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Artigo: O ano já acabou para o Varejo?

1 de julho de 2016

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Por Fábio Lopez
Diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina
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O impacto da instabilidade econômica de 2015 afetou os mais diversos setores, refletido em um ano complicado para o mercado. O varejo, que vinha até 2014 com um recorde de 10 anos seguidos de crescimento, também sentiu a força da recessão, fechando o ano com números abaixo do esperado. Em 2015, o setor alimentício fechou o ano com queda de 4,3% e o varejo ampliado, que inclui venda de veículos e materiais de construção, com baixa de 8,6%, segundo o IBGE.

De uma forma geral, o varejo funciona como um termômetro do mercado: é um dos últimos a sentir a recessão, mas também é o primeiro a reagir. E o setor já vem apresentando novas maneiras para retomar o caminho do crescimento em 2016, aliando otimização de gestão a novas estratégias de negócio.

Em períodos de economia instável, é essencial para varejistas “olharem para dentro”, buscando soluções que otimizem as operações, diminuam desperdícios e perdas e garantam margens mais controladas. Porém, para que o varejo volte a crescer em 2016, é necessário aliar uma gestão mais eficaz a satisfação de cliente, trabalhando de forma mais eficiente para fazer com que ele compre mais e volte com uma regularidade maior para as lojas, além de atrair novos consumidores. Uma estratégia que se acentuou para um atendimento diferenciado aos clientes é a aposta em novos formatos de loja: supermercados de bairro e o atacarejo.

Supermercados de Bairro
Uma das tendências das grandes redes que vem se acentuando é reduzir a abertura de hipermercados e passar a abrir lojas menores, que atendam um público de bairro. Os novos estabelecimentos, apesar de não contar com a mesma variedade de produtos de uma unidade maior, atendem bem ao consumo de uma região.

A aposta aqui é em oferecer aos clientes uma experiência de compra rápida, em que ele encontre os produtos básicos do dia a dia que procura e não enfrente filas para concluir a compra.

Satisfação do cliente é um dos principais focos dos mercados de bairro, que devem adotar soluções de tecnologia como forma de aliar melhor experiência de compra a ganhos de produtividade e redução de custos.

Automatizar totalmente as operações é chave e, devido ao tamanho reduzido da loja e a menor variedade de produtos, aplicações mais simples, que não exigem um investimento tão alto, podem ser adotadas tanto por unidades de grandes redes como por lojas familiares.
Leitores verticais para códigos de barras e coletores de dados mais enxutos são soluções de tecnologia recomendadas e acessíveis, além de softwares com aplicações de gestão muito menos complexas que as usadas em grandes lojas.

Atacarejo
Modelo de loja que já vinha conquistando espaço, mas que com a instabilidade econômica ganhou ainda mais força no mercado, o atacarejo, como diz o nome, atende tanto o atacado como a pessoa física (varejo).

Com preços competitivos, vendendo no varejo com valores de atacado, o formato vem conquistando aumentos na porcentagem de vendas e clientes de pessoa física, que buscam por alternativas mais econômicas e melhores preços, o que demanda dos varejistas mais atenção a esse público crescente.

De lojas amplas e grande variedade de produtos e ofertas, o atacarejo precisa de soluções mais robustas de gestão e, principalmente, um processo bem desenhado de automação. Ter um deposito automatizado, mas um controle de disponibilidade de produto mal organizado atrapalha funcionamento e resultados.

Toda a informação deve ser tratada e revertida em ações, aumentando a produtividade e melhorando a relação com o cliente, ainda mais importante agora com o aumento da parcela de pessoas física no atacarejo. Aliar uma gestão bem estruturada a soluções que gerem contato mais próximo com o consumidor, como papa-filas e auto-compra, é a melhor maneira de fortalecer o formato.

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Pesquisa de preços ganha importância entre consumidores de medicamentos

22 de junho de 2016

Qual o comportamento do consumidor na hora de comprar medicamento? A pesquisa Comportamento do consumidor na hora de escolher farmácias, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC), no primeiro semestre de 2016, mostra que grande parte dos consumidores afirma se preocupar com pesquisa de preços.

Segundo dados, 57% dos entrevistados fazem rotineiramente pesquisa de preço de medicamentos e outros produtos farmacêuticos antes de comprar, um crescimento considerável em comparação com números de pesquisa similar feita em 2010, na qual apenas 11% tinham essa preocupação. Esses levantamentos foram realizados com 1.287 consumidores de 28 cidades brasileiras.

Contudo, ao confrontar os dados com uma segunda pesquisa realizada in loco, os resultados foram bastante distintos. Quando perguntados se pesquisaram em outras farmácias o preço do que acabaram de comprar, 81% afirmaram que não. Nesse caso, foram realizadas 321 entrevistas presenciais no lado de fora das farmácias, com consumidores que haviam acabado de realizar a aquisição.

Segundo o presidente da Febrafar, Edison Tamascia, em um comparativo entre as respostas se observa que há um alerta da população em relação à importância de pesquisas de preços, mas essa prática ainda não é efetiva.

“A importância do preço na hora da compra em uma farmácia já era sabida, contudo, não são realizadas frequentemente as pesquisas, assim, entende-se que outros fatores como cartões de fidelização, localização e atendimento ainda são imprescindíveis na hora da decisão de compra”, explica Tamascia.

Essa ideia é afirmada pela mesma pesquisa, que elencou quais os principais critérios considerados na hora da escolha do local da compra de medicamentos, mostrando que 94% analisa preços, 84% localização, 80% atendimento, 49% estacionamento, 32% meios de pagamento, 21% aceitação de PBM (programa de desconto) e 11 % entrega de produto em casa.

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Fonte: Associação Brasileira de Educadores Financeiros

RN acumula queda de 15,7% nas vendas de gasolina, diesel e etanol no 1° quadrimestre do ano

15 de junho de 2016

Com exceção do Maranhão, todos os demais Estados do Nordeste registraram, no primeiro quadrimestre de 2016, queda na venda de gasolina comum, etanol e óleo diesel, os três combustíveis mais consumidos pela frota brasileira.

É o que mostra um cruzamento de dados, feito pelo blog, com base em dados da Agência Nacional do Petróleo.

Na região, o Rio Grande do Norte registra a segunda maior queda porcentual (-15,7%), perdendo apenas para Pernambuco, onde o tombo foi um pouco maior: (-17,2%).

De acordo com as planilhas da ANP, entre janeiro e abril, o RN registrou queda de (-0,6%) nas vendas de gasolina, com 210.113 metros cúbicos faturados pelas distribuidoras.

As vendas do etanol, combustível que outrora movia mais de 80% da frota de automóveis em solo potiguar, tiveram queda de (-6,7%), com 19.870 m3.

Com 156.294 metros cúbicos vendidos, o diesel teve a maior queda no Estado: (-30,6%). O volume é o menor desde 2012, quando as vendas acumuladas de janeiro a abril somaram 149.958 m3.

De uns 20 dias para cá, os preços começaram a cair nos postos de serviço de Natal.

O preço médio da gasolina tipo C encolheu de R$ 3,882 para R$ 3,812.

Nos três postos da Ribeira, bairro comercial da zona leste de Natal, o preço médio é de R$ 3,70.

Em um deles, a gasolina comum estava em promoção nesta terça-feira (14), a R$ 3,649; a gasolina aditivada a R$ 3,669 e o etanol a R$ 2,989.

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PREÇOS MÉDIOS
Período: 05 a 11/06/2016

Mossoró 3,922
Caicó 3,866
Natal 3,812
Parnamirim 3,785
São José de Mipibu 3,772

Vendas no comércio do RN caem pelo oitavo mês seguido

14 de junho de 2016

Está num rilize da Fecomércio/RN encaminhado nesta terça-feira à tarde, às redações:

“Vendas do Comércio Potiguar amargam oitava queda seguida e acumulado no ano já de (-9,9)”

O resultado já esperado.

A seguir a análise da Fecomércio:

Com uma queda de 8,4% em abril deste ano em relação a abril do ano passado, as vendas do Comércio Varejista Ampliado do RN já acumulam oito meses seguidos de perdas.

Desde junho do ano passado (quando houve uma ínfima alta de 1,2%) o estado não registra crescimento no faturamento deste que é um dos setores mais importantes da sua economia. Com o resultado de abril, o acumulado no ano já é de -9,9%, bem acima do -0,6% de queda registrado no primeiro quadrimestre de 2015 e um valor superior até mesmo à queda de todo o ano passado (-5,9%).

O presidente em exercício da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte, Luiz Lacerda, afirma que, infelizmente, o resultado de abril já era esperado.

“O momento é de dificuldades. E abril não é um mês com nenhuma data forte na qual pudéssemos ter ensaiado uma retomada. O que esperamos é que em maio, na esteira do Dia das Mães e em junho, em virtude do Dia dos Namorados, possamos começar a aproveitar o clima de retomada da esperança em dias melhores, transformando isso em vendas”, diz ele.

A queda nas vendas potiguares no primeiro quadrimestre ficou acima da retração média nacional (que foi de 9,3%). O número de abril é o pior desempenho para o mês da série histórica, iniciada em 2005.

No quadrimestre houve queda nas vendas de praticamente todos os segmentos do varejo, com uma única exceção: Produtos Farmacêuticos e de Perfumaria, setor que emplacou alta de 1,5% no período. As maiores quedas foram verificadas nos segmentos de Eletrodomésticos (-16,7%) e Artigos para escritório e informática (- 16,2%).

Demissão está fora do radar de pequenos e microempresários do RN

23 de maio de 2016

Apesar de o Rio Grande do Norte ter registrado perda recorde no número de postos de trabalho formais no primeiro trimestre do ano – cerca de 10 mil vagas -, o segmento que tradicionalmente mais gera emprego não pensa em demitir pessoal até junho.

De acordo com o Índice de Confiança dos Pequenos Negócios (ICPN), 89% dos proprietários de micro e pequenas empresas do estado devem manter o quadro de funcionários até o fim do segundo trimestre, enquanto 6% pensam em demissões e 5% em novas contratações.

O ICPN é medido mensalmente pelo Sebrae e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e visa calcular o impacto da conjuntura econômica nos pequenos negócios e suas expectativas.

Os indicadores de confiança são como termômetros antecedentes que funcionam como uma sinalização do humor do empresário. São importantes porque mostram para onde a economia está caminhando e, por isso, servem de alerta.

Para compor o índice, foram entrevistados 200 empresários potiguares entre os dias 4 e 29 do mês passado. No total, a pesquisa ouviu 6 mil empresários do país, entre donos de pequenas empresas, microempresas e Microempreendedores Individuais (MEI). A margem de erro de sete pontos percentuais para os dados estaduais.

Em relação a perspectivas de faturamento, o estudo mostra que a maior parte está otimista no que se refere às receitas até junho. 44% dos potiguares preveem aumento do faturamento até o fim do segundo trimestre e outros 43% devem manter o fluxo de caixa. Apenas 13% acreditam que terão perdas de receitas nesse período.

Em termos de otimismo, os empresários potiguares estão com a confiança em alta, pelo menos nesse segmento das micro e pequenas empresas, que representa 99% dos empreendimentos do Rio Grande do Norte.

O ICPN do estado em maio ficou em 96 pontos, dois a mais que o mês anterior e um ponto acima da média da região Nordeste e a nacional, ambas fixadas em 95 pontos. O ICPN varia em uma escala que vai de 0 a 200. Acima de 100, o indicador revela tendência de expansão das atividades, enquanto abaixo desse valor direciona para possível retração.

Apesar de um avanço, um ICPN abaixo de 100 indica tendência à contração da atividade nos próximos meses, embora caminhe novamente caminhando na direção da estabilidade (ICPN=100).

Em âmbito nacional, a confiança aumentou em 14 estados, caiu em nove e ficou estável em quatro. Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Sergipe e Pernambuco foram os estados com maior aumento do índice de confiança.

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Fonte: Agência Sebrae de Notícias (ASN-RN)

Financiamentos de veículos em abril somam 4,7 mil no RN

19 de maio de 2016

O volume de financiamento de veículos no Rio Grande do Norte foi de 4.753 unidades em abril, entre novos e usados. O resultado foi 18,8% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados incluem automóveis leves, motos e pesados.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

As vendas financiadas de automóveis leves superaram os números das outras categorias ao totalizarem 3.414 unidades em abril, sendo 2.373 unidades negociadas usadas e 1.041 novas. Motos somaram 1.226 unidades, queda de 17,7% também em comparação no mesmo período do ano anterior.

O Nordeste atingiu 64.805 veículos financiados no mês de abril, queda de 21,4% em relação ao mês de abril de 2015. Deste total, foram negociados 41.747 autos leves e 20.911 motocicletas.

O total de veículos financiados no Brasil no quarto mês do ano somaram 364.531 unidades, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros, uma queda de 16,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Veículos novos somaram 142.842 unidades vendidas a crédito, enquanto os usados chegaram a 221.689.

O SNG é uma base privada de abrangência nacional que reúne as informações sobre restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de concessão de crédito. Essa base é consultada e atualizada em tempo real pelas instituições financeiras.

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Fonte: Assessoria Cetip

Venda de combustíveis no RN tem queda de 14,9% no primeiro bimestre de 2016

28 de março de 2016

O mercado de combustíveis no Rio Grande acumula queda de 14,9% no primeiro bimestre de 2016 comparado com igual período do ano passado.

Em janeiro e fevereiro foram vendidos 243.605 metros cúbicos de gasolina, etanol, diesel, GLP e outros derivados, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Foram 42.504 metros cúbicos a menos, no pior bimestre desde 2012.

O levantamento da ANP é feito com base em notas fiscais de vendas feitas pelas distribuidoras.

O consumo de óleo diesel despencou. Queda de (-34,2%), de 120,6 mil metros cúbicos no para 79,3 mil.

As vendas de gasolina tiveram leve recuperação em fevereiro, mas no bimestre acumulam queda de (-2,4%).

No Brasil, a queda na venda de combustíveis nos dois primeiros meses de 2016 é de (-5,5%) e no Nordeste de (-10,5%).

CONSUMO DE COMBUSTÍVEIS NO RN
Primeiro bimestre – em metros cúbicos

Geral
2010 186.927
2011 202.099
2012 218.286
2013 264.083
2014 260.399
2015 286.110
2016 243.605

Diesel
2010 64.939
2011 67.265
2012 74.742
2013 110.465
2014 98.793
2015 120.630
2016 79.328

Prefeitura do Natal implanta monitoramento eletrônico para fiscalizar segmento hoteleiro

12 de fevereiro de 2016

Indícios de distorções nos níveis de arrecadação no segmento hoteleiro de Natal, levaram a Secretaria Municipal de Tributação (Semut) a implantar o Monitoramento Eletrônico e Presencial específico para o exercício de 2016 no setor, que é vital para a economia do município.

Com a medida, o fisco quer fomentar a concorrência leal dentro do próprio segmento hoteleiro, de forma a impedir que a sonegação favoreça o crescimento de empresas em detrimento de outras.

De acordo com o secretário de Tributação, Ludenilson Araújo Lopes, muitos dos contribuintes do setor não estão fazendo o recolhimento dos impostos. Ainda segundo ele, não é justo que algumas empresas recolham os impostos e outras não. Em alguns casos, a Semut vai cruzar o Regime do Simples Nacional com as notas fiscais.

“O Monitoramento seleciona melhor os contribuintes e otimiza a ação fiscal. A empresa também pode se autorregularizar por meio da denúncia espontânea. Não é justo o cidadão pagar o imposto e o mesmo não voltar para a sociedade”, disse o gestor.

Até o momento já foram emitidas 60 notificações aos principais estabelecimentos hoteleiros, assinalou o diretor do Departamento de Tributos Mobiliários da Semut, Félix de Souza Oliveira. Ele afirmou que até a próxima semana, todos os contribuintes do setor receberão a notificação:

“As empresas podem ser convidadas a prestar esclarecimentos, antes de qualquer ação fiscal, como uma auditoria mais profunda”.

Os contribuintes que forem identificados por intermédio do Monitoramento Eletrônico, com índices de recolhimento incompatíveis com o segmento ou variações injustificadas em suas informações fiscais, serão notificados para apresentação de documentos e esclarecimentos.

O fornecimento de documentos e esclarecimentos, bem como o cumprimento de obrigações solicitadas pela administração tributária, deverão respeitar os prazos e procedimentos estabelecidos na Portaria n° 030/2015, sob pena de sujeição do contribuinte à abertura de procedimento fiscal de ofício e às penalidades previstas na legislação, impossibilitando a denúncia espontânea.

Caso, mesmo após a abertura de procedimento fiscal, o contribuinte persista em descumprir as solicitações da fiscalização tributária, poderá submeter-se, respectivamente à instauração de permanência fiscal, à suspensão de sua licença e inscrição e ao cancelamento dessas. O estabelecimento do contribuinte será interditado enquanto durar as penalidades previstas.

O secretário Ludenilson Lopes comentou que o Monitoramento Eletrônico e Presencial no segmento hoteleiro para o exercício de 2016 não impede que outros segmentos sejam observados, casos de administradoras de condomínios, estacionamentos privados, farmácias de manipulação e algumas cooperativas médicas, que estão sendo monitoradas desde o ano passado. “Observamos que alguns segmentos também não estão recolhendo os tributos”, anotou o secretário.


Fonte: Ascom/Prefeitura do Natal

Franchising faz balanço do maior congresso do varejo mundial e apresenta tendências

4 de fevereiro de 2016

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) realiza depois do Carnaval (dia 15) o Pós-NRF ABF.

Reunindo especialistas em franchising e varejo, o evento tem o objetivo de fazer uma síntese dos principais pontos debatidos durante a 105ª edição do maior evento do varejo mundial.

O encontro anual promovido pela entidade oficial do setor nos Estados Unidos, a National Retail Federation (NRF), em Nova Iorque, reuniu em janeiro deste ano mais de 33 mil visitantes de 80 países, além de 560 expositores na Feira de Tecnologia e Serviços.

Ao todo, foram 300 palestrantes, em 150 painéis, durante quatro dias.

Dentre os temas que emergiram no encontro da NRF destacam-se estratégias de gestão de marca, a ascensão da economia colaborativa, o poder do consumo feminino, o desenvolvimento do e-commerce e cases de estratégias de omnichannel (multicanal de distribuição).

A integração cada vez maior entre os meios digitais e físicos, a internacionalização de empresas e a busca por capilaridade foram assuntos que mantiveram a relevância de anos anteriores.

Já o Brasil marcou presença com um painel que discutiu os impactos e oportunidades dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo no varejo nacional.

O programa do Pós-NRF inclui apresentação de dados, informações, insights e o que de mais importante o Grupo ABF vivenciou não apenas no evento da NRF em si, mas também em visitas técnicas e no Harvard Club.

Participam do evento Cristina Franco, presidente da ABF; Altino Cristofoletti Junior, vice-presidente, Juarez Leão, diretor de treinamento cursos e eventos, André Friedheim, diretor internacional, Adir Ribeiro, presidente da consultoria Praxis Business, Eduardo Terra, presidente da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) e Alberto Serrentino, CEO da Varese Retail.

Diz Cristina:

“Uma das constatações que trouxemos do NRF Big Show é a de que o Brasil permanece sendo um mercado atraente para os investidores internacionais. Além do fato de sermos um país continental, pacífico, com cerca de 220 milhões de habitantes, passamos por um período de queda do preço dos ativos e de desvalorização cambial. Portanto, é fundamental que as empresas franqueadoras saibam quais as melhores estratégias, as tendências no varejo e busquem estar à frente no mercado. Este evento é uma excelente oportunidade para se posicionar nesse sentido.”

O vice-presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, reforça:

“Mais uma vez, tivemos a oportunidade de conhecer o que há de mais inovador no varejo mundial, em diferentes estágios de implantação e maturação. Certamente, muitas das estratégias apresentadas têm aplicação à realidade brasileira, ainda mais em um momento de adversidade”.

O Pós-NRF ABF será transmitido na íntegra ao vivo pela internet no site www.abf.com.br a partir das 9 horas.

 

Mercado potiguar fecha 12 mil postos de empregos formais em 2015

21 de janeiro de 2016

Pela primeira vez, desde 2003, o mercado formal de empregos no Rio Grande do Norte fecha o ano no vermelho.

Em 2015, foram contratados 170.347 trabalhadores com carteira assinada e desligados 182.645, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quintap-feira (21.01).

O saldo negativo de 12.298 vagas foi puxado pela construção civil, que fechou 6.305 empregos em função da debilidade do mercado imobiliário.

Em segundo lugar, com maior saldo negativo vem a indústria de transformação (-3.930) e em terceiro o comércio (-2.237).

Os números mostram que dos oito setores catalogados no banco de dados do Ministério do Trabalho, só houve saldo positivo em dois: agropecuária, com 505 novas vagas criadas, e serviços, com 529. Até mesmo a administração pública fechou negativo.

Os maiores mercados da construção civil também foram os que tiveram maior número de demissões no Estado.

Dos 12.298 postos de trabalhos fechados no ano passado, 7.590, ou 61,7%, foram em Natal. Em Mossoró foram (-1.473) e em Parnamirim (-1.158).

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Leia reportagem completa na versão impressa da Tribuna do Norte desta sexta-feira.

Natal Shopping inicia 2016 sob nova direção

18 de janeiro de 2016

O ano de 2016 representa uma nova fase para o Natal Shopping, que nos próximos três anos terá gestão e comercialização a cargo da Ancar Ivanhoe – uma das cinco maiores empreendedoras e administradoras de shopping centers do País.

Atualmente, o Natal Shopping tem 173 lojas e 27 mil m² de ABL.

O novo superintendente, Felipe Nascimento Furtado, recebe o empreendimento com números positivos em vendas: no período natalino de 2015, foi registrado crescimento de 10% em relação ao ano anterior, fruto da variedade de produtos aliada às estratégias do shopping para atrair o público.

Segundo a Assessoria de Imprensa do shopping, o novoo superintendente especialista em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e fez Mall & Management na ICSC Universidade de Shopping Centers da Pensilvânia (EUA).

Cesta básica fecha o ano com reajuste de 15,3%

8 de janeiro de 2016

Com aumento muito acima da inflação, o tomate, o açúcar e o feijão puxaram para cima o preço da cesta básica em Natal.

Em dezembro, os produtos tiveram reajuste médio de 2,57%, elevando o valor a R$ 309,92.

No acumulado do ano, o aumento foi de 15,34%, décimo-quarto entre as dezoito capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômico (Dieese).

No ano passado, a cesta de Natal foi a única no Brasil a ter redução de preços (-1,7%). Em 2013, o aumento foi de 14,07%.

De janeiro a dezembro do ano passado, o tomate teve aumento de 62,9% em Natal.

Foi o segundo maior do Brasil, atrás apenas de Salvador (88,2%). O açúcar subiu 39,6% e o feijão 26,2%.  Dos doze produtos pesquisados, dois baixaram de preço: a farinha (-1,03%) e a banana (-13,6%).

O valor da cesta equivalia, em dezembro, a 42,75% do salário mínimo e eram necessárias 86 horas de trabalho para adquiri-la.

O aumento foi generalizado. A cesta subiu em todas as 18 capitais pesquisadas pelo Dieese.

Ao comparar o valor acumulado da cesta básica em 2015 com os números de 2014, a pesquisa indica que o menor percentual de reajuste foi em Manaus, com alta de 11,41%, atingindo R$ 357, seguido de Goiânia, com 11,51% e valor de R$ 335.

Já a maior correção, de 23,67%, ocorreu em Salvador, onde os produtos passaram a custar, em média, R$ 331.

Apesar disso, Porto Alegre se mantém como a capital pesquisada com a cesta básica mais cara do país (R$ 418,82), com alta de 20,16%.