Arquivos da categoria ‘Inflação e Custo de Vida’

Índice de Custos Condominiais aumenta 1,18% em maio

5 de julho de 2016

Segundo apurado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), em maio, o Índice dos Custos Condominiais (Icon) registrou um aumento de 1,18% na Região Metropolitana de São Paulo.

A variação acumulada em 12 meses (junho de 2015 a maio 2016) foi de 11,27%, percentual muito próximo ao do IGP-M medido pela Fundação Getúlio Vargas, que foi de 11,09% no mesmo período.

Neste mês, Tarifas registraram alta de 5,89% e no acumulado dos últimos 12 meses, 17,21%; o item Manutenção e Equipamentos apresentou variação de 0,82% no mês e de 11,09% no acumulado. As despesas com Conservação e Limpeza registraram pequena alta de 0,64% e de 10,29% no acumulado.

O grupo formado por itens diversos subiu 0,82% e 11,09% no acumulado. As despesas com Pessoal e Encargos mantiveram estabilidade, totalizando 9,75% no acumulado no referido período.

“É importante que o síndico acompanhe o Icon, pois ele serve de parâmetro das variações de custos dos condomínios. Porém, o índice não deve ser usado para reajustar a taxa condominial, pois cada condomínio tem sua própria característica e estrutura de despesas”, afirma o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato, Hubert Gebara, que recomenda a consulta de uma administradora, para que o síndico verifique o aumento real dos custos, a fim de que, no futuro, não haja desequilíbrio nas contas do condomínio.


Assessoria de Imprensa Secovi/SP

Etene aponta inflação no Nordeste superior ao índice nacional

10 de junho de 2016

A inflação no Nordeste em maio alcançou o índice de 9,7% no acumulado de doze meses, superior ao verificado em âmbito nacional, de 9,3%, para o mesmo período.

A avaliação é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos regionais do Banco do Nordeste.

De acordo com o estudo, Fortaleza apresentou a maior taxa de elevação de preços na região, chegando a 11%. Em seguida, aparecem Salvador, que registrou inflação de 9,5%, e Recife, que assinalou índice de 9,2%, ligeiramente inferior à base nacional.

Na avaliação mensal de maio, as três principais capitais do Nordeste registraram variações positivas em comparação a abril.

Fortaleza alcançou 1,0%; Salvador, 0,9%, e Recife, 0,8%, todas com taxas superiores à média nacional para maio, de 0,8%.

O índice regional de inflação é composto por nove grupos de preços. “Alimentos e bebidas”, que tem o maior peso no cálculo, foi o mais significativo para o resultado de maio, no comparativo de doze meses.

No Nordeste, esse grupo alcançou 14,6% de inflação, ante 12,7% em nível nacional.

Na análise mensal, o grupo “Habitação” apresentou a maior elevação de preços no Nordeste, crescendo 2,1% na região, índice puxado também pelos aumentos em Fortaleza (2,6%), Recife (2,4%) e Salvador (1,8%).

O índice regional de inflação do Etene é elaborado a partir de metodologia própria e utiliza dados oficiais para construir base de análise ampla, válida para toda a região.

Ele é resultado de monitoramento periódico do Etene e complementa as informações divulgadas mensalmente, no âmbito nacional, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O trabalho é conduzido pelos funcionários do Banco do Nordeste Antônio Ricardo de Norões Vidal (economista, mestre em Administração de Empresas) e Allison David de Oliveira Martins (economista, mestre em Economia).


Imprensa BNB

Aluguel residencial com aniversário em junho subirá 11,09%

30 de maio de 2016

O aluguel residencial em andamento com aniversário em maio e correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), será atualizado em 11,09%.

O IGP-M é considerado um dos principais indicadores para reajustes contratuais por ser o primeiro a ser divulgado, ainda dentro do mês de referência.

Assim, a divulgação, nesta segunda-feira, da variação mensal de 0,82% em maio, fecha o comportamento dos preços no período compreendido entre junho 2015 a maio deste ano.

Para facilitar o cálculo do novo valor, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga o fator de atualização do aluguel, que em junho será de 1,1109.

Para atualizar um aluguel de R$ 1.500, em vigor até maio de 2016, multiplica-se R$ 1.500 por 1,1109, resultando em R$ 1.666,35, que é o aluguel de junho, a ser pago no final de junho ou no início de julho.

Custo médico-hospitalar bate recorde e cresce quase o dobro da inflação

18 de maio de 2016

O índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares, principal indicador utilizado pelo mercado de saúde suplementar como referência sobre o comportamento de custos, registrou alta de 19,3% nos 12 meses encerrados em dezembro de 2015.

Essa é a maior variação registrada pelo indicador produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) desde 2007. Até junho de 2015, o indicador apresentava alta de 17,2% no acumulado de 12 meses. A título de comparação, a inflação geral do País, medida pelo IPCA, ficou em 10,67% no ano passado.

O VCMH/IESS é o principal balizador real da variação do custo médico-hospitalar apurado de planos individuais de saúde para indicar o potencial reajuste das mensalidades desses planos, que deve ser anunciado pela ANS nas próximas semanas. A ANS calcula e autoriza o reajuste, porém, com base em uma amostra de planos coletivos.

“Temos alertado, nos últimos anos, que toda a estrutura de custos da saúde suplementar no Brasil está orientada para crescer de forma contínua. No mundo todo os custos da saúde crescem acima da inflação. O caso brasileiro é, porém, muito mais grave. Aqui, as falhas de mercado potencializam a escalada de custos”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintende executivo do IESS.

“Se o ritmo de crescimento dos custos continuar, nem as operadoras e nem os contratantes dos planos terão condições de arcar com os custos do plano. Operadoras, prestadores de serviços de saúde, governo e beneficiários precisam debater a modernização do sistema, sob o risco de não existir um futuro para esse setor se isso não for feito”, enfatiza.

O VCMH/IESS capta o comportamento dos custos das operadoras de planos de saúde com consultas, exames, terapias e internações. O cálculo utiliza os dados de um conjunto de planos individuais de operadoras, e considera a frequência de utilização pelos beneficiários e o preço dos procedimentos.

Dessa forma, se em um determinado período os beneficiários usavam em média mais os serviços e os preços médios aumentam, o custo apresenta uma variação maior do que isoladamente com cada um desses fatores.

A metodologia aplicada ao VCMH/IESS é reconhecida internacionalmente e aplicada na construção de índices de variação de custo em saúde nos Estados Unidos, como o S&P Healthcare Economic Composite e Milliman Medical Index.

O recorde do VCMH/IESS ocorre num momento particularmente importante para o mercado de saúde suplementar. Em 2015, cerca de 766 mil beneficiários saíram do mercado. Até março de 2016, em comparação ao mesmo mês de 2015, as perdas de beneficiários chegaram a 1,33 milhão.

Carneiro diz ser preocupante o fato de os custos crescerem praticamente o dobro da inflação geral do País apesar da base de beneficiários ter diminuído.

“O Brasil é um caso único no mundo, conforme demonstramos em estudo recente, no qual os custos de saúde não diminuem quando há queda de atividade econômica. Isso demonstra bem como o mercado local precisa se aperfeiçoar”, observa.

A decomposição dos 19,3% do VCMH/IESS indica que 10,7 pontos porcentuais decorreram de internações, 4,8 de exames, 1,8 de consultas e 1,7 de terapias.

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Fonte: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar

Inflação recua e mercado financeiro já projeta IPCA perto de meta

18 de abril de 2016

Instituições financeiras reduziram a projeção da inflação para este ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 7,14% para 7,08%, no sexto ajuste seguido. Para 2017, estimativa caiu de 5,95% para 5,93%, na segunda queda consecutiva.

As estimativas fazem parte do boletim Focus, publicação divulgada hoje (18) pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

As projeções estão acima do centro da meta de 4,5%. A estimativa para 2016 ultrapassa também o teto da meta de inflação, que é 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%.

O cálculo do mercado financeiro para a queda da economia este ano foi alterado pela 13ª vez consecutiva, ao passar de 3,77% para 3,80%.

Para 2017, a expectativa de crescimento da economia (Produto Interno Bruto) foi alterada de 0,3% para 0,2%.

As instituições financeiras esperam que o BC reduza a taxa básica de juros, a Selic, este ano. A mediana das expectativas (desconsiderando os extremos nas projeções), ao final de 2016, passou de 13,75% para 13,38% ao ano.

Atualmente, a Selic é de 14,25% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa é que a Selic fique em 12,25%/ano.

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Fonte: Agência Brasil

Inflação fica abaixo de dois dígitos no Nordeste

11 de abril de 2016

A inflação da região Nordeste em março, no acumulado dos últimos doze meses, foi de 9,9%.

O índice é resultado de pesquisa do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos regionais do Banco do Nordeste.

No período, a inflação nacional registrou 9,4%.

O trabalho indica também as taxas para as regiões metropolitanas de Fortaleza, Salvador e Recife.

A capital cearense apresentou inflação de 10,9% entre abril de 2015 e março de 2016.

Salvador, cidade mais populosa do Nordeste e com maior peso para o cálculo da região, registrou elevação de preços de 10,4%.

A inflação da capital pernambucana no período foi a mesma do Nordeste: 9,9%.

O índice regional de inflação do Etene é elaborado a partir de metodologia própria e utiliza dados oficiais para construir base de análise ampla, válida para toda a região.

O trabalho foi conduzido pelos funcionários do Banco do Nordeste Antônio Ricardo de Norões Vidal (economista, mestre em Administração de Empresas) e Allison David de Oliveira Martins (economista, mestre em Economia).

O resultado da pesquisa é baseado em nove grupos de preços. O mais significativo para o resultado de março foi “alimentos e bebidas”, que variou 15,3%.

Os indicadores “saúde e cuidados pessoais” e “despesas pessoais” também contribuíram, com o aumento de preços no Nordeste, com 10,7% e 10,4%, respectivamente.

Os três grupos apresentaram inflação acima da constatada no país.

Quatro grupos pesquisados registraram aumento de preços na região abaixo da média nacional: educação (7,7% contra 9,1%), habitação (7,1% contra 8,4%), artigos de residência (5,9% contra 6,7%) e vestuário (4,7% contra 5,9%).

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Fonte: Assessoria Banco do Nordeste

Inflação acumulada no trimestre é de 3,08% em Natal

9 de abril de 2016

A inflação acumulada no primeiro trimestre de 2016 em Natal é de 3,08%, menor que a do mesmo período do ano passado (3,16%), mas acima da nacional, que foi de 2,62%.

Em março, o IPC Natal teve alta de 0,88%, segundo a Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos do Idema/RN – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte.

No período de 12 meses voltou a um dígito (9,97%), depois de ter atingido 10,43% no período março/2015 a fevereiro/2016.

Já a cesta básica deu uma disparada: aumento de 2,76% em relação ao mês anterior.

Com isso a ração básica para um pessoa fechou o mês, em média, a 325,81.

Em relação a março do ano passado, houve aumento de 20,37%, mais que o dobro da inflação no período.

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IPC Natal
Inflação no mês de março

2013   0,48%
2014   0,32%
2015   1,31%
2016   0,88%

IPC acumulado em 2016
3,08%

Nos últimos 12 meses
9,97%

Fonte: Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos do Idema/RN

Com fim de bandeiras tarifárias de energia, IPCA volta a fechar abaixo de dois dígitos

8 de abril de 2016

Depois de quatro meses com taxa de dois dígitos, a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), voltou a fechar o acumulado do ano em um dígito.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE, o IPCA fechou os doze meses encerrados em março em 9,39%, depois de ter encerrado fevereiro em 10,36% (na taxa anualizada).

O índice não ficava abaixo de dois dígitos desde novembro do ano passado, quando estava em 10,48%.

Em dezembro, a taxa era 10,67%; em janeiro deste ano, 10,71%; e em fevereiro, 10,36%.

“É importante deixar claro que ficou para trás nos cálculos dos doze meses o reajuste decorrente da bandeira tarifária, no caso da energia elétrica, e em consequência também a pressão forte de reajustes anuais extras por conta da energia. Este resultado deixa pra trás, portanto, uma parcela importante que pressionou a inflação em 2015, que foi a energia elétrica”, disse a coordenadora de Índice de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.

A inflação fechou março em 0,43%, a menor taxa para o mês desde 2012 (0,21%).

A queda no preço da energia também foi responsável pelo taxa menor em março. De fevereiro para março, a energia elétrica teve queda de 3,41%.

Também influenciaram a queda do IPCA o gás de cozinha, com deflação de 0,42%; taxa de água e esgoto (-0,43%); telefone celular (-2,71%); telefone fixo (-2,89%); e passagem aérea (-10,85%).

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Fonte: Agência Estado

Inflação de março foi a menor desde 2012

8 de abril de 2016

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou março com variação de 0,43%.

O resultado é o menor para os meses de março desde o 0,21% de 2012.

Em fevereiro o IPCA subiu 0,9%.

Os dados do IPCA, índice utilizado pelo Banco Central para balizar o plano de metas estabelecido pelo governo para a inflação oficial do país, foram divulgados hoje (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado do mês passado, o IPCA fechou o primeiro trimestre do ano com alta acumulada de 2,62%, resultado 1,21 ponto percentual inferior aos 3,83% de igual período de 2015.

Houve também desaceleração na taxa acumulada nos últimos doze meses, que caiu de 10,36% para 9,39%.

Em março do ano passado, o IPCA havia ficado em 1,32%, a maior taxa desde fevereiro de 2003 (1,57%).

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Fonte: Agência Brasil

IPCA-15 de março é o mais baixo desde 2012

23 de março de 2016

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,43% em março e ficou 0,99 ponto percentual abaixo da taxa de 1,42% de fevereiro.

Em relação aos meses de março, constitui-se no índice mais baixo desde 2012, quando registrou 0,25%.

O IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado por trimestre, situou-se em 2,79%, abaixo da taxa de 3,50% registrada nos três primeiros meses de 2015.

Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 9,95%, descendo dos 10,84% que havia atingido nos 12 meses imediatamente anteriores.

Em março de 2015, a taxa havia sido 1,24%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, apenas os Artigos de Residência (0,88%) e de Vestuário (0,44%) deixaram de apresentar desaceleração nas taxas de crescimento, quando comparadas ao mês anterior.

Os alimentos apresentaram significativa redução na taxa de variação, indo dos 1,92% de fevereiro para 0,77% em março.

Vários produtos vieram com preços em queda, a exemplo do tomate (-19,21%) e da batata-inglesa (-4,61%).

Contudo, os preços de alguns produtos continuaram em alta, como a cenoura (24,08%), as frutas (6,11%) e a farinha de mandioca (5,94%).

O IPCA-15 tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias, cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos.

Queda nos preços de tomate e batata aliviam pressão inflacionária

22 de março de 2016
A diminuição das chuvas nas principais zonas produtoras de tomate e batata impactaram na queda dos preços comercializados dessas hortaliças nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país. 
A maior oferta dos produtos e a com melhor qualidade fizeram os preços caírem em até 53% no caso do tomate no Espírito Santo e 39% da batata em Recife. É o que revela o 3º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado nesta terça-feira (22) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O estudo analisa os preços de comercialização no atacado em fevereiro deste ano e encontra-se disponível na área de destaques da página da Conab (www.conab.gov.br)
Mas, ao mesmo tempo em que a melhora das condições climáticas teve um reflexo positivo ao consumidor em alguns locais, o excesso de chuvas no período do plantio e colheita da cenoura, principalmente em Minas Gerais, Bahia e Goiás, fez com que houvesse diminuição da oferta e consequente aumento dos valores de comercialização.
Em março, a perspectiva é de manutenção da alta em níveis menos expressivos, uma vez que o comportamento do consumidor com a substituição do produto pode frear a elevação.
A cebola também registrou alta em alguns mercados atacadistas e baixa em outros, devido à quantidade importada do produto para o mercado interno.
No primeiro semestre de 2015, o país importou 9,5 mil toneladas de cebolas, nos dois primeiros meses deste ano houve entrada de 47,2 mil toneladas do bulbo.
Nos mercados em que houve registro de queda percebe-se a entrada da produção nacional.
Frutas
De maneira geral, as frutas continuam apresentando alta nos preços nas centrais brasileiras, motivada pela queda da oferta em consequência da entressafra e da baixa produtividade aliada ao aumento das exportações. As maiores altas registradas foram da banana e do mamão. Isso porque a variedade de banana-prata está na entressafra e o mamão passou por problemas climáticos em algumas regiões produtoras.
Esses produtos também tiveram impacto nas exportações, que se mostram vantajosas para os produtores. No caso da banana, o movimento pode ser revertido ainda este mês, com a entrada da produção do norte de Minas Gerais e do centro-sul da Bahia.
As exportações também influenciaram para cima os preços da laranja. Já maçã e melancia apresentaram comportamento irregular, com algumas ceasas registrando alta nos preços dos produtos.
Essas variações foram resultados de interferências do mercado local. A melancia apresentou diferentes níveis de produtividade entre as regiões produtoras, tendo reflexos diferenciados na oferta do produto.
O levantamento é feito nos mercados atacadistas, por meio do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab, e considerou a maioria dos entrepostos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Ceará e Pernambuco.
Este último passa a fazer parte dos estudos permanentes a partir deste mês. Por problemas técnicos, os entrepostos do Paraná não conseguiram consolidar os dados de comercialização até o fechamento do Boletim.
Fonte: Conab

Tarifas do transporte semiurbano interestadual sobem 11,2%

19 de fevereiro de 2016

As tarifas dos transportes rodoviários semiurbanos interestaduais terão reajuste de 11,29% a partir deste domingo, 21 de fevereiro.

O aumento, previsto em resolução publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no Diário Oficial da União de hoje (19), vale para todo o território nacional e se aplica, também, no caso de municípios que são cortados por fronteiras internacionais.

São considerados “serviços de transporte rodoviário semiurbano interestadual” os transportes coletivos que, apesar de cruzarem unidades da federação, têm características urbanas, como uso de roletas, paradas em pontos e permissão para que os passageiros sejam transportados em pé.

O percurso máximo deles é de 75 quilômetros.

Segundo a ANTT, os reajustes foram feitos em decorrência da “necessidade de manter o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias [empresas que têm permissão ou licença, autorizadas pela justiça] e autorizatárias [empresas autorizadas pela ANTT a prestar temporariamente o serviço, ainda que sem a realização de processo licitatório]”.

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Fonte: Agência Brasil