Coletar dados sobre as atividades locais e otimizar o aproveitamento de recursos no ambiente usando tecnologia para melhorar a qualidade de vida local. Este é o conceito de cidades inteligentes (smart cities), que usam grandes bancos de dados para planejar o espaço urbano e permitir um melhor gerenciamento dos recursos disponíveis pelos gestores.

Com a chegada de mais um pleito eleitoral, instituições locais representativas da indústria, do comércio, do setor acadêmico e de apoio ao empreendedorismo uniram-se para apresentar propostas aos candidatos à Prefeitura de Natal a fim de tornar a capital potiguar uma smart city.

O documento “Natal Cidade Inteligente – Prefeitura Aberta e Cidadão Participante”, assinado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Federação das Indústrias do Estado (FIERN), Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo (FECOMÉRCIO RN) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE RN), aponta para 11 áreas essenciais para o desenvolvimento social e econômico da cidade, estimulando a inteligência municipal através do investimento, uso e absorção cultural de tecnologias.

Desde a saúde pública passando pela economia, educação, empreendedorismo, energia, governança, meio ambiente, mobilidade, segurança até tecnologia e urbanismo.

Concentrando 27% do PIB da indústria potiguar, o objetivo da proposta é tornar Natal ainda mais atrativa para novos investimentos do setor.

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