Arquivos de abril, 2017

Não vejo nenhum problema

30/04/2017 às 04:27 por Pedro Neto

Não vejo nenhum problema nos três dias de folga que o técnico Geninho concederá ao grupo alvinegro após o término do Campeonato Estadual.

Digamos que se vier a conquista do título será um prêmio ao grupo de jogadores.

Caso percam o título serão três dias para uma reflexão.

Para ver onde eles erraram.

No mesmo contexto vejo a viagem de Geninho que acordou com a direção que viajará após a partida e que voltará na semana seguinte.

Digamos que alguns dias de férias pela conquista do título.

Geninho tem o seu grupo na mão.

Além de ter um auxiliar, Ridenio Gomes, que conhece o grupo tanto quanto o técnico.

Muito pior seria se o clube tivesse que trocar de técnico.

De grupo.

E, este não é o caso.

Simples assim!

Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.

 

Torcida do Galo protesta na véspera da decisão contra o Cruzeiro

30/04/2017 às 04:25 por Pedro Neto

O protesto que a torcida do Atlético-MG realizou na manhã deste sábado, na porta do CT da Cidade do Galo, não foi muito bem aceito pelos jogadores. Reclamando para que o time melhore o futebol que vem sendo apresentado recentemente e insatisfeitos com o jejum de vitórias contra o Cruzeiro, que já dura sete anos, alguns atleticanos se excederam e acabaram danificando os carros de alguns atletas na véspera do jogo de ida da final do Campeonato Mineiro.

Dois torcedores foram detidos pela Polícia Militar e encaminhados para uma delegacia próxima ao CT, que fica em Vespasiano. Três jogadores tiveram seus carros atingidos por golpes da torcida, entre eles Marcos Rocha, no Atlético-MG há 11 anos. O volante Rafael Carioca foi outro alvo das cobranças.

Apesar da grande confusão que aconteceu no último treinamento antes da final do Campeonato Mineiro, que acontece neste domingo às 16h (de Brasília), a diretoria do Atlético-MG não se manifestou sobre o ocorrido. Em contato, ela assegurou que todas as previdências foram tomadas e que o foco absoluto é o clássico contra o Cruzeiro.

Por meio de uma de suas redes sociais, o lateral direito Marcos Rocha se mostrou bastante decepcionado com a reação da torcida na porta do CT do Atlético-MG neste sábado. O jogador postou uma foto da porta do seu carro toda amassada, reflexo da ira dos torcedores, e desabafou.

“Assim ficou meu carro hoje. São 11 anos de Atlético, com título da Libertadores, Copa do Brasil, Campeonatos Mineiros, 4 vezes melhor lateral direito do Brasil, seleção brasileira e agora o lateral direito com mais jogos na história do clube. Entre muitos elogios e cobranças nestes 11 anos, nunca me senti tão decepcionado após essa “manifestação” de hoje de manhã na porta do CT, que pra mim foi vandalismo puro. Digo a todos que estarei em campo amanhã com a mesma determinação de sempre, dando o meu suor e o meu sangue por esta camisa, pois sou muito grato ao Atlético e defendo essas cores como ninguém, e será assim até meu último dia de contrato”, escreveu Marcos Rocha.

Fonte: Gazeta.com

Do Blog: Perfeitos idiotas. O Atlético entra em campo amanhã para a primeira partida da decisão do Campeonato Mineiro quando enfrentará o Cruzeiro. Já imaginaram se os jogadores resolvem dar o troco? Se “tiram” o pé na partida contra o rival? Repito. Não passam de perfeitos idiotas.

Por favor, não solte da minha mão, atravessaremos juntos.” (Andrew Amaurick)

A última partida do estadual

29/04/2017 às 09:13 por Pedro Neto

Na próxima segunda-feira, 01.05.17, teremos no estádio Frasqueirão, a última do Campeonato Estadual. ABC e Globo se enfrentam disputando o título estadual.

O ABC tem a vantagem de jogar por dois resultados.

Vitória ou empate.

Já o Globo tem necessariamente que vencer.

Se vencer por 1×0 o título será decido nos pênaltis.

E, se vencer por uma diferença superior a 2 gols será o campeão.

Que possamos ter uma grande partida, digna das grandes decisões.

O inferno são os outros”(Sartre)

Rádio Globo

29/04/2017 às 04:11 por Pedro Neto

SÁBADO 29/04/2017

12H00  –  GLOBO ESPORTIVO 1* EDIÇÃO 15H00  –  GALERA DA GLOBO

17H30  –  RÁDIO GLOBO FUTEBOL CLUBE ESPECIAL / REDE

 

DOMINGO 30/04/2017

12H00  –  ENQUANTO A BOLA NÃO ROLA

15H00  –  JORNADA ESPORTIVA / REDE

16H00  –  FLAMENGO  X  FLUMINENSE

18H00  –  CENTRAL DA BOLA

20H00  –  PANORAMA ESPORTIVO ESPECIAL

“Rádio Globo e você”

Segue indefinido

28/04/2017 às 05:14 por Pedro Neto

O técnico Geninho ainda não definiu o ABC para a decisão.

Romano joga?

Pardal joga?

Cleyton joga?

Bom, ontem, não treinaram, mas acredito que joguem.

Isso faz parte de uma decisão.

É assim que funciona.

Deu a lógica

28/04/2017 às 04:14 por Pedro Neto

Do Blog: Deu a lógica. No momento é o melhor árbitro.

A felicidade é a aceitação corajosa da vida.”(Erich Fromm)

Com salários atrasados, jogadores do Náutico não treinam e convocam coletiva

28/04/2017 às 04:13 por Pedro Neto

Os jogadores do Náutico não treinaram nesta quinta-feira. Após uma longa espera, que durou 50 minutos, os atletas chamaram a imprensa no auditório do hotel do centro de treinamento do clube para declararem uma paralisação. O motivo: salários atrasados. Camisa 10 e capitão do time, o meia Marco Antônio se colocou como porta-voz para explicar a situação.

– Só para expor o motivo de não termos ido para o campo. E falar diretamente para quem interessa, que é o torcedor. Até esse último final de semana, tentamos com todas as forças nos classificarmos (para as semifinais do Campeonato Pernambucano). E agora que acabou o campeonato (clube foi eliminado pelo Sport), estávamos esperando uma posição da diretoria em relação à condição financeira do clube.

Segundo Marco Antônio, em sete meses de clube ele não recebeu os salários completos em seis. Ele também disse que outros funcionários estão com mais dificuldades.

– Vou falar do meu caso. Estou aqui há sete meses e são seis meses sem direito de imagem, que é 50% do meu salário total. E outros três meses sem receber o salário completo. E não sou o pior, tem gente em situação mais difícil. Dentro de campo, tentamos honrar o nosso nome e nossa família. A rapaziada que trabalha aqui também, nos ajudando.

Marco Antônio, que foi acompanhado por todos os jogadores do elenco e funcionários ligados ao futebol, disse que era esperada uma postura diferente da diretoria e que estão cobrando o que é direito deles.

– Esperávamos uma postura diferente da diretoria e queremos passar o recado para quem é dono do clube, que é o torcedor. Há algum tempo, nosso grupo se reuniu e tentamos, de alguma forma, cobrar o que é nosso por direito. Não estamos cobrando nada além disso. Esperamos, do fundo do coração, que essa política de só receber quando entramos na Justiça, acabe. A instituição não pode pagar por isso.

Outra coisa que incomodou a todos foram entrevistas dadas por dirigentes prospectando novas contratações para a disputa da Série B.

– Não descemos para tentar uma posição da diretoria para saber o que eles vão fazer. Vimos entrevistas de diretores falando de contratação e já estamos em uma situação dificílima. O torcedor precisa saber que de nossa parte nunca faltou empenho e dedicação. Talvez a gente até paga dentro de campo o que acontece fora. Então queremos que o Náutico deixem o lado político de lado e as pessoas pensem no clube.

Fonte: Globo.com

Do Blog: Os jogadores estão corretos. Quando perdem são cobrados por dirigentes e torcida. Agora, quando os dirigentes erram, como neste caso, não aceitam as cobranças.

Não venhas me dizer o que fazer e o caminho a seguir, vc também está perdido e na mesma nave.” (Guilherme Guilherme)

 

 

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Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Os jogadores do Náutico não treinaram nesta quinta-feira. Após uma longa espera, que durou 50 minutos, os atletas chamaram a imprensa no auditório do hotel do centro de treinamento do clube para declararem uma paralisação. O motivo: salários atrasados. Camisa 10 e capitão do time, o meia Marco Antônio se colocou como porta-voz para explicar a situação.

– Só para expor o motivo de não termos ido para o campo. E falar diretamente para quem interessa, que é o torcedor. Até esse último final de semana, tentamos com todas as forças nos classificarmos (para as semifinais do Campeonato Pernambucano). E agora que acabou o campeonato (clube foi eliminado pelo Sport), estávamos esperando uma posição da diretoria em relação à condição financeira do clube.

Segundo Marco Antônio, em sete meses de clube ele não recebeu os salários completos em seis. Ele também disse que outros funcionários estão com mais dificuldades.

– Vou falar do meu caso. Estou aqui há sete meses e são seis meses sem direito de imagem, que é 50% do meu salário total. E outros três meses sem receber o salário completo. E não sou o pior, tem gente em situação mais difícil. Dentro de campo, tentamos honrar o nosso nome e nossa família. A rapaziada que trabalha aqui também, nos ajudando.

Marco Antônio, que foi acompanhado por todos os jogadores do elenco e funcionários ligados ao futebol, disse que era esperada uma postura diferente da diretoria e que estão cobrando o que é direito deles.

– Esperávamos uma postura diferente da diretoria e queremos passar o recado para quem é dono do clube, que é o torcedor. Há algum tempo, nosso grupo se reuniu e tentamos, de alguma forma, cobrar o que é nosso por direito. Não estamos cobrando nada além disso. Esperamos, do fundo do coração, que essa política de só receber quando entramos na Justiça, acabe. A instituição não pode pagar por isso.

Outra coisa que incomodou a todos foram entrevistas dadas por dirigentes prospectando novas contratações para a disputa da Série B.

– Não descemos para tentar uma posição da diretoria para saber o que eles vão fazer. Vimos entrevistas de diretores falando de contratação e já estamos em uma situação dificílima. O torcedor precisa saber que de nossa parte nunca faltou empenho e dedicação. Talvez a gente até paga dentro de campo o que acontece fora. Então queremos que o Náutico deixem o lado político de lado e as pessoas pensem no clube.

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

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Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Os jogadores do Náutico não treinaram nesta quinta-feira. Após uma longa espera, que durou 50 minutos, os atletas chamaram a imprensa no auditório do hotel do centro de treinamento do clube para declararem uma paralisação. O motivo: salários atrasados. Camisa 10 e capitão do time, o meia Marco Antônio se colocou como porta-voz para explicar a situação.

– Só para expor o motivo de não termos ido para o campo. E falar diretamente para quem interessa, que é o torcedor. Até esse último final de semana, tentamos com todas as forças nos classificarmos (para as semifinais do Campeonato Pernambucano). E agora que acabou o campeonato (clube foi eliminado pelo Sport), estávamos esperando uma posição da diretoria em relação à condição financeira do clube.

Segundo Marco Antônio, em sete meses de clube ele não recebeu os salários completos em seis. Ele também disse que outros funcionários estão com mais dificuldades.

– Vou falar do meu caso. Estou aqui há sete meses e são seis meses sem direito de imagem, que é 50% do meu salário total. E outros três meses sem receber o salário completo. E não sou o pior, tem gente em situação mais difícil. Dentro de campo, tentamos honrar o nosso nome e nossa família. A rapaziada que trabalha aqui também, nos ajudando.

Marco Antônio, que foi acompanhado por todos os jogadores do elenco e funcionários ligados ao futebol, disse que era esperada uma postura diferente da diretoria e que estão cobrando o que é direito deles.

– Esperávamos uma postura diferente da diretoria e queremos passar o recado para quem é dono do clube, que é o torcedor. Há algum tempo, nosso grupo se reuniu e tentamos, de alguma forma, cobrar o que é nosso por direito. Não estamos cobrando nada além disso. Esperamos, do fundo do coração, que essa política de só receber quando entramos na Justiça, acabe. A instituição não pode pagar por isso.

Outra coisa que incomodou a todos foram entrevistas dadas por dirigentes prospectando novas contratações para a disputa da Série B.

– Não descemos para tentar uma posição da diretoria para saber o que eles vão fazer. Vimos entrevistas de diretores falando de contratação e já estamos em uma situação dificílima. O torcedor precisa saber que de nossa parte nunca faltou empenho e dedicação. Talvez a gente até paga dentro de campo o que acontece fora. Então queremos que o Náutico deixem o lado político de lado e as pessoas pensem no clube.

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

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Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Jogadores reunidos para entrevista coletiva (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Os jogadores do Náutico não treinaram nesta quinta-feira. Após uma longa espera, que durou 50 minutos, os atletas chamaram a imprensa no auditório do hotel do centro de treinamento do clube para declararem uma paralisação. O motivo: salários atrasados. Camisa 10 e capitão do time, o meia Marco Antônio se colocou como porta-voz para explicar a situação.

– Só para expor o motivo de não termos ido para o campo. E falar diretamente para quem interessa, que é o torcedor. Até esse último final de semana, tentamos com todas as forças nos classificarmos (para as semifinais do Campeonato Pernambucano). E agora que acabou o campeonato (clube foi eliminado pelo Sport), estávamos esperando uma posição da diretoria em relação à condição financeira do clube.

Segundo Marco Antônio, em sete meses de clube ele não recebeu os salários completos em seis. Ele também disse que outros funcionários estão com mais dificuldades.

– Vou falar do meu caso. Estou aqui há sete meses e são seis meses sem direito de imagem, que é 50% do meu salário total. E outros três meses sem receber o salário completo. E não sou o pior, tem gente em situação mais difícil. Dentro de campo, tentamos honrar o nosso nome e nossa família. A rapaziada que trabalha aqui também, nos ajudando.

Marco Antônio, que foi acompanhado por todos os jogadores do elenco e funcionários ligados ao futebol, disse que era esperada uma postura diferente da diretoria e que estão cobrando o que é direito deles.

– Esperávamos uma postura diferente da diretoria e queremos passar o recado para quem é dono do clube, que é o torcedor. Há algum tempo, nosso grupo se reuniu e tentamos, de alguma forma, cobrar o que é nosso por direito. Não estamos cobrando nada além disso. Esperamos, do fundo do coração, que essa política de só receber quando entramos na Justiça, acabe. A instituição não pode pagar por isso.

Outra coisa que incomodou a todos foram entrevistas dadas por dirigentes prospectando novas contratações para a disputa da Série B.

– Não descemos para tentar uma posição da diretoria para saber o que eles vão fazer. Vimos entrevistas de diretores falando de contratação e já estamos em uma situação dificílima. O torcedor precisa saber que de nossa parte nunca faltou empenho e dedicação. Talvez a gente até paga dentro de campo o que acontece fora. Então queremos que o Náutico deixem o lado político de lado e as pessoas pensem no clube.

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Outra coisa que incomodou a todos foram entrevistas dadas por dirigentes prospectando novas contratações para a disputa da Série B.

– Não descemos para tentar uma posição da diretoria para saber o que eles vão fazer. Vimos entrevistas de diretores falando de contratação e já estamos em uma situação dificílima. O torcedor precisa saber que de nossa parte nunca faltou empenho e dedicação. Talvez a gente até paga dentro de campo o que acontece fora. Então queremos que o Náutico deixem o lado político de lado e as pessoas pensem no clube.

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press) Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Antes de coletiva, jogadores ficaram na frente do hotel do CT, sem trabalhos no campo (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

BANDA DUBÊ PARTICIPA DE PROJETO FUTEBOL EM TOM MAIOR PROMOVIDO PELA FNF NA FINAL

28/04/2017 às 04:08 por Pedro Neto
Para animar a torcida e levantar o astral no Frasqueirão, antes da partida da final do Campeonato Estadual, marcada para o próximo dia 01 de maio, a Banda Dubê tocará no estádio, às 15h. Uma iniciativa da Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) para presentear o torcedor que comparecer ao jogo.

Fonte: Site da FNF
“Nos testes diários, o Mestre se revela; mas, nas provas;  ELE, sempre presente, porém silencioso, aguarda por tua capacitação.” (KABRAL ARAUJO)

Pioneiro na Mauritânia, brasileiro desbrava país e ganha nome Islâmico

28/04/2017 às 04:07 por Pedro Neto

Não é nenhuma novidade vermos notícias de jogadores brasileiros que buscam dar sequência às suas respectivas carreiras em mercados “alternativos”. Emirados Árabes, Japão, países do leste Europeu e, mais recentemente, a China, são destinos corriqueiros nas janelas de transferências. E para a Mauritânia, situada no noroeste da África, também, certo? Nem tanto. Aliás, longe disso.

Segundo Nikson Vidal, atacante de 22 anos, com passagens por Goytacaz-RJ e Americano-RJ, ele é o primeiro jogador brasileiro na história a atuar na República Islâmica da Mauritânia. Há dez meses, chegou ao Tevragh-Zeïna, time da capital do país, Nouakchott. E a experiência tem sido, no mínimo, inusitada.

– Eu fui o primeiro brasileiro a jogar no país. Já conheci alguns brasileiros na embaixada. Um amigo meu ficou sabendo que tinha um aqui na Mauritânia e entrou em contato com ele. Foi me ver no estádio e tudo. Tem também a minha esposa, que veio para cá faz seis meses. Ai eu fiquei mais tranquilo – garante o jogador em entrevista ao GloboEsporte.com.

De acordo com a Organização do Global Slavery Index de 2016, que mede índices de escravidão, a Mauritânia é o sétimo país com a maior quantidade de escravos no mundo, proporcionalmente à população geral. O atacante se mostrou surpreso em relação aos dados divulgados. No entanto, relatou algumas curiosidades locais, como por exemplo, a culinária.

Nikson (Foto: Arquivo Pessoal)
O jogador em momento de lazer ao lado de sua esposa (Foto: Arquivo Pessoal)

– A comida preferida deles é o cuscuz salgado com carne de carneiro. Eu não sou muito fã, não, é muito apimentado. Eles também comem muito camelo – revelou o atleta que, quando sai para passear pelas ruas da capital Nouakchott, costuma receber o carinho da população.

– Eu geralmente vou para alguns restaurantes com a minha esposa e sempre tem aqueles que me reconhecem. Quando cheguei, teve uma repercussão muito grande do “brasileiro” que veio para a Mauritânia. É uma coisa muito boa, sinto que as pessoas gostam de mim – declara.

Em uma região africana em que predomina o Islamismo, Nikson revela que recebe pedidos de seus companheiros de equipe para se juntar ao Islã. A religião é tão presente no cotidiano que bastou uma foto do atacante vestido com os trajes típicos dos mauritanos para Nikson Vidal se tornar “Noueh Vadel”, nome “traduzido” para a língua local.

– Os meus companheiros ficavam brincando para eu aceitar o Islã, mas não passava disso. Eles me chamavam de Vidal, mas uns dois meses atrás, saí com a roupa que usam aqui. Eles ficaram doidos quando postei nas redes sociais. Falaram que eu não era mais Vidal, tinha me tornado “Noueh Vadel”. Ai surgiu de novo o assunto do Islã – conta aos risos.

Nikson (Foto: Arquivo Pessoal)
Foto que fez Nikson Vidal se tornar “Noueh Vadel” para os mauritanos (Foto: Arquivo Pessoal)

Quanto ao idioma, o atacante confessa que ainda sofre para poder se comunicar. Ele afirma que o francês é muito utilizado no país e que busca aprender o máximo possível. Mas a tarefa não é lá tão simples.

– Aqui se usa muito o francês. Eu tentei aprender o básico no começo, mas é complicado. Até hoje, eu não sei em que língua eu me comunico com eles. Mas tudo que eu falo, eles entendem – se diverte Nikson, que, apesar de se sentir prestigiado em outro continente, sente saudades de casa.

– A minha recepção foi boa demais, fui muito bem recebido. Vim para buscar coisas maiores na minha vida, jogar em uma liga melhor. Eu aceitei esse desafio. Mas sinto falta da família e dos amigos. Eu pretendo voltar ao Brasil no fim da temporada, em junho – disse.

Em relação ao futebol no país, o jogador reconhece que ainda não alcançou um padrão de alto nível. A torcida comparece aos estádios, e a população abraça o esporte. Mas o que mais importa, na visão dele, é a sua função social.

– O futebol aqui é muito pegado, parece um pouco com o estilo da Série B do Campeonato Carioca. E como é um país fechado, que segue fortemente o Islã, o futebol acaba sendo uma válvula de escape. Eles amam o esporte e é a maior atração das pessoas daqui – revela.

Nikson (Foto: Divulgação)
O atacante garantiu que a população local adora o futebol e costuma comparecer aos estádios (Foto: Divulgação)

Com passagens por Goytacaz-RJ e Americano-RJ, dois grandes rivais de Campos dos Goytacazes, Nikson garante que, apesar do carinho que nutre pelas duas equipes, a sua torcida vai para o Time da Rua do Gás na disputa da Segunda Divisão do Campeonato Carioca deste ano.

– Eu cresci no Americano, foi onde eu tive a oportunidade de ser jogador profissional. Meu sonho era jogar e me tornar ídolo do clube. Mas, infelizmente, algumas pessoas de lá de dentro destruíram esse sonho e eu saí pela porta dos fundos. Quando fui para o Goytacaz, a torcida e o clube me receberam de braços abertos. Nunca esquecerei disso. Hoje, o meu coração é da cor do azul do Goytacaz – conclui Nikson Vidal, ou melhor, “Noueh Vadel”.

Fonte: Globo.com

Um conselho que eu daria para hoje? Pare de procurar briga e faça alguma coisa útil.” (Aristófanis Quirino dos Santos)

FNF PROMOVE AÇÃO ESPECIAL PARA TORCEDORES DE ABC

28/04/2017 às 04:01 por Pedro Neto

A Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) preparou uma grande ação para a decisão entre ABC e Globo, que acontecerá dia 1º de maio, às 17h, no Frasqueirão. Será sorteado um torcedor que irá ao jogo da final com acompanhante, além de ganhar a bola da decisão, uma camisa do seu time, convite para a festa do Prêmio Craque Potiguar e a medalha de campeão.

Será mais uma forma de presentar o torcedor potiguar. Muitos prêmios para guardar essa decisão para sempre na memória. Para participar basta ir até o instagram da FNF, marcar 3 amigos nos comentários e seguir a página da FNF no instagram, @fnfoficial.

Fonte: Site da FNF

É necessário caminhar, todos os dias, de horizonte a horizonte.  Só assim, ao fim da tarde, poderá dizer que, plenamente, viveu!” (Malu Silva)