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PSafe esclarece dúvidas sobre compras seguras pelo celular

28 de junho de 2016

Há alguns anos, os dispositivos móveis, como smartphones e tablets, vêm ocupando o espaço dos computadores na vida das pessoas. A facilidade de resolver tudo remotamente, ver e-mail, se comunicar por meio de mensagens instantâneas, realizar transações bancárias, entre outros, fez com que o Brasil alcançasse a marca de 256 milhões de celulares em abril deste ano, segundo a Teleco, o que representa mais de 1 celular por habitante.

Mas se tem uma coisa que ainda deixa as pessoas receosas é fazer compras via mobile. Um equívoco básico é acreditarem que é mais seguro utilizar o computador para acessar sites de e-commerce do que fazer isso pelo celular.

Marco DeMello, CEO da PSafe, empresa brasileira líder em segurança e performance digital, acredita que boa parte desse receio vem do fato de que o uso mobile no Brasil ainda é muito recente.

“A democratização da internet se deu por meio do celular. Com isso, muitas pessoas vieram ter o primeiro contato com o mundo virtual por meio do celular e ainda há um certo desconhecimento do que é seguro ou não. As regras que valiam para a web valem também para o mundo mobile, ou seja, celulares e tablets são seguros para realizar qualquer transação desde que o usuário tenha um antivírus instalado no seu celular, como o PSafe Total”, afirma Marco.

Recente estudo da Euromonitor, em parceria com a PayPal, mostrou que a participação mobile no e-commerce vem crescendo mundialmente e que em 2020 o mercado mobile deverá ser responsável por 10% do e-commerce.

“Isso significa que ainda há um amplo espaço para esse crescimento desse segmento e é preciso desmitificar o uso do celular para compras. As pessoas passam muito mais tempo com seus celulares do que em computadores. É preciso mostrar que elas podem confiar nos dispositivos móveis para realizar transações com segurança”, completa Marco.

Mas o que fazer, então, para não se preocupar na hora de fazer compras pelo celular? A empresa PSafe afirma que os cuidados são basicamente os mesmos de quem usa o computador:

Defenda-se com um cérebro eletrônico
A ideia é simples: um cérebro biológico não tem capacidade para se defender de ataques de um cérebro eletrônico. Por mais que você pense ter conhecimento e esteja atento, os ataques são muitos e estão cada vez mais sofisticados. Portanto, proteja-se: instale um antivírus no seu celular.

Como saber se o site de compras é confiável?
Uma das principais preocupações de quem compra online é saber se o site é confiável. Em primeiro lugar é muito importante procurar referências de quem já comprou no site: amigos, parentes, conferir os sites não recomendados pelo Procon e checar as análises em sites de críticas, como o Reclame Aqui.

Outra boa maneira de se certificar que a compra é segura é utilizando os aplicativos dos sites, registrados nas lojas oficiais de apps (Google Play, App Store, etc). Vale, também, tomar cuidado com páginas falsas, muito comuns em épocas de importantes datas para o varejo, com Black Friday, Natal, etc. Desconfie das promoções muito vantajosas que chegam por e-mail ou SMS.

Com um antivírus instalado no seu celular, como o PSafe Total, ele poderá te sinalizar quando a página acessada não for verdadeira.

É mais seguro pagar em boleto que no cartão de crédito?

Não necessariamente. O fato do site gerar um boleto para pagamento não significa que ele é confiável. Pessoas físicas também geram boletos e, em muitos casos, podem usar essa “ingenuidade” do usuário para passar uma falsa sensação de segurança. A diferença é que, ao usar o cartão de crédito, se o site não for confiável, ele pode utilizar seus dados para fazer outras compras. Independente do meio de pagamento, a credibilidade do site ou do app são muito importantes para evitar que o cliente seja lesado.

Os dados do comprador ficarão seguros no site?
É fundamental que o consumidor leia e esteja de acordo com a política de privacidade do site para realizar uma compra com segurança. Também é importante verificar se o endereço do site inicia com “https”, pois a sigla garante a proteção da privacidade e integridade dos dados trocados. Além disso, evitar transações em computadores públicos diminui a chance de roubo de dados.

A brasileira PSafe dá, ainda, algumas dicas para os donos de smartphones não terem dor de cabeça na hora das compras online:

• Instale, no seu celular, um antivírus confiável e certificado, como o PSafe Total.

• Use sempre aplicativos de lojas confiáveis.

• Desconfie de links enviados por desconhecidos via e-mail ou mensagem de texto.

• Prefira comprar em sites que forneçam endereço físico, telefone fixo, CNPJ e razão social.

• Consulte o Registro.br e a Receita Federal.

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Fonte: PSafe Tecnologia

Startup nordestina é uma das 12 melhores da América Latina

22 de junho de 2016

A empresa nordestina Escribo Inovação para o Aprendizado está entre as 12 startups mais inovadoras da América Latina e Caribe.

A seleção é feita pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A Escribo é apoiada pelo fundo de investimento Criatec, que tem o Banco do Nordeste como cotista.

As startups selecionadas concorrem ao prêmio Economia Naranja, que reconhece as melhores iniciativas de economia criativa.

Os indicados apresentarão os projetos a uma banca de investidores e especialistas em outubro, na última etapa do concurso em Washington, nos Estados Unidos, que definirá três vencedores, durante o evento Idear Soluciones 2016.

Os dez finalistas também participarão de palestras, workshops e oficinas durante o evento.

A Escribo Inovação para o Aprendizado está concorrendo com o Frei.re Lab, plataforma que permite a professores e estudantes criarem seus próprios jogos, animações, textos e narrativas interativas.

Diretor da Escribo e doutorando em Educação pela Universidade John Hopkins nos Estados Unidos, Américo Amorim explica que objetivo da ferramenta é estimular o aprendizado de crianças por meio de mecânicas lúdicas e interativas.

“Com o Frei.re Lab, professores e alunos passam de simples consumidores a autores de jogos, infográficos, simuladores e histórias interativas”, ressalta.

De acordo com o empreendedor, a ideia é levar o melhor da revolução digital para sala de aula, aproximando alunos de realidades que eles já convivem, para engajá-los e, ao mesmo tempo, fornecer aos pais e professores estatísticas sobre o aprendizado das crianças.

A Escribo está sediada no Recife (PE). Seus livros, jogos e aplicativos são utilizados por milhões de alunos brasileiros e grandes grupos educacionais.

A empresa conta com corpo técnico de classe mundial que inclui mestres e doutores das áreas de educação, software, design e inovação.

Hubine
Dentro da estratégia de estímulo à inovação em sua área de atuação, o Banco do Nordeste lançará, em julho, por ocasião das comemorações de seu 64º aniversário, o Hub de Inovação do Nordeste (Hubine).

A iniciativa é um ambiente de apoio a negócios inovadores, que criem produtos, serviços e soluções capazes de contribuir com a dinamização da economia regional.

Localizado na sede do Banco do Nordeste, em Fortaleza (CE), o Hubine abrigará empreendimentos em sua fase inicial e disponibilizará espaço de coworking, suporte técnico gerencial e financeiro, com o objetivo de impulsionar a maturação e promover a perenidade de startups e contribuir para a geração de emprego e renda, com melhoria nas condições de vida das pessoas em todo o Nordeste.

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Fonte: Banco do Nordeste

Cinco mitos sobre vírus para celulares

16 de maio de 2016

Segundo recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 136 milhões de pessoas com dez anos ou mais tinham telefone móvel celular para uso pessoal em 2014, o que correspondia a 77,9% da população nessa faixa de idade.

Com o uso cada vez mais frequente, os dispositivos móveis tornaram-se responsáveis por armazenar diversas informações pessoais dos usuários – como senhas de banco e dados do cartão de crédito – e se tornaram alvos frequentes de ataques maliciosos.

Apesar do número recorrente de ameaças, ainda há muita desinformação sobre como elas funcionam. Para esclarecer alguns mitos, o Analista de Segurança da PSafe, Ricardo Coutinho, reuniu algumas orientações:

1. Um vírus pode atacar a bateria
Segundo o especialista, um vírus não é capaz de atacar um hardware, ou seja, ele não pode atacar uma peça física do aparelho. No entanto, é capaz de afetar drasticamente a bateria. “O vírus precisa utilizar memória e processador para funcionar, abrindo vários processos no celular”, explica Coutinho. E quanto mais processos abertos, mais a carga será consumida. Portanto, o vírus não ataca a bateria efetivamente, mas pode comprometê-la indiretamente;

2. O vírus de smartphone pode se espalhar pelo ar
Para isso acontecer é preciso que o hacker monte uma antena pirata e transfira todas as instruções operacionais do sistema do celular. Embora haja alguns casos registrados nos Estados Unidos, eles são extremamente raros;

3. Um vírus é capaz de estragar ou queimar o celular
Este é o mesmo caso da bateria: vírus de software não atacam hardware. Portanto, não são capazes de queimar o celular;

4. Os vírus são criados pelas próprias empresas de antivírus
Ao contrário do que diz as teorias da conspiração, Coutinho afirma categoricamente: “uma empresa de antivírus séria não cria vírus, apenas o estuda para criar métodos de prevenção”;

5. É difícil um vírus atacar celulares altamente tecnológicos?
“Não. Hoje, os números de ameaças criadas por dia para Android são altos, maiores do que a quantidade criada para Windows, por exemplo”, diz Coutinho. Assim como a tecnologia está mais sofisticada, as armadilhas criadas pelos cibercriminosos também tem evoluído, transformando o ato de se precaver em uma necessidade nos dias atuais.

É recomendável evitar fornecer dados pessoais ou bancários em mensagens trocadas, desconfiar de links desconhecidos e evitar o download de conteúdos duvidosos, que geralmente abordam temas polêmicos para chamar mais atenção.

No entanto, para garantir a segurança digital, além de se prevenir, é importante ter um antivírus de confiança instalado. O PSafe Total , por exemplo, é um aplicativo gratuito que garante proteção em tempo real para que o usuário Android use suas mídias sociais, o internet banking, realize compras pela internet, converse e troque arquivos com máxima privacidade. Diariamente, o app remove mais de 130 mil ameaças de malwares e bloqueia 500 mil páginas maliciosas.

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Fonte: PSafe Tecnologia

Caixa lança aplicativo de celular para trabalhador consultar FGTS

31 de março de 2016

A Caixa Econômica Federal lançou nesta quinta-feira (31) o aplicativo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que os trabalhadores possam consultar o extrato.

O lançamento foi feito durante reunião do conselho curador do FGTS no Ministério do Trabalho e Previdência Social.

Segundo a vice-presidente interina de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Deusdina dos Reis Pereira, esse será um canal adicional de acesso às informações do trabalhador, mas o envio do extrato em papel e por SMS será mantido.

“Ele [o contribuinti] pode optar por não receber mais em papel”, explicou, dizendo que mais de 76 milhões de brasileiros já usam smartphones.

“O trabalhador passará também a ser o fiscal da sua própria conta para que possa falar com seu empregador, se necessário, em caso de atraso ou erro de processamento [no pagamento do FGTS]”, explicou.

Para acessar a ferramenta é necessário fazer um cadastro onde o trabalhador deve criar uma senha de acesso e informar o Número de Identificação Social (NIS).

Esse número pode ser encontrado nos extratos do FGTS, carteira de trabalho, com o empregador ou nas agências da Caixa.

Também foi apresentado hoje o aplicativo Caixa Trabalhador que traz informações sobre o PIS, o abono salarial e o seguro-desemprego.


Fonte: Agência Brasil

Claro lança aplicativo de carreira com buscador de vagas de emprego

7 de março de 2016

A Claro lançou uma aplicativo de celular para quem busca emprego e não tem tempo de sair de porta em porta.

É o Carreira e Emprego, disponível inicialmente para Android.

O serviço informa sobre tendências do mercado de trabalho, oferece dicas e guias de preparação e atualização de carreira, e traz um “buscador de vagas de emprego” em parceria com o portal Vagas.com.

O App foi desenvolvido em parceria com a Gold 360 e traz, ainda, vídeos motivacionais com personalidades como Max Gehringer.

O download do aplicativo é gratuito e o usuário consegue visualizar parte do conteúdo sem custo.

Como neste ramo não existe almoço grátis, para ter acesso completo ao conteúdo é preciso assinar o serviço por R$ 3,99 semanais.

Vivo inicia venda de novos aparelhos iPhone no Brasil

13 de novembro de 2015

A Telefônica Vivo iniciou ontem as vendas dos novos smartphones da Apple, iPhone 6s e iPhone 6s Plus – ambos com acesso às redes de Quarta Geração.

O iPhone 6s, com memória de 16 GB, pode ser adquirido na Vivo por 12 parcelas sem juros de R$ 166,58 caso o cliente opte pelo plano SmartVivo 6GB e escolha trocar o iPhone 6 de 16 GB já usado por desconto de R$ 1.000 na aquisição do novo.

Trata-se de recurso do Vivo Renova, programa da operadora por meio do qual o usuário entrega seu aparelho antigo e ganha vantagens na aquisição de um novo.

O valor da franquia mensal para o plano SmartVivo 6GB é de R$ 384,99, com 6 GB para acesso à internet, contemplando SMS ilimitado para todas as operadoras, ligações ilimitadas entre clientes Vivo de todo o Brasil (fixo e móvel), 500 minutos de ligações para outras operadoras, e possibilidade de compartilhamento do plano para até 4 usuários pelo MultiVivo.

Os descontos previstos pelo programa Vivo Renova chegam a até R$ 1.700, de acordo com o modelo e estado de conservação do aparelho que o usuário entregar para a operadora.

Mais detalhes sobre os valores podem ser encontrados no site www.vivo.com.br/vivorenova.

Fonte: Assessoria da Vivo

Artigo: Senha? Que senha?!

6 de outubro de 2015

Diego Custodio
Gerente de Alianças Sênior da Navita
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Muitos são os questionamentos que nós fazemos quando o assunto é segurança dos nossos “devices”. Agora reflita comigo sobre o quanto custa colocar uma senha simples no seu smartphone? Qual o impacto que há no vazamento de uma informação sigilosa?

O “nude” do ator Stênio Garcia e sua mulher viraram o assunto da semana. E o que fico pensando é como essas situações – entre tantas outras – continuam a acontecer.

Vale voltar no tempo. Em 2012, tivemos a atriz Carolina Dieckman com o mesmo problema de vazamento de imagens privadas divulgadas por uma invasão no seu computador; em maio de 2013, foi a vez do Senador Eduardo Suplicy ter carteira e celular furtados na Virada Cultural e agora chegamos em outubro de 2015 e vemos a mulher de Stênio Garcia chorando ao falar de vazamento de fotos íntimas.

Visito vários clientes e falo muito sobre MDM (Mobile Device Management) e logística de dispositivos. Todos, quase sem exceção, me afirmam: “Não consigo aprovar este projeto, pois não tem ROI (Retorno sobre o investimento)”. E com isso, vemos que é difícil ações preventivas que não tragam resultados cartesianos serem aprovadas pelos seus gestores imediatos. Acredito que o vazamento recente demonstram que SIM tem ROI ao implementar o MDM e a gestão logística profissional destes dispositivos.

Fazendo uma breve análise do ocorrido, acho que vale à pena refletirmos sobre dois pontos:

1- Aquele Smartphone provavelmente não tinha uma senha;

2- Que tipo de assistência técnica você envia seu telefone ou da sua empresa em caso de suporte ou reparo?

Na minha opinião uma das funcionalidades mais importantes do MDM é a obrigatoriedade de se inserir uma senha, e em caso de perda ou furto, poder apagar tudo remotamente.

E, na gestão logística profissional, é de não permitir que estes equipamentos saiam para reparos desprotegidos e fora do processo fiscal obrigatório. Enviar equipamentos para conserto é muito complexo, não dá apenas para colocar tudo em uma sacola, solicitar um motoboy e depois aguardar o retorno já consertado.

Você até pode fazer desta forma e ter o aparelho consertado, mas provavelmente, como aconteceu com o parceiro de estrada do Antonio Fagundes, algumas fotos, dados e até senhas podem ficar por aí e um dia os encontrarem pela internet!

Imagino que você já tenha estes controles. Senão, os aplique!

Wi-Fi inteligente analisa interesse de públicos em espaços populosos

6 de julho de 2015

Gestores de marketing e relacionamento têm mais uma ferramenta para adequar suas ações aos interesses de seu público-alvo.

Através da Navdor, nova plataforma criada pelo MT4 Technology Group, é possível captar interesses, comportamentos e perfis de públicos que utilizam redes abertas de w-fi em eventos, shoppings, entre outros locais com grande fluxo de pessoas conectadas.

Por meio da ferramenta ainda é possível identificar visitantes novos ou recorrentes no espaço, o fluxo de movimentação, locais mais visitados, caminhos mais frequentes, horários de pico (mapa com zonas de calor), taxas de conversão de vendas, nível de engajamento, entre outras informações estratégicas para tomadas de decisões de organizadores de grandes eventos.

“Criamos a Navdor para profissionais de Inovação, Tecnologia e Marketing entenderem o fluxo e hábitos de seus visitantes ou consumidores. Essa solução é uma poderosa ferramenta estratégica para analisar e transforma dados em estatísticas, melhorando a experiência e satisfação do público”, explica João Carrilho, responsável pelo desenvolvimento da Navdor, que foi apresentada no stand da Cisco durante a CIAB Febraban 2015.

Fonte: MT4 Technology Group

Metade da população mundial ainda não tem acesso à internet

26 de maio de 2015

Quatro bilhão de pessoas no mundo ainda estão off-line. Dados divulgados pelas agências da ONU revelam que, se a expansão da rede foi avassaladora em todo o planeta, a realidade é que mais de 55% da população mundial continua sem acesso à Internet.

No caso do Brasil, apenas 10% do País se beneficiava no início de 2014 de conexões com banda larga. Nos emergentes, o custo da banda larga é três vezes superior ao que é aplicado nos países ricos.

Dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) confirmam que, em 15 anos, o número de usuários da rede passou de 400 milhões de pessoas em 2000 para mais de 3,2 bilhões. Desse total 2 bilhões estão nos países emergentes.

Mas as disparidade ainda são profundas. Nos 50 países mais pobres do mundo onde vivem 1 bilhão de pessoas, apenas 89 milhões deles têm acesso à Internet, menos de 10%.

Nos países ricos, 81% das casas tem acesso à rede, contra menos de 7% nos países mais pobres. Nos emergentes, a penetração é de apenas 34%.

O custo de banda larga caiu de forma importante, segundo Houlin Zhao, representante da UIT. Mas os valores ainda são desproporcionais para os mais pobres.

Segundo a entidade, nos países emergentes, o custo médio mensal da banda larga é ainda três vezes superior ao que é apresentado nos países ricos.

No início de 2014, a banda larga era uma realidade para apenas 10% da população brasileira, contra mais de 35% na Coreia, França, Suíça, Dinamarca, Reino Unido ou Irlanda.

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Fonte: Estadão Conteudo

 

Claro leva rede 3G para mais duas cidades potiguares

7 de abril de 2015

A Claro, empresa de telefonia celular, anuncia ampliação da rede 3GMax no Rio Grande do Norte para que 30 mil potenciais clientes possam ter acesso mais rápido a serviços de banda larga móvel.

O sinal está chegando a Baía Formosa, no Litoral, e a Monte Alegre na região Agreste.

O sinal 3G complementa a rede 2G da companhia, já disponível na região. A Claro informa que essa tecnologia está presente agora em 32 cidades do RN.

De acordo com os últimos dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Rio Grande do Norte tinha, em em janeiro de 2015 um total de 4,69 milhões de acessos da telefonia móvel em operação.

A densidade era de 138 linhas para cada grupo de 100 habitantes.

No Brasil eram 281,7 milhões de acessos em operação, dos quais 75,5% no sistema pré-pago.

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ACESSOS EM OPERAÇÃO
Participação por operadora na telefonia móvel – base: janeiro/2015

Vivo……………..28,65%
TIM………………26,90%
Claro…………….25,34%
OI………………..17,98%
Outras……………1,13%

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Net vai investir R$ 10 milhões para expandir sinal na Grande Natal

7 de janeiro de 2015

Com investimentos de R$ 50 milhões para o programa de expansão, a Net espera disputar a liderança no mercado local das operadoras de televisão e internet a cabo. Há dois anos na capital, a operadora tem cerca de 55 mil assinaturas e espera obter outras 30 mil em Natal e 20 mil em Parnamirim, áreas de cobertura do programa de expansão.

Segundo Raniere Castro de Andrade, diretor local de operações, 16 novos bairro da capital passam a ser atendidos pela Net. Em Parnamirim, são cinco novas áreas. Além da cobertura, ele cita dados oficiais da Anatel sobre a “entrega da velocidade contratada”, destacando o desempenho da Net Virtual. “Na medição do terceiro trimestre de 2014, a Net registrou 100% na entrega da velocidade contratada”, disse Raniere. A meta mínima da Anatel para as operadoras é de 70%.

O programa de expansão executado inclui os serviços de TV a cabo, internet, telefonia fixa e celular. “Para este ano, vamos continuar investindo, cerca de R$ 10 milhões”, disse Raniere Castro. A interiorização dos serviços, acrescentou, vem sendo estudada, mas sem data definida para entrar em execução. “Já estive em Mossoró e temos planos para o interior que vamos executar a curto prazo”, explicou.

A Net opera hoje com 65 canais HD e cerca de 200 canais no total. Um dos destaques nos serviços oferecidos é o aplicativo “now”, que permite ao assinante acessar – mesmo via celular – qualquer canal e programar o que pretende assistir na hora desejada. O aplicativo funciona como um vídeo, permitindo que o programa seja adiantado, repita cenas ou seja interrompido para ser retomado depois.

Um em cada três brasileiros que usam smartphone é da classe C

19 de dezembro de 2014

No Brasil, são mais de 50 milhões de pessoas que usam smartphones com acesso à internet, ou seja, aproximadamente 35% da base de usuários de celular. A classe C já representa mais de um terço do total de usuários. 36% desses usuários usam o smartphone como principal acesso à internet quando estão em casa.

Esse e outros dados constam de pesquisa realizada pela Mobile Marketing Association – entidade global com mais de 800 membros em todo o mundo, líder no desenvolvimento do mercado mobile – em parceria com a Nielsen Ibope.

A pesquisa é contínua e atualizada a cada seis meses. No comparativo deste semestre com o primeiro, o crescimento e o comportamento do consumidor de smartphones seguem surpreendendo.

“Com a pesquisa sempre mais detalhada e aprimorada graças à participação de todos nossos associados, fornecemos insights importantes para marcas e agências que ajudarão a aprimorar e mensurar o investimento em campanhas mobile”, diz Fabiano Destri Lobo, diretor da MMA Latam.

Aplicativos
A pesquisa também aponta que a participação do sistema Android subiu para 78% do mercado brasileiro, enquanto iOS manteve-se estável. Muitos fabricantes de Android têm feito parcerias diretas com o varejo e assim, atingem a massa.

De acordo com a pesquisa, 81% dos usuários acessam redes sociais pelo celular. 51% já veem vídeos. O aumento do acesso a vídeos se deu pelo aumento da rede 4G. Entre os apps de social, o Whatsapp aumentou ainda mais a penetração atingindo 70% dos usuários. Entre os games, Candy Crush ainda lidera com 18% do total.

Três bancos estão entre os 20 aplicativos mais usados no Brasil. O app do Banco do Brasil é o primeiro das instituições financeiras no celular, com 16%. Música também está em alta, com 65% dos usuários de smartphones baixando apps de música em seus aparelhos.

Mesmo muitos aplicativos baixados, 84% dos consumidores usam realmente só até 10 aplicativos em seu dia a dia. A maioria desinstala aplicativos por causa de falhas. Já 31% apagam um app por acharem outro melhor.

“O desafio das marcas é entenderem como podem estar entre esses apps mais utilizados pelos usuários? Como oferecer ao consumidor uma experiência relevante e válida em sua rotina diária? Conhecendo o hábito do consumidor fica mais fácil integrar os diversos mobile touch points na estratégia de sua empresa ou em sua comunicação”, explica Fabiano.