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	<title>Mercado.com</title>
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		<title>ENTREVISTA: Roberto Linhares, superintendente da Caixa – De juros à mobilidade</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 05:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Renata Moura &#8211; Editora de economia Juros em queda e novas oportunidades de fisgar clientes em segmentos como o crédito consignado &#8211; o crédito com desconto em folha de pagamento &#8211; deverão render à Caixa Econômica Federal recordes em financiamentos este ano no Rio Grande do Norte, estima o superintendente do banco no Estado, Roberto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Renata Moura &#8211; Editora de economia</strong><br />
Juros em queda e novas oportunidades de fisgar clientes em segmentos como o crédito consignado &#8211; o crédito com desconto em folha de pagamento &#8211; deverão render à Caixa Econômica Federal recordes em financiamentos este ano no Rio Grande do Norte, estima o superintendente do banco no Estado, Roberto Linhares.  &#8220;Devemos tranquilamente dobrar os valores que havíamos projetado&#8221;, calculava ele na última quinta<a href="http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/files/2012/05/cef.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-48609" src="http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/files/2012/05/cef-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>-feira, momentos após o banco anunciar a terceira redução de taxas em linhas de crédito. Os juros em queda, que segundo especialistas exigem cautela e pesquisa do consumidor, tem servido de fermento para catapultar os resultados da instituição desde abril e já alavancam um crescimento superior a 800% apenas na linha de capital de giro para micro e pequenas empresas, para citar um exemplo. Nesta entrevista, Linhares fala sobre o momento favorável, sobre as mudanças na poupança &#8211; modalidade que, afirma, continua sendo bom negócio &#8211; e trata de um tema espinhoso chamado mobilidade urbana. Desde dezembro, a Prefeitura de Natal firmou contrato com o banco para financiar uma série de intervenções que prometem melhorar o trânsito na cidade. Nenhum centavo, entretanto, foi liberado pela instituição financeira até o momento. A seguir, confira a entrevista na íntegra e o que está travando a liberação dos recursos. (Os principais trechos da entrevista estão publicados na edição deste domingo (13) da TRIBUNA DO NORTE).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>A Caixa anunciou na quinta-feira passada novas reduções nas taxas de juros, em áreas como financiamento de veículos e capital de giro. O que tem provocado essas quedas?</strong><br />
É uma questão de reposicionamento estratégico. A Caixa decidiu que vai ter o melhor crédito para o cliente. Então em qualquer operação de crédito vai buscar trabalhar com as melhores taxas.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Temos acompanhado o embate do governo federal com os bancos, principalmente os privados. Isso tem influenciado esses cortes?</strong><br />
Isso (a queda das taxas na Caixa) não é em função de pressão do governo. Em 2008, quando os bancos pararam de fornecer crédito (em meio à crise financeira que acabara de eclodir), a Caixa forneceu crédito, ganhou mercado e cresceu. Da mesma forma agora vemos uma janela de oportunidade enorme. E os outros bancos estão seguindo, é claro, porque se não seguirem vão perder muito mais.</p>
<p><strong>Essa é a terceira rodada de redução de juros. Até onde o banco vai?</strong><br />
Toda vez que for necessário a Caixa vai fazer as intervenções necessárias para ter o melhor crédito para o cliente.</p>
<p><strong>Essa nova rodada de reduções foi divulgada um dia após o Banco do Brasil ter anunciado novos cortes em algumas linhas. É a concorrência que tem impulsionado esse barateamento do crédito?</strong><br />
Essa é uma questão de posicionamento estratégico. Na hora em que a gente vê que alguém está praticando uma taxa abaixo da nossa vamos procurar adequar isso, por causa de uma questão de posicionamento estratégico.</p>
<p><strong>Especialistas e entidades de defesa do consumidor têm acompanhado de perto essa onda de redução dos juros. E criticam que as taxas super reduzidas não são para todos os consumidores. Que, para acessá-las, é preciso atender a exigências os bancos. Como você avalia isso?</strong><br />
Aqui na Caixa, para você ter ideia, de janeiro a março, na linha de capital de giro &#8211; que baixou para 0,94% ao mês &#8211; tínhamos emprestado R$ 2 milhões e 700 mil. De abril aos 9 primeiros dias de maio, emprestamos R$ 19 milhões. Só no mês de abril emprestamos R$ 14 milhões. Essa linha é para micro, pequenas e médias empresas. 99% das empresas do estado estão enquadradas nesse grupo. Registramos um crescimento de 864% só nesse produto (linha de capital de giro), em relação ao período de janeiro a março. Quem nos procura tendo condição de fazer o crédito, ou seja, tendo cadastro limpo, abertura da conta com a caixa e que começa a trabalhar com a caixa como banco de relacionamento , tem disponíveis as linhas que estamos divulgando com as taxas que estamos divulgando. Não há super exigências.</p>
<p><strong>Falando de forma global, como essa redução de juros tem influenciado o desempenho da Caixa? Como influenciou neste quadrimestre?</strong><br />
Considerando o período de abril aos nove primeiros dias de maio, tivemos um crescimento de 63% no crédito direto ao consumidor, comparando aos três primeiros meses de 2012. Quando falo de consignações – o crédito pessoal com desconto em folha – esse aumento foi de 77%.  No primeiro quadrimestre de 2011 fizemos R$ 59,5 milhões em empréstimos em consignação. O número já vai a R$ 73,1 milhões no primeiro quadrimestre de 2012. Só nessa operação tivemos 23% de crescimento. De forma global, no primeiro quadrimestre de 2012 emprestados R$ 121 milhões às pessoas físicas , contra R$ 80 milhões no mesmo período do ano passado. A expansão foi de 51%. Quanto às pessoas jurídicas, os empréstimos saltaram de R$ 71 milhões entre janeiro e abril de 2011 para  R$ 141 milhões em igual período deste ano.  O aumento foi de 98%. No caso de pessoas físicas, os números consideram todas as linhas de crédito, desde  crédito pessoal, a cheque especial, o Construcard  (para reformas), além do financiamento de veículos. Só não inclui financiamentos de imóveis.</p>
<p><strong>Mas não é só a queda nos juros que tem puxado esse crescimento..imagino..</strong><br />
Não. Já estávamos com desempenho bem melhor no primeiro trimestre do que no mesmo período do ano passado porque o crédito melhorou agora, mas já era bastante facilitado. No caso dos consignados os números também são influenciados pelo fim da exclusividade do Banco do Brasil na concessão desse tipo de crédito. Hoje fazemos empréstimo para os servidores do governo do estado, da prefeitura de Natal e praticamente com todos os órgãos. A exceção é o Tribunal de Justiça, que ainda não conseguimos.</p>
<p><strong>Não conseguiram ainda&#8230;quer dizer que Caixa tenta?</strong><br />
Há uns seis meses ou até mais.</p>
<p><strong>E o que impede?</strong><br />
O tribunal entende que o contrato que tem com o Banco do Brasil é superior, por exemplo, à norma do Banco Central que diz que aquilo (a exclusividade) é prejudicial à livre concorrência. Há o entendimento do TJ de que deve cumprir essa cláusula contratual, mesmo que os servidores fiquem de certa forma prejudicados porque estão vinculados a uma instituição só.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Com a redução nos juros a tendência é que aumente o consumo. A Caixa não teme que com isso aumentem o endividamento e a inadimplência?</strong><br />
Nossa inadimplência gira em torno de 2%. E ela é bem controlada. Quando se trata de imóveis as garantias facilitam. Na consignação também há certa garantia, porque é desconto em folha. Nas outros produtos temos a inadimplência sob controle. Não estamos preocupados porque se estamos preocupados com o início do crédito, se a concessão é bem feita, ou seja, se analisamos que a pessoa tem capacidade de pagamento, tem condição de fazer esse crédito do ponto de vista de cadastro, histórico, se está dentro da possibilidade de pagamento dela, é provável que não tenhamos problema de inadimplência. Pelo contrario, havia dívidas em atraso que a gente consegue renegociar, alongar prazo e facilitar o pagamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><strong>HABITAÇÃO: “O Minha Casa, Minha Vida ainda encontra dificuldades em Natal”</strong></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para imóveis como está a procura? Houve um salto como nesses outros segmentos?</strong><br />
Como a taxa de juros já era muito próxima da Selic, não tinha uma diferença tão grande  (nas taxas) como era o caso do crédito comercial. Então esse impacto é menor. Mas houve uma redução significativa na taxa de juros. Por exemplo, o cliente que procurava a gente para comprar um imóvel avaliado em mais de R$ 500 mil, teve redução de 10% para 9% ao ano. Dá uma diferença significativa para a prestação dele. Como as linhas de FGTS, que são voltadas para as faixas de renda menor, não têm redução de taxa, elas se mantém. São taxas que começam com 4,5% ao ano, são bem menores que a Selic, praticamente a metade, então essa corrida não é tão grande, mas há sim aumento de demanda. Principalmente nos recursos Caixa, nos recursos de poupança. O do FGTS já tema demanda muito grande e as taxas já são as menores e vão a no máximo 8,5%.</p>
<p><strong>E o Minha Casa, Minha Vida?</strong><br />
Na primeira fase, nos anos de 2010 e 2011, 10.334 moradias foram financiadas no valor total de R$ 400 milhões, para a faixa 1 do programa, ou seja, para a população com renda de até R$ 1.600. Na faixa 2, que é para quem ganha de 3 a 10 salários mínimos, ou seja, acima de R$ 1.600, foram 15.987 moradias, em 2010 e 2011. No valor de R$ 1 bilhão 150 milhões. Em 2011 chegamos a mais de 26 mil moradias financiadas no estado, considerando as duas faixas.</p>
<p><strong>E qual era a meta?</strong><br />
17.200 moradias era a meta de 2110-2011, ao todo. Na faixa 1 eram previstas 6.800 moradias.  Contratamos 8.801. As metas foram batidas.</p>
<p><strong>Esses números são de imóveis contratados. Mas como está a entrega desses imóveis? Como está o ritmo?</strong><br />
Desses 10.300 que fizemos na fase 1, 6.235, ou mais de 60% dos que foram contratados, foram entregues.  Temos imóveis entregues em Parnamirim, Assú, Extremoz, Macaíba, Mossoró &#8230;</p>
<p><strong>Quantos projetos o banco espera contratar este ano, dentro do programa?</strong><br />
Mais umas 3.500 moradias até o final do ano.</p>
<p><strong>E entregar?</strong><br />
Há 4.099 novas moradias a serem entregues até o final do ano, remanescentes da fase 1 do programa. Sendo que a grande maioria vai ser entregue até julho deste ano.</p>
<p><strong>Em 2012 como está esse ritmo?</strong><br />
Para a faixa 1 tivemos assinados contratos para 2.213 moradias, com R$ 90,3 milhões contratados. Já na faixa 2 estamos com 2.785 moradias, com um total de R$ 170 milhões contratados.</p>
<p><strong>Qual é a meta para o ano?</strong><br />
Contratar 12.400 moradias, mas isso até 2014.</p>
<p><strong>Como você analisa o ritmo de entregas e contratações? Há algum tipo de atraso?</strong><br />
Está tudo dentro do ritmo. Não vamos ter problema de não entregar empreendimento no estado, de família que foi sorteada não receber. Isso não vai acontecer. Agora, só entregamos o imóvel quando está pronto para habitação e com toda a condição de infraestrutura externa. O cliente final só recebe quando está tudo perfeito. Mas tudo está dentro do previsto, dentro do normal.</p>
<p><strong>Quantos projetos estão dentro do banco sendo analisados?</strong><br />
Temos quatro. E continua uma dificuldade grande na faixa 1 em Natal, por causa dos terrenos. Os parceiros reclamam muito que a margem é apertada pelo valor dos terrenos. Fizemos o primeiro contrato de Natal, são 896 moradias, no Planalto. No final do ano passado assinamos, já está em construção. Espero que seja o primeiro de muitos.</p>
<p><strong>Esse problema dos terrenos é insolúvel?</strong><br />
Não é insolúvel. Estive esta semana com o Sinduscon aqui vendo alternativas para o programa andar em Natal também. Porque a maior meta da segunda fase é em Natal.</p>
<p><strong>Que alternativas seriam essas?</strong><br />
A sugestão do Sinduscon era a segregação do valor do terreno do empreendimento. Ou seja, era o fundo de arrendamento residencial assumir uma parte do terreno ou ver que órgão assumiria. Para dar mais condições de se fazer o projeto em Natal.</p>
<p><strong>O custo seria compartilhado?</strong><br />
Entre a construtora e o fundo de arrendamento residencial, do governo federal.</p>
<p><strong>São alternativas que estão em estudo..</strong><br />
Isso. Estão em estudo, mas não vão impedir a contratação de outros projetos na forma que temos agora.  Acredito que mesmo sem isso devemos fazer algum outro projeto em Natal. Temos projetos andando na cidade. Temos dois projetos que somam 1.500 moradias, no Planalto. Temos outros dois em análise, um em Mossoró e um em Parnamirim.  Os quatro somam em torno de R$ 102 milhões. Alguns estão esperando só a finalização de análise de risco de crédito de parceiro.</p>
<p><strong>É fundamental encontrar uma alternativa?</strong><br />
Não para atingir a meta que temos. Mas sim para ultrapassarmos essa meta.  Já que a meta é grande para a segunda fase do programa, que prevê cerca de 6 mil moradias ao todo apenas para a faixa 1. Desse total, faltam pouco mais de 5 mil. O restante já contratamos. Com a alternativa que está em estudo, é certamente contrataríamos isso com mais rapidez.</p>
<p><strong>Há previsão de quando sairá uma resposta sobre essa alternativa?</strong><br />
Não. Isso depende do Ministério. Eu encaminhei parta a matriz da Caixa, a Caixa encaminha para o Ministério das Cidades e eles analisam. Essa é uma demanda não só do Rio Grande do Norte. Mas também de outros Sinduscons, sugerindo melhoras no programa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><strong>POUPANÇA: “Não houve nenhum prejuízo para o pequeno poupador”</strong></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não foram só as taxas de juros que mudaram. A poupança também mudou. Isso influenciou o movimento no banco? Houve mais saques de dinheiro, aumentou o movimento de pessoas para tirar dúvidas?</strong><br />
Houve, na verdade, um aumento significativo na captação da poupança após o anúncio da mudança. Aqui no estado captamos no mês de abril bem mais do que na média de janeiro, fevereiro e março. A caixa tem mais de 35% das poupanças no país. No RN,  temos mais de R$ 1,8 bilhão em poupança. É mais de 50% da poupança toda do estado. Depois da mudança, captamos R$ 30 milhões. Isso é o que foi depositado diminuindo-se já os saques no estado. Para isso, não tivemos que dedicar tempo especial para esclarecer as mudanças. Os jornais esclareceram muitas dúvidas, os bancos também fizeram isso em seus sites, o governo idem. O impacto de (aumento de) atendimento foi praticamente nenhum. Inclusive via telemarketing.</p>
<p><strong>Mas a mudança na prática entrou em vigor no dia 4 de maio&#8230;</strong><br />
Exato. Mas, no final de abril, o pessoal já tinha expectativa de mudança e teve aumento bastante significativo na captação, que continuou em maio. Isso porque não houve nenhum dano, nenhum prejuízo para o pequeno poupador. Com a mudança, temos a seguinte situação para quem tem dinheiro na poupança: Quem tinha depósitos feitos até 3 de maio, tem a rentabilidade desse dinheiro atrelada a 0,5% ao mês (ou 6,67% ao ano) + TR (Taxa referencial). Se a Selic atingir 8,5% ao ano ou menos, o dinheiro aplicado a partir do dia 4 de maio vai ter um rendimento diferenciado: vai render 70% da Selic + TR. Digamos que a Selic cai para 8,5% &#8211; como os analistas esperam que ocorra em 30 de maio – se ela cai para 8,5% a taxa que era de 6,67% ao ano vai para 5,95% ao ano. + TR. E 5,95% ao ano, daria uma diferença de rendimento em cima de R$ 10 mil, por exemplo, de R$ 5 em um ano. É praticamente nada de diferença. Se a taxa Selic cair para 8,75%, por exemplo, não haverá qualquer alteração.</p>
<p><strong>Mas quem poupa dinheiro não quer perder um centavo. A poupança continua sendo bom negócio?</strong><br />
Sim. As pessoas viram que não estão tendo prejuízo. Na verdade estão ganhando com o que ficou de antes de 3 de maio e tendo uma remuneração diferenciada a partir daí. Que não é tão diferenciada. R$ 10 mil em um ano dá R$ 5 de diferença de rendimento, para o que se tinha. Isso dá R$ 0,40 por mês em cima de R$ 10 mil. Na horta que se mostra que se a taxa de juros caísse 6% ao ano a poupança ia render 6% ao ano sem imposto de renda, as pessoas vêem que não estão tendo prejuízo.  A poupança, como é livre de imposto de renda, como o dinheiro pode ser sacado a qualquer momento, tem vantagens próprias. Quando eu coloco a TR ela supera a aplicação em um fundo de investimento. Além disso, há uma parte da poupança que mesmo que caia a Selic vai ter a remuneração garantida de 6% ao ano + TR.  Todo o valor que o poupador tinha investido até 3 de maio continua com a mesma regra. Depois dessa data é que fica 70% da Selic mais TR. Relativamente para a o poupador foi uma vantagem maior.</p>
<p><strong>Por que o governo mudou a regra?</strong><br />
O governo fez isso porque um dos principais financiadores do governo, da dívida pública federal, são os fundos de investimento. Se a poupança ficasse numa condição muito mais vantajosa que eles, ficaria difícil para o governo substituir esses financiadores.</p>
<p><strong>Quem for sacar dinheiro, o banco vai priorizar o depósito novo (feito após 4 de maio). Como vai funcionar isso?</strong><br />
É tudo automático. Se a Selic viesse a cair, na hora de sacar iríamos priorizar nesse saque o que está rendendo menos, o depósito novo, para não prejudicar o cliente. Priorizaríamos esse para depois ele sacar da poupança antiga, que está rendendo mais. Se você tem R$ 1000 antes da mudança e depois depositou R$ 500 e quer sacar tudo: vai sacar os R$ 1.500 normalmente. Se quiser R$ 400, esse dinheiro sai do que você depositou por último. Tudo de forma automática, como era antes. Sem a necessidade de solicitar nada ao banco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h2><strong>MOBILIDADE: “Não há burocracia”</strong></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Falando agora em mobilidade, os projetos demoraram a chegar à Caixa, chegaram incompletos, alguns complementos foram solicitados pelo banco até que o contrato de financiamento com o município foi firmado em dezembro. Em que pé está isso? O que andou desde então? Há alguma coisa travando a liberação desses recursos?</strong><br />
O projeto já andou. Para você ter ideia, ele já está no Ministério das Cidades há mais de 20 dias em análise. Ou seja, a parte técnica, do projeto da primeira fase. Você sabe que a mobilidade foi dividida em duas etapas. A etapa 1, que é aquele complexo da Urbana ,chegando a Mor Gouveia, e a parte 2, que é a parte das conexões, que engloba o entorno da Arena das Dunas. A primeira etapa o município dividiu em três partes. Uma que é o viaduto do complexo da Urbana, outra chegando na Mor Gouveia e outra chegando mais à frente. Essa primeira parte que analisamos, do viaduto do complexo da Urbano, sob o ponto de vista técnico, está tudo ok. De projetos de arquitetura, batendo com o financeiro, está tudo ok. Então o projeto foi para o Ministério para retornar posteriormente à Caixa, mas depende da apresentação de pequenos detalhes.</p>
<p><strong>Que detalhes seriam esses?</strong><br />
Para dar a obra pronta para desembolso, a Caixa tem que cumprir a lei, a norma. Então a apresentação da licença ambiental é necessária e o município está providenciando. Também é necessária uma autorização do Dnit para uma intervenção que vai ser feita numa avenida federal &#8211; o município está providenciando – também é necessária a entrega dos contratos de contragarantia, que na secretaria do tesouro nacional o município pega e traz para a caixa. Esses detalhes são o que faltam, para que se dê a obra pronta para desembolso. Como é financiamento precisamos dar a obra como pronta para desembolso, como pronta para receber os valores do financiamento. Porque é financiamento, ou seja, o município vai pagar de volta os R$ 293 milhões de financiamento que contratou do FGTS. Essa primeira fase está em vias de fechamento. De dar a obra pronta para desembolso. A complementação da documentação – a licença para a primeira parte – a questão da área estar liberada (desapropriada) para construir e seguir com a obra (o município também já cuida dos pagamentos), e a autorização do Dnit para intervir na avenida que é de âmbito federal.</p>
<p><strong>O que o Ministério analisa nesse momento?</strong><br />
Encaminhamos o projeto para o ministério para agilizar a análise do ministério e esperamos uma aprovação condicionada: do tipo: ok, o projeto está pronto para desembolso desde que apresente esses complementos na documentação.</p>
<p><strong>É possível fazer alguma estimativa de quando toda essa tramitação vai terminar e começará ser liberado o dinheiro?</strong><br />
Não, porque tem muita coisa que não depende da gente. Não sei quando vai chegar a licença ambiental na Caixa, quando a autorização do Dnit vai chegar para a gente encaminhar para o Ministério e dizer: está ok, para o agente operador do fundo de garantia fazer a autorização de liberação de medição de obra e dos pagamentos. Mas, na verdade, o próprio município diz que já começou a capear ruas e isso faz parte da obra de mobilidade. Ele (o município) pode depois usar isso como parte da contratapartida de obra que ele teria.</p>
<p><strong>Mas o grosso do projeto depende dos recursos da Caixa&#8230;</strong><br />
Com certeza. São R$ 293 milhões que vêm de financiamento do FGTS, sendo R$ 45 milhões de contrapartida do município.</p>
<p><strong>O dinheiro vai ser liberado de uma vez só?</strong><br />
Não. É liberado na medida em que vai sendo construído. A medida que vai sendo construído, vai sendo medido e pago.</p>
<p><strong>Nada foi liberado até agora?</strong><br />
Do FGTS não. O município tem usado recursos do próprio caixa do município.</p>
<p><strong>Quanto vai ser liberado de início pela Caixa?</strong><br />
Não sei porque não tenho ideia do quanto andou a obra. O engenheiro da Caixa precisa medir para dizer que x foi gasto e que é preciso ser pago y.</p>
<p><strong>Como você definiria esse ritmo do projeto? Há atrasos?  Há burocracia? A prefeita de Natal, Micarla de Sousa, se queixou publicamente disso (da burocracia) há pouco tempo..</strong><br />
Veja só. Estamos falando de projetos muito complexos. A exigência de uma licença ambiental ou de uma autorização do Dnit quando eu vou entrar numa área federal não é burocracia. Estamos andando com a análise. Mas não podemos descumprir a norma. Imagina se a gente libera determinada intervenção sem que se tenha determinada autorização do órgão ambiental, por exemplo&#8230; E a parte mais difícil do projeto já foi feita. Que foi enquadrar o projeto técnico, o financeiro daquele projeto, a planilha daquele projeto&#8230; agora são detalhes que estão faltando.</p>
<p><strong>A licença que está faltando é de que?</strong><br />
Licença ambiental. Havia uma licença prévia para a primeira fase do projeto, que venceu. Precisamos da licença de instalação para as intervenções na primeira etapa.</p>
<p><strong>Vocês trabalham com algum tipo de cronograma, para tramitação desses projetos, para liberação desses recursos?</strong><br />
Não há um cronograma de desembolso. O município é quem diz que vai construir tal parte em tanto tempo. Nós recebemos isso depois que os projetos estão analisados  e em execução. Mas ressalto que todo o prazo de análise relacionado ao projeto a Caixa faz em no mínimo a metade dele ou até menos.</p>
<p><strong>Vai haver atualização dos recursos contratados em função da demora na liberação?</strong><br />
Não é prevista atualização porque esse é um contrato fechado prevendo valor x, para pagar em determinado tempo.  Agora, posteriormente, com o andamento das obras, se o município vir a necessidade de mais recursos, vai-se estudar alternativas para complementar isso. Mas não há previsão de atualização dos valores atuais.</p>
<p><strong>O senhor disse que não é possível prever ainda quando o dinheiro começará a ser liberado. Mas começa ainda este ano?</strong><br />
Não tenha dúvida de que sim. A documentação estando completa já já daremos a obra como pronta para desembolso.</p>
<p><strong>Há risco de Natal não receber esses recursos?</strong><br />
Acredito que não. Até porque isso é uma necessidade não do município, não da Caixa, mas da sociedade como um todo. Precisamos de intervenções para melhorar o trânsito. Acho que as obras vão sair sim.</p>
<p><strong>Na ótica da Caixa, quanto tempo será necessário para que as obras fiquem prontas?</strong><br />
Não tenho certeza. O pessoal de engenharia, junto com a secretaria específica do município, poderia dizer isso com mais precisão.</p>
<ul>
<li>
<h2><strong>PROJEÇÕES: “Esperamos superar em 100% nossa meta”</strong></h2>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Caixa esperava fechar o ano com quanto emprestado de modo geral e, com todos esses fatores a favor, essa expectativa sobe para quanto?</strong><br />
Em abril já batemos as metas que tínhamos para até o mês junho. Talvez superemos nossa meta de crédito em 100%. Se não chegar a 100% chegará bem próximo disso. Tínhamos como meta para o crédito a pessoa física superar este ano em R$ 160 milhões os Aldo que alcançamos em 2011, ou seja, o valor líquido, depois de pagamentos e amortizações.  Na pessoa jurídica a expectativa era aumentar o saldo em R$ 100 milhões, em relação a 2011.  Devemos tranquilamente dobrar os valores. Com juros menores, demandada maior, portabilidade de crédito. Este ano é um presente. Espero que tenhamos outros igual a esse.</p>
<p><strong>A Caixa espera isso e esperava também  administrar a conta do governo do estado (atualmente a cargo do Banco o Brasil). Como está isso?</strong><br />
Nós sempre tivemos interesse nisso. Não só no governo, mas nos municípios, em grandes empresas. Queremos ter esses negócios conosco. No caso do governo estamos sempre em conversas. Não tem nada de concreto, mas nunca deixamos de conversar a respeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>*Crédito da foto: Emanuel Amaral/TN</h6>
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		</item>
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		<title>ENTREVISTA: Especialista defende qualificação do trabalhador rural</title>
		<link>http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/entrevista-especialista-defende-qualificacao-do-trabalhador-rural/48596</link>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 06:01:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Renata Moura &#8211; editora de Economia O Brasil precisa criar programas de requalificação profissional para abrir portas aos desempregados no campo, num momento em que cada vez mais trabalhadores são substituídos por máquinas, em atividades como o corte da cana de açúcar. A tese é defendida pelo professor associado do Departamento de Sociologia e membro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renata Moura &#8211; editora de Economia</p>
<p>O Brasil precisa criar programas de requalificação profissional para abrir portas aos desempregados no campo, num momento em que cada vez mais trabalhadores são substituídos por máquinas, em atividades como o corte da cana de açúcar. A tese é defendida pelo professor associado do Departamento de Sociologia e membro permanente dos Programas de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural e de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Sérgio Schneider. &#8220;Há um certo descuido do Estado com relação à qualificação do trabalhador. Mas precisamos estimular a capacitação. Buscar formas de reinserir esse trabalhador no mercado, como produtor rural ou mesmo em trabalhos não agrícolas&#8221;, analisa ele, que fará palestra às 9h de amanhã na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com o tema &#8220;Políticas públicas para o desenvolvimento rural&#8221;.</p>
<div id="attachment_48605" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/files/2012/05/Fotos-Schneider-PPGS-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48605" src="http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/files/2012/05/Fotos-Schneider-PPGS-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O professor Sérgio Schneider faz palestra nesta segunda em Natal</p></div>
<p>No Rio Grande do Norte, além de fatores sazonais como o período de entressafra, quando o ritmo de colheita e moagem da cana é reduzido, a mecanização tem sido apontada como uma das responsáveis por demissões que vêm sendo registradas no setor agropecuário. &#8220;Uma máquina substitui o trabalho de 100 homens&#8221;, explicou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetarn) do RN, em entrevista concedida em março à TRIBUNA DO NORTE, Ambrósio Lins.</p>
<p>Para o professor Sérgio Schneider, em tempos de mecanização, é preciso não só diversificar as habilidades do trabalhador, para que possa atuar em outras áreas, mas também incrementar a produção de subsistência dele, melhorar a qualidade dos produtos e a apresentação deles ao consumidor, para que os pequenos agricultores tenham condições de abastecer e ganhar espaço nos mercados locais. Na visão do especialista, a extensão rural seria um instrumento fundamental nesse processo. &#8220;Precisamos resgatar a extensão rural, que foi fortemente precarizada em alguns estados, e que essa extensão seja mais focada em desenvolver o empreendedorismo rural. Os agricultores não precisam de alguém que ajude apenas a corrigir o solo. Ele precisa de alguém que o ajude a desenvolver o produto. A desenvolver a embalagem, a se organizar em associações, a transformar a macaxeira dele, a fruta que produz&#8221;, observa.</p>
<p>Entidades como o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), que tem trabalhado a questão da qualidade, da competitividade e da inserção dos produtos dos pequenos agricultores no mercado, são, segundo ele, importantes para tornar o ambiente mais favorável ao setor. Mas precisam de reforço. &#8220;Temos um mundo de coisas a fazer para que esses produtos cheguem com mais qualidade ao consumidor e para, por exemplo, desenvolver espaços para comercialização nas áreas urbanas&#8221;, acrescenta.</p>
<p>CLIQUE <a href="http://www.divshare.com/download/17573644-0c8" target="_blank">AQUI</a> PARA OUVIR NA ÍNTEGRA A ENTREVISTA, EM QUE O PROFESSOR TAMBÉM FALA SOBRE TEMAS COMO SECA E TRANSPOSIÇÃO.</p>
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		<title>Acontece no Mercado: Senac dá bolsas de estudo e Petrobras premia fornecedores</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 18:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Senac oferece 350 bolsas de estudo O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) anunciou a abertura de processo seletivo para mais de 350 bolsas de estudos integrais nos municípios de Caicó, Macaíba, Mossoró e Natal, por meio do Programa Senac Gratuidade (PSG). As vagas previstas para o mês de maio abrangem capacitações em áreas como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Senac oferece 350 bolsas de estudo</strong><br />
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) anunciou a abertura de processo seletivo para mais de 350 bolsas de estudos integrais nos municípios de Caicó, Macaíba, Mossoró e Natal, por meio do Programa Senac Gratuidade (PSG). As vagas previstas para o mês de maio abrangem capacitações em áreas como gestão e negócios, imagem pessoal, turismo e hospitalidade, comércio e saúde. As inscrições começam na próxima segunda-feira (30) e seguem até 08 de maio, exclusivamente por meio do site www.rn.senac.br/psg. A seleção será realizada de acordo com a ordem da inscrição  observando-se ainda os critérios definidos pela Política do PSG: possuir renda familiar mensal per capita de até dois salários mínimos federais e atender aos requisitos exigidos pelo curso escolhido, que variam. Os candidatos que não forem contemplados na atual seleção, poderão se inscrever novamente nas próximas etapas.<a href="https://docs.google.com/open?id=0BxtjC5oLnMauZktZSnRwdW53XzA"> CLIQUE AQUI PARA VER O QUADRO DE VAGAS EM MAIO.<br />
</a></p>
<p><strong>Petrobras premia melhores fornecedores</strong></p>
<p>A Petrobras entregou ontem o Prêmio Melhores Fornecedores de Bens e Serviços 2011 da Unidade de Operações de Exploração e Produção no Rio Grande do Norte e Ceará (UO-RNCE). Realizado desde 1999, o Prêmio avalia todas as etapas do processo de fornecimento dos bens e serviços. Nesta edição, 29 empresas foram premiadas em 10 categorias diferentes, sendo quatro categorias de bens: empreendimentos, manutenção, poços, regional; e outras seis de serviços: apoio as operações, construção e montagem, logística, manutenção e inspeção, serviços em poços e serviços técnicos especializados. Aproximadamente 25% do volume contratado pela unidade anualmente é fornecido por empresas do estado, percentual que é maior se considerada só a área de serviços. As micro e pequenas empresas se destacam nessa lista. <a href="https://docs.google.com/open?id=0BxtjC5oLnMauRzB5WGtPaW9CZkE">CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A LISTA DOS GANHADORES</a>.</p>
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		<title>Senac: Inscrições para bolsas de estudos terminam nesta sexta</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 03:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Termina nesta sexta-feira (20) o prazo de inscrição para a primeira fase do Programa Senac de Gratuidade (PSG), que ofertará 805 bolsas de estudos integrais, nos municípios de Assu, Caicó, Macaíba, Natal e Parnamirim, para cursos profissionalizantes. Os interessados devem se cadastrar para seleção  exclusivamente por meio do site www.rn.senac.br. O programa está oferecendo cursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina nesta sexta-feira (20) o prazo de inscrição para a primeira fase do Programa Senac de Gratuidade (PSG), que ofertará 805 bolsas de estudos integrais, nos municípios de Assu, Caicó, Macaíba, Natal e Parnamirim, para cursos profissionalizantes. Os interessados devem se cadastrar para seleção  exclusivamente por meio do site www.rn.senac.br. O programa está oferecendo cursos em áreas como informática, gestão, beleza, comércio e turismo. O início das aulas é previsto para o próximo dia 23.</p>
<p>De acordo com o informações do Senac, os candidatos serão selecionados de acordo com a ordem da inscrição, observando-se ainda os critérios definidos pela Política do PSG: possuir renda familiar mensal per capita de até dois salários mínimos federais (até R$ 1.244) e atender aos requisitos exigidos pelo curso escolhido, que variam de acordo com a modalidade de curso.</p>
<p>Quem não conseguir abocanhar uma vaga terá outras oportunidades ainda este ano. Entre abril e dezembro, o Senac pretende lançar mensalmente novos processos seletivos para cursos inseridos no Programa. Os candidatos que não forem contemplados na primeira fase poderão se inscrever novamente nas próximas etapas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PARA CONFERIR A DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS E OS CURSOS, POR MUNICÍPIOS, <a href="https://docs.google.com/open?id=0BxtjC5oLnMauWEVqT0dWczZtUHc">CLIQUE AQUI</a>.</p>
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		<title>PROMINP: Inscrições para cursos gratuitos terminam hoje</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 16:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Termina neste domingo (15) o prazo de inscrição para a seleção do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que está oferecendo 11.671 vagas em cursos gratuitos de níveis básico, médio, técnico e superior, visando a qualificação de mão de obra para atender a demanda do setor de petróleo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina neste domingo (15) o prazo de inscrição para a seleção do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que está oferecendo 11.671 vagas em cursos gratuitos de níveis básico, médio, técnico e superior, visando a qualificação de mão de obra para atender a demanda do setor de petróleo e gás no país. Os cursos ofertarão vagas em 14 estados, incluindo 485 para o Rio Grande do Norte. As inscrições para a seleção podem ser feitas pelo endereço eletrônico www.prominp.com.br.</p>
<p>Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter idade igual ou superior a 18 anos, além de preencher os pré-requisitos do curso desejado. O processo será executado pela Fundação Cesgranrio.</p>
<p>Para os de nível básico, a inscrição custa R$ 25. Nos níveis médio e técnico, R$ 42. Para as categorias de nível superior, o valor é R$ 63.</p>
<p>A previsão é que as provas sejam realizadas no dia 13 de maio, que haja prazo para eventuais recursos entre os dias 14 e 15 do mesmo mês e que a divulgação dos resultados ocorra no dia 6 de junho. As aulas terão início a partir do dia 25 de junho.</p>
<p>O Prominp é financiado principalmente pela Petrobras. Para saber mais sobre o programa e os cursos, <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/petrobras-abre-vagas-para-cursos-gratuitos-no-rn/214003">CLIQUE AQUI</a>.</p>
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		<title>Juros mais baixos e precaução</title>
		<link>http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/juros-baixos-e-precaucao/48577</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 14:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Analistas apontam em matéria publicada hoje na TRIBUNA DO NORTE que a enxurrada de crédito mais barato anunciada pelos bancos públicos traz riscos de inadimplência e endividamento para o consumidor. &#8220;Os juros caíram, mas ainda são elevados&#8221;, diz um deles, ressaltando que é preciso pesquisar entre os bancos e fazer contas antes de fechar contrato. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Analistas apontam em matéria publicada hoje na TRIBUNA DO NORTE que a enxurrada de crédito mais barato anunciada pelos bancos públicos traz riscos de inadimplência e endividamento para o consumidor. &#8220;Os juros caíram, mas ainda são elevados&#8221;, diz um deles, ressaltando que é preciso pesquisar entre os bancos e fazer contas antes de fechar contrato.</p>
<p>Foi justamente fazendo pesquisa que a Associação de Consumidores PROTESTE constatou que &#8220;a realidade ainda não é de juros baixos&#8221; nas agências bancárias.</p>
<p>Representantes da entidade visitaram agências do Rio e de São Paulo concluíram que em várias das linhas anunciadas a diferença ainda não pode ser verificada pelo consumidor e é difícil encontrar informação a respeito.</p>
<p>Em alguns casos, diz a PROTESTE, as taxas encontradas estão bem longe das mínimas anunciadas. A entidade alerta que há também uma série de pré-requisitos para que o interessado consiga a menor taxa possível. &#8220;Nas agências das duas cidades foi informado que a taxa de 0,98% (para o financiamento de um veículo) só está disponível para quem der 50% do valor do carro de entrada e fizer o financiamento em 12 meses. Ou seja, não é para todos!&#8221;, exemplifica a PROTESTE.</p>
<p>Para quem vai procurar o banco, é preciso ter atenção.</p>
<p>SAIBA MAIS</p>
<p>- Compare o antes e o depois das taxas de juros, de acordo com o anúncio dos bancos. <a href="https://docs.google.com/open?id=0BxtjC5oLnMaub2xydmVJUF9rcHc">CLIQUE AQUI</a>.</p>
<p>- Leia matéria publicada na TN sobre os riscos da enxurrada de crédito mais barato e a concorrência entre os bancos. <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/enxurrada-de-credito-mais-barato-traz-riscos/217672">CLIQUE AQUI</a>.</p>
<p>- Veja o que constatou a PROTESTE nas agências bancárias. <a href="http://www.proteste.org.br/dinheiro/juros-baixos-ainda-seatilde-o-para-poucos-s574051.htm  -">CLIQUE AQUI</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Minha Casa 2 prevê mais de 5 mil novas casas populares no RN</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 02:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Norte terá mais de 5 mil casas populares construídas na segunda etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O número foi divulgado nesta quinta-feira, em meio a outros detalhes do programa, cujos imóveis serão direcionados a famílias com renda mensal de até 3 salários mínimos. De acordo com o governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio Grande do Norte terá mais de 5 mil casas populares construídas na segunda etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O número foi divulgado nesta quinta-feira, em meio a outros detalhes do programa, cujos imóveis serão direcionados a famílias com renda mensal de até 3 salários mínimos. De acordo com o governo federal, 139 municípios com até 50 mil habitantes no estado serão contemplados. <a href="https://docs.google.com/open?id=0BxtjC5oLnMaubUlPX3dXVG9Td2s">Para ver a lista completa, clique aqui</a>. Ainda não foi divulgado, porém, como os interessados poderão participar.</p>
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		<title>Walmart confirma Nova Parnamirim como alvo&#8230;</title>
		<link>http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/walmart-confirma-nova-parnamirim-como-alvo.../48569</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 02:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Bompreço Supermercados, do grupo Walmart, pediu licença prévia à secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semur) de Parnamirim, para implantar um hipermercado na avenida Abel Cabral, em Nova Parnamirim. Desde o início do ano rumores indicavam que estava em curso a negociação do grupo para aquisição de um terreno na área, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Bompreço Supermercados, do grupo Walmart, pediu licença prévia à secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semur) de Parnamirim, para implantar um hipermercado na avenida Abel Cabral, em Nova Parnamirim. Desde o início do ano rumores indicavam que estava em curso a negociação do grupo para aquisição de um terreno na área, mas a intenção de investimento nunca foi confirmada.</p>
<p><strong>&#8230;outros grupos também estão de olho na área</strong></p>
<p>No início de março, o grupo Pão de Açúcar também oficializou o pedido de licença prévia para instalação de uma nova unidade no bairro &#8211; a terceira no estado &#8211; só que na avenida Maria Lacerda Montenegro. O investimento previsto é de R$ 38 milhões, segundo informações extraoficiais. Rumores apontam que o Nordestão também estaria de olho na área.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gol suspende lanches gratuitos</title>
		<link>http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/gol-suspende-lanches-gratuito/48562</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 01:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A estratégia da Gol para cortar custos, após registrar prejuízo milionário em 2011, atingiu também os lanches distribuídos entre os passageiros nos voos. Segundo a Agência Estado, a companhia confirmou que resolveu acabar com a &#8220;regalia&#8221; em diversas rotas. Em cerca de 250 dos 900 voos diários da companhia, os passageiros não recebem mais amendoim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estratégia da Gol para cortar custos, após registrar prejuízo milionário em 2011, atingiu também os lanches distribuídos entre os passageiros nos voos. Segundo a Agência Estado, a companhia confirmou que resolveu acabar com a &#8220;regalia&#8221; em diversas rotas. Em cerca de 250 dos 900 voos diários da companhia, os passageiros não recebem mais amendoim ou batatinhas.</p>
<p>Quem tiver sede durante a viagem terá de desembolsar R$ 5 por uma lata de refrigerante ou, então, se contentar com um copo de água. O mesmo valor é cobrado por um pacote de batatas chips de apenas 30 gramas.</p>
<p>Segundo a empresa, o lanche gratuito foi suspenso no começo do mês apenas nos voos com duração superior a uma hora e meia. Os voos de maior duração terão apenas o serviço de venda a bordo, que oferece refeições, como sanduíches.</p>
<p>Depoimento: Sinceramente, acho que a decisão da Gol não vai fazer tanta diferença para nós, consumidores. Pelo menos não em relação à comida. O menu da companhia estava cada vez mais precário. Dos sanduíches, passou a servir goiabinhas e até ROSQUINHAS DE COCO.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong> além de cobrar pelo lanche, a Gol demitiu mais de 100 funcionários e reduziu o número de voos.</p>
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		<title>Senac abre mais de 800 vagas para cursos gratuitos no RN</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 00:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) abre nesta quarta-feira (11) o prazo de inscrições para o Programa Senac de Gratuidade (PSG), que vai oferecer 4.800 bolsas de estudos integrais para cursos na instituição, este ano, das quais 805 apenas nesta primeira fase. As inscrições podem ser feitas exclusivamente por meio do site www.rn.senac.br, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) abre nesta quarta-feira (11) o prazo de inscrições para o Programa Senac de Gratuidade (PSG), que vai oferecer 4.800 bolsas de estudos integrais para cursos na instituição, este ano, das quais 805 apenas nesta primeira fase. As inscrições podem ser feitas exclusivamente por meio do site www.rn.senac.br, até o próximo dia 20 de abril. Os cursos serão realizados em Natal, Assú, Caicó, Parnamirim e Macaíba, em áreas como informática, gestão, beleza, comércio e turismo. O início das aulas está previsto para o dia 23/04.</p>
<p><strong>Seleção</strong></p>
<p>De acordo com informações do Senac, os candidatos serão selecionados de acordo com a ordem da inscrição, observando-se ainda os critérios definidos pela Política do PSG: possuir renda familiar mensal per capita de até dois salários mínimos federais (até R$ 1.244) e atender aos requisitos exigidos pelo curso escolhido, que variam de acordo com a modalidade de curso.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p>Mais informações e as vagas por municípios podem ser conferidas na internet, na página www.rn.senac.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Reforma demorada&#8230;</title>
		<link>http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/reforma-demorada.../48548</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 00:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reforma do Aeroporto Augusto Severo, que deveria ter sido concluída em dezembro do ano passado, já conta três meses de atraso e deverá demorar mais. A Infraero mantém a expectativa de conclusão em maio, mas admite a possibilidade de ter de rever o prazo. A estatal vem discutindo o assunto na Justiça Federal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reforma do Aeroporto Augusto Severo, que deveria ter sido concluída em dezembro do ano passado, já conta três meses de atraso e deverá demorar mais. A Infraero mantém a expectativa de conclusão em maio, mas admite a possibilidade de ter de rever o prazo. A estatal vem discutindo o assunto na Justiça Federal de Pernambuco com a Cima Engenharia, responsável pelo serviço. Uma audiência entre as partes era prevista para esta terça-feira, mas foi adiada,a  pedido da construtora, para 8 de maio. Até agora, 60% da obra foram executados.</p>
<div id="attachment_48549" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/files/2012/04/IMG_3456.jpg"><img class="size-medium wp-image-48549" src="http://blog.tribunadonorte.com.br/mercado/files/2012/04/IMG_3456-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Aeroporto Augusto Severo: obras devem ir além da primeira quinzena de maio (Foto: Jr Santos/TN)</p></div>
<p><strong>Crédito mais barato</strong><br />
O governo federal deu o recado e os bancos públicos atenderam: aumentaram a oferta de dinheiro e reduziram as taxas de juros. Depois do Banco do Brasil foi a vez da Caixa anunciar as medidas. A instituição anunciou nesta segunda-feira (09) redução de até 88% nas taxas, prometendo baratear operações relacionadas, por exemplo, a financiamento de veículos, cheque especial e cartão de crédito. O custo do capital de giro para empresas também foi reduzido. O crédito consignado – área em que a concorrência tem ganhado peso com a queda da exclusividade do Banco do Brasil em algumas praças – idem. A Caixa é uma das concorrentes, digamos, mais gulosas nesse campo.</p>
<p><strong>BNB e BNDES</strong><br />
O banco do Nordeste também reduziu as taxas para capital de giro. O BNDES foi outro que anunciou uma série de medidas e taxas mais baratas para o empresariado. Pesquisar antes de contratar é um bom caminho.</p>
<p><strong>Novos consulados&#8230;</strong><br />
O Brasil vai ganhar dois novos consulados dos Estados Unidos: um em Belo Horizonte (MG) e outro em Porto Alegre (RS). O anúncio foi durante o “Seminário Brasil-EUA: Parceria para o Século 21”, promovido em Washington pelo Itamaraty, com a parceria da Amcham (Câmara Americana de Comércio), U.S. Chamber e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O evento faz parte da agenda oficial da presidente Dilma Rousseff no país.</p>
<p><strong>&#8230;Mais vistos</strong><br />
Os novos consulados devem ampliar a concessão de vistos de turismo, de negócios e de estudos. Só é uma pena que estejam tão distantes do RN.</p>
<p><strong>Curso</strong><br />
A Escola de Gestão Pública da Associação Nacional dos Gestores Públicos &#8211; ANGESP abriu inscrições para o Curso de Operacionalização do SICONV (Portal de Convênios), que será realizado entre os dias 24 e 27 de abril e terá como público alvo os colaboradores das prefeituras que atuam no setor de gestão de contratos e convênio, gestor de projetos ou secretários que desenvolvam essa atividade nas administrações. Mais informações podem ser obtidas por telefone, &#8211; (84) 2010 0495 &#8211; ou pelo e-mail angesp@bol.com.br</p>
<p><strong>Evento</strong></p>
<p>A Cooperativa dos Consultores Multidisciplinares do Estado do Rio Grande do Norte (Coopmult) realizará, nos próximos dias 12 e 13 de abril, o I Seminário Nordestino de Construções Verdes, com o tema “Tecnologia da Construção aliada à Eficiência Ambiental”.  O evento é uma parceria entre a Coopmult, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e a Universidade Potiguar (UNP). De acordo com o presidente da Coopmult, Paulo Queiroz, o objetivo do Seminário é debater a importância de soluções e tecnologias em arquitetura e urbanismo para a redução de impactos ambientais.  O evento será realizado no auditório da UNP, unidade da Av. Floriano Peixoto. As inscrições podem ser feitas através do e-mail sac@coopmult.coop.br. O investimento é de R$150 (profissional) e R$100 (estudante). Informações no telefone: (84) 3086-0060.</p>
<p><strong>Desacelerando</strong><br />
Estudo da Nielsen, divulgado na revista SuperHiper, da Abras, mostra que o autosserviço cresceu 1,18% no Brasil, em volume e faturamento, em 2011. O número é um termômetro do movimento nos supermercados, que perdeu força em relação ao ano anterior. Em 2010, o crescimento chegou a  6,7%, em volume, e a 5,1% em valor. Apesar da desaceleração, o resultado é comemorado pelo setor.</p>
<p><strong>Líder 1</strong><br />
O mesmo estudo mostra que o grupo 3 corações, nascido no Rio Grande do Norte, encerrou o ano passado como líder de vendas de café capuccino, no Brasil. A marca 3 corações está no topo do ranking há 13 anos consecutivos. Em segundo lugar está a Nestlé, com o Nescafé.</p>
<p><strong>Líder 2</strong><br />
O grupo potiguar também aparece no estudo como líder de vendas de café com leite e café em pó no Nordeste e na região que engloba Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro, com as marcas 3 corações e Santa Clara.</p>
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		<title>Pergunte ao Leão: TN e Receita tiram dúvidas sobre o Imposto de Renda (Vídeo)</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renatamoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Tribuna do Norte realizou na manhã desta segunda-feira (26) um chat com auditores da Receita Federal para tirar dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda. Confira no vídeo algumas das principais perguntas e respostas [E, CLICANDO AQUI, A LISTA COMPLETA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS]. Caso queira enviar a sua, participe da coluna Pergunte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Tribuna do Norte realizou na manhã desta segunda-feira (26) um chat com auditores da Receita Federal para tirar dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda. Confira no vídeo algumas das principais perguntas e respostas [<a href="https://docs.google.com/open?id=0BxtjC5oLnMaucGRxZ3VEbGlUWGFyTWR3UGVlQi05Zw">E, CLICANDO AQUI, A LISTA COMPLETA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS</a>]. Caso queira enviar a sua, participe da coluna Pergunte ao Leão, que estamos publicando diariamente no caderno de economia. Para participar, basta enviar a dúvida por e-mail, para irpf@tribunadonorte.com.br. É preciso informar nome e telefone. As respostas serão encaminhadas por e-mail e poderão ser também publicadas na coluna.</p>
<p><a href="http://youtu.be/kNVXQqgfSVU">Pergunte ao Leão: TN e Receita tiram dúvidas sobre o Imposto de Renda</a></p>
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