Arquivos da categoria ‘Capacitação e Educação’

Engenheiros lançam conjunto de propostas para gestão nas cidades

25 de junho de 2016

A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) lançará, na próxima semana, a nova edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”.

Com foco em Cidades, o documento traz uma série de diagnósticos e propostas sobre a qualidade de vida nas cidades e o desenvolvimento local. Em ano de eleições municipais e com o cenário econômico instável, o documento coloca os engenheiros no centro dos desafios: identificação de problemas prioritários, avaliação de alternativas para enfrentamento e superação, e definição de caminhos para implementar tais soluções.

As reflexões e proposições do documento versam sobre temas como finanças, mobilidade e transporte, saneamento básico, habitação, iluminação e internet pública. Com foco na boa gestão das localidades, a Federação irá debater e encaminhar suas análises para os candidatos às eleições municipais, representando a contribuição dos engenheiros para a formulação de planos e programas de governo.

“Entendemos que os recursos são escassos, tendo em vista a dependência dos municípios em relação aos estados e à União. Pelos nossos estudos, vimos que falta também capacidade administrativa e técnica para elaborar, executar e fiscalizar projetos e obras. Em outras palavras, as cidades brasileiras carecem de engenharia e estamos cumprindo nosso papel e pretendemos contribuir para as novas gestões municipais”, analisa Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE.

As questões urbanas dizem respeito a 84% da população brasileira que vive nas cidades, de acordo com o último censo do IBGE. O Brasil é o país mais urbanizado entre os BRICS e sua taxa de urbanização é quase igual à da França (85%) e pouco maior que a dos Estados Unidos (82%), que têm receitas públicas e padrão de qualidade da vida urbana muito superiores. O tamanho do desafio enfrentado nos 5.570 municípios brasileiros envolve mais de 190 milhões de habitantes demandando condições de vida, trabalho, convívio e lazer minimamente dignas.

O projeto Cresce Brasil completa dez anos em 2016 e segue a mesma metodologia, com a análise de especialistas e acadêmicos, elaboração de notas técnicas e eventos para debater os cenários e formular caminhos parta as soluções. Na edição “Cidades”, os engenheiros ressaltam que é urgente formular novas modalidades de desenvolvimento de projetos em infraestrutura urbana, de maneira a canalizar esforços fiscais para projetos de investimento resultantes de planejamento integrado, com informações sobre o território (demanda e oferta), boa engenharia e, elemento indispensável, gestão eficaz.

Alguns temas
Detalhando o conteúdo do novo documento, as propostas na área de habitação de qualidade focam em duas questões centrais: a urgência de regularização fundiária e a necessidade de assistência técnica para melhorias em residências e a consequente saída da informalidade. O documento traz ainda um balanço do programa Minha Casa Minha Vida que já entregou aos beneficiários mais de 2,6 milhões unidades, e já efetivou investimentos de R$ 294,5 bilhões, o que representa 45% do montante contratado.

No que diz respeito à mobilidade urbana, as análises dos engenheiros mostram a urgência de planejamento urbano e organização da gestão pública. Sobre os desafios e a precariedade do saneamento básico, o documento destaca dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que demonstram que cada real aplicado em saneamento resulta em economia de R$ 4,00 nos custos do atendimento à saúde pública. Apesar da parcela da população brasileira com acesso a redes de coleta de esgotos sanitários ter evoluído de 44,5% em 2009 para 48,6% em 2013, cerca de 100 milhões de cidadãos ainda não são atendidos.

Outra área que soma esforços da FNE há tempos, a Iluminação Pública é foco de um projeto de lei que está tramitando no Senado Federal. A iluminação pública está diretamente ligada à segurança – pois previne a criminalidade –, estimula o comércio, embeleza as áreas urbanas, destaca e valoriza monumentos, prédios, praças, paisagens e permite melhor aproveitamento das áreas de lazer. De acordo com as análises, um projeto técnico de modernização e eficientização de uma cidade, que leve a uma melhoria significativa no nível de iluminação do sistema, também pode culminar em reduções de consumo de energia elétrica superiores a 50%, autofinanciando sua execução e gerando demanda firme por produtos industrializados no País.

Artigo: Tenho vergonha de falar que sou coach

31 de maio de 2016

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Por Flávia Lippi
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Dar um passo em direção ao crescimento é um grande passo. Propor a si mesmo ser melhor a cada dia significa assumir uma postura de vida cheia de desafios, mas com um futuro promissor com frutos chamados prosperidade.

Decidir ser um Coach é optar por ver o mundo de uma forma diferente. Olhá-lo por perspectivas de fé e de desenvolvimento ascendente. Ser um Coach é uma filosofia de transformação. Decidir que, a partir de hoje, fé, esperança, planejamento, ação, postura positiva, participação e responsabilidade são os ingredientes obrigatórios na sua trajetória.

Mais do que uma nova profissão. Mais do que as possibilidades de crescer profissionalmente. Mais do que todos os benefícios que o Coaching trará a você, acredite: a partir deste momento você pode se tornar alguém ainda mais especial para o mundo. Mestre de si mesmo!

E sabe por que eu tenho vergonha de falar que sou coach? Porque se tornou uma profissão de desesperados e iludidos, ou até mesmo ilusionistas.

Dentro de meu escritório, que comemora 25 anos de vida, recebo coaches à beira da morte emocional. O motivo? Simples. Cansaram de suas profissões anteriores ou até mesmo, contrataram um coach e ficaram tão felizes com o resultado imediato que resolveram se formar em uma das inúmeras empresas de formação de Coaching e saíram de lá novos “COACHES”, com a promessa que seriam ricos, amados, bem sucedidos e totalmente resolvidos, como aquele coach, que outrora fora contratado em algum momento da sua antiga vida…

A técnica de Coaching, com suas variáveis, é maravilhosa, e ao longo dos anos, desde que surgiu, foi crescendo e se aprimorando. Entretanto, ela nunca surgiu como promessa de riqueza às custas de outras vidas e outros sonhos e nem muito menos como promessa de completude para quem pratica, principalmente, se esta pessoa não estiver madura como ser humano, para saber se suas necessidades mais básicas e mais complexas estão sendo acolhidas e que demandam o apoio de outros profissionais, incluindo psicólogos ou psiquiatras ou outros profissionais necessários.

Tenho vergonha de dizer que sou coach, porque tenho vergonha de vender dez passos para o sucesso, a fórmula mágica para resolver sua relação com seu marido, o processo perfeito para que você se torne diretor e logo, logo, o CEO de sua empresa, a certeza de que você pagando bem, você terá aquilo que sonha.

Tenho vergonha de ser coach, quando escuto em rodas sociais, a maioria das pessoas dizendo que são coaches e até que enfim tem seus próprios negócios e se livraram da vida monótona de que tinham antes e agora são bem sucedidos e ajudam milhares de pessoas com sua especialidade.

Tenho vergonha de ser coach, quando escuto as mentiras contadas e embaladas em estratégias de marketing, posts fantásticos, delírios de sucesso, cursos mágicos, para convencer uma grande maioria de que contratando este profissional você se torna um deles.

Tenho vergonha de ser coach, quando recebo milhares de spans, whats, sms, inbox, e toda forma de comunicação, vendendo, com as mesmas palavras, os mesmos temas, as mesmas abordagens, a mais pura cópia da antiga PNL, deformada, copiada, desgastada e estragada pelos desesperados pelo dinheiro imediato.

Tenho vergonha de ser coach, em saber que muitos estão passando por maus bocados e, ao invés de se curarem, estão vendendo uma cura inexistente.

Só desejo a você coach, que seja mestre de si mesmo e repleto de forças para ir além do que você possa ver com olhos humanos.

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Flávia Lippi – Mentora, Mediadora, Transformadora
IDHL – Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi

Artigo: Dicas infalíveis para quebrar sua empresa

11 de fevereiro de 2016

Vanildo Veras*

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Todo negócio necessita de um grau de otimismo, o que é desejável e natural. Porém, quando há um elevado espírito de otimismo isso pode se tornar prejudicial caso os envolvidos não cuidem devidamente de alguns aspectos determinantes e elementares para que o empreendimento possa se perpetuar. Observe se identifica alguma dessas dicas em sua jornada empreendedora que possam afetar de forma negativa e, até mesmo, levar ao fim o seu negócio:

1 – Faça planos e deixe o universo conspirar a favor. Você é um cara de sorte e tudo vai acontecer naturalmente;

2 – Ao contratrar pessoas para a sua equipe, foque no menor salário, pois assim alcançará excelentes resultados. Nunca se esqueça que do couro tira-se a correia;

3 – Não desperdice seu tempo e dinheiro com treinamentos, basta você definir como serão as regras, que todas as pessoas saberão fazer tudo direitinho, não é mesmo?

4 – Invista apenas em marketing, pois ele sozinho garantirá os resultados que seu negócio precisa;

5 – Lembre-se que cliente é tudo igual, não perca o seu tempo tentando descobrir as necessidades deles, basta rotular bem os seus produtos ou serviços que todos vão querer consumi-los;

6 – Você não pode perder o seu precioso tempo em reuniões com o seu contador para discutir sobre formas legais para reduzir a carga tributária da sua empresa, você já sabe qual é a melhor alternativa e ponto final;

7 – Não mantenha controle financeiro. O que importa é dar uma olhadinha na conta bancária. Fazer fluxo de caixa, planejar e acompanhar as operações financeiras não vale a pena, pois afinal, o importante mesmo é ter dinheiro na conta;

8 – Não esqueça que resultado é uma conta simples (tudo que entra menos tudo que sai). Medir resultados dá muito trabalho e é desnecessário. Jamais esqueça que a sorte sempre estará ao seu lado;

9 – Não esquente a cabeça com dinheiro. Agora você é um empresário e sua vida tem tudo para melhorar.De forma prática, tudo pode ser resolvido com um cartão de crédito corporativo. Ele resolverá todas as suas necessidades e sua empresa pagará com tranquilidade as faturas mensais;

10 – Faça do caixa da sua empresa uma extensão da sua carteira. Quando precisar de dinheiro basta pegar. Nada de estabelecer limites e muito menos um valor fixo de retirada mensal, afinal você é empresário e jamais pode ter limites;

11 – Todo empresário merece usufruir da vida e com você não pode ser diferente. Diante desta situação, nada de trabalhar mais do que 8 horas por dia, sábados nem pensar, domingos e feriados então, jamais! Não esqueça que está no comando e você é o cara;

12 – Abra várias contas bancárias para sua empresa e não se esqueça de agradar bem os seus gerentes, pois dependerá muito deles para conseguir bons limites nos cheques especiais de cada conta para utilizar sempre que precisar;

13 – Contrate uma contabilidade para cuidar apenas dos impostos e da folha de pagamento dos seus empregados e, no máximo, um livro caixa. Não se atreva a pensar em escrituração contábil, pois lhe disseram que sua empresa não está obrigada.

Você é um empresário que sabe das coisas, não precisará da contabilidade para apurar os resultados, apresentar indicadores e relatórios de evolução das despesas, receitas, contas a pagar e a receber e dos impostos em aberto. Estas informações não ajudam em nada, pois você já sabe que é um cara de sorte e o universo conspira a seu favor, não é mesmo?

Importante lembrar que basta praticar todas as dicas acima que a quebra será certa. Mas, se você fraquejar e só conseguir praticar algumas dicas, fique tranquilo, pois pode demorar um pouco, mas da mesma forma seu negócio não alcançará o próximo ano. Pense nisso!

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(*) Vanildo Veras, diretor de Inteligência Fiscal da Datanil empresa especializada em consultoria contábil, tributária e trabalhista.

 

Artigo: a importância de calcular o ROI dos treinanentos

20 de janeiro de 2016

Por Luiz Alexandre Castanha

Você investe em treinamento na sua empresa? Sabe o quanto tem de retorno com isso? A primeira resposta foi sim e a segunda não. Você está seguindo a maioria das empresas. Segundo uma pesquisa feita com os CEOs da lista Fortune 500 – considerados os melhores dirigentes de empresas do mundo – mostrou que 90% deles gostariam de saber como os programas de treinamentos impactam em pelo menos um dos cinco objetivos principais da empresa. Apenas 8% afirmaram que tem alguma informação sobre o assunto, 74% queriam saber qual o ROI dos treinamentos e apenas 4% afirmaram que tinham alguma informação a respeito.

É exatamente isso o que queremos saber e o Return On Investiment (ROI) vai te responder. Para se obter o ROI de qualquer coisa é necessário adotar uma metodologia baseada em técnicas e fórmulas matemáticas que conseguem mostrar os resultados efetivos do que se está avaliando. Ou seja, ele pode apresentar o quanto à empresa teve de lucro efetivo com o investimento em treinamento.

E isso serve para tudo que é investido dentro de uma empresa: publicidade, novos funcionários, novas aquisições, etc. Enfim tudo precisa ser avaliado e o resultado tem que ser positivo para a empresa. Além disso, você deve ver que o seu projeto de treinamento está concorrendo com outros projetos internos. Ou seja, a verba está sendo disputada e você precisa ter argumentos reais para receber o budget.

De acordo com a Metodologia Phillips ROI, criada por Jack Phillips, existem cinco níveis de avaliação: “Reação, Satisfação e Ação Planejada”; “Aprendizado”; “Aplicação e Implementação”; “Impacto”; e o “Retorno Sobre Investimento”. Para Phillips, o motivo para trabalhar os dados da avaliação em níveis é que isto simplifica na hora de relatar os dados obtidos.

O primeiro nível trata dos dados que representam a satisfação e a reação dos participantes em relação ao programa de treinamento e suas ações planejadas.

No segundo nível, os dados representativos do treinamento em que os participantes adquiriram novos conhecimentos e habilidades são analisados. Essa categoria de dados também analisa o nível de confiança dos participantes em sua capacidade de aplicar o que aprenderam.

No terceiro nível, os dados determinam o quanto os participantes aplicaram efetivamente seus novos conhecimentos e habilidades. Essa categoria inclui ainda dados que descrevem as barreiras encontradas para a aplicação e os elementos de apoio desse processo.

No quarto nível, a avaliação se dá pela aplicação do conhecimento e habilidades adquiridos pelos participantes e se influenciou positivamente no que precisava melhorar como resultado do treinamento.

No quinto e último nível, as medidas de impacto são convertidas em valores monetários e comparadas aos custos do treinamento. Nesse momento, pode haver melhorias em produtividade, por exemplo, mas é necessário determinar o valor monetário disso e seu custo para que se faça o cálculo do ROI. Se o valor da melhoria exceder o seu custo, o cálculo resultará em um ROI positivo.

Sei que não é uma tarefa fácil, mas é necessário ter esse feedback da área de treinamento, as justificativas para não calcular o ROI são as mais diversas possíveis, desde a falta de tempo, falta de credibilidade dos dados, até medo dos resultados. Mas a verdade é que nos dias atuais não é possível mais uma empresa investir sem saber com certeza os resultados obtidos, ou seja, se você não fizer esta conta, outros farão por você, e aí pode ser tarde demais. Pense nisso.

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(*) Administrador de Empresas com especialização em Gestão de Conhecimento e Storytelling aplicado a Educação, atua em cargos executivos na área de Educação há mais de 10 anos.

Universidade Secovi abre inscrições para curso destinado aos profissionais do setor imobiliário

19 de outubro de 2015

Estão abertas as inscrições para o primeiro curso destinado aos profissionais do mercado Imobiliário, através da Universidade Secovi, que passa a atuar em Natal graças a uma parceria firmada o Secovi/RN e o Secovi de Minas Gerais.

As aulas do curso “Habilidades Profissionais de Vendas” serão ministradas nos dias 22 e 23 de outubro, das 8h30 às 17h30, no auditório do Sebrae/RN, peloinstrutor Celso Septimio, formado em Relações Públicas e pós-graduado em Marketing.

Segundo o presidente do SecoviI/RN, Renato Gomes, a Unisescovi foi criada em 2001 e já formou cerca de 20 mil alunos nas mais diversas áreas ligadas ao mercado imobiliário.

Para o diretor de Educação do Secovi/RN, Ângelo Medeiros, novos cursos vão ser oferecidos posteriormente, envolvendo um conteúdo voltado para assuntos como venda, locação e aspectos jurídicos das transações imobiliárias, entre outras disciplinas de interesse do setor.

Outras informações podem ser obtidas através do fone (84) 3223-6687 ou acessando  o site www.secovirn.com.br.


Fonte: Assessoria de imprensa do Secovi/RN

Artigo: O que a comunicação verbal pode fazer pela sua carreira?

7 de julho de 2015

Não são apenas os estudiosos que alertam para a posição de destaque assumida pela comunicação nos últimos anos. Cada vez mais tenho essa percepção no próprio cidadão comum, o indivíduo que já sentiu a necessidade de se comunicar e de se familiarizar às pressas com as novas e velozes ferramentas da informação.

Seja na hora de disputar uma vaga no mercado do trabalho ou quando a comunicação é indispensável para cultivar relacionamentos, perceba o quanto usamos a comunicação na hora de realizar a manutenção da nossa vida social.

Sem a comunicação, jamais poderíamos ser melhores hoje do que fomos ontem, tampouco avançar amanhã com relação a onde estamos hoje. É importante entendemos essa profundidade da comunicação, percebemos que ela necessita de amor e afeto para ser inteira, completa, integral.

Quem acha complicado lidar com o desenvolvimento da capacidade de se comunicar, muitas vezes aponta o crescente volume de informação corrente no mundo como o maior obstáculo. Mas, não adianta reclamar, esse volume não vai diminuir.

A questão é outra: se a nossa forma de compreender o mundo e os meios de se relacionar com os outros está mudando na medida em que a comunicação se torna mais importante e mutante, precisamos buscar algo na essência.

Precisamos perceber e desenvolver nossas capacidades de acordo com as novas ferramentas (afinal, ninguém quer correr o risco de ficar parado no tempo) e ir além. Isso significa se envolver com as dimensões da comunicação. Para entender melhor, desenvolvi a Metodologia das 7 Dimensões da Comunicação Verbal. Confira abaixo.

A primeira é a intrapessoal, que tem a ver com a “ponte” que uma pessoa estabelece consigo mesma e até onde ela é capaz de trabalhar o seu comportamento e transformar a timidez em força para se expressar com confiança e entusiasmo.

A segunda dimensão é a interpessoal, que não é exatamente o oposto da primeira, mas engloba o diálogo, a empatia, a importância do feedback, o elo com nosso interlocutor e a força da alteridade (a capacidade de se colocar no lugar do outro).

Outra dimensão é a vocal, que lida com o “como” dizer.

A quarta dimensão trata da comunicação corporal: até que ponto os nossos gestos, expressões faciais, estilos, aparências e sinais são importantes para as mensagens sem palavras?

A dimensão técnica, por sua vez, tem a ver com os recursos para uma comunicação adequada aos ambientes e circunstâncias, isto é, o ambiente ou ferramentas como aplicativos, audiovisuais, etc.

Na dimensão intelectual, que a produção dessa comunicação assume destaque quando somos capazes de planejar e preparar com propriedade as nossas apresentações.

Por último, e não menos importante, a dimensão espiritual se refere ao cultivo dos nossos valores para a busca de uma liderança pessoal e exclusiva neste estágio de “animal especial” alcançado pelo Homem, onde é concedida a cada um de nós a magnífica oportunidade de deixarmos a nossa marca no mundo.

Como você pode perceber, a comunicação nem é um bicho-de-sete-cabeças, nem é a coisa mais simples desse mundo. Por isso, ela tem que ser levada a sério, na sua profundidade. Hoje, somente com este mergulho que percorre as dimensões da comunicação poderemos aplicá-la à vida e ao trabalho. A comunicação desenvolvida tem poder suficiente para provocar mudanças positivas em nossas vidas. Mudanças movidas pela ética, pela dignidade e pelo amor.

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Reinaldo Passadori – Especialista em Comunicação Verbal e presidente do Instituto Passadori Educação Corporativa, que já treinou mais de 70 mil profissionais na área.

UERN retoma entendimentos para implantação do CTsal

20 de abril de 2015

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) reiniciou os contatos com os governos federal e estadual para a implantação do Centro de Tecnologia do Sal.

Com a mudança de dirigentes nos órgãos governamentais, a instituição entende que é necessário retomar o projeto que se encontra nas duas esferas de poder.

O reitor Pedro Fernandes já esteve com o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte, Paulo Roberto Cordeiro, e na semana passada, tratou do assunto com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo.

O professor Pedro Fernandes lembrou que em 2013, o então ministro Marco Antonio Raupp havia assegurado R$ 1,5 milhão para a construção do CTsal e que existe uma emenda de R$ 1 milhão do ex-deputado Betinho Rosado, além de equipamentos no valor de R$ 500 mil adquiridos, através da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN).

O reitor pediu apoio do novo ministro para o projeto explicando que a implantação do CTSAL-RN tem como objetivo desenvolver pesquisas que visam agregar valor ao sal produzido no Estado e também servirá de ponto de apoio para as empresas de produção e beneficiamento do sal do Rio Grande do Norte, prestando informação sobre a qualidade do produto. “Queremos compor forças com a indústria salineira que é uma das nossas principais atividades econômicas do Estado”, pontuou o reitor.

O reitor também esteve em Brasília, com o deputado Beto Rosado, de que recebeu apoio para o Centro de Tecnologia do Sal.”Nossa região produz 97% do sal marinho. Precisamos agregar cada vez mais valor a essa riqueza que temos”, afirmou o parlamentar.
O reitor disse esperar que com essa nova mobilização, o CTsal seja concretizado, convocando mais uma vez os produtores para reforçar a defesa do projeto.

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Fonte: Ascom UERN

Minha carreira em 2015: quatro passos para chegar lá

9 de janeiro de 2015

Eduardo Shinyashiki

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Você está com a sensação de que encerrou o ano com poucas mudanças efetivas na sua carreira? Talvez a engrenagem profissional não tenha funcionado como previsto por falta de planejamento – ação ideal para quem deseja se encontrar profissionalmente ou subir degraus na carreira. Por meio dos quatros passos a seguir é possível fazer reflexões que podem ser o start de um excelente ano profissional. Confira:

Onde quero chegar?
Saberia responder, de maneira rápida e segura, qual é a próxima posição que pretende ocupar dentro da sua organização ou em que empresa quer estar no médio prazo? Se a resposta for “não”, cuidado, pois a primeira etapa para a formulação do seu planejamento é, justamente, traçar os objetivos e sonhos que tem para a sua carreira de forma clara e detalhada. Deixe o senso comum de que “é preciso crescer” e reflita profundamente sobre o que de fato vai lhe trazer a plenitude, possível para quem alcança a realização no trabalho e, por meio disso, consegue dar conta de suas necessidades.
Imagine tudo o que deseja para o seu novo ano, tendo apenas o cuidado de não estabelecer metas inatingíveis, pois isso irá contribuir para a aparição de frustrações que podem ser evitadas. Quando temos em mente o nosso destino, fica mais fácil projetar o melhor caminho para se chegar lá. Pense sua carreira como uma estrada e esse momento como a escolha do endereço no seu GPS do planejamento.

Onde estou?
Talvez essa questão pareça simples demais num primeiro momento, mas respondê-la de forma precisa é fundamental para quem quer dar os próximos passos. Afinal de contas, não podemos falar do futuro se não conhecemos o presente bem o bastante. Por isso, identifique suas principais características e deixe tudo anotado de maneira organizada para que possa consultar mais tarde.
Além do cargo que ocupa na empresa, atividades que desempenha no cotidiano e o salário dê atenção especial aos pontos cegos, ou seja, aquilo que poderá dificultar sua caminhada. Para crescermos é preciso reforçar os pontos fortes e trabalhar continuamente para diminuir as fragilidades. Uma dica interessante é consultar seus colegas de trabalho para descobrir como você está sendo visto por aqueles que trabalham ao seu lado, o que irá te dar inputs diferentes dos gerados por sua autoanálise. Lembre-se que quanto mais informações forem levantadas nesta etapa, mais fácil será definir suas estratégias para 2015.

Como chegar lá?
Depois de ter traçado seus objetivos e visualizado o que pode te atrapalhar, chega a hora de estabelecer quais serão os caminhos que irão levá-lo até o futuro desejado. Em outras palavras, é aqui que irá decidir se deverá investir em um curso de especialização na sua área ou alcançar a fluência em um segundo idioma. Tudo vai depender dos tipos de desafio que deverão ser vencidos ao longo dos próximos 12 meses.
Além do desenvolvimento de suas competências pessoais e profissionais, já pensou no que mais pode contribuir para trazer os resultados esperados? É importante ter em mente que, com certeza, você deverá contar com o suporte de outras pessoas para colocar suas ideias em prática e isso exige que tenha claro como ativar sua rede de relacionamento.

Como estou evoluindo?
Como tem feito para medir a “velocidade” da sua carreira? Para muitos, o indicador é a remuneração, mas esse não é o único ponto que deve ser analisado. Ter espaço para ser criativo e fazer parte de uma organização com a qual se compartilha valores e objetivos também são itens fundamentais para quem quer chegar ao sucesso. Sendo assim, cruze suas metas e estratégias para criar as formas de avaliação do seu trajeto. Faça isso com muita atenção e desenhe os indicadores de forma customizada para os objetivos que estiverem em pauta.
Por último, crie checklist gerais, que podem acontecer a cada dois ou três meses, para fazer uma avaliação 360°, identificando em quais perspectivas teve progresso e em quais deverá investir mais tempo. Com essas ações, você saberá encontrar o que fazer para que 2015 seja realmente um ano de realizações!

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Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes.

RN ocupa o 17º lugar no ranking da competitividade do agronegócio

2 de dezembro de 2014

O Rio Grande do Norte ocupa o 17º lugar no ranking da competitividade da Confederação Nacional da Agricultura. Com índice 0,280, o RN supera Paraíba e Pernambuco, mas perde para o Ceará (o nordestino mais bem classificado 15º lugar) e a Bahia 16º. O índice foi constituído levando em conta 21 subitens em seis categorias: infraestrutura, ambiente macroeconômico, inovação, mercado de trabalho, educação e saúde. As notas vão de 0 a 1. Quanto mais perto de 1, mais competitivo será o estado.

“Apesar de proporcionar o ordenamento segundo as características competitivas de cada Unidade da Federação, não é aconselhável a comparação direta entre um estado e outro. Ou seja, não é possível dizer que um estado é 20% ou 30% mais competitivo do que outro, mas que há diferenças consideráveis na competitividade desses estados”, explica a CNA. “Em outras palavras, o índice de competitividade é um indicador ordinal, que possibilita a ordenação das Unidades da Federação segundo seu poder competitivo, e não cardinal, pois não é um indicador quantitativo”, complementa.

O Rio Grande ocupa o 9º lugar no item infraestrutura, o 21º na educação, o 14º na saúde, o 10º em inovação, o 23º no ambiente macroeconômico e o 25º em mercado de trabalho.

Os estados com os maiores indicadores de mercado de trabalho, que leva em conta variáveis como disponibilidade de mão de obra, desemprego rural, qualificação profissional e produtividade por trabalhador do agronegócio, foram Goiás (0,763), Mato Grosso do Sul (0,760) e Rio Grande do Sul (0,700).

O ranking geral é liderado por São Paulo, com Santa Catarina em segundo e o Distrito Federal em terceiro. Alagoas, Sergipe e Amapá ocupam os três últimos lugares.

Artigo: Perfeccionismo ou excelência?

19 de novembro de 2014

Eduardo Shinyashiki*

O perfeccionismo é um inimigo invisível, um obstáculo ao sucesso que leva muitas pessoas, especialmente no contexto profissional, a não agirem e a bloquearem uma ação por medo de não atingir aquilo que julgam “perfeito”. O profissional perfeccionista foca sempre nos seus defeitos e nas imprecisões do seu trabalho, elevando, assim, o estresse, a ansiedade e o sentimento de frustração.

Se o desejo de melhorar é certamente positivo, se levado à exasperação e ao extremo, prejudica o profissional e se torna negativo. Precisamos evitar que pequenos e simples erros se tornem catástrofes emocionais por causa de um modelo de perfeição que destrói a autoestima e a autoconfiança, distanciando cada vez mais o indivíduo da concretização dos resultados, da realização e da satisfação pessoal.

Quando repensamos continuamente e exaustivamente em cada detalhe de uma atividade com o anseio de que ela seja perfeita, o risco de perder de vista a maneira de atingir o objetivo é muito maior. O perfeccionista não dá o primeiro passo, mas se perde nos detalhes não enxergando mais o resultado.

É mais produtivo ir em direção à excelência e à vontade de melhorar constantemente do que buscar um padrão ilusório de perfeccionismo, conceito absoluto, de parâmetros e regras fixas, um labirinto e um círculo vicioso onde não se encontra a saída. Se ir em direção à excelência significa querer expandir, aprender e estar aberto a novos estímulos, o perfeccionismo nos aprisiona em uma camisa de força onde o nosso agir é limitado e bloqueado.

A excelência é muitas vezes confundida com o perfeccionismo, mas não são equivalentes, pois o perfeccionista vive na necessidade de ser invulnerável, buscando a imagem perfeita, a ação perfeita, a palavra perfeita, e cai, assim, na frustração e no fracasso, vivendo uma fachada de proteção que elimina a autenticidade da sua vida e coloca o medo de ser descoberto nas suas imperfeições, como dono das suas ações.

A excelência é flexibilidade, pois não tem parâmetros fixos ou regras a seguir. Buscar a excelência naquilo que se faz significa se preparar e se colocar nas melhores condições para enfrentar cada situação naquele determinado momento. A excelência inclui o fracasso e o erro vividos não como uma derrota, mas como resultados sobre os quais trabalhar e focar mais. Ela se torna então uma arte aprimorada por meio do hábito e do exercício de usar as próprias qualidades e potencialidades, perseverando no tempo para conseguir os objetivos escolhidos e buscando melhorar a cada dia com a consciência de que não somos infalíveis, mas sim pessoas em contínua evolução.

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Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, Eduardo também é escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente. www.edushin.com.br.

Escola Agrícola de Jundiaí lança edital para contratar professores de cursos técnicos

21 de outubro de 2014

A Escola Agrícola de Jundiaí, Unidade Acadêmica de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abriu Edital de inscrição Nº 23/2014 para o Processo Seletivo Simplificado de credenciamento temporário de professores para atuação nos cursos técnicos. São oferecidas 326 vagas distribuídas em 24 municípios para atuação nos próximos semestres dos cursos em andamento, em diferentes turnos de trabalho.

As inscrições gratuitas podem ser realizadas até 31 de outubro, das 08h às 12h e das 14 às 16 horas, exclusivamente, na Secretaria da Coordenação Pronatec, localizada na direção da Escola em Macaíba-RN, telefone 3342-4803. Os candidatos podem concorrer até cinco (5) vagas deste edital, devendo entregar um processo de inscrição (documentação/envelope) para cada vaga proposta.

O processo seletivo será conduzido por uma Comissão de Seleção nomeada pelo Diretor Geral da Escola Agrícola de Jundiaí e constará de uma única fase de caráter classificatório através da análise documental entregue. O resultado parcial será divulgado no dia 12 de novembro e o final a partir do dia 17 de novembro.

Mais informações

http://www.eaj.ufrn.br/pronatec/selecoes2014.html

Negócios: Embelleze planeja ampliar franquias no Nordeste

14 de agosto de 2014

De olho no segmento que gastou R$ 60 bilhões no ano passado num mercado que ocupa hoje a terceira colocação entre os mais lucrativos do mundo – perdendo apenas para Estados Unidos e Japão – o Instituto Embelleze no Brasil, de formação profissional, trabalha para ampliar a rede de franquias e já identificou 150 cidades nordestinas com potencial para receber novas unidades.

Das 370 que operam no País, 35 estão localizadas em estados nordestinos. Elas são responsáveis por levar ao mercado de beleza da região 35 mil novos profissionais, atuando como cabeleireiros, maquiadores, manicures e pedicures, depiladores, barbeiros, entre outros.

Quando comparada aos outros estados nordestinos, a Bahia é líder em número de alunos formados e também no número de franquias. São 14 unidades ativas e quase 11 mil formados. Depois, vem a Paraíba com 5.800 alunos. Em terceiro está o Rio Grande do Norte com 4.200 alunos, seguido por Ceará, Pernambuco e Maranhão, cada um com cerca de 3.500 profissionais. Encerram Piauí, Alagoas e Sergipe, nesta ordem, com média de 1.100 por estado.