Postos de combustíveis recuam, depois do boicote dos consumidores ou da queda da CIDE?
Postos de combustíveis que aumentaram os preços da gasolina e do álcool para mais de R$ 2,85 e de R$ 2,30, respectivamente, estão recuando e baixando os valores cobrados nas bombas.
Não sei se o movimento de baixa está sendo puxado pela redução da CIDE, contribuição que aumenta o peso da gasolina no bolso, ou se pelo boicote a redes de postos, que ganha cada vez mais força entre os consumidores.
O fato é que hoje vi gasolina a R$ 2,79 onde até ontem se vendia a R$ 2,85. O álcool também estava custando menos.
Em relação ao boicote, a proposta que está sendo difundida em redes de relacionamento e por e-mail é a de que os motoristas deixem de abastecer em todos os postos de uma mesma rede. E qual seria? A que pratica os maiores preços.
“Em conseqüência, os preços da bandeira boicotada irão baixar os preços para atrair mais consumidores e os postos das outras bandeiras se sentirão obrigados a baixar também por causa da “Lei da Concorrência” para que atraia novamente seus consumidores. Não basta atingir um posto ou outro para fazer os preços baixarem, para isso temos de atingir os fornecedores para que eles repassem combustíveis mais baratos para os donos dos postos e assim, estes venham a baixar os preços dos combustíveis repassados ao consumidor”, diz e-mail que recebi hoje.
Quanto à CIDE, o governo federal decidiu reduzi-la para contar a alta nos preços da gasolina. Em nota, o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte,. que representa os postos, disse hoje que compartilha da expectativa de que as distribuidoras repassem INTEGRALMENTE a redução do imposto, ofertada pelo Governo, para os revendedores e, assim, o mercado possa ofertar ao consumidor preços menores.
A expectativa é de que a redução na CIDE diminua, num primeiro momento, o custo de distribuição em R$ 0,064 por litro nos Estados onde se adota o PMPF (Preço Médio Ponderado Final) e pode chegar a R$ 0,10 por litro nos Estados onde se utiliza o MVA (Margem de Valor Agregado), que são: Bahia, Ceará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Nestes, a redução do R$ 0,025 por litro no ICMS já está contabilizada.
- Franklin willam 4 de fevereiro de 2010 às 19:23
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Cadê o Ministério Público pra coibir esse aumento descabido dos combustiveis? Esse cartel dos donos de postos de combustiveis é mesmo forte, o MP não chegar nem perto, já pra outros assuntos…abusam de autoridades…!!!!!
- roberto amaral 4 de fevereiro de 2010 às 19:44
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Não vamos abastecer nos postos petrobrás por uma semana,já que o ministério Publico só serve p ganhar altos salários e n fazer nada,fazemos nós.E como todos se rendem a força econômica do SINDIPOSTO,lógico q nada vai acontecer se ficarmos esperando pelo judiciário q só defende quem tem muita grana.
- Nerivan Jeronimo de Araujo 4 de fevereiro de 2010 às 20:28
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o que está acontecendo aqui em Natal com os combustivel, é uma falta de vergonha , e as autoridades não fazem nada, isso é falta de Governo, domingo passado eu fui a João Pessoa e abasteci o carro lá, a R$ 2,35 o litro, porque essa diferença toda, e ninguem faz nada cadê o Ministério Público?
- Silvania 7 de fevereiro de 2010 às 21:12
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Para fiscalizar o aumento excessivo no combustível no RN, é necessário uma atuação do Procon, principalmente em Natal. É preciso que o Procon faça campanha em todos os postos de natal e aponte uma bandeira que aplique o menor preço. Assim, a população pode fazer um boicote para tentar fazer com que os empresários dos combustíveis deixem de cobrar esse preço abusivo. Parabéns ao Procon e consumidores de João Pessoa/PB.