A fantástica Copa do Nordeste

14/07/2017 às 14:48 por Marcos Lopes

A Copa do Nordeste é mais do que nunca a grande base para o futebol nordestino em nível financeiro, desde que, o clube consiga avançar na competição. Para 2018 com o aumento no valor das cotas, o quadro é ainda mais atraente.

Os clubes do grupo começam a competição com 1 milhão de reais cada. No grupo 2, onde está o ABC, o pontapé inicial é dado com uma cota de 875 mil reais. Quem estiver no grupo 3 vai receber 775 mil, e no grupo 4 que será formado pelas equipes que vem da seletiva – o Globo pode entrar aqui – a cota inicial é de 750 mil.  Os clubes eliminados da seletiva vão receber 250 mil reais cada.

A partir das quartas-de-final as cotas serão iguais, 450 mil reais para cada clube. Quem garantir vaga na fase de semifinal ganha mais 550 mil, enquanto o vice-campeão fatura 600 mil e o campeão 1 milhão e meio de reais.

Estamos falando aqui apenas nas cotas fixas, o que representa um aumento de três milhões e 900 mil reais em relação ao que foi distribuído na edição 2017. Para 2018, a premiação total será  22 milhões e meio de reais.

A Copa do Nordeste é uma competição fantástica sob todos os aspectos, e discordo de quem diz que ela tornou-se seletiva e que deveria distribuir o bolo igualitariamente entre os clubes participantes. Não! Usando o critério do ranking da CBF, a Liga usa a meritocracia, quem produz mais, ganha mais. Quem investiu mais para ser o melhor colocado tem que receber mais de quem vacilou.

Para fechar, eu lembro que a  cota dos clubes do Rio Grande do Norte em 2017 foi de 600 mil reais.

 

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