Política

Fábio Faria interlocutor de Rodrigo Maia e Bolsonaro

A Revista Crusoé informa que o deputado federal Fábio Faria (PSD-RN) acompanhou ontem (03) uma conversa entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o presidente Jair Bolsonaro.

Um dia antes, FF esteve sozinho com Bolsonaro.

Política

Presidente da Câmara e João Maia recebem propostas do Governo Federal para Comissão Especial de PPPs

Nesta terça-feira (08), integrantes da equipe econômica do governo entregaram para Câmara dos Deputados suas propostas para a comissão especial de Parceria Público-Privadas e Concessões. As sugestões foram entregues para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e para o presidente da comissão, deputado federal João Maia (PL-RN). Através da comissão, a Câmara e o governo preparam um plano para destravar investimentos em projetos de infraestrutura no País.

As sugestões foram entregues pelo secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura, Diogo Mac Cord de Faria, e pela secretária Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier.

Política

‘Ou fazemos reformas ou vamos para o colapso’, diz Rodrigo Maia

O Estado de S. Paulo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao Estado que, em cinco meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro sofre com a redução de expectativas positivas e defendeu a aprovação de uma agenda de reformas para o País. “Chegamos num ponto onde ou nós construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar”, afirmou. Para o deputado, partidos hoje tratados “de forma pejorativa” por integrarem o chamado Centrão podem entrar para a história como os que “salvaram” o Brasil se ajudarem a aprovar medidas para impulsionar o crescimento.

Alvo de ataques em manifestações de rua, Maia disse ter certeza de que a reforma da Previdência será aprovada, mas observou que só essa medida não é suficiente para tirar o País da crise. O deputado está montando grupos de trabalho para discutir propostas sobre emprego, renda, saúde e parcerias público-privadas e criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. “Educação não pode ser o que esse ministro está fazendo”, comentou ele.

A seguir os principais trechos da entrevista:

Cinco meses de governo depois, qual a sua avaliação sobre a gestão Bolsonaro?

Em cinco meses, o presidente está vendo que os desafios do Brasil são enormes e que todo mundo quer ajudar, cada um com seu ponto de vista. E que ele vai conseguir construir, como tem construído nas últimas semanas, por meio do Onyx (Lorenzoni, ministro da Casa Civil), o diálogo necessário para que as coisas possam avançar.

O sr. apoia a iniciativa de alguns senadores de encaminhar proposta de emenda à Constituição para instituir o parlamentarismo no Brasil, a partir de 2022?

Discutir isso agora é antecipar um debate. Acho que pode ser o melhor mecanismo para governar o Brasil, mas não está na hora. Tem cinco meses de governo. Pode enfraquecer um governo que começou com grandes expectativas e elas estão se reduzindo. Não é bom para o Brasil que as expectativas positivas desse governo, com a crise que a gente vive, estejam caindo tão rápido.

O sr. se refere ao impacto sobre investimentos?

Quando a popularidade do presidente cai, a confiança dos investidores em aplicar os seus recursos no Brasil também cai. Se você olhar os números da economia, vai ver dados desastrosos. Não é bom que ele já esteja em algumas pesquisas com 25% de ótimo e bom, que entre os formadores de opinião no mercado financeiro tenha caído de 80% para 14%. Vai ver o que está acontecendo com a construção civil. Pararam o Minha Casa Minha Vida, e isso é muito grave.

Agora há muitos protestos em relação ao bloqueio de recursos na educação…

Acho que tem de se perguntar o que a direita pensa sobre habitação, saúde, educação. Educação não pode ser o que esse ministro está fazendo. Eu acho que, na área de educação, quem está trazendo a crise para o governo é o ministro (Abraham Weintraub) porque ele primeiro falou de corte, depois, de contingenciamento. Ele chamou as universidades para o conflito e depois falou: “Eu não disse isso, eu disse que era contingenciamento”. Aí faz um vídeo, um musical da Disney, no qual ataca a bancada do Rio. Agora, tem rebelião na bancada do Rio. Boa parte vai votar a Previdência com o governo. Atacar a bancada porque botou uma emenda para o museu e a emenda foi contingenciada? Onde estamos?

O sr. acha que é necessário um pacto pela governabilidade entre Executivo, Legislativo e Judiciário? Isso não é um cheque em branco para o governo?

Depende do que seja escrito. Um pacto com compromissos reafirmando a importância das instituições, com princípios, pode avançar. Pactos com agenda que caminhem para debate ideológico terão dificuldade de passar por todos os Poderes, não só na Câmara. Mas acho que a iniciativa é positiva.

O sr. foi alvo de ataques em manifestações pró-governo. Na sua opinião, o presidente estimulou a ofensiva contra o Congresso?

Acho que as manifestações são legítimas. O presidente teve apoio num grupo muito radical. Não é um grupo que fale com o meu eleitor, com os setores médios da sociedade. Agora, na hora em que vai o grupo mais próximo do presidente para a rua, e da forma com que ele se comunicou nos últimos meses, querendo transferir a responsabilidade para o Parlamento, o eleitor dele viu aquilo como necessário. Talvez de forma incoerente porque, modéstia à parte, se não fosse pelo meu trabalho, a Previdência estava ainda nas gavetas da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O movimento ataca aqueles que têm salvado o governo.

De que forma?

O Affonso Celso Pastore (ex-presidente do Banco Central) deu uma entrevista (ao Estado, publicada ontem) e, no final, fala quantos votos nós tivemos. O Parlamento teve 97 milhões de votos. O presidente foi eleito em dois turnos. O núcleo dele continua com ele, mas o eleitor que não era desse núcleo já saiu.

O governo não tem base de sustentação no Congresso. Como aprovar as reformas assim?

A Previdência tem construção no Parlamento e vamos trabalhar para aprovar. A reforma tributária tem consenso maior ainda, os marcos regulatórios de garantia de investimento para o setor privado, também. Estamos com comissão tratando das parcerias públicos-privadas. Chegamos num ponto onde ou nós construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar. Já estamos num colapso fiscal, num colapso previdenciário. A política está distante da sociedade, foi criminalizada. Todos os problemas que a sociedade vive hoje passaram a ser da política. Alguns pontos são corretos, mas às vezes esse pêndulo é exagerado. Para que a gente possa dar solução para o colapso social, precisamos ter uma agenda que venha do Executivo.

O governo continua um deserto de ideias, como o sr. disse antes?

Acho que a coisa está melhorando. Nós estamos aqui querendo ajudar. O próprio presidente do Banco Central (Roberto Campos Neto) esteve aqui com agenda muito positiva. Vou montar um grupo para trabalhar com ele e tratar de redução de juro, spread bancário, como montei outro para tratar de modernização do Estado.

Mas o presidente ainda critica a “velha política”…

Ao longo do tempo ele vai compreender, até porque foi deputado, que a maioria dos deputados quer ajudar. Ou todos. Cada um do seu ponto de vista. Para mim, a reforma da Previdência é vital; para o Ivan Valente (deputado do PSOL), não é. E a posição dele é tão legítima quanto a minha. O governador do Rio Grande do Sul (Eduardo Leite) disse na convenção do PSDB uma frase muito boa: “Coragem mesmo precisa quem tem a ousadia de ser ponderado”. Acho que a gente tem de radicalizar na ponderação, no equilíbrio, no diálogo.

Por que o DEM quer agora se descolar do Centrão?

Eu não entro nessa questão de “eu não sou daqui, eu não sou dali”. A presidente do Parlamento espanhol, quando esteve aqui, me perguntou: “Como vocês vão fazer para governar sem partido? Porque na Espanha isso é impossível”. Então, vamos criticar as pessoas que erram, mas não vamos desqualificar os partidos. Quem coloca você numa posição ou outra são seus atos ou atitudes. Se os partidos que estão no Parlamento provarem que tem agenda das reformas como prioridade… A forma pejorativa como se trata o tal Centrão hoje, amanhã na história vai entrar como os partidos que salvaram o Brasil do colapso social, do crescimento da desigualdade, da pobreza, da falta de educação e da falta de médicos.

O sr. acha que a reforma da Previdência vai ser aprovada?

Tenho certeza.

Quando o ministro Paulo Guedes diz que, se a reforma virar uma “reforminha”, pega as coisas e vai embora, isso ajuda?

A gente que está na política há muitos anos sabe que ninguém é insubstituível. O mercado financeiro, há um ano, queria R$ 500 bilhões. E se o governo está com pressa, a reforma do Michel (ex-presidente Michel Temer) começou com R$ 1 trilhão e o último texto falava em R$ 500 bilhões. Eles poderiam ter aprovado em março a (proposta) do Michel, se tivessem voto.

Política

Presidentes dos Três Poderes assinarão pacto de metas para afinar sintonia

Do Correio Braziliense

Os presidentes dos Três Poderes assinarão, daqui a cerca de duas semanas, um pacto de “entendimento” que contemplará algumas metas conjuntas de “interesse da sociedade”. Depois das manifestações de domingo (26/5), que colocaram o Congresso — personificado pelo Centrão — e o Supremo Tribunal Federal (STF) como principais alvos dos protestos, essa é a resposta que o presidente Jair Bolsonaro tenta dar para reconstruir um diálogo com o Legislativo e o Judiciário federal.

O presidente da República e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do STF, Dias Toffoli, estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (28/5) para afinar a sintonia entre os Poderes. “É algo extremamente importante e, da reunião de hoje, se consolida ideia de que se formalize um pacto de entendimento e algumas metas de interesse da sociedade brasileira a favor da retomada do crescimento brasileiro”, destacou o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

A previsão é que o pacto seja formalizado daqui a duas semanas, “na semana do dia 10 de junho”. “Daqui até lá, vamos continuar dialogando com os poderes para a construção do texto que será assinado e apresentado ao país”, ressaltou Lorenzoni. O “saldo” do café da manhã que reuniu os presidentes dos Três Poderes foi classificado como positivo pelo articulador político do governo. “Estabelece continuidade do diálogo e uma construção de harmonia. Não podemos esquecer que, há algum tempo, muitos conflitos aconteceram entre os Poderes e isso não ajuda o cidadão e a cidadã que, hoje, precisa de emprego e renda”, acrescentou.

Ideia de Toffoli 

O texto inicial do pacto foi formatado originalmente por Toffoli, que sugeriu há “mais de um mês”. A formatação final será construída em comum acordo com os presidentes dos Poderes, mas o texto-base foi apresentado hoje, que será costurado pela Casa Civil. “Construímos uma síntese conversando com os presidentes. O texto foi praticamente validado por todos e, agora, terá ajustes para que, na semana do dia 10 (de junho), seja assinado”, explicou.

A ideia é que o pacto preveja pautas em comum, como a própria reforma da Previdência. Outras pautas econômicas também estarão previstas. “O esforço de todos é no sentido de ver o Brasil daqui a um ano, por exemplo, ser visto no mundo todo como país que cresce, desenvolve, gera empregos e melhor condição para nossa população. É claro que estará no texto (a reforma da Previdência)”, disse Lorenzoni.

Foto: Marcos Corrêa/PR

Foto: Marcos Corrêa/PR

Política

Em churrasco, Maia recebe Bolsonaro, Toffoli e Alcolumbre

Da Agência Brasil

Em defesa do que chamou de “pacto de governabilidade”, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu neste sábado (16) o presidente Jair Bolsonaro, e os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-RJ) em um churrasco na sua residência oficial. Também participaram 13 ministros, parlamentares e o presidente do Banco Central, Roberto Castello Branco.

“Acho que [esse almoço] é um sinal importante de que nós estamos construindo um pacto pela governabilidade do Brasil. Governar o Brasil passa pelos três Poderes, cada com sua atribuição”, afirmou Maia. O almoço começou por volta das 13h e terminou um pouco antes das 16h.

O presidente Jair Bolsonaro saiu pouco depois das 16h. De acordo com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, em um breve discurso durante o almoço, o presidente defendeu a harmonia e união entre os Poderes e disse que não se governa sozinho.

“Ele [presidente Jair Bolsonaro] disse da importância da união de todos os poderes, todas autoridades, para fazer o Brasil continuar o seu caminho de desenvolvimento. Um almoço desse aproxima as pessoas”, afirmou Santos Cruz.

Relatos

Segundo relatos de participantes do churrasco, não houve discussões de temas específicos, mas menção à reforma da Previdência, que está em tramitação no Congresso Nacional. “Nós não tratamos de questões pontuais, o que tratamos ao longo de todo o almoço foi exatamente essa decisão dos três Poderes de ter canais de diálogo permanentes”, afirmou o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzonzi.

Para Onyx, o almoço foi um momento histórico e ajuda a construir uma ponte de entendimento entre as principais autoridades da República. “O Brasil precisa sair do conflito, precisa que as autoridades máximas do país saibam sentar à mesa, dialogar e, principalmente, possam se debruçar sobre os problemas do cotidiano do Brasil, com o objetivo de fazer com que a vida das pessoas seja melhor aqui no país”, disse.

“Como foi um almoço de confraternização, falava-se de tudo, e o foco, no final, foi selar com a união de todos os três poderes em prol do Brasil”, resumiu o senador Marcos do Val (PPS-ES).

Tensões

O almoço ocorre no momento de articulação para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Senado Federal, com o objetivo de investigar o Poder Judiciário, pedidos de impeachment de ministros do STF e críticas à Suprema Corte.

Questionado sobre o assunto, o presidente da Câmara defendeu respeito à independência dos Poderes e criticou as ameaças recentes contra integrantes do STF e contra o próprio Poder Judiciário.

“Esse respeito entre os Poderes é muito importante. Não foi o que a gente viu, nas últimas semanas, principalmente em relação ao Supremo Tribunal Federal. Isso é muito grave e acho que muito importante que mesmo tendo divergência em qualquer decisão, a gente respeite a decisão dos Poderes, principalmente um Poder que tem a atribuição, como é a do Supremo, de guardar a nossa Constituição”, afirmou Maia.

Política

Rodrigo Maia diz que análise da Previdência só começa quando governo enviar projeto para militares

Blog de Valdo Cruz/G1

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao blog nesta segunda-feira (25) que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) só deve votar a constitucionalidade da reforma da Previdência após o governo Jair Bolsonaro enviar a proposta sobre as novas regras para aposentadoria dos militares.

A CCJ é a primeira etapa de tramitação da proposta de reforma da Previdência, enviada pelo governo na última semana. Na comissão, os deputados definem se a emenda constitucional fere ou não a Constituição. Superada esta etapa, a seguinte é a comissão especial, na qual se discute o mérito das medidas elaboradas pela equipe econômica.

“Não adianta instalar a CCJ porque alguns partidos da base de apoio já disseram que, sem o projeto dos militares aqui na Casa, eles não votam a admissibilidade da reforma da Previdência na comissão”, afirmou Rodrigo Maia.

Inicialmente, Maia planejava instalar a CCJ ainda nesta semana, para ganhar tempo na tramitação da proposta de reforma da Previdência Social.

“Agora, fica no mínimo para depois do Carnaval. O governo precisa resolver a questão dos militares, os partidos aliados estão deixando claro que não aceitam a exclusão de nenhuma categoria na reforma previdenciária”, acrescentou o presidente da Câmara dos Deputados.

Em reação, a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, vai buscar acelerar a definição do projeto de lei que tratará da alteração das regras de aposentadoria dos militares e encaminhá-lo antes de 20 de março, a data estipulada inicialmente. Líderes reclamam que a primeira promessa era enviar a proposta sobre os militares juntamente com a PEC da reforma da Previdência.

Nesta terça-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro deve se reunir com líderes de sua futura base de apoio para iniciar as negociações para aprovação da sua principal medida no Congresso Nacional.

Em relação a isso, Rodrigo Maia afirma que o governo precisa preparar uma forte ofensiva em defesa da reforma da Previdência, na mesma linha adotada durante a campanha eleitoral, quando seguidores do atual presidente faziam um grande movimento em apoio à sua candidatura nas redes sociais.

O presidente da Câmara disse que, até o momento, os seguidores de Bolsonaro não estão se manifestando nas redes sociais em defesa da medida que definirá o sucesso do governo atual.

Na avaliação de Maia, a batalha de comunicação não pode ser perdida, porque, caso contrário, ficará difícil aprovar a proposta no formato desejado pela equipe econômica, com uma economia superior a R$ 1 trilhão num período de dez anos.

Política

Rodrigo Maia é eleito para novo mandato como presidente da Câmara dos Deputados

Pela terceira vez consecutiva, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) vai ocupar a Presidência da Câmara dos Deputados. Ele foi eleito em 1º turno para o biênio 2019-2020, com 334 votos.

Rodrigo Maia derrotou outros seis candidatos que concorreram como avulsos: Fábio Ramalho (MDB-MG), que teve 66 votos; Marcelo Freixo (Psol-RJ), com 50 votos; JHC (PSB-AL), com 30 votos; Marcel Van Hattem (Novo-RS), com 23 votos; Ricardo Barros (PP-PR), com 4 votos; e General Peternelli (PSL-SP), com 2 votos.

Maia foi candidato oficial do bloco PSL, PP, PSD, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PTB, PSC e PMN.

Agência Câmara Notícias

Política

Brasília: Dois maiores blocos apoiam reeleição do deputado Rodrigo Maia

Com 11 partidos e 301 deputados, o maior bloco parlamentar formado para a eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu apoiar o nome do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidir a Casa por mais dois anos. O anúncio foi feito após a primeira reunião de líderes partidários da atual legislatura (2019-2022), que foi encerrada há pouco. O segundo maior bloco, composto por 105 deputados, também apoia Maia.

Concorrerão à vaga como candidatos avulsos os deputados Fábio Ramalho (MDB-MG); JHC (PSB-AL); General Peternelli (PSL-SP); e Ricardo Barros (PP-PR), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Marcelo Freixo (Psol-RJ).

Do RN, dois deputados federais declararam voto a candidatos contrários a Rodrigo Maia: Rafael Motta (PSB) que votará em JHC do PSB e Natália Bonavides (PT) externou voto a Freixo.

Política

Em agenda no RN, Rodrigo Maia se reúne com governadora e bancada federal

O presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), cumpre agenda nesta quinta-feira (17), no Rio Grande do Norte.

Se reuniu no final da tarde com a governadora Fátima Bezerra (PT), para uma visita institucional. “Nos colocamos à disposição para ajudar ao Rio Grande do Norte”, disse ao blog.

Em seguida, Maia jantou com a bancada federal potiguar no Restaurante Cozinharia em Ponta Negra.

Foram ao jantar o senador José Agripino (DEM) e os deputados federais João Maia (PR), Beto Rosado (PP), Fábio Faria (PSD), Walter Alves (MDB), Rafael Motta (PSB),Felipe Maia (DEM) e Benes Leocádio (PTC).

Na comitiva de Rodrigo Maia, estão os deputados federais Laura Carneiro (DEM-RJ) e Fernando Monteiro (PP-PE), além do ex-ministro Marco Pereira, deputado federal eleito pelo PRB de São Paulo.

O deputado federal eleito, General Girão (PSL), também foi convidado mas não compareceu, pois se encontra em compromisso familiar fora de Natal.

Política

Rodrigo Maia terá agenda no RN

O presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), estará no Rio Grande do Norte no próximo dia 17.

Vem se reunir com os deputados federais eleitos ou reeleitos para conversar sobre sua plataforma de candidato à reeleição para presidente da Câmara Federal no biênio 2019-2021.

Mas antes fará uma visita institucional a governadora Fátima Bezerra (PT).

Política

PSL consolida apoio a Rodrigo Maia e confirma Major Olímpio candidato no Senado

Do Estadão

Um dia após declarar apoio à candidatura à presidência da Câmara de Rodrigo Maia (DEM-RJ), os parlamentares eleitos do PSL se reuniram nesta quinta, 3, no Congresso para discutir os rumos do partido na Casa. O presidente do partido, Luciano Bivar (PE), disse que o encontrou consolidou o apoio do partido ao deputado do DEM e confirmou a candidatura de Major Olimpio (SP) a presidente do Senado.

“A reunião foi para consolidar o apoio do partido a Maia. Há uma identidade de ideias com Maia. Teremos 53 votos para ele”, disse Bivar. Ele disse não ter conversado pessoalmente com o presidente Jair Bolsonaro, também do PSL, sobre o apoio. “Não é uma posição do governo. E sim do partido. Não conversei pessoalmente com Bolsonaro sobre o apoio. E Major Olimpio é nosso candidato à presidência do Senado.”

Major Olimpio confirmou sua candidatura no Senado e disse ver Renan Calheiros (MDB) como o candidato mais forte. “Me coloco como mais uma opção. Renan Calheiros tem uma força significativa e é o mais forte hoje.”

Na eleição da Câmara, o acordo com o PSL foi fechado após uma reunião de Maiacom Bivar. Ao Estado, Bivar disse que o partido, que tem 52 deputados eleitos, vai comandar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), de Finanças e a segunda-vice-presidência da Câmara.

A divulgação do acordo desagradou a parte da bancada do PSL, mas surtiu um efeito imediato no cenário político. O PRB retirou a candidatura do deputado João Campos e declarou apoio a Maia. Em seguida, o líder do PSDB na Câmara, Nilson Leitão (MS), reconheceu que os tucanos devem seguir o mesmo caminho. Também candidato à presidência da Câmara, o deputado JHC (PSB-AL) criticou o apoio do PSL ao seu concorrente, Maia. Para ele, o apoio mostra que o partido “começou a virar o balcão tradicional da velha política”.

Nesta quinta, 3, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, reafirmou que o governo não vai interferir na disputa no Congresso. “O governo não vai interferir, quer seja para a presidência da Câmara, quer seja na do Senado. Todos os governos que tiveram algum grau de intervenção na Presidência, os governos todos erraram, basta avaliar meses subsequente a isso”, afirmou Onyx.

Onyx também reafirmou que Bolsonaro é um “homem de muito diálogo” e “vem surpreendendo”. “Esse vai ser ano de muito diálogo com Parlamento”, assegurou aos jornalistas.

Política

DEM realiza Convenção Nacional, elege ACM Neto presidente da sigla e lança Rodrigo Maia pré-candidato à Presidência

A Convenção Nacional do Democratas realizada nesta quinta-feira (08/03) no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, confirmou o nome do prefeito de Salvador, ACM Neto (BA) para assumir a presidência do partido. Neto assume o lugar do senador José Agripino Maia (RN), que presidiu o DEM por sete anos.

ACM Neto apresentou o Manifesto do Democratas “O Brasil que vai dar certo”, que traça a trajetória do partido e propõe mudanças no atual sistema político partidário. Encerrou seu discurso dizendo que hoje, o Democratas assume o compromisso de ser um forte e decisivo protagonista da cena política para viabilizar um novo Brasil e lançou o nome do deputado Rodrigo Maia como candidato ao Planalto.

Em seu discurso de despedida da presidência do DEM, o senador José Agripino lembrou que conduziu o partido em um de seus momentos mais difíceis. Agripino contou que, quando assumiu, em 2011, a legenda contava apenas com 21 deputados – dezenas saíram após a criação do PSD.

“Fui eleito presidente do partido em um momento dificílimo. Na hora em que o governo do PT instrumentalizou outro partido para nos liquidar, nos tiraram muitos, sobramos 21, mas soubemos resistir pelo talento e pela coragem”, frisou. “Hoje entrego o cargo ao prefeito ACM Neto com 38 deputados federais”, continuou Agripino.

Encerrando o evento, Rodrigo Maia disse que assumirá o desafio de ser candidato à Presidência da República para mudar a vida dos brasileiros. Ele prometeu, com coragem, renovar a cena política atual, construindo com firmeza um Brasil melhor, “sem populismos irresponsáveis, sem radicalismos e sem teses fáceis e sem demagogia”, afirmou. Agradeceu pelo apoio e confiança de todos e disse que “a construção de um país mais justo exige a prioridade absoluta na educação de qualidade”.

Política

Rodrigo Maia é lançado candidato à Presidência da República por grupo do DEM cearense

Do Blog Coluna do Estadão

Dirigentes do DEM receberam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), no Ceará, com uma faixa de “presidente”, numa iniciativa de lançá-lo candidato ao Planalto, como revelou hoje a Coluna do Estadão. Um grupo do DEM aproveitou o palanque de filiação do deputado federal Danilo Forte (CE) para apresentar Maia como opção para unificar o País.

O cartaz traz, além do nome de Rodrigo Maia presidente, o slogan “Coragem para mudar o Brasil”, mesmo usado na campanha do falecido Eduardo Campos (PSB) e de Marina Silva (Rede) na campanha eleitoral de 2014.

No evento, ao ser questionado por jornalistas sobre se será candidato ao Planalto em 2018 ele respondeu: “A gente agradece os que pensem dessa forma, mas o nosso objetivo é fortalecer um projeto no nosso país. Projeto claro com foco objetivo na classe média baixa, nos trabalhadores mais pobres. Para isso temos que ter um partido forte. Não estamos preocupados com nomes, mas em mudar a equação da política brasileira.”

Maia tem afirmado que vai concorrer à reeleição na Câmara e tentar mais um mandato como presidente da Casa. Mas defende que o partido lance candidato na disputa presidencial que tenha “clareza ideológica de centro-direita”. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), define a situação do colega de partido. “Rodrigo Maia pode até não ser o candidato à Presidência, mas a sucessão de Michel Temer passará por ele.”

Com 30 deputados federais, o DEM acolheu 8 dissidentes do PSB e deve formar a quarta maior bancada na Câmara. O partido sonha em lançar 12 candidaturas próprias aos governos estaduais.

Rodrigo Maia

Política

Rodrigo Maia cancela agenda em Natal

O presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), cancelou a agenda que cumpriria em Natal na manhã desta sexta-feira (17).

Ele seria palestrante em evento sobre a Reforma Trabalhista juntamente com o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), que o relator na Câmara.

Política

Rodrigo Maia estará em Natal para debater nova lei trabalhista

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), estará em Natal nesta sexta-feira (17) para realizar palestra sobre a modernização da lei trabalhista.

O evento, denominado “Novas regras trabalhistas: Agora é Lei”, será realizado no Hotel Holliday Inn a partir das 8h30, e também contará com palestras do vice-presidente do TST, Emanoel Pereira, e do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator do projeto na Câmara.

Política

Na Folha, Rodrigo Maia elogia relatório de Rogério Marinho sobre Planos de Saúde: “Defende os idosos”

A Folha de São Paulo publicou neste final de semana longa entrevista com o presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM). Entre outros assuntos abordados, o parlamentar foi questionado se a Câmara realmente vai alterar a lei que trata dos planos de saúde no país.

“O projeto reorganiza o setor, não beneficia área nenhuma. Tem um relatório muito bem elaborado, do deputado Rogério Marinho, que não tem relação com o setor. Com a crise, os planos perderam milhões de clientes, pressionando a saúde pública. O projeto permitirá que o setor privado volte a atrair pessoas físicas, aliviando a pressão sobre os hospitais públicos”, disse Rodrigo.

Quando perguntado em relação a possibilidade da proposta prejudicar os idosos, o presidente da Câmara foi enfático: “ao contrário, o projeto defende os idosos. Ele parcela o pagamento [após o cliente fazer 60]. Acho que a interpretação de alguns professores está totalmente equivocada”.

Política

Maia diz que há dificuldade para aprovar fundo público para campanhas eleitorais

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse, nesta quinta-feira (24), que é provável que a campanha eleitoral de 2018 ser realizada apenas com o atual Fundo Partidário, composto de recursos do Orçamento e de multas aplicadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com valor superior a R$ 800 milhões. Maia reconheceu que, se os deputados não chegarem a um entendimento até a próxima terça-feira (29), dificilmente serão votados o novo fundo público para financiamento de campanhas e as mudanças no sistema eleitoral.

Segundo Maia, as eleições para presidente, governadores, deputados federais e estaduais e senadores tem um custo bastante elevado, muito maior do que a capacidade do Fundo Partidário. Por outro lado, ele afirmou que não teria sentido fixar um percentual das receitas do governo para criar o novo fundo público e disse não acreditar que o Senado vá aprovar o retorno do financiamento empresarial nas campanhas.

“Não se faz uma campanha nacional com R$ 800 milhões. Se não é o fundo público, se não é o financiamento de pessoa jurídica, que o Senado não quer aprovar, a solução vai ser o trabalho individual de cada partido, de cada candidato, atrás de pessoas físicas. Pode ser uma boa experiência”, disse.

Segundo Rodrigo Maia, o ideal é aprovar o primeiro destaque da PEC 77/03, que propõe o voto majoritário para deputados – o chamado “distritão” já para 2018 – e a previsão da adoção do sistema distrital misto para 2022. “Temos a responsabilidade de construir um caminho para que se possa chegar ao distrital misto em 2022.”

‘Agência Câmara Notícias’

Rodrigo Maia em entrevista à imprensa - Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Rodrigo Maia em entrevista à imprensa – Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Política

Rodrigo Maia quer votar reforma da Previdência até início de setembro

Da Agência Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou hoje (7) que quer votar a reforma da Previdência até o início de setembro. Em entrevista concedida à Rádio CBN pela manhã, Maia voltou a defender que o plenário aprove o quanto antes a mesma proposta que foi aprovada na comissão especial, em maio.

“A questão fiscal do Brasil e o déficit da previdência chegaram num ponto em que se a gente tiver um pouco de bom senso, maturidade e responsabilidade a gente tem que votar, no mínimo, o texto que foi aprovado na comissão. Porque não adianta que a gente faça uma reforma menor do que isso, porque não vai resolver o problema dos brasileiros.

Política

Rodrigo Maia reitera apoio a Temer: “Eu aprendi em casa a ser leal”

Luciana Rosa, especial para o ‘Estado’, O Estado de S.Paulo

BUENOS AIRES – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou lealdade ao presidente Michel Temer (PMDB), nesta sexta-feira, 7, no momento em que há defesa de seu nome por aliados do PSDB e do seu partido como alternativa viável à crise que desestabiliza a posição do peemedebista na Presidência. “Eu aprendi em casa a ser leal, a ser correto e serei com o presidente Michel Temer sempre”, disse o democrata, em Buenos Aires, ao participar do encerramento do Fórum de Relações Internacionais e Diplomacia Parlamentar.

Questionado sobre o movimento, o presidente da Câmara disse ser “pura especulação” da imprensa. “Já começam a tratar que eu estaria usando a súmula 13 do Supremo (que veda nepotismo nos Três Poderes) para que ministro o Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) não continuasse. Mas o ministro Moreira Franco não é meu sogro, ele é casado com a minha sogra. Para você ver o nível de irresponsabilidade de alguns na imprensa brasileira também”, criticou.

Ele reiterou que, apesar de não ser seu papel defender o presidente, não mudará sua posição: “Eu sou presidente da Câmara. O meu partido e eu, pessoalmente, somos aliados do presidente Michel Temer apesar de toda a crise. Eu disse ao presidente do meu partido no primeiro dia da crise que se acontecesse alguma coisa o DEM deveria ser o último a desembarcar do governo”, disse.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em Buenos Aires, Argentina Foto: Luciana Rosa/Especial Estado

Aceno.
O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), fez um aceno na quinta-feira, 6, a Maia para uma eventual sucessão do presidente. Caso a denúncia contra o peemedebista seja aceita pelos deputados e ele seja afastado do cargo, Maia assumiria provisoriamente o cargo por até 180 dias até o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar o caso.

Sobre um cenário hipotético de transição, caso Temer deixe o cargo, Tasso avalia que a equipe econômica do atual governo deveria ser mantida para manter a estabilidade. “O governo tem que ser o mais próximo possível do intocável em termos de postura ética”, completou.

Tasso admite que está conversando com todas as legendas sobre o assunto. “Eu acho que o ideal é envolver todos os partidos, inclusive os de esquerda”, defendeu.