Arquivos da categoria ‘Negócios’

Abreu e Lima bate recorde de processamento em maio

29 de junho de 2016

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) alcançou novo recorde de processamento mensal. A carga média processada em maio foi de 94,8 mil barris de petróleo por dia (bpd), superando em 3,8 mil bpd o recorde anterior, de 91 mil bpd, obtido em março de 2016.

Isso corresponde a um volume total de 2,94 milhões de barris de petróleo processados em maio, 117 mil barris acima do volume total de março (2,82 milhões de barris).

Estes resultados viabilizaram uma produção de Diesel S-10 de 330,2 mil m3, representando 28,2% da produção total deste derivado pela Petrobras em maio de 2016.

As marcas atingidas reafirmam a busca contínua da Petrobras pelo aumento da eficiência operacional de suas refinarias, com excelência na gestão integrada do sistema de abastecimento, contribuindo para a redução das importações de derivados e maior rentabilidade da empresa.

O resultado foi alcançado respeitando os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as ações da companhia.

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Fonte: Gerência de Comunicação Interna e Imprensa Petrobras

Lançamentos de imóveis têm queda expressiva em abril

16 de junho de 2016

Os Indicadores Abrainc-Fipe referentes a abril registraram 1.580 unidades lançadas, um recuo de 52,5% em comparação ao mesmo mês de 2015.

No acumulado de 2016 (até abril), os lançamentos totalizaram 15.752 unidades, número 2,9% superior ao observado no mesmo período de 2015.

Considerando os últimos 12 meses, o total lançado (63.992 unidades) mostra queda de 8,1% face ao observado no período precedente.

Em abril de 2016, a pesquisa mostra que foram vendidas 7.146 unidades, o equivalente a um recuo da 14,4% frente às vendas do mesmo mês de 2015.

Até abril, as vendas somaram 30.477 unidades, o equivalente a uma queda de 16% frente ao volume observado no mesmo período de 2015.

Entre os 12 meses, o setor vendeu 103.690 unidades, também com queda de 16% face ao observado nos 12 meses anteriores.
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Uma pausa para explicar: Abrainc é a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, e Fipe, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, de São Paulo.
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Segundo dados das 19 empresas participantes do estudo, no quarto mês do ano, foram entregues 8.127 unidades, o que corresponde a uma queda de 30,3% frente ao número de unidades entregues em abril do ano anterior.

De janeiro a abril de 2016, as entregas totalizaram 37.632 unidades, volume 11,4% inferior ao observado na mesma base de 2015.

Nos últimos 12 meses, as entregas somaram 121.036 unidades, número 23,8% inferior ao volume entregue nos 12 meses precedentes.

De acordo com Renato Ventura, vice-presidente executivo da Abrainc, a queda expressiva nos lançamentos do mês de abril reflete um cenário pontual. “Para melhor análise, os dados do mercado imobiliário devem ser acompanhados por um período maior”, afirma ele.

Ventura também explica que a queda nos números, de forma geral, é decorrente da falta de confiança de empreendedores e compradores, mas que deve ser revertida com o reaquecimento da economia.
O indicador de distrato de abril deste ano revela que foram distratadas 4.195 unidades, o que representa um aumento de 4,8% frente ao número absoluto observados em abril de 2015.

No acumulado de 2016 (até abril), o total de devolução de imóveis foi de 14.607 unidades, patamar 2,8% inferior ao observado no primeiro trimestre de 2015.

Nos últimos 12 meses, foram distratadas 46.489 unidades, uma elevação de 1,7% face ao volume do período precedente. Já, se considerados os distratos como proporção das vendas por safra de lançamento, as unidades vendidas no primeiro trimestre de 2014 apresentam a taxa mais elevada da série histórica (18,1%).

NORDESTE
Em abril, a região Nordeste contou com 69 unidades lançadas, tendo a sua participação em 4,4% no total nacional. No período, foram vendidas 1.000 unidades de novos imóveis, alcançando 14,6% do número vendido no Brasil pelas associadas Abrainc.

Em abril foram entregues 696 unidades no Nordeste, 8,6% do total de entregas no Brasil. Os dados mostram que no Nordeste, em abril, haviam disponíveis 16.900 unidades em oferta final, 15,2% do número nacional.

Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao mês de abril de 2016.


Fonte: ABRAINC

Financiamento de veículos no RN tem queda de 21,9% no trimestre

25 de abril de 2016

O volume de financiamento de veículos no Rio Grande do Norte foi de 15.209 unidades nos três primeiros meses de 2016, entre novos e usados. O resultado foi 21,9% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados incluem automóveis leves, motos e pesados.

As vendas financiadas de automóveis leves superaram os números das outras categorias e representaram 71% do total financiado no estado no trimestre, com 11.176 unidades negociadas.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

Em março, o total de veículos financiados no estado foi de 5.387 unidades, entre novos e usados. Do total de vendas a crédito, 3.825 foram automóveis leves, baixa de 20,3% em relação ao mesmo mês de 2015. Motos totalizaram 1.451 unidades, queda de 25,2% também em comparação no mesmo período do ano anterior.

O Nordeste atingiu 72.415 veículos financiados no mês de março. Deste total, foram negociados 45.953 autos leves e 24.056 motocicletas. No primeiro trimestre de 2016 as vendas a crédito na região somaram 200.227 unidades, uma queda de 24,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O volume de financiamento de veículos em todo o Brasil atingiu 1,1 milhão nos primeiros três meses do ano, fechando o trimestre em queda de 19,1% em relação ao mesmo período de 2015.

Em março, os veículos financiados somaram 410.271 unidades, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros. Veículos novos somaram 163.725 unidades vendidas a crédito, enquanto os usados chegaram a 246.546.

O SNG é uma base privada de abrangência nacional que reúne as informações sobre restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de concessão de crédito. Essa base é consultada e atualizada em tempo real pelas instituições financeiras.

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Fonte: Assessoria Cetip

Financiamentos de veículos em fevereiro tem queda de 13,4% no RN

23 de março de 2016

O volume de financiamento de veículos no Rio Grande do Norte foi de 4.748 unidades em fevereiro, entre novos e usados.

O resultado foi 13,4% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado.

Os dados incluem automóveis leves, motos e pesados.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

As vendas financiadas de automóveis leves superaram os números dos outras categorias e representaram 74,5% do total financiado no estado no mês, com 3.536 unidades negociadas.

O Nordeste atingiu 60.468 veículos financiados no mês de fevereiro. Foi a terceira região que mais vendeu a crédito no Brasil. Deste total, foram negociados 40.032 autos leves e 18.714 motocicletas.

No Brasil, os veículos financiados somaram 350.046 unidades em fevereiro, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros. Desse total, 134.745 foram de unidades novas e 215.301 foram de usadas.

O SNG é uma base privada de abrangência nacional que reúne as informações sobre restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de concessão de crédito. Essa base é consultada e atualizada em tempo real pelas instituições financeiras.


Fonte: Cetip

Franchising faz balanço do maior congresso do varejo mundial e apresenta tendências

4 de fevereiro de 2016

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) realiza depois do Carnaval (dia 15) o Pós-NRF ABF.

Reunindo especialistas em franchising e varejo, o evento tem o objetivo de fazer uma síntese dos principais pontos debatidos durante a 105ª edição do maior evento do varejo mundial.

O encontro anual promovido pela entidade oficial do setor nos Estados Unidos, a National Retail Federation (NRF), em Nova Iorque, reuniu em janeiro deste ano mais de 33 mil visitantes de 80 países, além de 560 expositores na Feira de Tecnologia e Serviços.

Ao todo, foram 300 palestrantes, em 150 painéis, durante quatro dias.

Dentre os temas que emergiram no encontro da NRF destacam-se estratégias de gestão de marca, a ascensão da economia colaborativa, o poder do consumo feminino, o desenvolvimento do e-commerce e cases de estratégias de omnichannel (multicanal de distribuição).

A integração cada vez maior entre os meios digitais e físicos, a internacionalização de empresas e a busca por capilaridade foram assuntos que mantiveram a relevância de anos anteriores.

Já o Brasil marcou presença com um painel que discutiu os impactos e oportunidades dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo no varejo nacional.

O programa do Pós-NRF inclui apresentação de dados, informações, insights e o que de mais importante o Grupo ABF vivenciou não apenas no evento da NRF em si, mas também em visitas técnicas e no Harvard Club.

Participam do evento Cristina Franco, presidente da ABF; Altino Cristofoletti Junior, vice-presidente, Juarez Leão, diretor de treinamento cursos e eventos, André Friedheim, diretor internacional, Adir Ribeiro, presidente da consultoria Praxis Business, Eduardo Terra, presidente da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) e Alberto Serrentino, CEO da Varese Retail.

Diz Cristina:

“Uma das constatações que trouxemos do NRF Big Show é a de que o Brasil permanece sendo um mercado atraente para os investidores internacionais. Além do fato de sermos um país continental, pacífico, com cerca de 220 milhões de habitantes, passamos por um período de queda do preço dos ativos e de desvalorização cambial. Portanto, é fundamental que as empresas franqueadoras saibam quais as melhores estratégias, as tendências no varejo e busquem estar à frente no mercado. Este evento é uma excelente oportunidade para se posicionar nesse sentido.”

O vice-presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, reforça:

“Mais uma vez, tivemos a oportunidade de conhecer o que há de mais inovador no varejo mundial, em diferentes estágios de implantação e maturação. Certamente, muitas das estratégias apresentadas têm aplicação à realidade brasileira, ainda mais em um momento de adversidade”.

O Pós-NRF ABF será transmitido na íntegra ao vivo pela internet no site www.abf.com.br a partir das 9 horas.

 

Franchising brasileiro tem crescimento de 8,3% em 2015

1 de fevereiro de 2016

Mesmo em um período de retração econômica, o segmento de alimentação no mercado de franquias registrou crescimento de 8,3% no faturamento em 2015, segundo a pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) em coletiva de imprensa realizada no último dia 29 de janeiro.

Conforme o estudo, o setor continua sendo um dos mais consolidados no franchising, ocupando o quarto lugar do ranking em receita. Além das tradicionais promoções, a inovação do cardápio foi um dos fatores que garantiram este excelente desempenho.

Um exemplo desse movimento é o h3, rede especializada em hambúrgueres, que oferece comida de Chef nas praças de alimentação.

De acordo com o balanço da marca, o h3 registrou aumento de 20% em número de unidades, alcançando 17 operações, e um faturamento de R$ 27 milhões de reais.

Outra aposta é a Patroni – rede de franquia de pizzas, carnes e massas – que fechou 2015 com faturamento de R$ 335 milhões e 192 unidades.

Para este ano, a marca planeja um crescimento de 20% em número de unidades, o equivalente ao fechamento de 40 novos contratos. O foco principal é expandir por meio das operações Expresso, um modelo mais enxuto com investimento inicial a partir de R$ 150 mil.

Segundo o balanço, o setor de franquias atingiu o faturamento de R$ 139,59 bilhões, representando um crescimento de 8,3%.

Fonte: Economídia

Natal Shopping inicia 2016 sob nova direção

18 de janeiro de 2016

O ano de 2016 representa uma nova fase para o Natal Shopping, que nos próximos três anos terá gestão e comercialização a cargo da Ancar Ivanhoe – uma das cinco maiores empreendedoras e administradoras de shopping centers do País.

Atualmente, o Natal Shopping tem 173 lojas e 27 mil m² de ABL.

O novo superintendente, Felipe Nascimento Furtado, recebe o empreendimento com números positivos em vendas: no período natalino de 2015, foi registrado crescimento de 10% em relação ao ano anterior, fruto da variedade de produtos aliada às estratégias do shopping para atrair o público.

Segundo a Assessoria de Imprensa do shopping, o novoo superintendente especialista em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e fez Mall & Management na ICSC Universidade de Shopping Centers da Pensilvânia (EUA).

Negócios: Natal ganha supermercado exclusivo de material de limpeza

1 de dezembro de 2015

Prometendo qualidade, preço e comodidade, o empresário Marcelo Augusto inaugura nesta terça-feira o Ecomaster Supermercado da Limpeza.

Fica na Rua Ataulfo Alves, a mesma do Posto Planalto, em Candelária .

A Ecomaster oferece um extenso Portifólio de produtos e tem como principal parceiro a indústria potiguar Becker, que fabrica e comercializa para todo o mundo produtos especiais de limpeza.

A experiência é inspirada num modelo alemão de negócios.

Por enquanto, vendas só na loja física da Candelária. Mas em breve será inaugurada a loja on line, através da qual os clientes poderão realizar todos os pedidos via internet.

Com informações da Assessoria de Imprensa

Vivo inicia venda de novos aparelhos iPhone no Brasil

13 de novembro de 2015

A Telefônica Vivo iniciou ontem as vendas dos novos smartphones da Apple, iPhone 6s e iPhone 6s Plus – ambos com acesso às redes de Quarta Geração.

O iPhone 6s, com memória de 16 GB, pode ser adquirido na Vivo por 12 parcelas sem juros de R$ 166,58 caso o cliente opte pelo plano SmartVivo 6GB e escolha trocar o iPhone 6 de 16 GB já usado por desconto de R$ 1.000 na aquisição do novo.

Trata-se de recurso do Vivo Renova, programa da operadora por meio do qual o usuário entrega seu aparelho antigo e ganha vantagens na aquisição de um novo.

O valor da franquia mensal para o plano SmartVivo 6GB é de R$ 384,99, com 6 GB para acesso à internet, contemplando SMS ilimitado para todas as operadoras, ligações ilimitadas entre clientes Vivo de todo o Brasil (fixo e móvel), 500 minutos de ligações para outras operadoras, e possibilidade de compartilhamento do plano para até 4 usuários pelo MultiVivo.

Os descontos previstos pelo programa Vivo Renova chegam a até R$ 1.700, de acordo com o modelo e estado de conservação do aparelho que o usuário entregar para a operadora.

Mais detalhes sobre os valores podem ser encontrados no site www.vivo.com.br/vivorenova.

Fonte: Assessoria da Vivo

OCDE reduz, pela segunda vez, projeções sobre crescimento da economia mundial

9 de novembro de 2015

Da Deutsche Welle

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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) voltou a corrigir para baixo os prognósticos sobre a economia mundial.

Em relatório semestral Economic Outlook (Perspectivas econômicas), divulgado nesta segunda-feira (09) em Paris, ela prevê agora um crescimento econômico mundial de 2,9% em 2015 e de 3,3% no ano seguinte.

Em março, a OCDE contava com um crescimento do PIB global de 3% para o ano corrente, e de 3,6% para 2016.

Os novos índices são os mais fracos desde 2009.

A economista-chefe da organização, Catherine Mann, disse estar “muito preocupada” com a estagnação do comércio mundial e com a queda dos investimentos.

O secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, resumiu assim a situação: “As perspectivas globais de crescimento voltaram a ficar sombrias”.

No caso do Brasil, o PIB deverá apresentar taxas negativas, de -3,1% em 2015 e -1,2% em 2016, voltando a crescer 1,8% apenas em 2017.

Confira o que disseram os analistas da OCDE:

“Projetamos que a recessão se prolongue para 2016 devido ao necessário ajuste orçamentário, à política monetária mais restritiva para conter a inflação e a uma falta de confiança dos investidores relacionada com a incerteza política.”

Eles lembram que, em 2017, deverá ocorrer  “lenta recuperação”, alicerçada na melhora da confiança nas políticas macroeconômicas, mas alertam que “o desemprego deve aumentar ainda mais em 2016”. O Brasil, dizem, “entrou em recessão por causa dos baixos níveis de confiança, da incerteza política e da queda dos preços das matérias-primas”.

Para a zona do euro, a OCDE prevê taxas de crescimento do PIB de 1,5% e 1,8% em 2015 e 2016. Para os Estados Unidos, de 2,4% e 2,5%. Enquanto nos EUA a dinâmica nos investimentos e no desemprego é muito positiva, na zona do euro os números são, antes, decepcionantes.

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AmBev fecha fábrica de cerveja em Extremoz

6 de novembro de 2015

A AmBev vai fechar fábrica de cerveja que foi inaugurada no distrito industrial de Extremoz há mais de duas décadas.

O motivo alegado é o aumento do ICMS.

Resultado: demissão de 300 funcionários diretos até o final do ano, quando as operações chegarão definitivamente ao fim.

A notícia foi divulgada na manhã desta sexta-feira pela agência Reuters.

“A decisão foi tomada após análise dos reflexos que o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços (ICMS) sobre bebidas frias, anunciado em 30 de outubro, trará para a empresa no Estado”, justificou a companhia, através de nota.

Segundo a Ambev, as novas alíquotas, de 29% para cerveja e 18% para refrigerantes, combinadas com o fim do incentivo fiscal antes existente, não justificam a manutenção da operação de produção da Ambev no Rio Grande do Norte.

A cervejaria explicou que diante da nova realidade, optou por transferir a operação para Estados vizinhos.

A fábrica da AmBev foi inaugurada em 1992 pela Antártica. Segundo informações da época, além dos inventivos fiscais, a qualidade da água, abundante na Grande Natal, contribuiu para a escolha de Extremoz.

Em 2013, a empresa chegou a fazer um balão de ensaio sobre o fechamento da unidade alegando falta de incentivos fiscais para torná-la mais competitiva.

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No final da tarde, o governo do Estado distribuiu a seguinte nota oficial sobre o anúncio da cervejaria:

Em relação ao anúncio do provável fechamento de unidades da Ambev no Rio Grande do Norte, assim como também em São Paulo e Sergipe, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte lamenta a decisão da empresa, principalmente pelos empregos que serão perdidos. Mas é preciso prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Desde 2013 a Ambev vem anunciando sua intenção de encerrar suas atividades industriais no Rio Grande do Norte, que hoje se restringem à produção do litrão de cerveja com expediente de uma a duas vezes por semana;

2. Em agosto deste ano, novamente a Ambev tornou pública essa pretensão. Nessa ocasião, a empresa alegou a falta de concessão do benefício fiscal do Proadi, um incentivo de natureza industrial, concedido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, que dispensa o pagamento do ICMS pelo produtor;

3. O Governo do Estado está de portas abertas para a concessão de tal benefício a esta e outras empresas de natureza industrial, inclusive anunciando que o Proadi ampliou-se no formato que está sendo apreciado pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte;

4. Por outro lado, sublinhamos que o ajuste fiscal estadual adotado pelo Rio Grande do Norte e demais estados brasileiros, o qual foi aludido como uma das motivações que influenciou a decisão, não tem peso algum sobre a atividade industrial. Ele alterou alíquotas somente nas operações de consumo local. A esmagadora maioria do abastecimento de nosso consumo é produzida fora de nossas fronteiras, e onde quer que seja fabricado, o tratamento interno será o mesmo para qualquer fornecedor. Caso a indústria resolva produzir dentro do nosso estado, somente nesses casos haverá um regime profundamente diferenciado de tributação, o Proadi, que alivia por completo a carga tributária do ICMS que seria arrecadada diretamente pelo estado.

Por fim, destacamos que é uma política estrutural do Governo o total apoio às atividades econômicas e à geração de emprego. Trata-se de um princípio que norteia todas as ações do Estado. O Governo do Estado está aberto ao entendimento com a Ambev, com vistas à manutenção e, até, ampliação, dos empregos gerados por esta indústria no estado.

Atualizada às 21h para incluir a nota do governo.

Receita líquida da Mercado Livre no Brasil tem crescimento de 47%

6 de novembro de 2015

A MercadoLivre, empresa de tecnologia para comércio eletrônico da América Latina, reporta os resultados financeiros do terceiro trimestre deste ano, terminado em 30 de setembro de 2015.

O total de itens vendidos no terceiro trimestre foi de 34 milhões, um crescimento de 26,2% em comparação com o mesmo período do ano passado.

O volume transacionado na plataforma (GMV – Gross Merchandise Volume) foi de US$ 1,84 bilhão, um crescimento de 76,9% em moeda constante e de 9,5% em dólar.

MercadoPago, unidade de meios de pagamentos da companhia, registrou um total de 22 milhões de transações, um crescimento de 75,2% sobre o mesmo período do ano passado.

O volume total de pagamentos foi de US$ 1,3 bilhão, crescimento de 42% em dólares e de 94,9% em moeda constante.

Segundo Stelleo Tolda, vice-presidente, COO do MercadoLivre, os resultados reforçam a estratégia de longo prazo da companhia.

“Nosso objetivo é manter o foco em inovação e na execução de nossas iniciativas estratégicas para gerar uma excelente experiência aos usuários do marketplace e dos serviços agregados que compõem o nosso ecossistema”, diz Tolda.

A receita líquida da companhia cresceu 14% em dólares, totalizando US$ 168,6 milhões.

Em moeda constante o crescimento foi de 68%. Só no Brasil, a receita líquida cresceu 47% em reais.