Rafael Duarte do Novo Jornal

Apesar de responder a vários processos na Justiça, a ex-governadora Wilma de Faria apresentou, ontem, via twitter, duas certidões negativas do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) – penal e administrativa – e uma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os documentos do STJ afirmam que ela não tem condenação transitada em julgado, ou seja, quando não cabe recurso, mas não provam o “nada consta”, como atesta o STF.

A polêmica das certidões negativas foi criada pela própria Wilma, quando durante um encontro com Jornalistas semana passada, afirmou que não aceitaria linchamento moral e em seguida declarou, fazendo referência ao senador José Agripino, que teria “uma ficha mais limpa que a dele”. No dia seguinte, Agripino apresentou três certidões de “nada consta” do STJ, STF e TSE que atestam que o parlamentar não responde a nenhum processo nas três instâncias superiores. Já a ex-governadora provou que não responde a ações judiciais apenas no STF, como é atestado pela secretária judiciária Ana Lúcia da Costa Negreiros. O documento diz que “(…) no período compreendido entre 1990 e 16 de abril de 2010, verificou não constar o registro de qualquer processo encabeçado por Wilma Maria de Faria. (…)”, escreve.

Já nas certidões do STJ não há nenhuma informação referente aos processos respondidos pela ex-governadora, mas ao fato de não haver nenhuma ação transitada em julgado.

Wilma de Faria