Cenário de sol e poucas nuvens está começando a se transformar em solução para um outro problema no Seridó potiguar: o da energia solar.

O sertanejo seridoense conviveu com a estiagem quase sete anos seguidos até o ano passado. Foi a maior seca dos últimos 50 anos.

Visando esse perfil, uma equipe técnica da Tecfasa Brasil esteve no fim de semana visitando o Seridó, onde pretende implantar usina solar com tecnologia 100% Europeia.

De acordo com o tecnólogo Fernando Araújo, diretor da Tecfasa Brasil, a ideia é fazer cinco usinas, com investimento total de R$ 50 milhões.

“Em visita ao Seridó, o sentimento foi muito positivo onde a irradiação solar, vibrações positivas e fator humano da região sugerem que o local é ideal para a execução do projeto. Acredito que será a ‘ponta de um iceberg’ das usinas que iremos executar em todo país”, disse Fernando Araújo que esteve em Parelhas e Ouro Branco visitando potenciais locais onde serão implantadas as usinas.

Também vem sendo estudado o município de Caicó.

“Próxima semana inicia o processo com concessionária de avaliação das redes no local, e o processo burocrático da liberação recursos. De acordo com as previsões, o início está previsto para setembro. A Tecfasa Brasil prevê 50 empregos diretos e movimentos na economia seridoense com hotelaria e alimentação”, frisa o tecnólogo Fernando Araújo.

A energia solar conta com recurso inesgotável e não poluente: o sol. Por isso hoje, é a opção mais rentável para gestão de energia, atrelando sustentabilidade e economia.

Um dos incentivadores da ideia de levar para o Seridó, o empresário Denis Rildon ressalta a importância do projeto para alavancar a economia potiguar e também emprego e renda.

Usina Solar