Supermercados começam a enfrentar “bicões de estacionamento”

25 de janeiro de 2015 por vneto

Os supermercados de Natal começam a fazer experiências para combater os “bicões de estacionamento”, ou seja, as pessoas que deixam o carro lá, mas não compram nada.

No dia 13 de agosto do ano passado, em almoço com a imprensa, o Nordestão anunciou que iria montar um sistema, igual ao dos shoppings, para acompanhar a frequência e monitorar quem deixa o carro na segurança do estacionamento e sai para fazer compras fora, trabalhar na loja em frente, assistir aulas na universidade ao lado ou ir ao consultório médico do outro lado da rua.

O Nordestão instalou os equipamentos, mas ainda não começou a usá-los, mesmo tendo a constatação, a olhos vistos, de que o número de carros estacionados não corresponde ao de clientes na fila dos caixas.

Quem resolveu dar o primeiro passo nesse sentido foi o Hiper da Prudente de Morais, controlado pelo grupo Wal-Mart. Lá, o visitante tem 40 minutos para entrar e sair sem ter de dar satisfação a ninguém.

Depois disso, deve passar por um posto de validação do bilhete, emitido pelas máquinas que controlam as cancelas. Se o freguês perder o bilhete, não tem escapatória: terá de pagar R$ 20 para ser liberado. Pelo menos é o que está escrito no “canhoto”.

Problema 1: Em pleno sábado de alta estação, melhor dia para comprar com cartão vencimento 01, meio-dia, o estacionamento do Hiper tinha vagas a gosto do freguês. Ao léu, debaixo de tendas, perto da entrada principal, perto da loja de serviços automotivos, longe dela…

Problema 2: Perda de tempo na hora de ir embora. Quatro faixas de entrada e apenas duas de saída.

Gasto de estrangeiros no Brasil bate recorde em 2014

23 de janeiro de 2015 por vneto

O gasto de turistas estrangeiros no Brasil bateu recorde no ano passado, com US$ 203 milhões a mais do que foi registrado em 2013 – ano do recorde anterior. Os números foram divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (23). Com isso, o turismo respondeu pelo ingresso de quase US$ 7 bilhões no país. Os viajantes internacionais gastaram US$ 524 milhões no Brasil apenas no mês de dezembro.

Na avaliação do diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Lopes, a quebra de um segundo recorde consecutivo comprova a evolução do turismo brasileiro. “A Copa do Mundo teve papel fundamental no novo recorde”, disse.

Os dados do Banco Central mostram que em junho e julho – meses de realização da Copa, os visitantes internacionais gastaram US$ 1,5 bilhão no país, valor recorde que representou um aumento de 60% na comparação com igual período de 2013.

Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), revela que o país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante o Mundial. Eles permaneceram em média 13 dias no país e estiveram em 491 municípios brasileiros, incluindo as cidades-sede.

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Fonte: Mtur

 

Dólar fecha abaixo de R$ 2,60 pela primeira desde 9 de dezembro

22 de janeiro de 2015 por vneto

No dia em que o Banco Central Europeu (BCE) anunciou um programa de estímulo de 1,1 trilhão de euros, o dólar caiu abaixo de R$ 2,60 pela primeira vez desde 9 de dezembro. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira vendido a R$ 2,574, com queda de 1,23%. A cotação está no menor valor desde 3 de dezembro, quando fechou a R$ 2,557.

O euro teve impacto ainda maior, caindo 4,84% (R$ 0,14). A moeda fechou vendida a R$ 2,929, abaixo de R$ 3 pela primeira vez desde 8 de setembro (R$ 2,926). Ontem (21), a cotação tinha fechado em R$ 3,078.

Durante todo o dia, as duas moedas operaram em baixa. No entanto, a queda acentuou-se depois das 12h, quando o BCE anunciou a compra de títulos públicos para estimular a economia da zona do euro. Com mais euros em circulação, a cotação tende a cair em todo o planeta.

Até setembro de 2016, o BCE colocará 60 bilhões de euros por mês na economia dos países da União Europeia que adotam o euro como moeda. No total, a ajuda chegará a 1,1 trilhão de euros em um ano e nove meses. O BCE também decidiu manter os juros básicos em 0,05% ao ano, no nível mais baixo da história, para combater a deflação.
CÂMBIO
Dólar comercial
Compra: R$ 2,5750
Venda: R$ 2,5760
Dólar Paralelo
Compra: R$ 2,67
Venda: R$ 2,77

Dólar Turismo
Compra: R$ 2,6070
Venda: R$ 2,7270

Euro comercial
Compra: R$ 2,9280
Venda: R$ 2,9300

Euro turismo
Compra: R$ 3,0400
Venda: R$ 3,1900

 

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Com informações da Agência Brasil

Arrecadação de tributos estaduais bate recorde no RN

22 de janeiro de 2015 por vneto

As receitas próprias do Estado do Rio Grande do Norte oriundas do consumo, da propriedade de veículos e das transmissões ou doações de bens atingiram R$ 4,6 bilhões no ano passado, aumento de 9% em relação a 2014 e recorde de arrecadação, segundo dados divulgados ontem pelo Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindifern).

O destaque da arrecadação em dezembro foi o ICMS, que alcançou R$ 420,1 milhões, aumento de 6,16% em relação a dezembro de 2013. “O maior da história do Fisco potiguar”, diz o sindicalista Pedro Lopes. De acordo com dados obtidos no portal da transparência do RN, só do ICMS – Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – o RN arrecadou mais de R$ 4,38 bilhões no ano passado, 8,9% comparado a 2013.

Ainda com base no portal, o Sindifern informa que o recolhimento do Imposto que sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) foi de R$ 256,5 milhões, crescimento de 12,9%. Já o Imposto de Transmissão Causa-Mortis e Doação (ITCD) rendeu aos cofres públicos R$ 27,4 milhões, mantendo-se no mesmo patamar de 2013.

A arrecadação do ICMS e do IPVA é compartilhada com as prefeituras, que recebem 25% dos recursos do ICMS e 50% do IPVA. No ano passado, isso representou uma transferência de R$ 1,2 bilhão para os municípios no ano passado.

“Apesar de 2014 ter sido um ano difícil, em termos de crescimento econômico, o trabalho desenvolvido pela Secretaria do Estado de Tributação e pelos Auditores Fiscais conseguiu atingir um excelente e histórico resultado. Em 2015, continuaremos empenhados na missão de combater a sonegação, promover a justiça fiscal e viabilizar o crescimento da arrecadação própria, para que o Governo Estadual possa realizar as políticas públicas nas áreas da segurança, saúde, educação e infraestrutura”, disse Pedro Lopes, presidente do Sindifern.

O repasse das três primeiras cotas do ICMS de janeiro surpreendeu e trouxe alento para os prefeitos potiguares. As três parcelas somaram R$ 87,3 milhões, ante R$ 63,8 milhões no mesmo período do ano passado. Os repasses do ICMS são feitos mensalmente. No primeiro as prefeituras ratearam R$ 14,2 milhões; o segundo pouco mais de R$ 3 milhões e o terceiro, o maior deles: R$ 69,6 milhões.

Setor produtivo critica aumento de meio ponto da Selic

21 de janeiro de 2015 por vneto

O setor produtivo chiou, os sindicalistas foram na mesma linha contra o aumento da Selic e o ex-ministro José Dirceu criticou o aumento o ajuste fiscal e a política de juros altos que começa a ser posta em prática pela equipe do ministro Joaquim Levy.

A taxa básica de juro passou de 11,75% para 12,25%. É o maior patamar desde junho de 2011. A decisão levou em conta a inflação renitente no Brasil e alguns cenários externos, com foco no Banco Central Europeu e na queda de preço do petróleo.

“Mais importante do que elevar os juros ou aumentar tributos, é cortar os gastos para controlar a inflação”, criticou o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, que já considera 2015 um ano perdido para o comércio.

O presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad), José do Egito Frota Lopes Filho, foi mais incisivo: “Fazer o ajuste no lado do contribuinte é sempre mais fácil. Difícil, e necessário, é colocar os gastos do governo em ordem e saber tomar as medidas seletivas que garantam a saúde da economia real, aquela que gera empregos e preserva o consumo das famílias.”

Uma tendência do que ocorrerá nos próximos meses só será mais visível na próxima semana, quando for divulgada a ata da reunião desta quarta-feira do Copom. Mas os analistas de mercado detectaram alguns ruídos nas entrelinhas. E esse ruídos sinalizam novas elevações da Selic.

O economista sênior do Besi Brasil, Flávio Serrano, arriscou um palpite: “O mercado já está praticamente no meio do caminho entre um aperto de 0,25 ponto e 0,50 ponto na reunião de março. E para o encontro de abril, está entre 0,25 ponto e nada. Acho que não faz muito sentido alterar essas apostas, por enquanto.”

De tudo uma certeza. Com a elevação da Selic, os fundos de renda fixa ficam mais atrativos em relação à poupança na maioria dos cenários.

Um estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), indica que os fundos de renda fixa com taxas de administração de até 1,5% ao ano rendem mais do que a poupança. A não ser que o resgate seja de curto prazo.

Num texto postado segunda-feira na internet (antes do aumento da Selic), o ex-ministro José Dirceu, que cumpre pena em prisão domiciliar por envolvimento com o mensalão petista, disse que as medidas tomadas pela nova equipe econômica vai levar o Brasil à recessão.

“Sobre o efeito maléfico e daninho dos juros altos na valorização do real e nas contas externas também nada, nem uma palavra… Nossa indústria que se vire. A semana começa, assim, com muita apreensão pelos caminhos do país. Mas podem ter certeza, com muita festa no mercado financeiro e nas redações de nossa mídia”, alfinetou.

Devemos levar a sério as previsões sobre inverno no semiárido?

21 de janeiro de 2015 por vneto

Ninguém deve levar muito a sério a previsão que é feita em janeiro pelos meteorologistas sobre o inverno no sertão nordestino.

Isso porque os dados de grande escala, analisados por eles nas reuniões de Fortaleza, ainda são muito precários.

Em 2012 a previsão inicial era de um ano bom de inverno. E foi um desastre. 133 municípios do Rio Grande do Norte na condição “muito seco” e 16 na “seco”.

2012 vai entrar para a história como O ANO MAIS SECO das últimas cinco décadas no RN.

Em 2013 as condições estavam favoráveis. Foi um ano de seca verde.
47 muito seco
44 seco

Em 2014 todos estávamos eufóricos com a chegada da estação das chuvas, pondo fim ao período de seca que colocou mais de 80% dos municípios em situação de emergência.
36 muito seco
55 seco

Os reservatórios de água chegando no porão, exalando o odor de peixe morto.

De todos os prognósticos feitos nesta década, o de 2015 foi o mais desanimador. De acordo com a Emparn, as probabilidades são as seguintes para a chamada “quadra chuvosa”.

45% abaixo do normal
35% dentro do normal
20% acima do normal

No Ceará, os meteorologistas da Funceme foram mais pessimistas. Lançaram um prognóstico com 64% de probabilidade de o inverno ficar abaixo do normal.

O governador Camilo Santana não perdeu tempo. Ontem mesmo anunciou uma série de medidas para garantir o abastecimento de água da população, entre elas a perfuração de poços profundos e a ampliação do programa de carro-pipa.

“Hoje foi o dia que recebemos oficialmente a condição climática do Ceará para o ano de 2015. Isso significa que 2015 talvez seja o ano que chova menos no Ceará, desde 2012. Já tive reunião anterior com os secretários de Recursos Hídricos, e do Planejamento”, disse o governador, observando que determinou a criação de um grupo de trabalho envolvendo diversas repartições estaduais.

No Rio Grande do Norte, o governo está anunciando a distribuição de sementes para aproveitar as primeiras chuvas da estação.

A prudência recomenda aguardar a reunião que será realizada em Natal depois dos festejos de momo para fazer, com dados mais confiáveis, um novo prognóstico para o semiárido.

Mas medidas precisam ser tomadas por aqui com urgência. Sob pena de ser tarde demais.

​Ambev abre inscrições para Programa de Estágio no Rio Grande do Norte

20 de janeiro de 2015 por vneto

A Ambev está com inscrições abertas para o Programa de Estágio no Rio Grande do Norte. Para participar da seleção é necessário se cadastrar pelo site www.estagioambev.com.br até o dia 12 de fevereiro. As oportunidades são para alunos do penúltimo e último ano de diversos cursos de graduação.

Após a inscrição no site, os candidatos serão automaticamente encaminhados para testes online que consistem em prova de inglês, português e raciocínio lógico. Após essa etapa, os aprovados são chamados para dinâmica e entrevista.

Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Ambev busca jovens que tenham proatividade, dinamismo, capacidade analítica, senso de priorização e organização, espírito empreendedor, liderança, adaptabilidade e que gostem de desafios.

O estagiário terá a missão de desenvolver projetos de melhoria em sua área de atuação, contribuindo para o crescimento da companhia, com autonomia para execução das atividades de rotina, contando com o suporte da equipe e dos gestores da área.

O Programa tem duração de até dois anos e oferece bolsa auxílio, refeição, transporte da empresa e possibilidade de efetivação.

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Fonte. Assessoria de imprensa Ambev

Sindicato da Construção Civil vê luz no fim do túnel

20 de janeiro de 2015 por vneto

O aumento nas vendas de imóveis novos em São Paulo parece ter levantado o ânimo do pessoal do Rio Grande do Norte.

O presidente do do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon/RN), Arnaldo Gaspar Júnior, disse à Tribuna do Norte que o setor está otimista com 2015, apesar de saber que será um ano de ajustes na economia, com medidas para restringir o crédito.

O volume de imóveis vendidos mensalmente ainda não voltou ao patamar de anos considerados bons, como 2010 e 2011, mas os estoques estão baixando e, daqui a pouco, o setor volta a pensar em novos projetos. Segundo Arnaldo Júnior, atualmente, as vendas variam de 250 a 300 imóveis por mês.

Ele não acredita que o aumento de juros nos financiamentos habitacionais possa prejudicar o mercado local. Isso porque a medida atinge apenas imóveis mais caros e os tomadores de financiamentos de imóveis de alto padrão costumam pagar até 70% do imóvel no ato da compra e dividem a diferença em parcelas que podem se estender por até 25 anos. “Este tipo de cliente é capitalizado e dispõe de defesas para assumir essas variações nas taxas de juros.”

Cotas do FPM estão abaixo dos repasses feitos em janeiro do ano passado

19 de janeiro de 2015 por vneto

Vai ter gritaria, com certeza!

O Tesouro Nacional divulgou o fator de correção da segunda parcela de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios: 0,7200.

Isso significa um repasse bruto para os pequenos municípios do Rio Grande do Norte de R$ 117,7 mil.

Feitos os descontos da saúde, do INSS e da educação vai sobrar quase nada para o repasse do duodécimo das câmaras municipais. Bote aí mais uns 35 “saldo zero” nos repasses para prefeituras do Rio Grande do Norte.

O dinheiro será depositado nas contas das prefeituras nesta terça-feira (20). No total, as duas primeiras cotas de janeiro/15 vão somar R$ 453,8 mil. Em janeiro do ano passado as duas primeiras cotas foram de R$ 472 mil.

O meio por cento que começa a ser pago em junho será apenas um alento. Entre um janeiro e outro há o reajuste de 8,8% do salário mínimo e de 13% do piso nacional do magistério.

Para os prefeitos, existe uma saída viável para evitar o colapso das finanças municipais: um novo pacto federativo que transfira mais recursos da União para os municípios.

Mas isso depende do governo e do novo congresso nacional. Ou seja, entre o desejo e a realidade existe um rio infestado de crocodilos.

Se nada for feito, será um milagre chegar ao final de 2015 em dia com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ministério Público e Tribunal Justiça, se forem adeptos do planejamento estratégico, já podem até criar departamentos exclusivos para preparar e julgar processos de improbidade administrativa.

 

Defasagem na tabela do Imposto de Renda já ultrapassa 60%, segundo o Sindifisco

19 de janeiro de 2015 por vneto

Estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) mostra que a defasagem na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) pode chegar ao final de 2015 em 75,43%. Para chegar ao percentual, o sindicato levou em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 6,79% e a não correção da tabela.

No Ministério da Fazenda, evita-se falar na correção da tabela. No último dia 13, ao ser perguntado sobre assunto, em um encontro com os jornalistas que fazem a cobertura diária do setor, o próprio ministro Joaquim Levy não sinalizou se haverá mudanças. “Em relação ao Imposto de Renda, não sei o que dizer”, respondeu. O assunto voltou a ser discutido com a Medida Provisória 656/2014, que prevê ajuste de 6,5%. O projeto de conversão foi aprovado em dezembro passado pelo Senado e aguarda sanção presidencial.

Em maio, uma outra medida provisória previa mudança na tabela a partir do ano-calendário de 2015, colocando na faixa de isentos os trabalhadores que recebem até R$ 1.868,22. Acima deste valor e até R$ 2.799,86, por exemplo, a alíquota seria 7,5%, com a parcela a deduzir de R$ 140,12.

Na análise do Sindifisco com o IPCA de 2014 em 6,41%, a defasagem da tabela acumulada desde 1996 chega a 64,28%. Se utilizados o índice oficial de inflação e reajustes salariais que ultrapassam os 8% muitos contribuintes passaram a descontar IRPF ou mudam de faixa de alíquota, pagando mais impostos.

O Sindifisco Nacional defende desde 2013 que a correção da tabela do IR seja atrelada à evolução de renda do trabalhador mais a inflação. Entraria no cálculo, por exemplo, o rendimento médio mensal das pessoas com dez anos ou mais obtido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), por exemplo. Um projeto nesse sentido, informou o Sindifisco, está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, como parte de uma campanha dos auditores fiscais.


Fonte: Agência Brasil

Números do Secovi mostram aumento na venda de imóveis novos na Grande São Paulo

19 de janeiro de 2015 por vneto

Empresas de incorporação concentraram esforços de lançamentos e vendas no final de 2014, e o mês de novembro apresentou bons resultados para o mercado imobiliário, tanto na capital paulista quanto nos outros municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), conforme Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Em novembro de 2014, foram comercializadas 2.987 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo, o que significou um aumento de 210,2% em relação ao mês de outubro, quando foram vendidas 963 unidades. Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento foi de 7,6% (2.777 imóveis negociados em novembro de 2013).

Do total comercializado em novembro de 2014, 1.165 unidades eram de 2 dormitórios; 1.117 de 1 quarto; 555 de 3 dormitórios; e 150 imóveis de 4 ou mais dormitórios.

Em valores absolutos, as unidades de 2 dormitórios foram as que mais venderam. Porém, analisando o VSO mensal (Vendas Sobre Oferta), o imóvel com o melhor desempenho foi o de 1 dormitório, com vendas de 13,6% do total ofertado. As unidades de 2 quartos atingiram o índice de 10,8%; as de 3 dormitórios representaram 7,1% do total; e as de 4 ou mais dormitórios, 5,5%.

Lançamentos – No mês de novembro de 2014, foram lançadas 6.301 unidades residenciais, conforme a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), um aumento de 169,7% em comparação com os lançamentos de outubro (2.336 unidades) e de 26,1% em relação a novembro de 2013.

Foram lançadas 2.105 unidades de 1 dormitório, 2.192 de 2 dormitórios, 1.442 de 3 dormitórios e 562 de 4 ou mais dormitórios.

Com VGV (Valor Global de Vendas) de R$ 1,6 bilhão, o penúltimo mês de 2014 apresentou um crescimento de 190,8% em relação a outubro, e queda de 28,2% em relação a novembro de 2013, considerando os valores atualizados pelo INCC (Índice Nacional de Custo de Construção).

Em novembro de 2014, o estoque do município de São Paulo ficou em 26.579 unidades ofertadas, um aumento de 12,4% em relação a outubro do mesmo ano, e de 42,1% se comparado a novembro de 2013. Considerando que a média de vendas de janeiro a novembro de 2014 foi de 1.666 unidades, esse estoque seria suficiente para 16 meses de vendas. Apesar do crescimento gradual da oferta durante os 11 meses do ano, tradicionalmente novembro e dezembro apresentam os maiores volumes de lançamentos, pois as empresas têm de cumprir metas anuais e aproveitam o 13º salário para incrementar as vendas.

No acumulado de janeiro a novembro de 2014, foram comercializadas 18.324 unidades residenciais novas. Na comparação com o mesmo período de 2013, a retração foi de 40%. Porém, para analisar esse comportamento, é preciso considerar que 2013 foi um ano excepcional para o mercado imobiliário, com elevado crescimento em relação aos dois anos anteriores.

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Fonte: Secovi/SP

Incorporadoras promovem leilão para vender casas e apartamentos novos

17 de janeiro de 2015 por vneto

A união de importantes incorporadoras possibilitou a realização, no dia 05 de fevereiro, às 9h, no espaço de Hospitalidade do Arena das Dunas, do 1º Grande Leilão de Imóveis Novos do Rio Grande do Norte. A iniciativa, inédita, prevê descontos que podem chegar a 30% para lance inicial.

Segundo Roberto Alexandre Neves Fernandes, leiloeiro público oficial e corretor de imóveis, foram reunidos mais de 100 imóveis novos residenciais e comerciais, com ofertas reais, opções nos principais bairros de Natal, Nova Parnamirim e Parnamirim, e, total assistência jurídica e cartorial para finalização do negócio no próprio local do leilão.

“São condições nunca vistas no mercado imobiliário do estado e possivelmente nacional”, disse o leiloeiro e corretor salientando que na verdade, o grupo em meio ao mau humor causado pela combinação de futurologia negativa na economia e boataria no setor, as principais incorporadoras do setor aqui no Estado estão vislumbrando novas ações de venda com criatividade e ganho real para o cliente.

O leiloeiro destacou ainda que por se tratar de imóveis novos, eles estão livres e desembaraçados do longo e demorado trâmite de um imóvel usado e muitas vezes com morador dentro. “Neste leilão não. Enfatizo a condição diferenciada de termos excelentes imóveis, em locais valorizados, com preços imbatíveis e em endereços que todos querem morar, investir ou trabalhar”, disse Roberto Alexandre.

Os arrematantes dos lotes poderão escolher entre cinco formas de pagamento dependendo do lote, sendo pagamento à vista, pagamento parcelado, pagamento financiado por qualquer instituição financeira e pagamento financiado pela Caixa Econômica Federal. Mas atenção:  o interessado deve comparecer no dia do leilão com a consulta prévia de enquadramento e apresentar a Carta de Crédito no momento da arrematação.

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Fonte: Assessoria de Imprensa