Arquivos de janeiro, 2011

Multa rescisória

31/01/2011 às 22:13 por Marcos Lopes

Quando um clube estabelece uma multa rescisória alta para determinado atleta, muitos não entendem e até ironizam o valor exposto em contrato.

Acontece que a multa tem uma redução automática, que chega a 80% do valor original.

A redução obedece o seguinte:

10% após o primeiro ano

20% após o segundo ano

40% após o terceiro ano

80% após o quarto ano.

Quando se tratar de transferência internacional, a multa não tem qualquer limitação, desde que esteja expresso no contrato. Do contrário segue a mesma pegada.


Wagner Diniz pode ser o nome

31/01/2011 às 20:44 por Marcos Lopes

Wagner Diniz pode ser anunciado como reforço do ABC para a lateral-direita, já dentro do projeto para a Série B.

O jogador renovou contrato com o Atlético Paranaense até dezembro de 2011. Jogou no CRB, Treze, Vasco, São Paulo e Santos.

Advogado deve assumir a SEL

31/01/2011 às 20:12 por Marcos Lopes

Joacy Bastos já está em Natal e deve assumir a Secretaria Estadual de Esportes.

Atuando em Brasilia como advogado e prestando consultoria esportiva, foi quem elaborou o projeto Fábrica de Craques do América.

É identificado especialmente com o esporte amador. O problema é o orçamento e a ausência de uma politica de governo voltada para o esporte.

Na Tribuna do Norte

31/01/2011 às 19:00 por Marcos Lopes

A partir de amanhã, temos um novo encontro no jornal Tribuna do Norte.

Agora, além da coluna dominical, fui brindado com mais duas colunas semanais – terças e quintas – para falar de futebol.

Mais um degrau importante na minha carreira. Conto com vocês.

Fala torcenauta: Trocas de técnicos

31/01/2011 às 17:00 por Marcos Lopes

Do torcenauta Paulo Henrique da Costa: Marcos,
Gostaria de enviar uma pergunta para o fala torcenauta, qual foi o último ano que o América inicio e terminou com o mesmo treinador? No ABC, sei que teve recentemente Ferdinando e agora Leandro Campos, não será por isso que o time está colhendo frutos?
Um Grande Abraço,
Paulo Henrique

Do blog – Não recordo o ultimo ano, mas não é isso que influenciou as ultimas campanhas ruins do América. Ano passado por exemplo, o erro maior foi a demora em demitir os treinadores que não deram certo, Gilmar Íser e Lula Pereira. Troca de treinadores são comuns no futebol.

Arbitragem para segunda rodada do Estadual

31/01/2011 às 16:40 por Marcos Lopes

Confira arbitragem para segunda rodada do Estadual.

Palmeira x ASSU – Emanuel Eduardo Marinho, auxiliado por Lorival Candido das Flores e Edson Santos Nascimento.

Alecrim x Corontians – Eduardo Oliveira de Lima, com Vinicius Melo Lima e Wilson Pessoa Junior.

América x Centenário – Pablo Ramon de Oliveira, apita tendo como auxiliares, Eduardo Lincoln Neves e Francisco Jailson Araújo.

Baraúnas x ABC – Leandro Saraiva Dantas, com Ubiratan Bruno Viana e José Ubiratan Silva Costa

Santa Cruz x Potiguar – Ítalo Medeiros, auxiliado por José da Silva Sobrinho e Clístene Juny.

Fala torcenauta: Falta o placar eletrônico

31/01/2011 às 16:01 por Marcos Lopes

Do torcenauta Sérgio Henrique: Caro Marcos, você tem informações sobre o placar eletrônico do Frasqueirão?
O  Frasqueirão que é um estádio novo com instações modernas não pode ficar sem um placar eletrônico e que não seja igual a esse que durou poucos jogos. O ABC esta repetindo os mesmos erros do Machadão se referindo ao placar eletrônico.

Do blog – Em recente entrevista na Rádio Globo, o presidente do ABC, Rubens Dantas, reafirmou que está negociando com a mesma empresa que fabricou e instalou os placares do Mineirão e de Pituaçu. Acredito que até o inicio do Brasileiro, o Frasqueirão esteja com um moderno placar eletrônico.

Estádio de Goianinha, JL e Cabo Luis Gonzaga

31/01/2011 às 15:02 por Marcos Lopes

De acordo com observadores, o gramado do estádio de Goianinha é um dos melhores do estado.

O José Nazareno ainda não tem iluminação, o que deve ser providenciado apenas para a próxima temporada, mas é um estádio que pode ser transformado em uma alaternativa para o pós-demolição – se acontecer – do Machadão.

Depois de um primeiro encontro de trabalho entre o titular da Secopa, Demétrio Torres e o presidente da FNF, José Vanildo, espero que o projeto de revitalização do estádio Juvenal Lamartine possa ser retomado. É a melhor opção para que América na C e Alecrim na D possam mandar os jogos do Brasileiro.

Por falar em estádios, outro absurdo e uma falta de visão monstruosa é o estádio Tenente Luis Gonzaga em Parnamirim. Impressiona a passividade dos dirigentes do Potiguar em não buscar  a transformação do Tenente – daqui vai ser rebaixado para cabo – Luis Gonzaga.

Os caras estão deixando de colocar Parnamirim mais uma vez no roteiro do futebol do RN.

Francisco Diá não é mais técnico do Botafogo

31/01/2011 às 14:19 por Marcos Lopes

Depois de resgatar o Botafogo de João Pessoa do ostracismo e de uma fila de oito anos sem conquistar um título, o técnico Francisco Diá, entrou em rota de colisão com o presidente do clube, e acabou caindo do comando do time paraibano.

Segundo as informações que o blog recebeu, o cartola insistia nas escalações do ala Rogerinho e, principalmente do atacante Edmundo, o que contrariava o treinador.

Diferente de outros treinadores que fazem o jogo da direção para garantir emprego, e escalam quem o presidente quer, Francisco Diá não abriu mão das convicções e foi demitido.

Não tem justificativa para erro de arbitragem

31/01/2011 às 10:00 por Marcos Lopes

Um erro de arbitragem nunca pode ser visto como normal, ou ser relevado pelo fato de não ter influenciado no placar. Influencia na medida em que o saldo de gols, os gols marcados, tudo pode ser utilizado lá na frente como critério de desempate.

São 17 regras, claras, simples e de fácil interpretação, ainda mais para o árbitro que tem a obrigação de conhece-las melhor que qualquer um de nós.   Eu parto do princípio que nenhum árbitro entra em campo dissposto a prejudicar este ou aquele time. É um ponto.

Mas também não concordo com quem tenta minimizar os erros, com alegações que não influenciou no resultado, ou que fulano é um bom árbitro.

É preciso que as comissões de arbitragem não tenham nenhum tipo de cumplicidade com erros, por menores que sejam. O árbitro não pode se sentir impune. Tem que saber que se errar, independente do nível do erro, vai ser punido. É assim que deve funcionar.

Todo erro de arbitragem é capital.