Mais de 100 parques eólicos estão em funcionamento no RN

23 de maio de 2016 por vneto

O Rio Grande do Norte alcançou uma marca importante na geração de energia eólica

Com mais quatro empreendimentos na localidade Baixa do Feijão, o RN chegou a 102 parques comerciais em operação no sábado, dia 21.

Os parques, de propriedade da EDP Renováveis, estão localizado no município de Jandaíra, e possui 60 aerogeradores de 2 MegaWatts cada. O complexo adicionou 120 MW em potência instalada no Estado.

Com isso, o RN consolida a liderança frente ao segundo colocado, a Bahia, que possui 67 parques e 1,64 GW.

Agora, o Rio Grande do Norte se torna o primeiro estado a alcançar 100 parques eólicos em operação comercial, com 2,8 GW em potência instalada, número este que representa mais de 30% de toda a potência eólica instalada do Brasil.

O Rio Grande do Norte é líder nacional em potência instalada e geração de energia eólica, tendo sido o primeiro estado brasileiro a alcançar a marca de 1 GW de potência instalada em maio de 2014. Em 2015, o RN quebrou um novo recorde alcançando os 2 GW nos mês abril.

Atualmente, o RN possui a maior matriz eólica estadual do Brasil, com 84% de participação da fonte, e conta com mais de 1400 turbinas eólicas em operação comercial em todo o território.

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Fonte: Cerne

Demissão está fora do radar de pequenos e microempresários do RN

23 de maio de 2016 por vneto

Apesar de o Rio Grande do Norte ter registrado perda recorde no número de postos de trabalho formais no primeiro trimestre do ano – cerca de 10 mil vagas -, o segmento que tradicionalmente mais gera emprego não pensa em demitir pessoal até junho.

De acordo com o Índice de Confiança dos Pequenos Negócios (ICPN), 89% dos proprietários de micro e pequenas empresas do estado devem manter o quadro de funcionários até o fim do segundo trimestre, enquanto 6% pensam em demissões e 5% em novas contratações.

O ICPN é medido mensalmente pelo Sebrae e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e visa calcular o impacto da conjuntura econômica nos pequenos negócios e suas expectativas.

Os indicadores de confiança são como termômetros antecedentes que funcionam como uma sinalização do humor do empresário. São importantes porque mostram para onde a economia está caminhando e, por isso, servem de alerta.

Para compor o índice, foram entrevistados 200 empresários potiguares entre os dias 4 e 29 do mês passado. No total, a pesquisa ouviu 6 mil empresários do país, entre donos de pequenas empresas, microempresas e Microempreendedores Individuais (MEI). A margem de erro de sete pontos percentuais para os dados estaduais.

Em relação a perspectivas de faturamento, o estudo mostra que a maior parte está otimista no que se refere às receitas até junho. 44% dos potiguares preveem aumento do faturamento até o fim do segundo trimestre e outros 43% devem manter o fluxo de caixa. Apenas 13% acreditam que terão perdas de receitas nesse período.

Em termos de otimismo, os empresários potiguares estão com a confiança em alta, pelo menos nesse segmento das micro e pequenas empresas, que representa 99% dos empreendimentos do Rio Grande do Norte.

O ICPN do estado em maio ficou em 96 pontos, dois a mais que o mês anterior e um ponto acima da média da região Nordeste e a nacional, ambas fixadas em 95 pontos. O ICPN varia em uma escala que vai de 0 a 200. Acima de 100, o indicador revela tendência de expansão das atividades, enquanto abaixo desse valor direciona para possível retração.

Apesar de um avanço, um ICPN abaixo de 100 indica tendência à contração da atividade nos próximos meses, embora caminhe novamente caminhando na direção da estabilidade (ICPN=100).

Em âmbito nacional, a confiança aumentou em 14 estados, caiu em nove e ficou estável em quatro. Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Sergipe e Pernambuco foram os estados com maior aumento do índice de confiança.

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Fonte: Agência Sebrae de Notícias (ASN-RN)

Receita altera processo de recuperação de créditos tributários para empresas

20 de maio de 2016 por vneto

A Receita Federal está aprimorando o sistema para as empresas que buscam recuperar créditos tributários que têm a ver com o Governo. Isso por que ocorreu uma importante revisão do ofício de créditos tributários, a pedido do contribuinte ou no interesse da administração, inscritos ou não em Dívida Ativa da União (DAU). Com isso se estabeleceu que o processo para a recuperação sem ser judicial passará por duas análises.

“Na prática, a partir de agora para a Receita reduzir ou extinguir o valor dos impostos cobrados do contribuinte, mediante revisão de ofício ou a pedido do contribuinte, será preciso que a decisão do auditor fiscal seja confirmada pelo auditor-revisor. O ato administrativo, então, somente terá eficácia contra os interesses do Governo e validade para o contribuinte com a revisão do lançamento por dois auditores ou mais, e não mais por um apenas, como estava funcionando até então”, explica o advogado Fábio Delgado, sócio da DFLaw Advogados.

O impacto direto que isso irá proporcionar na vida dos empresários é que a partir de agora poderá tem uma complexidade maior. “Em contrapartida muitos impostos poderão ser reduzidos ou extintos com processos administrativos, sem que seja necessário ingressar com uma ação judicial. É um redutor de custos, tanto para o governo como para as empresas”, explica Fábio Delgado.

O procedimento estabelece que o pagamento de tributo e encargos de multa em valor total superior a R$ 1 milhão até R$ 5 milhões, poderá ser proferido por dois Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil. Já para exonerar o sujeito passivo do pagamento de tributo e encargos de multa em valor total superior a R$ 5 milhões ser proferida por três Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil.

“Outro ponto relevante é que com essa alteração ao passar por dois auditores se dificultará atos de corrupção, que proporcionam grandes perdas econômicas à Receita, bastando agora avaliar se na prática se obterá esses resultados aguardados”, finaliza o sócio da DFLaw.

 

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Fonte: DSOP Educação Financeira

Financiamentos de veículos em abril somam 4,7 mil no RN

19 de maio de 2016 por vneto

O volume de financiamento de veículos no Rio Grande do Norte foi de 4.753 unidades em abril, entre novos e usados. O resultado foi 18,8% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados incluem automóveis leves, motos e pesados.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

As vendas financiadas de automóveis leves superaram os números das outras categorias ao totalizarem 3.414 unidades em abril, sendo 2.373 unidades negociadas usadas e 1.041 novas. Motos somaram 1.226 unidades, queda de 17,7% também em comparação no mesmo período do ano anterior.

O Nordeste atingiu 64.805 veículos financiados no mês de abril, queda de 21,4% em relação ao mês de abril de 2015. Deste total, foram negociados 41.747 autos leves e 20.911 motocicletas.

O total de veículos financiados no Brasil no quarto mês do ano somaram 364.531 unidades, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros, uma queda de 16,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Veículos novos somaram 142.842 unidades vendidas a crédito, enquanto os usados chegaram a 221.689.

O SNG é uma base privada de abrangência nacional que reúne as informações sobre restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de concessão de crédito. Essa base é consultada e atualizada em tempo real pelas instituições financeiras.

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Fonte: Assessoria Cetip

Custo médico-hospitalar bate recorde e cresce quase o dobro da inflação

18 de maio de 2016 por vneto

O índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares, principal indicador utilizado pelo mercado de saúde suplementar como referência sobre o comportamento de custos, registrou alta de 19,3% nos 12 meses encerrados em dezembro de 2015.

Essa é a maior variação registrada pelo indicador produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) desde 2007. Até junho de 2015, o indicador apresentava alta de 17,2% no acumulado de 12 meses. A título de comparação, a inflação geral do País, medida pelo IPCA, ficou em 10,67% no ano passado.

O VCMH/IESS é o principal balizador real da variação do custo médico-hospitalar apurado de planos individuais de saúde para indicar o potencial reajuste das mensalidades desses planos, que deve ser anunciado pela ANS nas próximas semanas. A ANS calcula e autoriza o reajuste, porém, com base em uma amostra de planos coletivos.

“Temos alertado, nos últimos anos, que toda a estrutura de custos da saúde suplementar no Brasil está orientada para crescer de forma contínua. No mundo todo os custos da saúde crescem acima da inflação. O caso brasileiro é, porém, muito mais grave. Aqui, as falhas de mercado potencializam a escalada de custos”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintende executivo do IESS.

“Se o ritmo de crescimento dos custos continuar, nem as operadoras e nem os contratantes dos planos terão condições de arcar com os custos do plano. Operadoras, prestadores de serviços de saúde, governo e beneficiários precisam debater a modernização do sistema, sob o risco de não existir um futuro para esse setor se isso não for feito”, enfatiza.

O VCMH/IESS capta o comportamento dos custos das operadoras de planos de saúde com consultas, exames, terapias e internações. O cálculo utiliza os dados de um conjunto de planos individuais de operadoras, e considera a frequência de utilização pelos beneficiários e o preço dos procedimentos.

Dessa forma, se em um determinado período os beneficiários usavam em média mais os serviços e os preços médios aumentam, o custo apresenta uma variação maior do que isoladamente com cada um desses fatores.

A metodologia aplicada ao VCMH/IESS é reconhecida internacionalmente e aplicada na construção de índices de variação de custo em saúde nos Estados Unidos, como o S&P Healthcare Economic Composite e Milliman Medical Index.

O recorde do VCMH/IESS ocorre num momento particularmente importante para o mercado de saúde suplementar. Em 2015, cerca de 766 mil beneficiários saíram do mercado. Até março de 2016, em comparação ao mesmo mês de 2015, as perdas de beneficiários chegaram a 1,33 milhão.

Carneiro diz ser preocupante o fato de os custos crescerem praticamente o dobro da inflação geral do País apesar da base de beneficiários ter diminuído.

“O Brasil é um caso único no mundo, conforme demonstramos em estudo recente, no qual os custos de saúde não diminuem quando há queda de atividade econômica. Isso demonstra bem como o mercado local precisa se aperfeiçoar”, observa.

A decomposição dos 19,3% do VCMH/IESS indica que 10,7 pontos porcentuais decorreram de internações, 4,8 de exames, 1,8 de consultas e 1,7 de terapias.

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Fonte: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar

Mais de 716 mil já estão na malha fina. Saiba o que fazer nessa situação

17 de maio de 2016 por vneto

Mal acabou o período de imposto de renda e já se sabe que pelo menos 716 mil declarações entregues já caíram na malha fina, segundo dados da própria Receita Federal. Com certeza muitas outras irão para o mesmo caminho. E como o contribuinte deve agir quando isso ocorre come ele?

Primeira orientação é que não é necessário pânico, ajustes ainda são possíveis com uma declaração retificadora.

 

” A Receita Federal permite o contribuinte acesso ao detalhamento do processamento de sua declaração através do código de acesso gerado no próprio site da Receita Federal ou certificado digital. Caso tenha sido detectada alguma divergência o Fisco já aponta ao contribuinte o item que esta sendo ponto de divergência e orienta o contribuinte em como fazer a correção”, explica Welinton Mota.

Assim para saber se há inconsistências em suas declarações do Imposto de Renda e se, por isso, caíram na malha-fina do Leão, ou seja, se tiveram seu IR retido para verificações é necessário acessar o extrato da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2016, disponível no portal e-CAC da Receita Federal.

Para acessar é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

De acordo com a Receita Federal, o acesso ao extrato, por parte dos contribuintes, também permite conferir se as cotas do IRPF estão sendo quitadas corretamente; solicitar, alterar ou cancelar débito automático das cotas, além de identificar e parcelar eventuais débitos em atraso, entre outros serviços.

“Em relação a declaração retida, se não houver erros por parte do contribuinte que necessite enviar uma declaração retificadora, existe a opção de antecipar o seu atendimento junto ao órgão, sem ter a necessidade de aguardar a notificação. O atendimento é feito com dia e hora marcada a escolha do contribuinte”, complementa o diretor da Confirp Contabilidade.

Mas se os erros forem detectados é importante fazer a declaração retificadora. O procedimento é o mesmo que para uma declaração comum. A diferença é que no campo “Identificação do Contribuinte”, deve ser informada que a declaração é retificadora. Também é fundamental que o contribuinte possua o número do recibo de entrega da declaração anterior, para a realização do processo.

A entrega dessa declaração poderá ser feita pela internet. O contribuinte que já estiver pagando imposto não poderá interromper o recolhimento, mesmo havendo redução do imposto a pagar. Nesse caso, deverá agir da seguinte forma:

• Recalcular o novo valor de cada quota, mantendo-se o número de quotas em que o imposto foi parcelado na declaração retificadora, desde que respeitado o valor mínimo;
• Os valores pagos a mais nas quotas já vencidas devem ser compensados nas quotas com vencimento futuro ou ser objeto de pedido de restituição;
• Sobre o montante a ser compensado ou restituído incidirão juros equivalentes à taxa Selic, tendo como termo inicial o mês subseqüente ao do pagamento a maior e como termo final o mês anterior ao da restituição ou da compensação, adicionado de 1% no mês da restituição ou compensação.

Já se a retificação resultar em aumento do imposto declarado, o contribuinte deverá calcular o novo valor de cada quota, mantendo-se o número de quotas em que o imposto foi parcelado na declaração retificadora. Sobre a diferença correspondente a cada quota vencida incidem acréscimos legais (multa e juros), calculados de acordo com a legislação vigente.

Contudo, o diretor da Confirp faz um alerta: “Na declaração retificadora não é permitida a mudança da opção, ou seja, se o contribuinte declarou na “Completa” deve retificar sua declaração nesta forma, mesmo que o resultado na “Simplificada” seja mais vantajoso. Além disso, o contribuinte pode fazer a retificadora a qualquer momento, desde que não seja iniciada nenhuma ação fiscal por parte da Receita Federal, que pode ocorrer a qualquer momento em até cinco anos”.

“Assim, para concluir, se ao acessar a declaração for informado que ela está “Em Processamento”, é importante que o contribuinte confira todos os dados para certificar que não há erros e aguardar, pois, muitas vezes a declaração retida pelo Fisco não significa erro na declaração do contribuinte e sim, que informações estão sendo buscadas e analises feitas pela Receita Federal nas fontes pagadoras, por exemplo, a empresa que deixou de repassar para a Receita Federal os impostos retidos de seus funcionários”, finaliza a consultora da Confirp Contabilidade.

 

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DSOP Educação Financeira

Vendas de imóveis novos estão em queda, revela pesquisa

17 de maio de 2016 por vneto

Os Indicadores Abrainc-Fipe referentes a março revelam o total de 10.804 unidades vendidas, com queda de 14,8% frente às vendas de março de 2015.

Nos primeiros três meses deste ano, as vendas somaram 23.460 unidades, o equivalente a um recuo de 16% frente ao volume observado no mesmo período do ano anterior. Nos últimos 12 meses, o setor vendeu 105.020 unidades, queda de 15,8% frente ao período anterior.

Em março de 2016 foram lançadas 9.534 unidades, o que mostra uma elevação de 22,1% face ao mesmo mês de 2015. Já no acumulado de 2016 (jan-mar), os lançamentos totalizaram 14.172 unidades, volume 18,2% superior ao observado no mesmo período do ano anterior. Considerando os últimos 12 meses, o total lançado (65.740 unidades) ainda repercute queda de 6,0% face ao período precedente.

O vice-presidente executivo da Abrainc, Renato Ventura, avalia que a alta nos lançamentos no mês de março ainda não pode ser caracterizada como tendência, pois falta confiança do setor em retomar o crescimento diante do cenário econômico atual. “Ainda há dificuldade no cenário, com impacto no crédito e na confiança do comprador”, ressalta ele.

O levantamento mostra ainda que, em março de 2016, foram entregues 12.734 unidades, o que representa aumento de 14% em comparação ao número de entregas realizadas em março de 2015. As entregas totalizaram 29.505 unidades no acumulado de 2016, volume 4,2% inferior ao observado na mesma base de 2015. Nos últimos 12 meses, as entregas somaram 124.561 unidades, o que representa queda de 21,4% face ao período anterior.

Em sua oferta final, o mercado imobiliário disponibilizou 113.022 unidades para compra ao final de março, No mesmo período, foi vendido o equivalente a 8,9% da oferta do mês, percentual que representa uma queda de 2,1 pontos percentuais face ao Venda sobre Oferta (VSO) estimado em março de 2015 (11%). Com isso, estima-se que a oferta atual seja suficiente para garantir o abastecimento do mercado durante 11,2 meses, se o ritmo de vendas de março de 2016 for mantido.

Distratos
Nos três primeiros meses de 2016, o total de distratos foi de 11.524 unidades, patamar 4,7% superior ao observado no primeiro trimestre de 2015. Já no mês de março, os distratos somaram 4.438 unidades, o que representa um aumento de 14% frente ao número absoluto de distratos observados em março de 2015. Nos últimos 12 meses foram 50.166 unidades distratadas, o que equivale a uma elevação de 6,6% face ao período anterior.

Renato Ventura explica que a forma mais consistente de acompanhar o número este tema é realizando o cálculo por safra, com isso pode se ter um retrato mais preciso da ocorrência dos distratos no setor.

Luiz Fernando Moura, diretor da Abrainc, ressalta que o perfil dos compradores tem mudado, acompanhando o novo ritmo do setor. “Estão ficando no mercado mais pessoas que compram para morar ou que investem com expectativa de retorno a médio e longo prazos”, conclui.

Nordeste
No mês de março, a região Nordeste contou com 2 mil unidades lançadas, tendo a sua participação em 21,8% no total nacional. No período, foram vendidas 1.300 unidades de novos imóveis, alcançando 11,8% do número vendido no Brasil pelas associadas Abrainc.

Em março foram entregues 1.900 unidades no Nordeste, 15,3% do total de entregas no Brasil. Os dados mostram que no Nordeste, em março, haviam disponíveis 17.800 unidades em oferta final, 15,7% do número nacional.

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FIQUE POR DENTRO
Os Indicadores Abrainc-Fipe são elaborados pela Fipe com informações de 19 das 26 associadas da Abrainc que atuam em todo o país. Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao mês de março de 2016.

Cinco mitos sobre vírus para celulares

16 de maio de 2016 por vneto

Segundo recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 136 milhões de pessoas com dez anos ou mais tinham telefone móvel celular para uso pessoal em 2014, o que correspondia a 77,9% da população nessa faixa de idade.

Com o uso cada vez mais frequente, os dispositivos móveis tornaram-se responsáveis por armazenar diversas informações pessoais dos usuários – como senhas de banco e dados do cartão de crédito – e se tornaram alvos frequentes de ataques maliciosos.

Apesar do número recorrente de ameaças, ainda há muita desinformação sobre como elas funcionam. Para esclarecer alguns mitos, o Analista de Segurança da PSafe, Ricardo Coutinho, reuniu algumas orientações:

1. Um vírus pode atacar a bateria
Segundo o especialista, um vírus não é capaz de atacar um hardware, ou seja, ele não pode atacar uma peça física do aparelho. No entanto, é capaz de afetar drasticamente a bateria. “O vírus precisa utilizar memória e processador para funcionar, abrindo vários processos no celular”, explica Coutinho. E quanto mais processos abertos, mais a carga será consumida. Portanto, o vírus não ataca a bateria efetivamente, mas pode comprometê-la indiretamente;

2. O vírus de smartphone pode se espalhar pelo ar
Para isso acontecer é preciso que o hacker monte uma antena pirata e transfira todas as instruções operacionais do sistema do celular. Embora haja alguns casos registrados nos Estados Unidos, eles são extremamente raros;

3. Um vírus é capaz de estragar ou queimar o celular
Este é o mesmo caso da bateria: vírus de software não atacam hardware. Portanto, não são capazes de queimar o celular;

4. Os vírus são criados pelas próprias empresas de antivírus
Ao contrário do que diz as teorias da conspiração, Coutinho afirma categoricamente: “uma empresa de antivírus séria não cria vírus, apenas o estuda para criar métodos de prevenção”;

5. É difícil um vírus atacar celulares altamente tecnológicos?
“Não. Hoje, os números de ameaças criadas por dia para Android são altos, maiores do que a quantidade criada para Windows, por exemplo”, diz Coutinho. Assim como a tecnologia está mais sofisticada, as armadilhas criadas pelos cibercriminosos também tem evoluído, transformando o ato de se precaver em uma necessidade nos dias atuais.

É recomendável evitar fornecer dados pessoais ou bancários em mensagens trocadas, desconfiar de links desconhecidos e evitar o download de conteúdos duvidosos, que geralmente abordam temas polêmicos para chamar mais atenção.

No entanto, para garantir a segurança digital, além de se prevenir, é importante ter um antivírus de confiança instalado. O PSafe Total , por exemplo, é um aplicativo gratuito que garante proteção em tempo real para que o usuário Android use suas mídias sociais, o internet banking, realize compras pela internet, converse e troque arquivos com máxima privacidade. Diariamente, o app remove mais de 130 mil ameaças de malwares e bloqueia 500 mil páginas maliciosas.

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Fonte: PSafe Tecnologia

Campanha de divulgação aumenta em 78,9% saques PIS-PASEP no Rio Grande do Norte

10 de maio de 2016 por vneto

De novembro de 2015 a abril de 2016, período de realização da campanha de divulgação do PIS-PASEP conduzida pela Secretaria do Tesouro Nacional, mais de 614 mil beneficiários desses programas foram às agências do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal e sacaram os valores de cotas disponíveis em suas contas individuais.

Esse montante representa uma ampliação de 269 mil saques (ou 78%) em relação ao observado entre novembro de 2014 e abril de 2015.

Nesse período, o número total de saques no Rio Grande do Norte passou de 4.253 para 7.612, aumento de 78,9%.

Já os saques por idade pularam de 15 para 1.891.

O Estado de São Paulo concentrou o maior número de saques (208.724), seguido por Minas Gerais (66.740), Rio de Janeiro (64.396), Rio Grande do Sul (51.982), Paraná (37.696) e Santa Catarina (25.243).

O maior aumento foi verificado nas retiradas feitas por beneficiários com 70 anos ou mais, que passaram de 3,7 mil para quase 190 mil.

Para esse público, foram enviadas pelo Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF), respectivamente agentes administradores do PASEP e do PIS, quase 920 mil malas diretas informando sobre a existência de saldo disponível para saque nas contas individuais dos programas.

Têm direito ao saque das cotas os inscritos nos programas até 4 de outubro de 1988 que possuírem saldo em suas contas individuais e que se enquadrem em um dos seguintes motivos: aposentadoria; idade igual ou superior a setenta anos; invalidez (do participante ou dependente); transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar); idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada; participante ou dependente acometido por neoplasia maligna, vírus HIV ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001; ou morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular.

Para informações sobre saldo ou número de inscrição, os interessados devem procurar o Banco do Brasil, quando inscritos no PASEP, ou a Caixa Econômica Federal, que é a instituição administradora do PIS. Os documentos necessários para o saque podem ser consultados nos sites dessas instituições: http://www.caixa.gov.br/pis (ver no item “Quotas do PIS”) e www.bb.com.br/pasep (ver na aba “Quando e Como Sacar o Saldo”).

Os trabalhadores que começaram a contribuir após 4 de outubro de 1988 não possuem valores de cotas para resgate.

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Fonte: Tesouro Nacional

Balança comercial do agronegócio registra superávit de US$ 7,1 bi em abril

9 de maio de 2016 por vneto

A balança comercial do agronegócio teve superávit em abril de 2016.

As exportações do setor ultrapassaram as importações em US$ 7,1 bilhões. Enquanto isso, os outros produtos brasileiros tiveram déficit de US$ 2,2 bilhões.

“Se não fosse o setor agrícola, a balança comercial total do Brasil teria resultado negativo”, avaliou a secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (9). No mês passado, a balança brasileira como um todo somou US$ 4,8 bilhões.

As exportações do setor agropecuário cresceram 14,3% no mês passado em relação ao mesmo período de 2015. O faturamento somou US$ 8,08 bilhões, o que representa 52,5% de todo o valor exportado pelo Brasil.

“Esse crescimento das vendas externas ocorreu apesar da queda quase generalizada dos preços internacionais dos produtos agropecuários”, analisou a secretária. Apenas carne de peru, álcool e frutas tiveram aumento no preço médio de exportação em abril deste ano. Segundo Tatiana, o aumento de 14,3% das exportações ocorreu em função do incremento da quantidade exportada de diversos produtos do agronegócio.

No complexo soja, o volume embarcado chegou a 11,6 milhões de toneladas, um recorde para os meses de abril. Em nenhum mês de abril de toda a série histórica (1997 a 2016), as exportações do setor ultrapassaram 10 milhões de toneladas.

Em faturamento, o complexo soja somou US$ 4,04 bilhões, crescimento de 30,6% em relação ao mesmo período do ano. O principal produto exportado foi a soja em grão, responsável por 87,3% do total das vendas externas do setor.

Em abril deste ano, o Brasil exportou 10,1 milhões de toneladas de soja em grão (+54%) e 1,43 milhão de toneladas de farelo (+19,5%). “Ainda temos soja para exportar em maio e junho com boa tendência de negócios no comércio internacional”, lembrou Tatiana Palermo.

Outro destaque nas vendas externas brasileiras foi o setor de carnes, com faturamento de US$ 1,2 bilhão, alta de 4,4% sobre abril de 2015. Sozinha, a carne de frango cresceu 9,7%.

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Fonte: Ministério da Agricultura

Artigo: Quatro orientações para quem precisa devolver imóvel

2 de maio de 2016 por vneto

Por: Gilberto Bento Jr.

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Após um boom no mercado imobiliário ocorrido nos últimos anos, de 2015 para cá temos observando um caminho inverso, apontamentos da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), mostra que em 2015 o total de imóveis devolvidos e contratos rescindidos teve alta de 10% em relação a 2014.

Para este ano, a tendência é só aumentar esse número, já que são muitos os motivos que levam à devolução e quando isso ocorre se estabelece o pânico por parte de quem acreditou no sonho de comprar uma casa ou apartamento, já que se entende que perderá um grande montante de valor investido.

Mas, é importante lembrar que, quem vive dificuldades por não ter condições de pagar as prestações de imóvel que comprou na planta deve conhecer seus direitos caso queria romper o contrato e devolver o imóvel, que inclusive, ainda não recebeu. Isso diminuirá em muito as perdas financeiras.

O termo técnico de rescindir o contrato e pedir de volta os valores pagos é “distrato” contratual, em geral, todos os contratos podem ser distratados. Como advogado experimentado na vivência e acompanhamento de dezenas de distratos, resolvi relacionar os direitos de quem quer devolver imóvel na planta.

Seus direitos no distrato para devolução de imóvel comprado na planta

Se necessário, você pode solicitar o distrato judicialmente, se houver recusa no recebimento da sua intenção de romper o contrato. Ao desistir da compra você não pode perder todo o dinheiro que pagou. A construtora recebe o imóvel de volta, e deve devolver no mínimo 75% do que foi pago pelo comprador, caso a culpa do distrato seja do proprietário, por não conseguir uma linha de crédito para financiamento, por exemplo.

As construtoras não podem reter todo o valor pago

Existem casos de tentativas de se reter todo o valor pago à construtora, isso não deve ser nem mesmo considerado. O valor que ficará com a construtora levará em conta apenas valores como a multa de rescisão e despesas administrativas. Assim, se a empresa quiser reter mais do que 25% do valor pago, o proprietário deve recorrer à Justiça.

É fundamental que se busque um especialista nessas situações e não se deixe ser pressionado, pois, em vários casos vão falar que essa busca por ressarcimento de valores é improvável e poderão forçar que existe um consenso que não será o melhor para o lado do comprador. Assim, a recomendação é não assinar nenhum acordo.

Distrato deve ser solicitado

O primeiro passo ao perceber que não terá fôlego financeiro para arcar com o compromisso do imóvel na planta é pedir o distrato para não precisar continuar pagando as prestações e assim economizar no orçamento mensal.

O distrato para extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior deve ser solicitado até a entrega das chaves. Após isso, o comprador toma posse do imóvel e não é mais possível devolver o bem à construtora. A construtora deve devolver o valor em uma única parcela.

Quando a culpa é da construtora

Existem situações em que o cancelamento do contrato pode ser atribuído por culpa da construtora, é uma denúncia contratual por responsabilidade, quando a construtora não respeita as cláusulas, por exemplo quando atrasa a entrega do imóvel, nestes casos a devolução deve ser de 100% do valor total pago.

Temos que lembrar que a devolução dos valores deve ser corrigida monetariamente, ou seja, o valor deverá ser atualizado.

Enfim, situações como as apresentadas acima, com certeza são motivos para preocupações, contudo é imprescindível que que adquiriu um imóvel na planta e que tenha que devolver mantenha a calma nessa hora, buscando uma assessoria adequada, qualquer ação de desespero poderá resultar em pesado prejuízo financeiro.

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Gilberto Bento Jr é advogado, contabilista, empresário. Sócio da Bento Jr. Advogados (www bentojradvogados.com.br), com experiência sólida em gestão de estratégias empresariais, amplo conhecimento em formação de preços, custos, recursos humanos, viabilização econômica e financeira.

Cosern abre inscrições para Programa de Estágio

2 de maio de 2016 por vneto

A Cosern, Companhia Energética do Rio Grande do Norte, vai abrir vagas de estágio para estudantes de nível superior. As inscrições começaram podem ser feitas até 10 de junho.

Os candidatos ao Programa de Estágio do Grupo Neoenergia devem apresentar conhecimentos intermediários de inglês e do pacote Office e estar com previsão de formatura entre junho de 2018 e dezembro de 2019 em uma dessas graduações universitárias:

Engenharias (Energia, Computação, Civil, Produção e Elétrica).
Administração
Ciências Contábeis
Economia
Direito
Jornalismo

O processo seletivo é composto por análise curricular do candidato, provas online (inglês e raciocínio lógico), dinâmica de grupo e entrevistas. Os interessados devem acessar o site www.estagioneoenergia.com.br.

Após a inscrição, os candidatos passam por provas online, dinâmicas de grupo e entrevistas individuais. Entre as características requeridas dos futuros estagiários estão colaboração em equipe, comprometimento com resultados, perfil inovador e autoconfiança. Os selecionados serão chamados ao longo do ano.

Os aprovados podem firmar contrato de estágio com vigência de até dois anos. É oferecida uma bolsa de valor compatível com o mercado para o contratado, além de outros benefícios como auxílio transporte e vale alimentação e/ou refeição.


Fonte: Cosern