Artigo: O ano já acabou para o Varejo?

1 de julho de 2016 por vneto

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Por Fábio Lopez
Diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina
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O impacto da instabilidade econômica de 2015 afetou os mais diversos setores, refletido em um ano complicado para o mercado. O varejo, que vinha até 2014 com um recorde de 10 anos seguidos de crescimento, também sentiu a força da recessão, fechando o ano com números abaixo do esperado. Em 2015, o setor alimentício fechou o ano com queda de 4,3% e o varejo ampliado, que inclui venda de veículos e materiais de construção, com baixa de 8,6%, segundo o IBGE.

De uma forma geral, o varejo funciona como um termômetro do mercado: é um dos últimos a sentir a recessão, mas também é o primeiro a reagir. E o setor já vem apresentando novas maneiras para retomar o caminho do crescimento em 2016, aliando otimização de gestão a novas estratégias de negócio.

Em períodos de economia instável, é essencial para varejistas “olharem para dentro”, buscando soluções que otimizem as operações, diminuam desperdícios e perdas e garantam margens mais controladas. Porém, para que o varejo volte a crescer em 2016, é necessário aliar uma gestão mais eficaz a satisfação de cliente, trabalhando de forma mais eficiente para fazer com que ele compre mais e volte com uma regularidade maior para as lojas, além de atrair novos consumidores. Uma estratégia que se acentuou para um atendimento diferenciado aos clientes é a aposta em novos formatos de loja: supermercados de bairro e o atacarejo.

Supermercados de Bairro
Uma das tendências das grandes redes que vem se acentuando é reduzir a abertura de hipermercados e passar a abrir lojas menores, que atendam um público de bairro. Os novos estabelecimentos, apesar de não contar com a mesma variedade de produtos de uma unidade maior, atendem bem ao consumo de uma região.

A aposta aqui é em oferecer aos clientes uma experiência de compra rápida, em que ele encontre os produtos básicos do dia a dia que procura e não enfrente filas para concluir a compra.

Satisfação do cliente é um dos principais focos dos mercados de bairro, que devem adotar soluções de tecnologia como forma de aliar melhor experiência de compra a ganhos de produtividade e redução de custos.

Automatizar totalmente as operações é chave e, devido ao tamanho reduzido da loja e a menor variedade de produtos, aplicações mais simples, que não exigem um investimento tão alto, podem ser adotadas tanto por unidades de grandes redes como por lojas familiares.
Leitores verticais para códigos de barras e coletores de dados mais enxutos são soluções de tecnologia recomendadas e acessíveis, além de softwares com aplicações de gestão muito menos complexas que as usadas em grandes lojas.

Atacarejo
Modelo de loja que já vinha conquistando espaço, mas que com a instabilidade econômica ganhou ainda mais força no mercado, o atacarejo, como diz o nome, atende tanto o atacado como a pessoa física (varejo).

Com preços competitivos, vendendo no varejo com valores de atacado, o formato vem conquistando aumentos na porcentagem de vendas e clientes de pessoa física, que buscam por alternativas mais econômicas e melhores preços, o que demanda dos varejistas mais atenção a esse público crescente.

De lojas amplas e grande variedade de produtos e ofertas, o atacarejo precisa de soluções mais robustas de gestão e, principalmente, um processo bem desenhado de automação. Ter um deposito automatizado, mas um controle de disponibilidade de produto mal organizado atrapalha funcionamento e resultados.

Toda a informação deve ser tratada e revertida em ações, aumentando a produtividade e melhorando a relação com o cliente, ainda mais importante agora com o aumento da parcela de pessoas física no atacarejo. Aliar uma gestão bem estruturada a soluções que gerem contato mais próximo com o consumidor, como papa-filas e auto-compra, é a melhor maneira de fortalecer o formato.

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Abreu e Lima bate recorde de processamento em maio

29 de junho de 2016 por vneto

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) alcançou novo recorde de processamento mensal. A carga média processada em maio foi de 94,8 mil barris de petróleo por dia (bpd), superando em 3,8 mil bpd o recorde anterior, de 91 mil bpd, obtido em março de 2016.

Isso corresponde a um volume total de 2,94 milhões de barris de petróleo processados em maio, 117 mil barris acima do volume total de março (2,82 milhões de barris).

Estes resultados viabilizaram uma produção de Diesel S-10 de 330,2 mil m3, representando 28,2% da produção total deste derivado pela Petrobras em maio de 2016.

As marcas atingidas reafirmam a busca contínua da Petrobras pelo aumento da eficiência operacional de suas refinarias, com excelência na gestão integrada do sistema de abastecimento, contribuindo para a redução das importações de derivados e maior rentabilidade da empresa.

O resultado foi alcançado respeitando os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as ações da companhia.

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Fonte: Gerência de Comunicação Interna e Imprensa Petrobras

Prazo para sacar abono do PIS/Pasep termina nesta quinta-feira

29 de junho de 2016 por vneto

Quem ainda não sacou o abono salarial do PIS/PASEP referente ao ano-base 2014 é bom se apressar.

O prazo para fazer o saque do dinheiro na Caixa Econômic aFederal (PIS) ou do Banco do Brasil (Pasep) termina nesta quinta-feira, dia 30.

Segundo o balanço do Ministério do Trabalho, com base em dados do dia 24 de junho, foram pagos R$ 18,4 bilhões para mais de 22,2 milhões de trabalhadores, 94,14% do total.

O valor do abono salarial corresponde um salário mínimo (R$ 880) para os trabalhadores que tenham exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014 e recebido até dois salários mínimos por mês no período.

Além disso, é necessário estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e ter tido os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).


Como sacar

PIS
O trabalhador que possuir Cartão Cidadão e senha cadastrada pode sacar o PIS nos terminais de autoatendimento da Caixa, ou em uma Casa Lotérica. Se não tiver o Cartão Cidadão, pode receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de documento de identificação. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-726 02 07 da Caixa.

Pasep
Quem recebe o Pasep precisa verificar se houve depósito na conta. Caso isso não tenha ocorrido, deve procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.
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Mais informações
Central de Atendimento Alô Trabalho do Ministério do Trabalho, que atende pelo número 158, também tem informações sobre o PIS/Pasep.

FPM de junho tem queda menor que a prevista pelo Tesouro Nacional

28 de junho de 2016 por vneto

O Tesouro Nacional divulgou nesta terça-feira o fator de multiplicação da última cota do Fundo de Participação de junho: 0.9004.

Para os pequenos municípios, com população até 10.188 habitantes, o valor bruto é de R$ 181,7 mil.

O dinheiro será depositado na quinta-feira.

Se levar em conta só as três cotas mensais, houve queda (-20%) em relação a maio e de (-2,7%) no comparativo com junho do ano passado.

Se levar em conta a “laminha” extra, depositada no início do mês, a queda será de (-17,3%) ante maio e, no caso de junho do ano passado, uma coisa pela outra: R$ 607,1 mil em junho/2015 e R$ 609,6 em junho/2016.

A previsão do Tesouro era de queda de (-24%) em relação a maio e de (-7,9%) junho-junho.

Abaixo os valores líquidos* por coeficiente

0.6 – 116.286,09
0.8 – 155.045,84
1.0 – 193.807,23
1.2 – 232.568,62
1.4 – 271.330,01
1.6 – 310.091,68
1.8 – 348.853,07
2.0 – 387.611,92
2.2 – 426.373,31
2.4 – 465.134,98
2.6 – 503.898,91
3.0 – 581.419,15
4.0 – 775.228,93

Fonte: Femurn e STN

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(*) Já descontados
20% do Fundeb
15% da Saúde
1% Pasep

PSafe esclarece dúvidas sobre compras seguras pelo celular

28 de junho de 2016 por vneto

Há alguns anos, os dispositivos móveis, como smartphones e tablets, vêm ocupando o espaço dos computadores na vida das pessoas. A facilidade de resolver tudo remotamente, ver e-mail, se comunicar por meio de mensagens instantâneas, realizar transações bancárias, entre outros, fez com que o Brasil alcançasse a marca de 256 milhões de celulares em abril deste ano, segundo a Teleco, o que representa mais de 1 celular por habitante.

Mas se tem uma coisa que ainda deixa as pessoas receosas é fazer compras via mobile. Um equívoco básico é acreditarem que é mais seguro utilizar o computador para acessar sites de e-commerce do que fazer isso pelo celular.

Marco DeMello, CEO da PSafe, empresa brasileira líder em segurança e performance digital, acredita que boa parte desse receio vem do fato de que o uso mobile no Brasil ainda é muito recente.

“A democratização da internet se deu por meio do celular. Com isso, muitas pessoas vieram ter o primeiro contato com o mundo virtual por meio do celular e ainda há um certo desconhecimento do que é seguro ou não. As regras que valiam para a web valem também para o mundo mobile, ou seja, celulares e tablets são seguros para realizar qualquer transação desde que o usuário tenha um antivírus instalado no seu celular, como o PSafe Total”, afirma Marco.

Recente estudo da Euromonitor, em parceria com a PayPal, mostrou que a participação mobile no e-commerce vem crescendo mundialmente e que em 2020 o mercado mobile deverá ser responsável por 10% do e-commerce.

“Isso significa que ainda há um amplo espaço para esse crescimento desse segmento e é preciso desmitificar o uso do celular para compras. As pessoas passam muito mais tempo com seus celulares do que em computadores. É preciso mostrar que elas podem confiar nos dispositivos móveis para realizar transações com segurança”, completa Marco.

Mas o que fazer, então, para não se preocupar na hora de fazer compras pelo celular? A empresa PSafe afirma que os cuidados são basicamente os mesmos de quem usa o computador:

Defenda-se com um cérebro eletrônico
A ideia é simples: um cérebro biológico não tem capacidade para se defender de ataques de um cérebro eletrônico. Por mais que você pense ter conhecimento e esteja atento, os ataques são muitos e estão cada vez mais sofisticados. Portanto, proteja-se: instale um antivírus no seu celular.

Como saber se o site de compras é confiável?
Uma das principais preocupações de quem compra online é saber se o site é confiável. Em primeiro lugar é muito importante procurar referências de quem já comprou no site: amigos, parentes, conferir os sites não recomendados pelo Procon e checar as análises em sites de críticas, como o Reclame Aqui.

Outra boa maneira de se certificar que a compra é segura é utilizando os aplicativos dos sites, registrados nas lojas oficiais de apps (Google Play, App Store, etc). Vale, também, tomar cuidado com páginas falsas, muito comuns em épocas de importantes datas para o varejo, com Black Friday, Natal, etc. Desconfie das promoções muito vantajosas que chegam por e-mail ou SMS.

Com um antivírus instalado no seu celular, como o PSafe Total, ele poderá te sinalizar quando a página acessada não for verdadeira.

É mais seguro pagar em boleto que no cartão de crédito?

Não necessariamente. O fato do site gerar um boleto para pagamento não significa que ele é confiável. Pessoas físicas também geram boletos e, em muitos casos, podem usar essa “ingenuidade” do usuário para passar uma falsa sensação de segurança. A diferença é que, ao usar o cartão de crédito, se o site não for confiável, ele pode utilizar seus dados para fazer outras compras. Independente do meio de pagamento, a credibilidade do site ou do app são muito importantes para evitar que o cliente seja lesado.

Os dados do comprador ficarão seguros no site?
É fundamental que o consumidor leia e esteja de acordo com a política de privacidade do site para realizar uma compra com segurança. Também é importante verificar se o endereço do site inicia com “https”, pois a sigla garante a proteção da privacidade e integridade dos dados trocados. Além disso, evitar transações em computadores públicos diminui a chance de roubo de dados.

A brasileira PSafe dá, ainda, algumas dicas para os donos de smartphones não terem dor de cabeça na hora das compras online:

• Instale, no seu celular, um antivírus confiável e certificado, como o PSafe Total.

• Use sempre aplicativos de lojas confiáveis.

• Desconfie de links enviados por desconhecidos via e-mail ou mensagem de texto.

• Prefira comprar em sites que forneçam endereço físico, telefone fixo, CNPJ e razão social.

• Consulte o Registro.br e a Receita Federal.

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Fonte: PSafe Tecnologia

Engenheiros lançam conjunto de propostas para gestão nas cidades

25 de junho de 2016 por vneto

A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) lançará, na próxima semana, a nova edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”.

Com foco em Cidades, o documento traz uma série de diagnósticos e propostas sobre a qualidade de vida nas cidades e o desenvolvimento local. Em ano de eleições municipais e com o cenário econômico instável, o documento coloca os engenheiros no centro dos desafios: identificação de problemas prioritários, avaliação de alternativas para enfrentamento e superação, e definição de caminhos para implementar tais soluções.

As reflexões e proposições do documento versam sobre temas como finanças, mobilidade e transporte, saneamento básico, habitação, iluminação e internet pública. Com foco na boa gestão das localidades, a Federação irá debater e encaminhar suas análises para os candidatos às eleições municipais, representando a contribuição dos engenheiros para a formulação de planos e programas de governo.

“Entendemos que os recursos são escassos, tendo em vista a dependência dos municípios em relação aos estados e à União. Pelos nossos estudos, vimos que falta também capacidade administrativa e técnica para elaborar, executar e fiscalizar projetos e obras. Em outras palavras, as cidades brasileiras carecem de engenharia e estamos cumprindo nosso papel e pretendemos contribuir para as novas gestões municipais”, analisa Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE.

As questões urbanas dizem respeito a 84% da população brasileira que vive nas cidades, de acordo com o último censo do IBGE. O Brasil é o país mais urbanizado entre os BRICS e sua taxa de urbanização é quase igual à da França (85%) e pouco maior que a dos Estados Unidos (82%), que têm receitas públicas e padrão de qualidade da vida urbana muito superiores. O tamanho do desafio enfrentado nos 5.570 municípios brasileiros envolve mais de 190 milhões de habitantes demandando condições de vida, trabalho, convívio e lazer minimamente dignas.

O projeto Cresce Brasil completa dez anos em 2016 e segue a mesma metodologia, com a análise de especialistas e acadêmicos, elaboração de notas técnicas e eventos para debater os cenários e formular caminhos parta as soluções. Na edição “Cidades”, os engenheiros ressaltam que é urgente formular novas modalidades de desenvolvimento de projetos em infraestrutura urbana, de maneira a canalizar esforços fiscais para projetos de investimento resultantes de planejamento integrado, com informações sobre o território (demanda e oferta), boa engenharia e, elemento indispensável, gestão eficaz.

Alguns temas
Detalhando o conteúdo do novo documento, as propostas na área de habitação de qualidade focam em duas questões centrais: a urgência de regularização fundiária e a necessidade de assistência técnica para melhorias em residências e a consequente saída da informalidade. O documento traz ainda um balanço do programa Minha Casa Minha Vida que já entregou aos beneficiários mais de 2,6 milhões unidades, e já efetivou investimentos de R$ 294,5 bilhões, o que representa 45% do montante contratado.

No que diz respeito à mobilidade urbana, as análises dos engenheiros mostram a urgência de planejamento urbano e organização da gestão pública. Sobre os desafios e a precariedade do saneamento básico, o documento destaca dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que demonstram que cada real aplicado em saneamento resulta em economia de R$ 4,00 nos custos do atendimento à saúde pública. Apesar da parcela da população brasileira com acesso a redes de coleta de esgotos sanitários ter evoluído de 44,5% em 2009 para 48,6% em 2013, cerca de 100 milhões de cidadãos ainda não são atendidos.

Outra área que soma esforços da FNE há tempos, a Iluminação Pública é foco de um projeto de lei que está tramitando no Senado Federal. A iluminação pública está diretamente ligada à segurança – pois previne a criminalidade –, estimula o comércio, embeleza as áreas urbanas, destaca e valoriza monumentos, prédios, praças, paisagens e permite melhor aproveitamento das áreas de lazer. De acordo com as análises, um projeto técnico de modernização e eficientização de uma cidade, que leve a uma melhoria significativa no nível de iluminação do sistema, também pode culminar em reduções de consumo de energia elétrica superiores a 50%, autofinanciando sua execução e gerando demanda firme por produtos industrializados no País.

Mercado de trabalho do Rio Grande do Norte teve o pior maio desde 2003

24 de junho de 2016 por vneto

O mercado de trabalho do Rio Grande do Norte perdeu 2.100 empregos formais em maio, equivalentes à retração de (-0,49%) em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

Foi o pior maio desde 2003.

Até então, o recorde para o mês era maio de 2009, com corte de (-1.792) empregos.

Poderia ter sido pior, não fosse o agronegócio, que teve um saldo positivo de 444 postos de trabalho.

As informações são do Caged, divulgadas na tarde desta sexta-feira.

Por setores, o comportamento foi o seguinte: Comércio (-935 postos), Serviços (-782) e Construção Civil (-542 postos).

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos cinco primeiros meses do corrente ano houve decréscimo de 14.731 postos (-3,33%).

Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses verificou-se perda de 4,44% no nível de emprego ou (-19.909) postos de trabalho.

Os dados são coletados em municípios com mais de 30 mil habitantes.

Dos 16 do Rio Grande do Norte que compõem a pesquisa, apenas dois tiveram saldo positivo: Apodi 37 e Touros 01.

Nos demais, houve mais demissões que contratações. Dois 2.100 postos eliminados, 57% foram em Natal (-800) e Mossoró (-402).

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Evolução do emprego formal sem ajuste (RN) nos meses de maio
Período: 2009 a 2016

2009 (-1,792)
2010 +3.450
2011 (-155)
2012 (-819)
2013 +103
2014 (-406)
2015 (-1.405)
2016 (-2.100)

Brasil vai exportar melão e outras frutas para o Japão

24 de junho de 2016 por vneto

O Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas (MAFF) do Japão atualizou a norma que possibilitará ao Brasil exportar melão, caqui, frutas cítricas e novas variedades de manga para aquele país.

O adido agrícola no Japão, Marcelo Mota, recebeu carta das autoridades fitossanitárias nipônicas informando sobre a necessidade de se apresentar o plano de trabalho sobre os procedimentos oficiais e de responsabilidade dos exportadores.

O documento deve ter informações sobre o controle de pragas, incluindo a gestão de risco para algumas espécies de mosca-das-frutas.

Segundo a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o plano de trabalho deverá ser enviado ao Japão o mais breve possível para que em novembro – quando a norma entra em vigor – as garantias fitossanitárias estejam acordadas e os produtores brasileiros possam exportar as frutas.

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa está coordenando as ações do plano de trabalho. “A aceitação das frutas brasileiras no Japão mostra a solidez do nosso sistema sanidade e certificação”, diz o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel.

O secretário substituto da SRI, Odilson Silva, comenta que o mercado japonês busca produtos de ótima qualidade e é altamente rentável para quem vende para lá. No ano passado, o Japão importou 25 mil toneladas de melão, o que equivale a cerca de US$ 27 milhões.

Em 2015, o melão foi a fruta brasileira mais exportada em volume (223 mil toneladas) e a segunda em valores (US$ 154,2 milhões).

O produto foi vendido a vários países, como Reino Unido, Espanha, Itália, Irlanda, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Dinamarca, Chile, Rússia, França, Bélgica e Alemanha.

Startup nordestina é uma das 12 melhores da América Latina

22 de junho de 2016 por vneto

A empresa nordestina Escribo Inovação para o Aprendizado está entre as 12 startups mais inovadoras da América Latina e Caribe.

A seleção é feita pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A Escribo é apoiada pelo fundo de investimento Criatec, que tem o Banco do Nordeste como cotista.

As startups selecionadas concorrem ao prêmio Economia Naranja, que reconhece as melhores iniciativas de economia criativa.

Os indicados apresentarão os projetos a uma banca de investidores e especialistas em outubro, na última etapa do concurso em Washington, nos Estados Unidos, que definirá três vencedores, durante o evento Idear Soluciones 2016.

Os dez finalistas também participarão de palestras, workshops e oficinas durante o evento.

A Escribo Inovação para o Aprendizado está concorrendo com o Frei.re Lab, plataforma que permite a professores e estudantes criarem seus próprios jogos, animações, textos e narrativas interativas.

Diretor da Escribo e doutorando em Educação pela Universidade John Hopkins nos Estados Unidos, Américo Amorim explica que objetivo da ferramenta é estimular o aprendizado de crianças por meio de mecânicas lúdicas e interativas.

“Com o Frei.re Lab, professores e alunos passam de simples consumidores a autores de jogos, infográficos, simuladores e histórias interativas”, ressalta.

De acordo com o empreendedor, a ideia é levar o melhor da revolução digital para sala de aula, aproximando alunos de realidades que eles já convivem, para engajá-los e, ao mesmo tempo, fornecer aos pais e professores estatísticas sobre o aprendizado das crianças.

A Escribo está sediada no Recife (PE). Seus livros, jogos e aplicativos são utilizados por milhões de alunos brasileiros e grandes grupos educacionais.

A empresa conta com corpo técnico de classe mundial que inclui mestres e doutores das áreas de educação, software, design e inovação.

Hubine
Dentro da estratégia de estímulo à inovação em sua área de atuação, o Banco do Nordeste lançará, em julho, por ocasião das comemorações de seu 64º aniversário, o Hub de Inovação do Nordeste (Hubine).

A iniciativa é um ambiente de apoio a negócios inovadores, que criem produtos, serviços e soluções capazes de contribuir com a dinamização da economia regional.

Localizado na sede do Banco do Nordeste, em Fortaleza (CE), o Hubine abrigará empreendimentos em sua fase inicial e disponibilizará espaço de coworking, suporte técnico gerencial e financeiro, com o objetivo de impulsionar a maturação e promover a perenidade de startups e contribuir para a geração de emprego e renda, com melhoria nas condições de vida das pessoas em todo o Nordeste.

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Fonte: Banco do Nordeste

Pesquisa de preços ganha importância entre consumidores de medicamentos

22 de junho de 2016 por vneto

Qual o comportamento do consumidor na hora de comprar medicamento? A pesquisa Comportamento do consumidor na hora de escolher farmácias, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC), no primeiro semestre de 2016, mostra que grande parte dos consumidores afirma se preocupar com pesquisa de preços.

Segundo dados, 57% dos entrevistados fazem rotineiramente pesquisa de preço de medicamentos e outros produtos farmacêuticos antes de comprar, um crescimento considerável em comparação com números de pesquisa similar feita em 2010, na qual apenas 11% tinham essa preocupação. Esses levantamentos foram realizados com 1.287 consumidores de 28 cidades brasileiras.

Contudo, ao confrontar os dados com uma segunda pesquisa realizada in loco, os resultados foram bastante distintos. Quando perguntados se pesquisaram em outras farmácias o preço do que acabaram de comprar, 81% afirmaram que não. Nesse caso, foram realizadas 321 entrevistas presenciais no lado de fora das farmácias, com consumidores que haviam acabado de realizar a aquisição.

Segundo o presidente da Febrafar, Edison Tamascia, em um comparativo entre as respostas se observa que há um alerta da população em relação à importância de pesquisas de preços, mas essa prática ainda não é efetiva.

“A importância do preço na hora da compra em uma farmácia já era sabida, contudo, não são realizadas frequentemente as pesquisas, assim, entende-se que outros fatores como cartões de fidelização, localização e atendimento ainda são imprescindíveis na hora da decisão de compra”, explica Tamascia.

Essa ideia é afirmada pela mesma pesquisa, que elencou quais os principais critérios considerados na hora da escolha do local da compra de medicamentos, mostrando que 94% analisa preços, 84% localização, 80% atendimento, 49% estacionamento, 32% meios de pagamento, 21% aceitação de PBM (programa de desconto) e 11 % entrega de produto em casa.

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Fonte: Associação Brasileira de Educadores Financeiros

Preços das frutas caem, mas os das hortaliça estão em alta

22 de junho de 2016 por vneto

O aumento na oferta das principais frutas comercializadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) mais representativas do país incentivou a queda registrada de preços nos mercados atacadistas em maio.

É o que revela o 6º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A queda no volume geral de exportações das frutas neste ano, comparada a 2015, refletiu no aumento da quantidade dos produtos no mercado interno, pressionando os preços para baixo.

Outro fator que explica o arrefecimento é o aumento de produção, principalmente de banana prata, mamão e melancia.

No caso do mamão, a queda nos preços reverte a tendência de alta registrada desde o fim de 2015 e reflete uma diminuição das intempéries climáticas que se abatia sobre as regiões produtoras.

Já a melancia deverá manter os preços estabilizados em patamares mais baixos até meados de julho, devido à entrada da safra.

Tomate, batata e cebola registraram dificuldades na produção, o que impactou na elevação dos valores comercializados destes produtos no atacado no mês passado.

Os preços da cebola continuam elevados devido às importações. Apesar do registro de queda nos últimos dois meses, o volume do produto importado neste ano é 8,1% superior ao de 2015.

Para o mês de junho espera-se queda nos mercados, acompanhando o movimento de entrada da safra do Vale do São Francisco.

Na contramão das demais hortaliça, a cenoura apresentou baixa significativa na comercialização de maio, chegando a 48% na Ceasa/Campinas.

Este movimento deve-se à recuperação das lavouras da região Sudeste, sobretudo em Minas Gerais, e deve seguir a trajetória descendente de preço, com a entrada de outras ofertas estaduais.

O levantamento é feito nos mercados atacadistas, por meio do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab, e considerou os principais entrepostos localizados nos estados de SP, MG, RJ, ES, PR, GO, DF, CE e PE.

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Fonte: Conab

Secovi abre inscrições para convenção do setor imobiliário

21 de junho de 2016 por vneto

Com o mote “É hora de se reinventar”, a Convenção Secovi 2016 focaliza o momento de mudanças por que passa o País – tanto no campo político como no econômico -, os impactos na cadeia imobiliária e a necessidade de as empresas do setor repensarem seus negócios para sobreviverem.

“Diante do cenário econômico difícil e com toda a turbulência política, a falta de confiança por parte das empresas e de seus clientes é latente. Não há outro meio de os agentes do mercado sobreviverem, a não ser pela reinvenção de seus negócios”, diz Luiz Fernando Gambi, coordenador geral do evento.

Um dos destaques da Convenção 2016 será a apresentação de um estudo inédito sobre a viabilidade de empreendimentos destinados a locação residencial a preços acessíveis.

Esse modelo de negócios, conhecido no exterior como affordable rentals, prevê uma conjugação de investimentos da iniciativa privada e de incentivos do governo, de forma a oferecer moradia para locação com baixo custo a famílias com menor renda e retorno no longo prazo para investidores.

O evento terá, ainda, painel focado em apresentar o que o mercado imobiliário tem pensado e oferecido em termos de modelos de negócios, produtos e processos inovadores.

Somam-se a isso palestras sobre finanças e segurança em condomínios, as diretrizes globais de planejamento urbano debatidas no Habitat III, os números de mercado mais atualizados do setor (vendas, lançamentos, loteamentos, locação e habitação econômica), sustentabilidade, entre outros.

Para o encerramento da Convenção, uma palestra sobre tecnologias disruptivas e o impacto que causam em diversos setores mostrará como inúmeras empresas podem vir a encerrar seus negócios caso não se sintonizem com os novos tempos.

“Iniciativas inovadoras abocanham mercados até então intocáveis. Atividades, incluindo imobiliárias, podem simplesmente sumir do mapa. O que vender para quem não quer comprar, mas somente usar? Quais são as ameaças, os desafios e as soluções? Imperdível para quem quer permanecer no mercado e crescer”, conclui Gambi.