Arquivos da categoria ‘Imóveis e Construção’

Índice de Custos Condominiais aumenta 1,18% em maio

5 de julho de 2016

Segundo apurado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), em maio, o Índice dos Custos Condominiais (Icon) registrou um aumento de 1,18% na Região Metropolitana de São Paulo.

A variação acumulada em 12 meses (junho de 2015 a maio 2016) foi de 11,27%, percentual muito próximo ao do IGP-M medido pela Fundação Getúlio Vargas, que foi de 11,09% no mesmo período.

Neste mês, Tarifas registraram alta de 5,89% e no acumulado dos últimos 12 meses, 17,21%; o item Manutenção e Equipamentos apresentou variação de 0,82% no mês e de 11,09% no acumulado. As despesas com Conservação e Limpeza registraram pequena alta de 0,64% e de 10,29% no acumulado.

O grupo formado por itens diversos subiu 0,82% e 11,09% no acumulado. As despesas com Pessoal e Encargos mantiveram estabilidade, totalizando 9,75% no acumulado no referido período.

“É importante que o síndico acompanhe o Icon, pois ele serve de parâmetro das variações de custos dos condomínios. Porém, o índice não deve ser usado para reajustar a taxa condominial, pois cada condomínio tem sua própria característica e estrutura de despesas”, afirma o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato, Hubert Gebara, que recomenda a consulta de uma administradora, para que o síndico verifique o aumento real dos custos, a fim de que, no futuro, não haja desequilíbrio nas contas do condomínio.


Assessoria de Imprensa Secovi/SP

Secovi abre inscrições para convenção do setor imobiliário

21 de junho de 2016

Com o mote “É hora de se reinventar”, a Convenção Secovi 2016 focaliza o momento de mudanças por que passa o País – tanto no campo político como no econômico -, os impactos na cadeia imobiliária e a necessidade de as empresas do setor repensarem seus negócios para sobreviverem.

“Diante do cenário econômico difícil e com toda a turbulência política, a falta de confiança por parte das empresas e de seus clientes é latente. Não há outro meio de os agentes do mercado sobreviverem, a não ser pela reinvenção de seus negócios”, diz Luiz Fernando Gambi, coordenador geral do evento.

Um dos destaques da Convenção 2016 será a apresentação de um estudo inédito sobre a viabilidade de empreendimentos destinados a locação residencial a preços acessíveis.

Esse modelo de negócios, conhecido no exterior como affordable rentals, prevê uma conjugação de investimentos da iniciativa privada e de incentivos do governo, de forma a oferecer moradia para locação com baixo custo a famílias com menor renda e retorno no longo prazo para investidores.

O evento terá, ainda, painel focado em apresentar o que o mercado imobiliário tem pensado e oferecido em termos de modelos de negócios, produtos e processos inovadores.

Somam-se a isso palestras sobre finanças e segurança em condomínios, as diretrizes globais de planejamento urbano debatidas no Habitat III, os números de mercado mais atualizados do setor (vendas, lançamentos, loteamentos, locação e habitação econômica), sustentabilidade, entre outros.

Para o encerramento da Convenção, uma palestra sobre tecnologias disruptivas e o impacto que causam em diversos setores mostrará como inúmeras empresas podem vir a encerrar seus negócios caso não se sintonizem com os novos tempos.

“Iniciativas inovadoras abocanham mercados até então intocáveis. Atividades, incluindo imobiliárias, podem simplesmente sumir do mapa. O que vender para quem não quer comprar, mas somente usar? Quais são as ameaças, os desafios e as soluções? Imperdível para quem quer permanecer no mercado e crescer”, conclui Gambi.

Lançamentos de imóveis têm queda expressiva em abril

16 de junho de 2016

Os Indicadores Abrainc-Fipe referentes a abril registraram 1.580 unidades lançadas, um recuo de 52,5% em comparação ao mesmo mês de 2015.

No acumulado de 2016 (até abril), os lançamentos totalizaram 15.752 unidades, número 2,9% superior ao observado no mesmo período de 2015.

Considerando os últimos 12 meses, o total lançado (63.992 unidades) mostra queda de 8,1% face ao observado no período precedente.

Em abril de 2016, a pesquisa mostra que foram vendidas 7.146 unidades, o equivalente a um recuo da 14,4% frente às vendas do mesmo mês de 2015.

Até abril, as vendas somaram 30.477 unidades, o equivalente a uma queda de 16% frente ao volume observado no mesmo período de 2015.

Entre os 12 meses, o setor vendeu 103.690 unidades, também com queda de 16% face ao observado nos 12 meses anteriores.
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Uma pausa para explicar: Abrainc é a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, e Fipe, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, de São Paulo.
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Segundo dados das 19 empresas participantes do estudo, no quarto mês do ano, foram entregues 8.127 unidades, o que corresponde a uma queda de 30,3% frente ao número de unidades entregues em abril do ano anterior.

De janeiro a abril de 2016, as entregas totalizaram 37.632 unidades, volume 11,4% inferior ao observado na mesma base de 2015.

Nos últimos 12 meses, as entregas somaram 121.036 unidades, número 23,8% inferior ao volume entregue nos 12 meses precedentes.

De acordo com Renato Ventura, vice-presidente executivo da Abrainc, a queda expressiva nos lançamentos do mês de abril reflete um cenário pontual. “Para melhor análise, os dados do mercado imobiliário devem ser acompanhados por um período maior”, afirma ele.

Ventura também explica que a queda nos números, de forma geral, é decorrente da falta de confiança de empreendedores e compradores, mas que deve ser revertida com o reaquecimento da economia.
O indicador de distrato de abril deste ano revela que foram distratadas 4.195 unidades, o que representa um aumento de 4,8% frente ao número absoluto observados em abril de 2015.

No acumulado de 2016 (até abril), o total de devolução de imóveis foi de 14.607 unidades, patamar 2,8% inferior ao observado no primeiro trimestre de 2015.

Nos últimos 12 meses, foram distratadas 46.489 unidades, uma elevação de 1,7% face ao volume do período precedente. Já, se considerados os distratos como proporção das vendas por safra de lançamento, as unidades vendidas no primeiro trimestre de 2014 apresentam a taxa mais elevada da série histórica (18,1%).

NORDESTE
Em abril, a região Nordeste contou com 69 unidades lançadas, tendo a sua participação em 4,4% no total nacional. No período, foram vendidas 1.000 unidades de novos imóveis, alcançando 14,6% do número vendido no Brasil pelas associadas Abrainc.

Em abril foram entregues 696 unidades no Nordeste, 8,6% do total de entregas no Brasil. Os dados mostram que no Nordeste, em abril, haviam disponíveis 16.900 unidades em oferta final, 15,2% do número nacional.

Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao mês de abril de 2016.


Fonte: ABRAINC

Aluguel residencial com aniversário em junho subirá 11,09%

30 de maio de 2016

O aluguel residencial em andamento com aniversário em maio e correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), será atualizado em 11,09%.

O IGP-M é considerado um dos principais indicadores para reajustes contratuais por ser o primeiro a ser divulgado, ainda dentro do mês de referência.

Assim, a divulgação, nesta segunda-feira, da variação mensal de 0,82% em maio, fecha o comportamento dos preços no período compreendido entre junho 2015 a maio deste ano.

Para facilitar o cálculo do novo valor, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga o fator de atualização do aluguel, que em junho será de 1,1109.

Para atualizar um aluguel de R$ 1.500, em vigor até maio de 2016, multiplica-se R$ 1.500 por 1,1109, resultando em R$ 1.666,35, que é o aluguel de junho, a ser pago no final de junho ou no início de julho.

Vendas de imóveis novos estão em queda, revela pesquisa

17 de maio de 2016

Os Indicadores Abrainc-Fipe referentes a março revelam o total de 10.804 unidades vendidas, com queda de 14,8% frente às vendas de março de 2015.

Nos primeiros três meses deste ano, as vendas somaram 23.460 unidades, o equivalente a um recuo de 16% frente ao volume observado no mesmo período do ano anterior. Nos últimos 12 meses, o setor vendeu 105.020 unidades, queda de 15,8% frente ao período anterior.

Em março de 2016 foram lançadas 9.534 unidades, o que mostra uma elevação de 22,1% face ao mesmo mês de 2015. Já no acumulado de 2016 (jan-mar), os lançamentos totalizaram 14.172 unidades, volume 18,2% superior ao observado no mesmo período do ano anterior. Considerando os últimos 12 meses, o total lançado (65.740 unidades) ainda repercute queda de 6,0% face ao período precedente.

O vice-presidente executivo da Abrainc, Renato Ventura, avalia que a alta nos lançamentos no mês de março ainda não pode ser caracterizada como tendência, pois falta confiança do setor em retomar o crescimento diante do cenário econômico atual. “Ainda há dificuldade no cenário, com impacto no crédito e na confiança do comprador”, ressalta ele.

O levantamento mostra ainda que, em março de 2016, foram entregues 12.734 unidades, o que representa aumento de 14% em comparação ao número de entregas realizadas em março de 2015. As entregas totalizaram 29.505 unidades no acumulado de 2016, volume 4,2% inferior ao observado na mesma base de 2015. Nos últimos 12 meses, as entregas somaram 124.561 unidades, o que representa queda de 21,4% face ao período anterior.

Em sua oferta final, o mercado imobiliário disponibilizou 113.022 unidades para compra ao final de março, No mesmo período, foi vendido o equivalente a 8,9% da oferta do mês, percentual que representa uma queda de 2,1 pontos percentuais face ao Venda sobre Oferta (VSO) estimado em março de 2015 (11%). Com isso, estima-se que a oferta atual seja suficiente para garantir o abastecimento do mercado durante 11,2 meses, se o ritmo de vendas de março de 2016 for mantido.

Distratos
Nos três primeiros meses de 2016, o total de distratos foi de 11.524 unidades, patamar 4,7% superior ao observado no primeiro trimestre de 2015. Já no mês de março, os distratos somaram 4.438 unidades, o que representa um aumento de 14% frente ao número absoluto de distratos observados em março de 2015. Nos últimos 12 meses foram 50.166 unidades distratadas, o que equivale a uma elevação de 6,6% face ao período anterior.

Renato Ventura explica que a forma mais consistente de acompanhar o número este tema é realizando o cálculo por safra, com isso pode se ter um retrato mais preciso da ocorrência dos distratos no setor.

Luiz Fernando Moura, diretor da Abrainc, ressalta que o perfil dos compradores tem mudado, acompanhando o novo ritmo do setor. “Estão ficando no mercado mais pessoas que compram para morar ou que investem com expectativa de retorno a médio e longo prazos”, conclui.

Nordeste
No mês de março, a região Nordeste contou com 2 mil unidades lançadas, tendo a sua participação em 21,8% no total nacional. No período, foram vendidas 1.300 unidades de novos imóveis, alcançando 11,8% do número vendido no Brasil pelas associadas Abrainc.

Em março foram entregues 1.900 unidades no Nordeste, 15,3% do total de entregas no Brasil. Os dados mostram que no Nordeste, em março, haviam disponíveis 17.800 unidades em oferta final, 15,7% do número nacional.

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FIQUE POR DENTRO
Os Indicadores Abrainc-Fipe são elaborados pela Fipe com informações de 19 das 26 associadas da Abrainc que atuam em todo o país. Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao mês de março de 2016.

Artigo: Quatro orientações para quem precisa devolver imóvel

2 de maio de 2016

Por: Gilberto Bento Jr.

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Após um boom no mercado imobiliário ocorrido nos últimos anos, de 2015 para cá temos observando um caminho inverso, apontamentos da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), mostra que em 2015 o total de imóveis devolvidos e contratos rescindidos teve alta de 10% em relação a 2014.

Para este ano, a tendência é só aumentar esse número, já que são muitos os motivos que levam à devolução e quando isso ocorre se estabelece o pânico por parte de quem acreditou no sonho de comprar uma casa ou apartamento, já que se entende que perderá um grande montante de valor investido.

Mas, é importante lembrar que, quem vive dificuldades por não ter condições de pagar as prestações de imóvel que comprou na planta deve conhecer seus direitos caso queria romper o contrato e devolver o imóvel, que inclusive, ainda não recebeu. Isso diminuirá em muito as perdas financeiras.

O termo técnico de rescindir o contrato e pedir de volta os valores pagos é “distrato” contratual, em geral, todos os contratos podem ser distratados. Como advogado experimentado na vivência e acompanhamento de dezenas de distratos, resolvi relacionar os direitos de quem quer devolver imóvel na planta.

Seus direitos no distrato para devolução de imóvel comprado na planta

Se necessário, você pode solicitar o distrato judicialmente, se houver recusa no recebimento da sua intenção de romper o contrato. Ao desistir da compra você não pode perder todo o dinheiro que pagou. A construtora recebe o imóvel de volta, e deve devolver no mínimo 75% do que foi pago pelo comprador, caso a culpa do distrato seja do proprietário, por não conseguir uma linha de crédito para financiamento, por exemplo.

As construtoras não podem reter todo o valor pago

Existem casos de tentativas de se reter todo o valor pago à construtora, isso não deve ser nem mesmo considerado. O valor que ficará com a construtora levará em conta apenas valores como a multa de rescisão e despesas administrativas. Assim, se a empresa quiser reter mais do que 25% do valor pago, o proprietário deve recorrer à Justiça.

É fundamental que se busque um especialista nessas situações e não se deixe ser pressionado, pois, em vários casos vão falar que essa busca por ressarcimento de valores é improvável e poderão forçar que existe um consenso que não será o melhor para o lado do comprador. Assim, a recomendação é não assinar nenhum acordo.

Distrato deve ser solicitado

O primeiro passo ao perceber que não terá fôlego financeiro para arcar com o compromisso do imóvel na planta é pedir o distrato para não precisar continuar pagando as prestações e assim economizar no orçamento mensal.

O distrato para extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior deve ser solicitado até a entrega das chaves. Após isso, o comprador toma posse do imóvel e não é mais possível devolver o bem à construtora. A construtora deve devolver o valor em uma única parcela.

Quando a culpa é da construtora

Existem situações em que o cancelamento do contrato pode ser atribuído por culpa da construtora, é uma denúncia contratual por responsabilidade, quando a construtora não respeita as cláusulas, por exemplo quando atrasa a entrega do imóvel, nestes casos a devolução deve ser de 100% do valor total pago.

Temos que lembrar que a devolução dos valores deve ser corrigida monetariamente, ou seja, o valor deverá ser atualizado.

Enfim, situações como as apresentadas acima, com certeza são motivos para preocupações, contudo é imprescindível que que adquiriu um imóvel na planta e que tenha que devolver mantenha a calma nessa hora, buscando uma assessoria adequada, qualquer ação de desespero poderá resultar em pesado prejuízo financeiro.

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Gilberto Bento Jr é advogado, contabilista, empresário. Sócio da Bento Jr. Advogados (www bentojradvogados.com.br), com experiência sólida em gestão de estratégias empresariais, amplo conhecimento em formação de preços, custos, recursos humanos, viabilização econômica e financeira.

Constel registra crescimento de 72% no último ano

15 de abril de 2016

A Construtora Constel fechou na última quinzena seu balanço de 2015 e registrou um crescimento nominal em sua receita de 72% em relação a 2014. O desempenho foi impulsionado principalmente pela redução de seu estoque e atualização de seu crédito bancário.

“Mesmo vivendo um período atípico em 2015, que vem se prolongando até hoje, com a instabilidade política do País refletindo diretamente no mercado, especialmente no da construção civil, percebemos que, com profissionalismo, qualidade e praticando um preço honesto, é possível vencer as adversidades da economia”, afirma o diretor executivo da Constel, Francisco Ramos.

Além disso, Francisco garante que a empresa adotou uma estratégia comercial mais agressiva para atingir a meta de vendas. “Além de focar na venda de estoque, ousamos em fazer lançamentos. Assim, mesmo diante de um cenário mais desafiador de mercado, com novas estratégias, campanhas e ações de marketing, conseguimos obter bons resultados e, consequentemente, melhores taxas junto às instituições bancárias”, diz o diretor executivo da Constel.

Francisco acredita ainda que os resultados obtidos em 2015 vão se repetir no ano de 2016. “Considerando que a Constel ainda tem disponibilidade de imóveis nas melhores localizações de Natal e que o estoque na cidade vem sofrendo uma redução significativa, possuindo hoje quase a metade da disponibilidade observada em dezembro de 2014, conforme pesquisa do Índice de velocidade de Vendas (IVV) realizada pelo Sinduscon-RN, nos mantemos otimistas”, garante.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Constel

Preço médio do m2 fica estável na passagem de fevereiro para março

4 de abril de 2016

O Índice FipeZap – que acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras – mostrou variação de 0,03% entre fevereiro e março.

Dessa forma, pode-se dizer que os preço médio anunciado dos imóveis ficou estável no terceiro mês do ano.

Quando analisadas individualmente,
seis das vinte cidades pesquisadas tiveram variação negativa e em outras doze cidades o aumento deve ser menor que a inflação esperada para
o mês de março (medida pelo IPCA/IBGE).

Apenas em Curitiba e Florianópolis (+0,70% e +0,66% respectivamente) as altas no último mês superam a expectativa do aumento dos preços ao consumidor.

Nos últimos doze meses, o Índice FipeZap registrou crescimento de 0,53%, o menor valor já registrado pela série histórica.

Como a inflação esperada para o IPCA neste período é de 9,50%, o preço médio anunciado do m2 apresentou queda real de -8,10%.

Todas as cidades que compõem o Índice FipeZap registraram variações iguais ou inferiores à inflação nessa mesma base de comparação, sendo que os preços em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Niterói e no Distrito Federal apresentaram queda nominal.

O valor médio anunciado do m2 das 20 cidades em dezembro foi de R$ 7.615.

Rio de Janeiro se mantém como a cidade com o m2 mais caro do país (R$ 10.371), seguida por São Paulo (R$ 8.617).

Já os dois municípios com menor preço por m2 foram: Contagem (R$ 3.542) e Goiânia (R$ 4.244).


Fonte: FipeZap

Terceira fase do Minha Casa prevê financiamento de 2 milhões de moradias

31 de março de 2016

A presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida, com o objetivo de contratar mais 2 milhões de moradias a serem construídas até 2018.

A nova etapa do programa terá como novidade a criação de uma nova faixa de renda, a faixa 1,5, que vai facilitar a compra da casa por famílias que ganham até R$ 2.350.

Além disso, um novo portal vai unificar o cadastro do programa e permitir que os interessados façam simulação de financiamento online.

No total, o Minha Casa Minha Vida 3 prevê investimentos de R$ 210,6 bilhões ao longo de três anos, que continuarão a dinamizar o setor de construção civil e a economia como um todo.

Desse montante, R$ 41,2 bilhões virão do Orçamento Geral da União e R$ 39,7 bilhões de subsídios do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O aporte de recursos foi aprovado pelo Conselho Curador do Fundo e não acarretará prejuízos aos trabalhadores.

Os R$ 129,7 bilhões restantes virão de financiamentos realizados por meio do FGTS.

A nova faixa 1,5 foi criada para atender a uma parcela da população que enfrentava dificuldades para acessar o programa pelos critérios anteriores: renda pouco superior ao máximo permitido na faixa 1, com dificuldades para encontrar imóveis da faixa 2 compatíveis com a capacidade de financiamento.

Agora, os interessados que se enquadrem na nova categoria vão poder financiar imóveis de até R$ 135 mil, com subsídios que podem chegar a R$ 45 mil, de acordo com a localidade e a renda, pagando juros anuais de apenas 5%.

Para permitir que ainda mais famílias acessem o programa, as demais faixas também tiveram seus limites de renda ampliados.

O teto da faixa 1 passou de R$ 1,6 mil para 1,8 mil; a faixa 2 vai de R$ 3.275 para R$ 3,6 mil; e a faixa 3 admitirá famílias com renda de até R$ 6,5 mil, valor que antes era de R$ 5 mil.


Fonte: Secom Presidência

Moura Dubeux homenageia cidades brasileiras em ação no Instagram

10 de março de 2016

A Moura Dubeux lançou a segunda edição do “Minha Cidade, Meu Lugar”.

Os participantes concorrem a um fim de semana com acompanhante no arquipélago de Fernando de Noronha.

Para participar, os interessados devem seguir o perfil oficial da Moura Dubeux no Instagram (@mouradubeux_oficial), publicar foto da sua cidade na rede social e utilizar a hastag #MinhaCidadeMeuLugar na legenda.

A postagem deverá ser feita em modo público.

Uma comissão julgadora escolherá as 10 melhores fotos, que serão publicadas no perfil do Instagram da Moura Dubeux, mas o público é quem vai escolher a imagem vencedora.

A foto que tiver o maior número de curtidas, ganha. Podem participar moradores de qualquer cidade brasileira.

É permitido postar várias fotos, mas precisam ser diferentes. A campanha vai até o dia 5 de abril e os finalistas serão anunciados no dia 14 do mesmo mês.

O vencedor será conhecido no dia 2 de maio.

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Fonte: Moura Dubeux no RN

Caixa anuncia pacote para aquecer mercado imobiliário

8 de março de 2016

As pessoas que ainda estão pagando pela compra de um imóvel financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF) poderão fazer um segundo contrato imobliário.

A medida integra ações para reaquecer o mercado imobiliário e foi anunciada nesta terça-feira (8) pela presidente da Caixa, Miriam Belchior, durante a divulgação do balanço financeiro do banco.

“A meta é aquecer a demanda para que se tenha um impacto de maior acesso à moradia e à retomada da construção civil”, disse.

Segundo o vice-presidente de Habitação da CEF, Nelson Antônio de Souza, esse tipo de financiamento estava fechado desde de maio de 2015.

Explicou que as regras para o financiamento serão as que estão vigentes. E os recursos a serem disponibilizados pela CEF serão semelhantes aos do ano passado.

Também foi elevada a cota de financiamento para os imóveis, que antes era de 50% e passou para 70% nos contratos pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH) com valor até R$ 750 mil.

Para viabilizar os empréstimos, a CEF contará com recursos adicionais de R$ 16,1 bilhões, elevando em 64 mil o número de unidades habitacionais em relação ao ano passado.

Serão disponibilizados R$ 7 bilhões do total de R$ 9,5 bilhões pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS – para a linha de crédito Pró-Cotista.

As taxas de juros vão variar de 7,85 a 8,85% ao ano, no caso dos imóveis de até R$ 750 mil.

A Caixa também anunciou a reabertura do crédito para imóveis usados em que os interessados poderão contratar até 80% do valor do imóvel.


Fonte: Agência Brasil

Mercado potiguar fecha 12 mil postos de empregos formais em 2015

21 de janeiro de 2016

Pela primeira vez, desde 2003, o mercado formal de empregos no Rio Grande do Norte fecha o ano no vermelho.

Em 2015, foram contratados 170.347 trabalhadores com carteira assinada e desligados 182.645, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quintap-feira (21.01).

O saldo negativo de 12.298 vagas foi puxado pela construção civil, que fechou 6.305 empregos em função da debilidade do mercado imobiliário.

Em segundo lugar, com maior saldo negativo vem a indústria de transformação (-3.930) e em terceiro o comércio (-2.237).

Os números mostram que dos oito setores catalogados no banco de dados do Ministério do Trabalho, só houve saldo positivo em dois: agropecuária, com 505 novas vagas criadas, e serviços, com 529. Até mesmo a administração pública fechou negativo.

Os maiores mercados da construção civil também foram os que tiveram maior número de demissões no Estado.

Dos 12.298 postos de trabalhos fechados no ano passado, 7.590, ou 61,7%, foram em Natal. Em Mossoró foram (-1.473) e em Parnamirim (-1.158).

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Leia reportagem completa na versão impressa da Tribuna do Norte desta sexta-feira.