Arquivos da categoria ‘Transportes’

Mercado de trabalho do Rio Grande do Norte teve o pior maio desde 2003

24 de junho de 2016

O mercado de trabalho do Rio Grande do Norte perdeu 2.100 empregos formais em maio, equivalentes à retração de (-0,49%) em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

Foi o pior maio desde 2003.

Até então, o recorde para o mês era maio de 2009, com corte de (-1.792) empregos.

Poderia ter sido pior, não fosse o agronegócio, que teve um saldo positivo de 444 postos de trabalho.

As informações são do Caged, divulgadas na tarde desta sexta-feira.

Por setores, o comportamento foi o seguinte: Comércio (-935 postos), Serviços (-782) e Construção Civil (-542 postos).

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos cinco primeiros meses do corrente ano houve decréscimo de 14.731 postos (-3,33%).

Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses verificou-se perda de 4,44% no nível de emprego ou (-19.909) postos de trabalho.

Os dados são coletados em municípios com mais de 30 mil habitantes.

Dos 16 do Rio Grande do Norte que compõem a pesquisa, apenas dois tiveram saldo positivo: Apodi 37 e Touros 01.

Nos demais, houve mais demissões que contratações. Dois 2.100 postos eliminados, 57% foram em Natal (-800) e Mossoró (-402).

…….
Evolução do emprego formal sem ajuste (RN) nos meses de maio
Período: 2009 a 2016

2009 (-1,792)
2010 +3.450
2011 (-155)
2012 (-819)
2013 +103
2014 (-406)
2015 (-1.405)
2016 (-2.100)

Tarifas do transporte semiurbano interestadual sobem 11,2%

19 de fevereiro de 2016

As tarifas dos transportes rodoviários semiurbanos interestaduais terão reajuste de 11,29% a partir deste domingo, 21 de fevereiro.

O aumento, previsto em resolução publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no Diário Oficial da União de hoje (19), vale para todo o território nacional e se aplica, também, no caso de municípios que são cortados por fronteiras internacionais.

São considerados “serviços de transporte rodoviário semiurbano interestadual” os transportes coletivos que, apesar de cruzarem unidades da federação, têm características urbanas, como uso de roletas, paradas em pontos e permissão para que os passageiros sejam transportados em pé.

O percurso máximo deles é de 75 quilômetros.

Segundo a ANTT, os reajustes foram feitos em decorrência da “necessidade de manter o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias [empresas que têm permissão ou licença, autorizadas pela justiça] e autorizatárias [empresas autorizadas pela ANTT a prestar temporariamente o serviço, ainda que sem a realização de processo licitatório]”.

….

Fonte: Agência Brasil

RN registra primeira queda na venda de combustíveis desde 2007

14 de fevereiro de 2016

Pela primeira vez, em quase uma década, o mercado potiguar registra queda nas vendas de combustíveis. No total, foram vendidos no ano passado 1,60 milhão de metros cúbicos, ante 1,62 milhão em 2014, queda de quase 1%, segundo números consolidados da Agência Nacional do Petróleo.

A queda nas vendas é atribuída basicamente a dois fatores:

1) aumento de preços dos produtos;
2) queda na venda de automóveis zero quilômetros

No ano passado, a gasolina vendida em Natal, principal mercado consumidor do Rio Grande do Norte, subiu 22,3%, o dobro da inflação.

Até então, o consumo de derivados de petróleo – e também do etanol – vinha crescendo em ritmo acelerado.

Os números da ANP mostram aumento de 35,8% entre 2010 e 2015.

No ano passado, o consumo de gasolina teve queda de 1,2% (7,5 milhões de litros a menos).

A queda do diesel foi mais expressiva: (-5,3%)

A venda do gás de cozinha também caiu. (-0,3%), a primeira desde 2007.

O etanol foi um ponto fora da curva. O consumo teve alta de 61,5%, mesmo não sendo ele competitivo.

No ano passado, o preço médio do etanol no RN girou em torno de 80% do preço da gasolina. Para empatar, teria de ficar abaixo dos 70%, ou seja, R$ 1,15 a menos que o preço da gasolina. Hoje a diferença é de setenta centavos.

A venda do querosene de aviação, que teve alíquota do ICMS reduzida para 12% em fevereiro do ano passado, numa tentativa de atrair mais voos para o Aeroporto Internacional Aluízio Alves, cresceu apenas 1,9%. De 93.862 metros cúbicos para 95.618. No mercado do querosene de aviação, o melhor ano da série histórica foi 2010, com 110.303 metros cúbicos.

Para fazer os comparativos, o blog usou como referência o ano 2007. E por quê? Porque a partir daquele ano, a ANP passou a usar o Sistema de Informações de Movimentação de Produtos (SIMP), mais completo e confiável que o anterior – o Demonstrativo de Controle de Produtos (DCP).

Pelo sistema antigo, foram registradas duas quedas consecutivas nas vendas de combustíveis no RN. A primeira em 2002 no comparativo com 2001 e em 2013 comparando-se com 2012.

Aliás, 2002 foi o único “ano par” a registrar queda de venda dos combustíveis em relação ao ano ímpar imediatamente anterior.

Um lembrete: As eleições no Brasil são realizadas em anos pares. Em 2002 houve eleição para escolha do presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.


COMBUSTÍVEIS RN
Vendas feitas pelas distribuidoras de derivados de petróleo – em m3

2007…………..969.262
2008………..1.050.122
2009………..1.100.019
2010………..1.195.535
2011………..1.283.311
2012………..1.430.263
2013………..1.515.886
2014………..1.623.792
2015………..1.609.589

Pesquisa traça perfil e revela salário de caminhoneiros

25 de outubro de 2015

A maioria dos caminhoneiros que cruzam todos os dias as estradas brasileiras ganha entre R$ 2 mil e R$ 4 mil, mas há profissionais que recebem mais de R$ 10 mil por mês, segundo pesquisa realizada pela empresa Sontra Cargo.

Além da remuneração, a sondagem reúne informações sobre o grau de escolaridade, tempo de trabalho e condições familiares.

Entre os profissionais consultados, 81% afirmaram que o trabalho nas estradas é a principal fonte de renda do lar. Já outros 18,7% têm outros rendimentos que cobrem a maior parte das despesas de casa.

Na sondagem sobre o perfil de atividade, 68,5% afirmaram que a exercem de forma autônoma para terceiros e 16,5% têm empresa própria de transporte. Somente 15,2% dos caminhoneiros trabalham com carteira assinada.

Sobre o grau de instrução, 32,9% têm o ensino médio e outros 14,1% não o concluíram. Cerca de 9% possuem ensino superior. Têm ensino fundamental incompleto 11,9% dos respondentes, enquanto que 11,3% não completaram a fase escolar.

A classe é formada principalmente por trabalhadores mais jovens. Têm entre 33 e 40 anos 30,2% dos caminhoneiros; entre 41 e 48 (28,4%) e de 49 a 56 anos (17,4%).

As distâncias percorridas por viagem comprovam os riscos a que os profissionais das estradas estão expostos. Segundo 42% dos profissionais, as rotas superam 1.000 quilômetros por viagem. Outros 21,5% rodam de 600 a 1.000 km, 16%, de 301 a 600 km, 15,4%, de 101 a 300 km e 7,2% de 1 a 100 km.

O estresse é tido como um dos principais motivos dos altos índices de acidentes envolvendo caminhoneiros.
Na análise de Tiago Bastos, consultor do Observatório Nacional de Segurança Viária, prazos de entrega, as longas jornadas e a condução por trechos de grande movimentação, entre outros fatores como o excesso de confiança, aumentam as chances destes profissionais serem vítimas de acidentes.

..
Fonte: Radar Nacional

Brasil tem 252 cidades com mercado potencial para aviação  

22 de outubro de 2015

A Secretaria de Aviação da Presidência da República divulga, nesta quinta-feira (22), às 10h, a pesquisa “O Brasil que Voa – Perfil dos Passageiros, Aeroportos e Rotas do Brasil”.

O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, participa de coletiva de imprensa após a apresentação do estudo. Os números estarão disponíveis em um hotsite a ser lançado no evento.

O mais completo panorama já realizado pelo governo federal sobre a aviação no País é resultado de entrevistas com 150 mil passageiros em 65 aeroportos que concentram 98% do tráfego aéreo no Brasil.

O estudo revela os hábitos de viagem da população, principais rotas utilizadas, mercados potenciais e municípios influenciados pelos principais terminais aeroportuários.

O levantamento foi realizado em parceria com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL).

A Secretaria de Aviação vai transmitir a coletiva, ao vivo, pelas redes sociais (Periscope e Twitter), no endereço  www.twitter.com/AviacaoGovBr.

..

Nordeste paga até R$ 320 por tonelada de frete

10 de agosto de 2015

A região Nordeste paga até R$ 320 por tonelada em um frete, segundo o Mapa Brasileiro de Frete, elaborado pela Sontra Cargo, uma espécie de loja virtual, onde todos os fretes ficam disponíveis aos caminhoneiros, demonstrando valores e tarifas daquele serviço.

O dado faz parte do projeto inédito que busca compilar os principais dados do modal rodoviário no país, e tem como objetivo prover ao setor informações mais apuradas do cenário logístico.

A pesquisa foi desenvolvida a partir de 524 mil cargas e 91 mil rotas analisadas durante um ano, entre os meses de maio de 2014 e maio de 2015.

Ainda de acordo com o Mapa, feito pela Sontra Cargo, empresa que conecta caminhoneiros autônomos a cargas através de aplicativo mobile e plataforma online, a rota descrita acima corresponde ao trecho com origem em São Paulo (SP) e destino em São Luís (MA).

Com distância de 2.780km, o percurso paga em média, R$ 285,19 por tonelada.

Na média geral do país, as transportadoras pagam R$ 121,90 por tonelada e R$ 0,153 por tonelada por quilômetro. Em relação à distância, a distância média entre as rotas é de 1.040 quilômetros.

Fonte:  Sontra Cargo

Voos na madrugada podem ser até 50% mais caros em algumas rotas

5 de março de 2015

Os voos noturnos são mais caros que os voos em horário comercial.

Verdade ou conversa fiada?

Pesquisa da agência virtual ViajaNet garante que eles podem, sim, ser mais caros. Quantifica: “até 50% mais caros”. E cita exemplos.

“Na ponte aérea São Paulo com destino Rio de Janeiro, há diferença significativa no custo das passagens se comparar os voos noturnos com os diurnos. Na madrugada, o bilhete aéreo custa cerca de R$ 462 para uma viagem com embarque em 07/03, enquanto que, tanto no período da manhã quanto da tarde, o mesmo trecho saí aproximadamente R$ 318.”

Outro percurso analisado pelo ViajaNet é a ponte aérea Rio-Brasília. “O voo de madrugada saí em torno de R$ 792. Entretanto, se comparado o mesmo trajeto, mas em horários diferentes, por exemplo, matutino e vespertino, o tíquete fica em média R$ 526 e R$ 468, respectivamente.”

Segundo o executivo da ViajaNet, Gustavo Mariotto, a passagem aérea comprada com antecedência proporciona ao consumidor economia que chega a 60%. “O bilhete comprado nesse mês para uma viagem com embarque previsto para agosto, período madrugada, custa em média R$ 270 se comparado com outros horários o mesmo trecho, há uma diferença de quase 80% no valor do bilhete aéreo”, ressalta.

“O consumidor precisa saber que os valores das passagens aéreas sofrem alterações constantes. Hoje, o bilhete que custa, por exemplo, em média R$ 540, amanhã pode custa R$ 485 ou R$ 569, essas alterações vão de acordo com as companhias aéreas e as mudanças do setor”, alerta Mariotto.

..

Lego Zoom oferece novas vagas para educadores no Nordeste

8 de janeiro de 2015

A franquia educacional Zoom Pernambuco está oferecendo novas vagas para Educador Pedagógico, recém-formado, ou em último ano, das áreas de Pedagogia, licenciaturas em geral e Exatas/Tecnológicas.

A principal função do candidato será ministrar aulas do Programa de Educação Tecnológica Zoom em escolas parceiras, com segmentos do Ensino Fundamental iniciais e finais. É preferível que a pessoa tenha flexibilidade de turnos, possua notebook e tenha conhecimento em Windows, Office e Internet.

Os postos são para o Recife e Natal (RN). O salário gira em torno de R$ 1.600,00, mais benefícios. Carga horária de 44h semanais. Interessados devem enviar currículo com foto, até a próxima quarta-feira (14/01) para o e-mail

creare-pe@grupoeducacional.com.br, aos cuidados de Aylla Guedes.

..

Mais informações

(81) 3034-5541

Lojas Riachuelo mantêm plano de expansão para 2015

28 de dezembro de 2014

Apesar da desaceleração da economia, o grupo Riachuelo vai manter a estratégia de inaugurações para chegar ao final de 2015 com 300 lojas em todo o Brasil. “Não vamos mexer uma vírgula no nosso plano de expansão”, disse o empresário Flávio Gurgel Rocha, em entrevista à Agência Estado.

Na entrevista, Flávio lembra que são nos momentos difíceis que o varejo de alta produtividade se reinventa. Por isso, a decisão do empresário potiguar de não colocar o pé no freio, mesmo que 2015 seja um ano de ajuste da economia, como já preconizou o ministro da Fazenda do segundo mandato do governo Dilma, Joaquim Levy: “Foi nos piores anos da crise europeia que redes como Zara, Topshop e H&M mais cresceram. Nosso plano de expansão não está arrefecendo. Apesar de o setor como um todo cair, vamos ganhar participação de mercado.

Agência Estado – No terceiro trimestre, a Riachuelo teve queda de vendas nas lojas abertas há mais de um ano. Foi um reflexo da crise?

Flávio Rocha – Dois fatores jogaram contra o varejo em 2014: a Copa do Mundo e as eleições. Além disso, tivemos muitas inaugurações com canibalização. No Norte e no Nordeste, o consumo está concentrado nas capitais. Tínhamos três lojas em Recife e em Fortaleza. Vamos ter 12 em cada uma ao fim de 2015. O mercado dá uma importância grande ao indicador de mesmas lojas. Mas nós queremos extrair o máximo do Recife, mesmo que isso tenha um custo em relação ao volume de cada loja. Se fosse regido pelas vendas nas mesmas lojas, ficaria com três lojas e estaria apresentando números exuberantes, de dois dígitos, mas perderia oportunidades.

Agência Estado – Com o dólar mais alto, a Riachuelo vai reduzir as importações da China?

Flávio Rocha – A produção própria já representou 90% da confecção da Riachuelo. Era até um pouco demais. Hoje, estamos em 40%. O câmbio dá esse equilíbrio. Hoje praticamente todas as peças básicas vêm da Ásia, mas um pouco pode voltar para cá. Nossa fábrica em Natal chegou a 19 mil funcionários. Hoje tem 12 mil. Temos flexibilidade.

Ministro vem a Natal para assinar ordem de serviço dos viadutos da BR-101

25 de dezembro de 2014

O ministro Paulo Sérgio Passos, dos Transportes, desembarca no Aeroporto Augusto Severo na tarde da próxima segunda-feira (29) para assinar a ordem de serviço da construção de viadutos no trecho Natal-Parnamirim da BR-101.

As obras foram planejadas para conter os gargalos nos acessos aos bairros Nova Parnamirim, Emaús, Centro e na interligação da rodovia federal com o litoral. São seis viadutos, cinco passarelas de pedestres e recuperação das vias marginais entre o viaduto de Ponta Negra (Natal) e o entroncamento da RN-316 (estrada de Pium, em Parnamirim), numa extensão de 12 quilômetros.

O trecho do entroncamento, que fica em frente ao campus do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia (IFRN) é considerado um dos mais vulneráveis de Parnamirim. No local, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) colocou lombadas eletrônicas com velocidade máxima permitida de 60 km/h. Mesmo assim, os riscos de colisões e atropelamentos são grandes.

Antes da emissão da ordem de serviço – a solenidade será no auditório do Dnit na Avenida Bernardo Vieira, em Natal – a comitiva do ministro inaugura os 78 quilômetros da BR-110 entre Mossoró e Campo Grande. Esta obra estava no papel desde meados da década de 1980 quando foi construído o trecho Campo Grande-Patu, colocando as cidades do médio oeste no mapa rodoviário do Rio Grande do Norte e facilitando o escoamento do sal produzido na Costa Branca, viabilizando também projetos de irrigação com água da barragem Umari, em Upanema.

 

Vice admite ‘medidas antipáticas’ para equilibrar folha de pagamento do governo do RN

1 de dezembro de 2014

O governo do Rio Grande do Norte poderá adotar “medidas antipáticas” para equilibrar a folha de pagamento do funcionalismo. E as medidas passam por mudanças no sistema de aposentadoria dos servidores estaduais, que hoje apresenta um déficit de R$ 68 milhões. Esta possibilidade foi admitida na manhã desta segunda-feira (01) pelo deputado estadual Fábio Dantas (PCdoB), coordenador da equipe de transição do governador eleito Robinson Faria (PSD).

Numa entrevista à 94 FM, Fábio acenou com a possibilidade de o novo governo recorrer ao mesmo mecanismo adotado pelo governo federal, que é a criação de um fundo de previdência privada para complementação da aposentadoria no serviço público. “Precisamos imediatamente fazer uma reforma previdenciária para poder manter o fundo equilibrado ou, pelo menos, o mínimo de ineficiência financeira para o Estado”, observou Fábio. Para ele, é necessário adotar medidas, mesmo impopulares, para evitar que não só as finanças estaduais, mas a própria aposentadoria dos trabalhadores que estão atualmente na ativa fique inviável no futuro.

“Ou se tomam medidas emergenciais de mudanças na forma de financiamento ou o sistema ficará comprometido. No momento isso causa muita apreensão. É preciso equalizar isso, porque em qualquer lugar do mundo quem paga os inativos são os trabalhadores ativos. E aqui não se está pagando”, disse Fábio, que foi eleito vice-governador na chapa de Robinson.

Como medida que poderia ser adotada na próxima gestão ele citou um fundo estadual, a exemplo do que já ocorre em outros estados e que está sendo adotado também no âmbito do governo federal. Pelo novo sistema, o teto de pagamento seria o mesmo do INSS, hoje de R$ 4.390,24, para quem for entrar no serviço público estadual a partir da sanção da lei. Os direitos dos atuais servidores seriam preservados.

A folha salarial do governo do RN hoje é de R$ 453 milhões por mês. “Não tenho muitas expectativas na [redução] porque há muitas decisões judiciais nela. O maior déficit é a questão dos inativos. Hoje ele é de R$ 68 milhões. No início da gestão [Rosalba] era de R$ 8 milhões, e a tendência é aumentar”, disse ele.
No ano passado, um processo que tramitou no Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) apontou 628 servidores estaduais que recebiam supersalários, isto é, acima do teto de R$ 25.323,50 permitido por lei. Havia caso de aposentado com R$ 62 mil no contracheque.

Exigência do governo inviabiliza incentivo fiscal para aviação

28 de maio de 2014

Faltando alguns dias para inauguração do Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, ainda está engavetada no Gabinete Civil da Governadoria – e talvez fique por lá mesmo até o final do governo Rosalba –  a proposta do “trade turístico” de concessão de incentivos fiscais para o querosene de aviação. O apelo é a redução dos preços das passagens aéreas, primeiro passo para impulsionar a [cambaleante?] indústria do Turismo no Rio Grande do Norte.

A Secretaria Estadual de Tributação até que aceita reduzir a alíquota do ICMS de 17% para 12%, mas faz uma exigência: como contrapartida, quer aumento de 40% no consumo do combustível.

“Apesar de o estado estar arrecadando bem, não é possível abrir mão de qualquer recurso arrecadado”, disse ontem o secretário de Tributação, José Airton.

A seguir um trecho da reportagem, publicada na edição desta quarta-feira da Tribuna do Norte:

Procurado pela TN, o Gabinete Civil do Governo não se pronunciou sobre o andamento da proposta. Apenas disse que “ o Governo do Estado já apóia o novo aeroporto com a construção dos acessos Norte e Sul. […]”. “Essa já é a contribuição do Governo para viabilização do novo terminal aéreo”, declarou por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa.

Empresários do turismo estão preocupados. Temem a concorrência, que é renhida no setor. Para Habib Chalita, presidente da Associação Brasileira de Hotéis (ABIH/RN), ao invés de conceder a redução para a companhia que aumentar em 40% o consumo, melhor seria propor o aumento dos voos. “Prefiro que seja 40% no aumento da malha aérea”.