O entrevistado do Programa Esportes em Debates na Rádio Globo nesse domingo será o secretário da SECOPA, Demétrio Torres.
O programa irá ao ar nesse domingo das 7h00 às 8h00.
Como sempre a entrevista foi muito positiva, até porque o secretário é um homem muito preparado.
Demétrio Torres disse com todas as letras que até o final de 2013 o estádio Arena das Dunas estará pronto para a prática do futebol.
Gosto de expressão facial, corporal, cor de olho, cheiro, tom de conversa. Fernanda Magalhaes

olha p.neto esse cara tém muita conversa pra boi dormi diga a ele que me diga quais são os numeros da mega sena pra eu acertar,amigos faltam muita coisa ainda pra o estádio tá pronto
Sintese da entrevista: Defendeu Rosalba; defendeu a Oas ; Negou a existencia de ganho na mobilidade da cidade;defendeu o aero de sao gonçalo com obra do gov est; Resalta a obra da arena das dunas como maior obra do gov do estado; esnoba a Fnf e com a maior cara de pau se apresenta como advogado de empresa construtora, garante seu emprego e com sua voz anazalada e de artistas dos filmes de ficçao brinca com os recursos publicos e zomba dos torcedores. Concluindo, o povo na rua esta avaliando esse governo, que governo? Fui!!!!!!!!
Grande PEDRO NETO não denegrindo o petencial dos outros SECRETÁRIOS da nossa GOVERNADORA,mas se todos fossem tão bem preparados quanto este cidadão,cor certeza, nosso ESTADO teria todos os ingredientes para no final dos 04 anos da gestão da GOVERNADOR ROSALBA CIARLINE ter realizado grandes realizações.
Eu NÃO acredito que o ARENA DAS DUNAS esteja pronto até o final deste ano, mas se isto ocorrer até o mês de março de 2014, já é muita coisa.
Quanto ao seu comentário hoje citando as obras de INFRAESTRUTURA nos Estados de : PERNAMBUCO e do CEARÁ isto é real ,mas em FORTALEZA onde eu conehço bem estas obras vem se arrastando desde 1998 quando se iniciou as obras do METRÔ e olhe que ainda NÃO foi totalmente concluida.
Uma coisa é certa a cidade de NATAL precisa urgente de obras de MOBILIDADE, pois como está não pode ficar, a não ser que que a população queira viver parados nos engarrafamentos contantes.