Arquivos da categoria ‘Exportações’

Brasil vai exportar melão e outras frutas para o Japão

24 de junho de 2016

O Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas (MAFF) do Japão atualizou a norma que possibilitará ao Brasil exportar melão, caqui, frutas cítricas e novas variedades de manga para aquele país.

O adido agrícola no Japão, Marcelo Mota, recebeu carta das autoridades fitossanitárias nipônicas informando sobre a necessidade de se apresentar o plano de trabalho sobre os procedimentos oficiais e de responsabilidade dos exportadores.

O documento deve ter informações sobre o controle de pragas, incluindo a gestão de risco para algumas espécies de mosca-das-frutas.

Segundo a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o plano de trabalho deverá ser enviado ao Japão o mais breve possível para que em novembro – quando a norma entra em vigor – as garantias fitossanitárias estejam acordadas e os produtores brasileiros possam exportar as frutas.

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa está coordenando as ações do plano de trabalho. “A aceitação das frutas brasileiras no Japão mostra a solidez do nosso sistema sanidade e certificação”, diz o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel.

O secretário substituto da SRI, Odilson Silva, comenta que o mercado japonês busca produtos de ótima qualidade e é altamente rentável para quem vende para lá. No ano passado, o Japão importou 25 mil toneladas de melão, o que equivale a cerca de US$ 27 milhões.

Em 2015, o melão foi a fruta brasileira mais exportada em volume (223 mil toneladas) e a segunda em valores (US$ 154,2 milhões).

O produto foi vendido a vários países, como Reino Unido, Espanha, Itália, Irlanda, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Dinamarca, Chile, Rússia, França, Bélgica e Alemanha.

Exportações potiguares retomam crescimento no primeiro bimestre

13 de abril de 2016

O volume das exportações do Rio Grande do Norte no acumulado dos meses de janeiro e fevereiro alcançou um patamar de US$ 41,7 milhões. O valor marca a retomada de crescimento do envio de produtos potiguares para o mercado externo e representa um aumento de 14% no comparativo com as exportações do primeiro bimestre do ano passado. Já as importações sofreram uma queda de 33% no período, somando um valor de US$ 21,1 milhões importados.

Com esse resultado, o saldo da balança comercial do estado fechou o bimestre com um superávit de US$ 20,6 milhões. A expansão foi de 302,2% em relação a igual intervalo de 2015, quando a balança teve o menor saldo – US$ 5,1 milhões – desde 2012.

Os produtos que mais influenciaram positivamente a balança no bimestre foram os melões frescos (US$ 9,7 milhões), o sal marinho (US$ 7,2 milhões) e a castanha de caju (US$ 3,4 milhões).

Por outro lado, entre os produtos que o Rio Grande do Norte mais importou estão trigo e misturas de trigo – (US$ 8,6 milhões), cloreto de vinila (US$ 1,5 milhões) e polietileno (US$ 962,2 mil).

O comportamento da balança comercial potiguar no bimestre é um dos destaques da décima edição do Observatório dos Pequenos Negócios, uma síntese conjuntural elaborada mensalmente pelo Sebrae no Rio Grande do Norte.

O material está disponível no Portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br) na seção ‘O que o Sebrae Oferece?’.

A proposta do estudo é condensar os principais indicadores e informações da economia potiguar com dados que influenciam direta ou indiretamente o segmento das micro e pequenas empresas e as bases produtivas do estado.

A ideia é ter um parâmetro para mensurar a expansão ou retração da economia local.

O estudo observou ainda que no referido bimestre o estado perdeu mais de 7,3 mil postos de trabalho com carteira assinada. O número de vagas enceradas foi 41,3% maior do que o registrado no mesmo bimestre de 2015.

De acordo com a análise, a redução foi generalizada, com tímida exceção para serviços industriais de utilidade pública (39 vagas criadas), tendo os saldos negativos se concentrado nos setores da agropecuária, indústria de transformação, bem como comércio e serviços, com quedas de 2.351, 2.153 e 2.112, respectivamente.

A boa notícia, entretanto, vem da arrecadação de impostos. No primeiro bimestre de 2016, a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) no Rio Grande do Norte apresentou um aumento de 4,5 em relação ao mesmo período de 2015. Entre janeiro e fevereiro, o tesouro estadual acumulou R$ 816,2 milhões referentes a esse imposto.

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Fonte: Sebrae/RN

Exportações do agronegócio crescem quase 36,9% em fevereiro

7 de março de 2016

O agronegócio brasileiro teve mais um desempenho positivo na balança comercial.

No mês passado, as exportações do setor somaram US$ 6,71 bilhões – recorde da série histórica (1997-2016) para os meses de fevereiro.

Esse valor corresponde a 50,3% das vendas externas totais do país, de US$ 13,3 bilhões.

Já as importações totalizaram US$ 953,51 milhões, o que resultou num saldo de US$ 5,76 bilhões.

Os números foram divulgados nesta segunda-feira (7) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“Na comparação com igual período de 2015, as vendas externas de produtos agropecuários tiveram um aumento de 36,9%. Nas exportações totais, o aumento foi menos expressivo, de 4,6%”.
Secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo.

Em valores absolutos, os embarques do agronegócio tiveram, em fevereiro deste ano, um incremento de US$ 1,81 bilhão em relação aos US$ 4,90 bilhões exportados em igual mês de 2015.

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Fonte: Mapa

Exportações de calçados voltam a cair

12 de novembro de 2015

Depois de o setor exportador tomar fôlego em setembro, com alta nas exportações, os embarques voltaram a cair em outubro.

O décimo mês de 2015 somou US$ 71,30 milhões, 12,8% a menos do que setembro (US$ 81,76 milhões). Em relação a outubro de 2014, a queda foi de 16,1% (US$ 85,3 milhões).

No acumulado entre janeiro e outubro, 96,59 milhões de pares somaram a receita de US$ 766,13, 12,4% a menos do que o mesmo período do ano passado (US$ 874,09 milhões). O preço médio do par fechou em US$ 7,06.

Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, esta queda nos embarques já era esperada, mesmo com os números positivos registrados em setembro.

As constantes oscilações no câmbio, ocasionadas por fatores macroeconômicos e também pela crise econômica e política pela qual passa o País, ainda trazem incertezas para o último trimestre.

“Provavelmente, os níveis de exportações devem melhorar no final do ano e, principalmente, no primeiro semestre de 2016”, projeta.

Embora tenhamos uma melhor cotação cambial, ela apresenta-se ainda muito volátil, prejudicando as exportações. “A estabilidade cambial é fundamental para que sejam concretizadas as expectativas de recuperação nos embarques”, completa o dirigente.

Balança comercial tem superávit de 2 bi de dólares em outubro

3 de novembro de 2015

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,99 bilhão no mês passado.

Levando em conta os meses de outubro, foi melhor resultado desde 2011, quando o saldo ficou positivo em US$ 2,362 bilhões.

Os números foram divulgados nesta terça-feira, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De janeiro a outubro, acumulado alcançou superávit de US$ 12,24 bilhões.

No mesmo período do ano passado, a balança comercial apresentou um déficit de US$ 1,921 bilhão.

Argentina, China e automóveis foram destaque no comércio exterior brasileiro de outubro.

De janeiro a outubro, a venda de automóveis do Brasil cresceu 8% em quantidade e 0,5% em valor.

Para a Argentina, houve alta de 4% na quantidade de unidades exportadas, mas queda de 3,8% no valor em função da compra de modelos de menor valor.

Para o México as vendas aumentaram 73% em quantidade e de 56% no valor.

Outro destaque foi a China. A média diária exportada para o país asiático cresceu 31,9% em outubro deste ano ante o mesmo mês de 2014, apesar de o valor ter caído, em consequência da queda de preços das commodities no mercado internacional.

Com informações da Agência Brasil

Forno de Minas apresenta pão de queijo ao consumidor americano

23 de junho de 2015

Com o objetivo de apresentar o pão de queijo ao consumidor americano, a Forno de Minas acaba de fechar importante parceria com a Cinemark, nos Estados Unidos.

Desde o dia 12 de junho, quem passa pelos cinemas participantes da Rede pode adquirir uma porção com cinco unidades de pão de queijo.

O produto estará disponível em 36 localidades distintas, nos mercados da Flórida, Mid-Atlantic, New England, Houston, Dallas, Los Angeles e San Francisco.

“Queremos conquistar o consumidor americano. Para isso, é preciso que ele conheça e prove o nosso pão de queijo”, afirma a gerente de Comércio Exterior da Forno de Minas, Gabriela Cioba.

Atualmente, a Forno de Minas já exporta pães de queijo para os Estados Unidos, Canadá, Portugal, Inglaterra, Chile, Peru, Uruguai e Emirados Árabes.

Estão previstas ainda parcerias com Itália e Suíça, além de Japão. Na América do Sul, os destinos mais visados são Colômbia e Equador.

A meta da empresa é fechar 2020 exportando 25% da produção de pão de queijo de sua fábrica, localizada na cidade de Contagem, região metropolitana de Minas Gerais.

Produtores de sal enfrentam problemas para atender demanda aquecida

5 de fevereiro de 2015

Os produtores de sal do Rio Grande do Norte não estão conseguindo atender aos pedidos dos Estados Unidos que enfrentam a pior nevasca dos últimos tempos e precisam do produto para provocar o degelo e desbloquear as rodovias.

Não é problema burocrático, nem alfandegário, muito menos de pauta fiscal.

Mas de logística.

Faltam barcaças para transportar o produto das salinas de Macau, Galinhos, Grossos e Mossoró até o porto-ilha de Areia Branca.

O Sindicato dos Moageiros de Sal (Sinmorsal) está tentando trazer embarcações do Rio Grande do Sul para reforçar a frota, segundo disse o presidente da entidade, Renato Fernandes, ao RN TV.

Exportações do Rio Grande do Norte crescem 6% em dezembro de 2014

16 de janeiro de 2015

As exportações do Rio Grande do Norte tiveram um crescimento de 6,1%, em dezembro de 2014, comparadas com o desempenho do mesmo mês em 2013. Com base nos números acumulados de janeiro a dezembro de 2014, a expansão foi 1,4% superior à registrada nos 12 meses do ano anterior.

Entre os produtos da pauta de exportação, tiveram crescimentos expressivos tecidos de algodão (126%, em 2014 na comparação com o ano anterior), sal (199%, 2014 em relação a 2013) e chapas plásticas (40%, no ano passado em comparação com 2013). O sal apresentou em 2014 o maior valor já registrado em suas exportações em um ano e 797,9 mil toneladas. As exportações de minérios de tungstênio também tiveram um crescimento significativo, com uma expansão anual de 95%. Os principais destinos das exportações potiguares são a União Europeia, Holanda, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Itália, Portugal e França.

Os números foram sistematizados pelo Centro Internacional de Negócio da FIERN. O levantamento constatou também que as importações do estado cresceram 19,5% em 2014, lideradas pelo trigo, fornos e outros equipamentos para a indústria do cimento, geradores eólicos, entre outros ativos e insumos de produção predominantes nas nossas importações. O comércio cresceu 9,9% e o saldo comercial ficou negativo em  US$ 62,3 milhões. Os dados mostram também que as exportações de dezembro foram 4,9% menores que as de novembro do mesmo ano.

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Fonte: Assessoria Fiern

Exportações do agronegócio somam 7,95 bilhões de dólares em outubro

7 de novembro de 2014

A Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, divulgou nesta sexta-feira, a balança comercial do agronegócio. Em outubro deste ano, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 7,95 bilhões.

O principal setor exportador foi o de carnes, com vendas externas no valor total de US$ 1,70 bilhão e incremento de 8,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A carne de frango se destacou, com exportações que atingiram US$ 742 milhões, o que representa um aumento de 9%, se comparado a outubro de 2013. Em seguida vem a carne bovina, com vendas que somaram US$ 685 milhões (+4,2%). Em terceiro aparece a carne suína, com a cifra de US$ 198 milhões em vendas ao exterior.

O complexo sucroalcooleiro ficou em segundo lugar na pauta exportadora de outubro, com vendas de US$ 1,13 bilhão. No setor, o açúcar foi destaque, com a cifra e US$ 1,07 bilhão, o que representa 94,5% do total exportado pelo complexo sulcroalcooleiro.

O complexo soja somou US$ 983 milhões com exportações e ocupou a terceira colocação em outubro. O principal produto comercializado foi o farelo da leguminosa, com US$ 533 milhões. Já a soja em grãos totalizou US$ 362 milhões nas exportações do setor dentro do mês. Por último está o óleo de soja, que complementou a receita com US$ 88 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras em outubro foi a Ásia, com vendas de US$ 2,42 bilhões. Em segundo lugar está a União Europeia – US$ 1,99 bilhão. A participação desses dois destinos chegou a 55,5% das exportações.

Entre setembro de 2013 e outubro de 2014, as exportações brasileiras de produtos do agronegócio foram de US$ 97,40 bilhões. Os cinco principais setores exportadores do agronegócio nos últimos doze meses foram: complexo soja; carnes; complexo sucroalcooleiro; produtos florestais; e café. Esses setores foram responsáveis por US$ 76,24 bilhões em exportações do total exportado em produtos do agronegócio.

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Fonte: Mapa

Balança comercial tem superávit de US$ 684 milhões na 3ª semana de agosto

18 de agosto de 2014

A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 684 milhões na terceira semana de agosto. O resultado positivo decorre de US$ 5,347 bilhões em exportações e de US$ 4,663 bilhões em importações. No mês, o saldo acumulado está positivo em US$ 348 milhões. No ano, há déficit de US$ 571 milhões. Os dados foram divulgados hoje (18) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Do lado das exportações, a média diária, que corresponde ao volume negociado por dia útil, ficou em US$ 1,069 bilhão, 17,6% superior à registrada na primeira e segunda semanas do mês. Já nas importações, a média ficou em US$ 932,6 milhões, 3,4% inferior à registrada até a segunda semana de agosto. Houve alta nas receitas com exportações das três categorias de produtos que compõem a pauta: semimanufaturados (33,7%), manufaturados (25,1%) e básicos (11,5%).

No primeiro grupo, dos semi-industrializados, cresceram os ganhos com açúcar bruto, celulose, ferro e aço e ouro. Já nos industrializados, aumentou o ingresso financeiro associado a óleos combustíveis, automóveis de passageiros, laminados planos, açúcar refinado, suco de laranja e máquinas para terraplanagem puxaram a alta. A categoria dos itens básicos sustentou a alta graças a minério de ferro, fumo em folhas e soja, milho e café em grão.

Nas importações, cresceram principalmente os gastos com combustíveis e lubrificantes, automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos e produtos farmacêuticos.

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Fonte: Agência Brasil

Rio Grande do Norte cai no ranking do agronegócio

14 de agosto de 2014

Em julho de 2014, São Paulo permaneceu em primeiro lugar no ranking de exportações de produtos do agronegócio, com 1,62 bilhão dólares (3,6 bilhões de reais). Em segundo, vem Mato Grosso, com 1,39 bilhão de dólares, seguido do Rio Grande do Sul com US$ 1,36 bilhão exportado. Em quarto lugar está o Paraná e, em quinto, MInas Gerais, com US$ 740 milhões.

Entre janeiro e julho deste ano, o complexo sucroalcooleiro foi o destaque de São Paulo, com exportações que atingiram US$ 3,74 bilhões. Em seguida, as exportações de carne pelo estado alcançaram o montante de US$ 1,49 bilhão.

Em Mato Grosso, o complexo soja se destacou na pauta de exportações, entre janeiro e julho de 2014, com US$ 8,02 bilhões. Dentro do complexo, a soja em grãos foi responsável por US$ 6,46 bilhões em exportação. As carnes ficaram em segundo lugar no estado, com o montante de US$ 958 milhões.

O complexo soja também foi destaque no Rio Grande do Sul, com exportações que alcançaram US$ 3,66 bilhões, nos primeiros sete meses do ano. Desse valor, US$ 2,87 bilhões foram de soja em grãos. Já o setor de carnes ficou em segundo lugar, com a cifra de US$ 1,15 bilhão exportado. Apenas de carne de frango foram US$ 779 milhões.

No Paraná, o setor que mais exportou no primeiro semestre do ano foi o complexo soja, com o montante de US$ 4,2 bilhões. O segundo foi o setor de carnes, com exportações que alcançaram a cifra de US$ 1,48 bilhão. Desse valor, US$ 1,27 bilhão foi de carne de frango.

Minas Gerais, onde se destacou o café nas exportações entre janeiro e julho deste ano, com a cifra de US$ 2,13 bilhões. O segundo produto mais exportado pelo estado foi o complexo soja, que atingiu o montante de US$ 654 milhões.

Nesse ranking o estado nordestino mais bem colocado é a Bahia, em oitavo lugar, com 442,9 milhões de dólares, à frente do Mato Grosso do Sul. Depois vêm Maranhão, Ceará e Piauí. O Rio Grande do Norte ocupa o 22º lugar, com 10,48 milhões de dólares.

No acumulado dos sete primeiros meses de 2014, o Rio Grande do Norte caiu do 21º para o 22º lugar com 86,13 milhões de dólares exportados, ante 86,46 no mesmo período do ano anterior. Em 2012, as exportações do agronegócio no Rio Grande do Norte somaram 204 milhões de dólares; no ano passado, 190,49 milhões.

A balança comercial do agronegócio dos estados é feita mensalmente pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Exportações do RN
Em milhões de dólares

2003 239,5
2004 270,6
2005 284,6
2006 303,1
2007 317,7
2008 288,2
2009 215,9
2010 229,0
2011 211,1
2012 204,0
2013 190,4

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RANKING NACIONAL
Exportações – julho 2014

SÃO PAULO
MATO GROSSO
RIO GRANDE DO SUL
PARANÁ
MINAS GERAIS
SANTA CATARINA
GOIÁS
BAHIA
MATO GROSSO DO SUL
PARÁ
ESPIRITO SANTO
MARANHÃO
TOCANTINS
RONDÔNIA
CEARÁ
PIAUÍ
ALAGOAS
DISTRITO FEDERAL
PERNAMBUCO
AMAZONAS
RIO DE JANEIRO
RIO GRANDE DO NORTE
SERGIPE
PARAÍBA
AMAPÁ
ACRE
RORAIMA

 

Porto Ilha registra crescimento de 40% nas exportações de sal em 2014

20 de maio de 2014

O Porto-Ilha de Areia Branca, Terminal Salineiro que é administrado pela Companhia Docas do RN (Codern), registrou em abril um crescimento de 183% nas exportações de sal no comparativo com o mesmo mês de 2013. Foram 147,1 mil toneladas este ano e 51,9 mil em abril do ano passado. Quando a comparação é feita com o acumulado do quadrimestre há um aumento de 40%.

O presidente da Codern, Pedro Terceiro de Melo, citou as poucas chuvas e a retomada da confiança do mercado na produção de sal do Rio Grande do Norte como motivos para o crescimento verificado no atual período.

“Nos últimos anos as empresas do Rio Grande do Norte vêm conquistando o mercado externo, isso se deve a maior confiança do mercado na indústria. Também estão deixando de comprar o sal do Chile optando pelo nosso sal”, explica o presidente da Codern. E acrescenta: “A falta de chuvas também facilita a produção de sal, pois em anos anteriores nós tivemos baixas na produção devido aos altos índices pluviométricos”.

A previsão da Codern para as exportações deste mês de maio é de 616,7 mil toneladas. Até o dia 14 deste mês, já havia sido embarcadas 526.724 toneladas.

 

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Fonte: Assessoria de Comunicação Social – CODERN