Franquias: Mr. Kids tem 250 pontos para instalação no Nordeste

5 de março de 2015 por vneto

Quem se habilita?

A rede de franquias de máquinas de brinquedos e doces Mr. Kids quer ocupar um espaço maior no Nordeste.

Para isso firmou parceria e já tem 250 pontos negociados dentro dos hipermercados Wall Mart.

E por que o Nordeste?

Porque a Mr. Kids está de olho num mercado [de franquias] que movimentou no ano passado R$ 2,4 bilhões e gerou algo em torno de 32 mil novos empregos diretos na região, cujo crescimento econômico supera a média nacional.

Um rilize distribuído ontem informa: “Com um investimento de apenas R$ 18 mil (R$ 8 mil a Taxa de Franquia, R$ 9 mil inicialmente para a compra de equipamentos e R$ 1.000,00 para o estoque inicial de produtos), já é possível iniciar o negócio. Dependendo do número de máquinas e dos modelos escolhidos pelos franqueado, cujos preços variam de R$ 1.185,00 a R$ 8.920,00, o faturamento mensal pode variar de R$ 2.450,00 a R$ 40 mil ou mais.”

“Como não cobramos Royalties e não há necessidade de o franqueado ter um ponto comercial nem funcionários, os ganhos são muito interessantes”, acredita Antonio Chiarizzi Junior, diretor da Mr. Kids.

A Mr. Kids faturou R$ 3,6 milhões no ano passado e a expectativa é de crescimento de 40% até o final de 2015.

Voos na madrugada podem ser até 50% mais caros em algumas rotas

5 de março de 2015 por vneto

Os voos noturnos são mais caros que os voos em horário comercial.

Verdade ou conversa fiada?

Pesquisa da agência virtual ViajaNet garante que eles podem, sim, ser mais caros. Quantifica: “até 50% mais caros”. E cita exemplos.

“Na ponte aérea São Paulo com destino Rio de Janeiro, há diferença significativa no custo das passagens se comparar os voos noturnos com os diurnos. Na madrugada, o bilhete aéreo custa cerca de R$ 462 para uma viagem com embarque em 07/03, enquanto que, tanto no período da manhã quanto da tarde, o mesmo trecho saí aproximadamente R$ 318.”

Outro percurso analisado pelo ViajaNet é a ponte aérea Rio-Brasília. “O voo de madrugada saí em torno de R$ 792. Entretanto, se comparado o mesmo trajeto, mas em horários diferentes, por exemplo, matutino e vespertino, o tíquete fica em média R$ 526 e R$ 468, respectivamente.”

Segundo o executivo da ViajaNet, Gustavo Mariotto, a passagem aérea comprada com antecedência proporciona ao consumidor economia que chega a 60%. “O bilhete comprado nesse mês para uma viagem com embarque previsto para agosto, período madrugada, custa em média R$ 270 se comparado com outros horários o mesmo trecho, há uma diferença de quase 80% no valor do bilhete aéreo”, ressalta.

“O consumidor precisa saber que os valores das passagens aéreas sofrem alterações constantes. Hoje, o bilhete que custa, por exemplo, em média R$ 540, amanhã pode custa R$ 485 ou R$ 569, essas alterações vão de acordo com as companhias aéreas e as mudanças do setor”, alerta Mariotto.

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Nova linha global impulsiona vendas da Ford no Brasil

5 de março de 2015 por vneto

A Ford foi a marca que mais cresceu em participação de mercado no primeiro bimestre de 2015, com um ganho de 1,1 ponto percentual comparado ao mesmo período do ano passado.

A marca respondeu por 10,3% dos emplacamentos de carros e comerciais leves e manteve a liderança em segmentos importantes da indústria, com o New Fiesta, EcoSport, Focus e Fusion, além de ter o Novo Ka entre os mais vendidos do ranking.

O Novo Ka, modelo de maior volume da marca, ficou entre os cinco mais vendidos do mercado e foi o terceiro entre os compactos. O Novo Ka+, versão sedã da linha, foi outro destaque, com vendas crescentes.

O New Fiesta foi o mais vendido entre os hatches compactos com motorização acima de 1.0, com 12,9% de participação. O EcoSport manteve a liderança entre os utilitários esportivos com 33,5%, o Focus foi o hatch médio mais vendido com 27,9% e o Fusion manteve o domínio absoluto nos sedãs de luxo, com 79,5%.

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Fonte: Imprensa Ford

Construtoras fazem promoção para reduzir estoques

5 de março de 2015 por vneto

Com o mercado em baixa aqui e lá fora, as construtoras estão recorrendo a promoções para desencalhar os estoques de casas e apartamentos na Grande Natal,  principal vitrine do setor imobiliário do Estado.

A Moura Dubeux, por exemplo, lança nesta quinta-feira a campanha “Um MD é mais negócio” no Rio Grande do Norte.

A empresa oferece descontos que chegam a 120 mil reais. “O objetivo é mostrar para o consumidor que existem oportunidades de bons negócios em tempos de baixa confiança”, diz o superintendente de Marketing da Moura Dubeux, Sérgio Vieira.

A Campanha de Estoque será realizada até o final de abril. Além de ofertas exclusivas e limitadas, a Moura Dubeux oferece também o ITIV, o imposto municipal cobrado de quem compra imóveis, em alguns dos empreendimentos.

Entre as opções oferecidas em Natal, estão o Parque Cidade Jardim, em Capim Macio, pronto para morar; o Jerônimo Costa, ao lado do complexo jurídico, Lagoa Nova, e o International Trade Center, projeto que permite acomodar empresas e profissionais liberais num mesmo empreendimento.

RN tem o terceiro pior salário médio de admissão do Brasil

5 de março de 2015 por vneto

Estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), divulgado ontem, mostra que o Rio Grande do Norte tem o terceiro pior salário médio de admissão do Brasil.

No RN, o valor médio em dezembro de 2014 foi de R$ 904, acima apenas de Roraima e Sergipe, que pagam R$ 900.

Em outubro, a média era de R$ 923 e o RN ocupava o quinto lugar os piores.

O “Salariômetro” mostra ainda que apenas quatro unidades da federação pagam acima da média nacional, que foi de R$ 1.183 em dezembro/2014. São eles: Santa Catarina, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

Dos dez piores salários, seis são do Nordeste e quatro da região Norte.

Segundo o estudo, a folha salarial mensal em novembro foi de R$ 500 milhões no Rio Grande do Norte.

No Brasil, o pagamento de salário movimentou no ano passado R$ 1,1 trilhão.

DADOS
O Salariômetro é uma pesquisa de abrangência nacional, com base nos salários médios de admissão do Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

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SALÁRIO
Valor médio de admissão – Dez/2014

OS MAIORES
São Paulo……….. R$ 1.361
Rio de Janeiro…..R$ 1.331
Distrito Federal…R$ 1.207
Santa Catarina…..R$ 1.199
Paraná…………….R$ 1.167

OS PIORES
Paraíba…………. R$ 914
Alagoas………… R$ 906
Rio G. Norte……R$ 904
Sergipe………….R$ 900
Roraima…………R$ 900

MÉDIA BRASIL
R$ 1.183

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Preços dos alimentos da cesta básica disparam em Natal

4 de março de 2015 por vneto

Os preços dos alimentos deram um ‘pinote” em fevereiro na capital do Rio Grande do Norte.

A cesta básica subiu 4,36% em relação a janeiro, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta quarta-feira.

Juntando janeiro e fevereiro o aumento foi de 7,79%, uma tacada se levar em consideração que a variação de preços em 2014 foi negativa: (-1,7%).

Em fevereiro o valor foi de R$ 289,65. Mesmo assim ainda é a terceira mais barata do Brasil. Perde para João Pessoa (R$ 286,22) e Aracaju (264,67).

Os produtos que apresentaram elevação superior à taxa média foram: tomate (23,30%), feijão carioquinha (17,84%) e banana (12,78%).

Nove produtos apresentaram alta acentuada na comparação anual. Feijão carioquinha (37,91%), carne bovina de primeira (20,36%) e café (17,29%).

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RESUMO
Dados referentes a fevereiro/2015

Valor da cesta
R$ 289,65

Variação mensal
4,36%

Porcentagem do salário mínimo líquido
39,95%

Tempo de trabalho
80h52m

Variação no ano
7,79%

Variação últimos 12 meses
7,25%

Inflação em Natal sobe 0,64% no “mês da carestia”

4 de março de 2015 por vneto

O Índice de Preço ao Consumidor (IPC) de Natal aumentou 0,64% em janeiro, mantendo a tradição de o primeiro mês do ano é o “mês da carestia” em função do reajuste das mensalidades escolares, da alta dos alimentos e da correção do Salário Mínimo.

E foram os grupos Educação e Alimentos que puxaram a inflação para cima, segundo levantamento da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos do Idema – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte.

O grupo alimentação e bebidas, que tem peso de 32,4% no orçamento familiar, subiu 1,51%, empurrado pelo reajuste de preços dos restaurantes, hortaliças e verduras, aves e ovos. A alimentação fora de domicílio cravou alta de 17%, enquanto as hortaliças subiram 8,93%.

O da educação subiu 4,1% e o de despesas pessoais 0,61%. Dois grupos tiveram retração: artigos de residência (-1,65%) e vestuário (-0,47%), ao que tudo indica, provocada pelos saldões pós-natal do comércio.

A Cesta Básica, que também faz parte da pesquisa mensal do Idema/RN, teve leve alta (0,11%) em janeiro. A ração básica para uma pessoa fechou o mês com um custo médio de R$ 259,83, o equivalente a 32,9% do salário mínimo do mês. Em janeiro do ano passado, a cesta custava R$ 257,14, e tinha um peso maior em relação ao mínimo: algo em torno de 35,5%.

O Idema lembra que o custo da cesta, para uma família de quatro pessoas, foi de R$ 1.039,32 em janeiro. Se levar em conta os gastos com transporte, habitação, saúde, comunicação etc. bote aí uns R$ 3,2 mil.

Nos últimos 12 meses, a inflação em Natal é de 6,37%. O bicho deve pegar mesmo é em fevereiro. Aumento dos combustíveis e protesto de caminhoneiros.

Desde que o Real entrou em vigor, em 1994, o IPC em Natal subiu 349,5%. Neste período, o grupo “vestuário” subiu 552%, os transportes 441%, despesas pessoais 467% e alimentação 421%. Já habitação e artigos de residência subiram 141%. Educação 315%.

Preço dos imóveis tem nova queda real em fevereiro

4 de março de 2015 por vneto

O Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras, registrou em fevereiro/2015 aumento de 0,17% na comparação com janeiro e de 5,87% na comparação com fevereiro de 2014.

Em ambas as medidas a variação é menor do que a inflação registrada pelo IPCA (IBGE), cujo aumento esperado (segundo o Boletim Focus/Banco Central) para fevereiro/2015 é de 1,07% e na base anual é de 7,54%.

Essa é a segunda vez consecutiva que o Índice FipeZap Ampliado registra queda real (variação menor do que a inflação) na base de comparação anual.

Considerando o aumento esperado para o IPCA (IBGE) de 2,32% e a variação de 0,55% do Índice FipeZap acumulados nos dois primeiros meses do ano, a variação em termos reais para o preço médio de venda do metros quadrados  nas 20 cidades pesquisadas em 2015 é de -1,7%.

Nessa mesma base de comparação, todas as 20 cidades que compõem o Índice FipeZap Ampliado têm variações menores do que a inflação, sendo que Brasília, Florianópolis, Curitiba, Niterói e Porto Alegre apresentam queda nominal.

O valor anunciado do m2 médio das 20 cidades em fevereiro/2015 foi de R$ 7.482. A cidade com o m2 mais caro continua sendo o Rio de Janeiro(R$ 10.650), seguida por São Paulo (R$ 8.493). Os dois municípios que apresentam os menores preços foram Contagem (R$ 3.394) e Goiânia (R$ 4.020).

Em ano de desaceleração da economia, Midway Mall cresce 12,2%

3 de março de 2015 por vneto

A receita líquida do shopping Midway Mall, em Natal, totalizou R$ 17,5 milhões no quarto trimestre do ano passado, volume 13,0% maior que os R$ 15,4 milhões registrados no mesmo período de 2013.

De janeiro a dezembro de 2014, alcançou R$ 57,1 milhões, 12,2% superior ao registrado no ano anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira, em teleconferência, pelo empresário Flávio Rocha.

O crescimento também foi impulsionado pela mudança na tributação do shopping, que passou de lucro real (2013) para lucro presumido (2014), reduzindo o valor dos impostos sobre a receita.

Já o chamado EBITDA do shopping (o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 14,1 milhões no quarto trimestre, com queda de 4,4% frente aos R$14,8 milhões apurados no mesmo período de 2013.

O desempenho reflete “algum nível de inadimplência” de lojistas, além de despesas com multas contratuais “em função da troca de lojistas para melhora do mix na operação do empreendimento”, de acordo com explicações do grupo.

Já a Riachuelo teve crescimento de 13,8% no ano passado, ante 17,6% em 2013.

O grupo Guararapes, que controle o shopping e a Riachuelo, projeta investimentos de R$ 360 milhões este ano, dos quais R$ 60 milhões  no Rio Grande do Norte.

Preços ao consumidor desaceleram em cinco das sete capitais

3 de março de 2015 por vneto

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da última semana de fevereiro desacelerou em relação à semana imediatamente anterior fechando em queda em cinco das sete capitais pesquisadas.

O IPC-S é uma versão do Índice de Preços ao Consumidor (IPC). O IPC mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais. A pesquisa de preços ocorre diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.

O IPC-S baseia-se em um sistema de coleta quadrissemanal, com encerramento em quatro datas pré-estabelecidas (7, 15, 22 e 31). Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento

Divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-S fechou a semana encerrada no último dia 28 com variação de 0,97%, resultado 0,11 ponto percentual inferior ao 1,08% da semana encerrada no último dia 22.

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Fonte: Agência Brasil

Preço médio da gasolina cai no RN na terceira semana pós-aumento

1 de março de 2015 por vneto

Na terceira semana depois do aumento dos combustíveis, o preço médio da gasolina caiu dois centavos no Rio Grande do Norte, com o litro a R$ 3,309, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, divulgada neste domingo.

Com o ajuste feito nas bombas em função da lei da oferta e da procura, o RN caiu para o 21° lugar no ranking nacional e quinto no Nordeste. O Acre tem o maior preço médio da gasolina (R$ 3,741) e a Paraíba o menor (R$ 3,140).

Dos 144 postos pesquisados em seis cidades do Rio Grande do Norte, a gasolina mais barata é vendida em São José de Mipibu (R$ 3,232) e a mais cara em Caicó (R$ 3,355).

O diesel, principal motivos do protesto de caminhoneiros que bloqueiam trechos de rodovias federais, reclamando também dos pedágios e do preço dos fretes, estava sendo vendido a R$ 2,755 na semana passada no RN.

O preço médio do etanol, que não foi alcançado pelo decreto do governo instituindo a cobrança do PIS/Pasep e Cide, era de R$ 2,659. Nesse patamar perde competitividade. E essa é a razão da disparidade entre as vendas de gasolina, que somaram 652,3 mil metros cúbicos no ano passado, ante 42,6 mil metros cúbicos de etanol no mercado potiguar.

Entre os 44 postos pesquisados em Natal, a gasolina mais barata era vendida no São Bernardo, na Av. Mário Negócio, Quintas, bandeira Petrobras; e no Dois Irmãos, também na Mário Negócio, Alecrim, bandeira branca, a R$ 3,19 ambos. A mais cara no Posto Parelhas Gás, da Av. Amintas Barros, Lagoa Nova, de bandeira Ipiranga (R$ 3,390).

A gasolina mais barata entre os postos visitados pela ANP era a do Rota Sul, bandeira FAN, no Centro de São José de Mipibu.

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GASOLINA NO RN
Preço médio 15 a 21 fevereiro

Caicó………………3,355
Mossoró…………..3,341
Currais Novos…..3,348
Natal………………..3,302
Parnamirim……….3,299
S. José Mipibu…..3,232

Varejo projeta crescimento nas vendas de 3,2% em fevereiro

27 de fevereiro de 2015 por vneto

O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas) projeta um crescimento nas vendas reais de 3,2% neste mês, em comparação com o mesmo período do ano passado, retomando o ritmo do varejo. Já para março e abril, as estimativas são de crescimento de 5,2% e 5,1%, respectivamente, sempre em relação aos mesmos meses de 2014.

Este é um estudo realizado mensalmente pelos associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) e divulgado 30 dias antes da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE

Após o resultado negativo verificado em dezembro, o IAV-IDV voltou a crescer em janeiro, com um resultado real de 1,5%, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, já descontando a inflação.

O varejo de bens não duráveis, que responde em sua maior parte pelas vendas de super e hipermercados, foodservice e perfumaria, apresentou índice negativo de 1,22% em janeiro, em comparação com o mesmo período do ano anterior, valor abaixo da média do IAV, que foi de 1,5%.

Já em relação a este e aos próximos dois meses, a expectativa é de uma recuperação nas vendas, com crescimento de 4,5% em fevereiro, 4,3% em março e 4,1% em abril.

Já o setor de bens semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, ficou acima do IAV de janeiro, com o fechamento de 7,3%. As estimativas de crescimento para os próximos meses são de 3,5% em fevereiro, 6,9% em março e 6,6% em abril.

Para o segmento de bens duráveis, os associados divulgaram resultado real 0,5% em janeiro. Para os meses subsequentes, a expectativa de crescimento é de 1,2% em fevereiro, 5,1% em março e 5,4% em abril.

“O resultado do primeiro mês de 2015 foi o pior dos últimos seis anos em função da mudança do cenário econômico, da ligeira elevação do endividamento das famílias, da queda brutal da confiança do consumidor e da aceleração dos indicadores de inflação que corroeram parte do crescimento real da massa salarial”, explica Luiza Helena Trajano, presidente do IDV.