então negara. Indiferente às condições precárias de sua reeleição, manteve seu estilo, de falta de disposição para a articulação política – abordagem incompatível com os procedimentos do presidencialismo de coalizão, que o seu partido exacerbava desde sua chegada ao poder, no já longínquo ano de 2003.

No primeiro quadrimestre de 2015 já percebia-se que o cenário de gravidade da crise estava construído. Todos, incluindo os que apoiaram ogoverno, se deram conta da guinada conservadora; a base de apoio parlamentar pressentiu que os tempos mudavam e que o grande arranjo governista corria risco de implosão; os de baixo se deram conta de que Dilma lhes concedeu apenas migalhas do orçamento. Enquanto isto, apenas em 2015 pagou aos bancos 502 bilhões de reais pelo serviço da dívida pública. A queda vertiginosa da popularidade da Presidente e as sucessivas derrotas nas Casas Parlamentares são índice indelével de que se decompunha a governabilidade.

Para os aspectos que envolvem diretamente a vida dos cidadãos e compõem o pano de fundo do processo de impedimento ou “juízo político”, como dizem de forma mais apropriada os hispânicos, o nosso País acumula derrotas sob o comando da Presidente Dilma Rousseff que:

  1. a) tenta sem sucesso por em prática uma política econômica de viés tristemente conservador, que valoriza e beneficia de forma excessiva o setor financeiro, em detrimento da produção, do trabalho e do emprego;
  2. b) sacrifica o futuro do país, ao desmontar a política de ciência, tecnologia e inovação, com que se está destruindo, em pouco tempo, um esforço que até certo ponto vinha sendo bem-sucedido;
  3. c) liquida a indústria nacional, cuja participação no PIB regride a patamares de 50 anos atrás;
  4. d) enfraquece ainda mais a federação, provocando uma grave crise federativa, cujas consequências na prestação de serviços básicos à população já estão muito evidentes;
  5. e) sacrifica a agenda política progressista, ao banir para a condição de verniz de discurso as reformas política, agrária, urbana, federativa e tributária;
  6. f) perde o controle sobre o endividamento, cuja mola propulsora é a recessão que, em campanha, afirmou não existir;
  7. g) sintetiza a impotência política de que fez vítima a si mesma, naafronta que faz ao trabalhador, ao lhe entregar simultaneamente a perda de mais de nove milhões de postos de trabalho e a limitação de direitos trabalhistas, com destaque para o seguro desemprego.
  8. h) igualmente grave é a explosão da dívida pública, que perigosamente, aproxima-se de 3 trilhões de reais, cujo serviço, compromete parcela significativa do orçamento da União.

Diante da rapidez impressionante do aprofundamento da crise, avizinha-se uma ameaça de crise cambial, embora a moeda nacional já esteja bastante depreciada. Além disso, o quadro agrava-se com a recessão pelo segundo ano consecutivo, e previsão para o ano em curso, de pelo menos 4% de queda no PIB.

Com tudo isso, e tantos outros aspectos trágicos dessa crise, seria de supor que o governo devesse colocar em prática uma ampla discussão com os setores sociais, políticos e econômicos, para encontrar saídas capazes de apaziguar a população e encontrar solução para tantos problemas.

Na contramão de como deveria agir, a equipe governante e a própria mandatária dedicam-se, quase que exclusivamente, a promover os meios de se manterem no poder, inexistindo uma estratégia clara para o enfrentamento da crise mais grave de toda nossa história republicana.

Diante deste cenário, a um só tempo de enorme gravidade e completa paralisia política, perguntam-se os brasileiros – o Governo Dilma, a pessoa da Presidente seriam capazes de um derradeiro ato de grandeza política? Teriam a honradez e a humildade de reconhecerem que seu presente faz oposição ao passado que os trouxe à vida pública?

As reiteradas declarações públicas da Presidente respondem a essas perguntas com um sonoro não, muito embora, se compreendessem – Presidente e Governo – a mensagem que lhes chega do povo, se somariam à construção da alternativa política que, ao nosso ver, melhor convém ao Brasil: a convocação de novas eleições para que se possa sanar, de forma pacífica e construtiva, os vícios insofismáveis das eleições de 2014 e o desgoverno que se assenhorou do nosso País.

Neste contexto – completamente diferente do imobilismo a que nos vemos constrangidos no presente momento – a Nação, chamada a participar como protagonista de seu próprio destino e reconciliada por meio de um novo pleito eleitoral, poderia alcançar por certo a coesão social necessária àbusca das soluções para tantas crises, que se acumularam no recente período de governo.

Outro caminho para alcançar a realização de novas eleições seria o julgamento dos processos em tramitação na Justiça eleitoral – TSE, que visa apurar as irregularidades na campanha de reeleição da Presidente.

Ocorre, entretanto, que, nem a Presidente terá a grandeza de antecipar as eleições, conforme vem declarando reiteradamente e tampouco, a curto prazo, o processo do TSE será julgado.

Ademais, a parte desses aspectos de natureza política, constata-se, a partir da simples leitura do parecer do TCU que propõe a rejeição das contas da União e também do parecer do relator da Comissão Processante, na Câmara dos Deputados, que a Presidente da República cometeu crime de responsabilidade ao descumprir a lei orçamentária e ao editar decreto de aumento de despesas sem autorização do Poder Legislativo, descumprindo reiteradamente os incisos II e VI do Art. 85, da Constituição Federal. Decorre, em larga medida, deste fato, o descontrole das finanças públicas, com graves prejuízos a economia nacional.

Em face desta sombria realidade, que se amplia dia a dia pela impotência do Governo para reagir à conjuntura, a dinâmica política impõe ao PSB apoiar o processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados. Por óbvio, ressalte-se que esse é um instrumento constitucional e legal, embora extremo, que na impossibilidade da solução política ideal, ou seja, a antecipação de novas eleições presidenciais, passa a ser oficialmente apoiado pelo Partido.

Brasília-DF, 11 de abril de 2016.

Carlos Siqueira
Presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro-PSB

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Política

Bancada do PSB na Câmara dos Deputados decide apoiar impeachment de Dilma Rousseff

A bancada do PSB na Câmara dos Deputados divulgou nota, nesta quinta-feira (7), na qual apoia o processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. A decisão foi aprovada durante reunião com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e será levada para a Comissão Executiva Nacional, que deliberará sobre a posição do partido na próxima segunda-feira (11).

Leia a nota na íntegra:

NOTA DA BANCADA DO PSB NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Brasília (DF), 7 de abril de 2016

A Bancada do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na Câmara dos Deputados decidiu, em reunião com a Presidência Nacional da Legenda, apoiar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff que ora tramita na Câmara dos Deputados.

Tal decisão se deve a razões de ordem política, inquestionáveis, tendo Sua Excelência perdido completamente a condição de liderar uma retomada, diante da desastrosa gestão do País, que nos levou a uma crise profunda; bem assim, a razões jurídicas que autorizam, nesta fase, a abertura de processo, pois o seu julgamento será realizado no Senado Federal.

Esta posição será defendida na reunião da Comissão Executiva Nacional do PSB que acontece na próxima segunda-feira (11), em Brasília.

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Política

Rafael Motta entrega PSB de Natal ao ex-candidato a governador Araken Farias

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) do Rio Grande do Norte recebeu 80 novas filiações em evento realizado na manhã desta sexta-feira (1º), em Natal. Entre os novos filiados, destaque para o ex-candidato a governador e advogado Araken Farias, que assume a presidência do Diretório Municipal de Natal da sigla.

“Agradeço a confiança do presidente do PSB no RN, o deputado federal Rafael Motta, e ao presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Franklin Capistrano, que apoiou a escolha do meu nome para essa nova missão”, afirmou Araken Farias.
  

Política

PSB filia cinco vereadores em Macaíba

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizou na noite desta sexta-feira (1º) mais um importante ato de filiação de novas expressões políticas no Rio Grande do Norte, filiando cinco vereadores do município de Macaíba, na Grande Natal: Silvan Freitas, Socorro Nogueira, João de Damião e Ismarleide, além do presidente da Câmara Municipal, Gelson Lima. O evento contou com a participação do presidente estadual do PSB, o deputado federal Rafael Motta, e o deputado estadual Ricardo Motta, também do PSB.

“Em Macaíba, o PSB está demonstrando mais uma vez que é forte e se tornando uma das maiores bancadas da Câmara Municipal. São cinco grandes lideranças locais que chegam com o objetivo de enaltecer a história do partido e, claro, do povo de Macaíba”, afirmou o presidente do PSB, o deputado federal Rafael Motta.

A cerimônia de filiação foi prestigiada também pelos vereeadores Luizinho, Edna, Antônio França, Rodrigo Nasser e Marijara, além do ex-vereador Chiquinho, do prefeito Fernando Cunha, e dos secretários Sergio Cunha e Marcelo Augusto.

  

Política

Rafael Motta e Tomba Farias assumem a Presidência e Vice-Presidência do PSB no RN

O Presidente Nacional do PSB, Carlos Siqueira, nomeou nesta quinta-feira o Deputado Rafael Motta para presidir a Secção Estadual do PSB no Rio Grande do Norte, nomeando como seu Vice-Presidente o Deputado Estadual Luiz Fernando Lourenço de Farias (Tomba). Além deles, participa também da nova direção a ex-deputada Sandra Rosado.

 Integram ainda a nova direção os seguintes membros:

– José Eduardo da Costa Mulatinho, Secretário;

– Ivanildo Fernandes de Oliveira, Secretário de Finanças;

– Antonio Carlos Dantas de Meirelles, Membro; e

– Watson Bruno Ferreira Nunes, Membro.

O Presidente Nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirma apostar na nova direção partidária, liderada pelo jovem Deputado Rafael Motta, que contará com o firme apoio de quadros experientes, historicamente filiados ao Partido, promovendo, desta forma, a reestruturação do Partido naquele Estado. Implantará também novas práticas, deixando para trás uma administração partidária centrada em interesses individuais que jamais privilegiou a direção colegiada e democrática do Partido.

O Presidente Nacional do PSB lamenta, por outro lado, que a nova direção partidária esteja recebendo o PSB/RN com contas rejeitadas pelo Tribunal Regional Eleitoral – TRE.

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Política

TRE reprova as contas do PSB no RN e partido fica sem fundo partidário por alguns meses

O deputado federal Rafael Motta assume o comando do Partido Socialista Brasileiro (PSB) no Rio Grande do Norte em péssima hora. 

Nesta terça-feira (02), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) reprovou as contas do partido. 

E pelos próximos 12 meses o PSB no RN fica sem fundo partidário. 

Em pleno ano de campanha municipal. 

  

PoderPolítica

Presidente Nacional do PSB afirma que partido foi em busca da filiação de Rafael Motta

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, que está em Natal tentando apagar as chamas do partido a nível estadual, declarou que buscou novidades para a agremiação partidária no RN.

“Nós fomos em busca da filiação de Rafael Motta”, disse Siqueira durante o Jornal do Dia, na TV Ponta Negra. 

Então se houve falta de respeito à história da ex-governadora Wilma de Faria foi por parte do próprio PSB nacional, e não do novo filiado, o deputado federal Rafael Motta. 

  

Política

Presidente nacional do PSB vem a Natal se reunir com Wilma

Presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Carlos Siqueira vem a Natal nesta sexta-feira (29), para se reunir com a ex-governadora Wilma de Faria, que preside o PSB no Rio Grande do Norte. 

Siqueira e Wilma ainda não se conversaram depois da filiação do deputado federal Rafael Motta ao PSB. 

Outras lideranças do PSB também deverão se encontrar com Siqueira, como os deputados estaduais Tomba Farias e Márcia Maia e as ex-deputadas Sandra e Larissa Rosado, além de vereadores de Natal e do próprio Rafael Motta. 

Siqueira deverá chegar em solo potiguar com o objetivo de construir a unidade dos socialistas no Estado. 

Política

Wilma tem reunião conjunta com Ezequiel, Sandra, Larissa e Lairinho Rosado

A ex-governadora Wilma de Faria, que ainda preside o PSB no Rio Grande do Norte, conversou essa semana com diversos líderes políticos do Estado.

E recebeu de uma só vez em seu apartamento, o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira (PMDB); a ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) e a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB), além do vereador mossoroense, Lairinho Rosado (PSB).

Do grupo acima, também fazem parte os deputados estaduais Tomba Farias (PSB) e Gustavo Carvalho (PROS), que não participaram da reunião devido a outros compromissos.

Muito além do que uma visita de cortesia, a conversa teve como testemunha apenas a deputada estadual Márcia Maia (PSB).

Na pauta da conversa, a situação do PSB no Rio Grande do Norte, que recentemente recebeu a filiação do deputado federal Rafael Motta.