O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte vai recorrer contra decisão que libertou Rhandson Rosário de Macedo Bernardo e Maria das Graças de Macedo Bernardo, respectivamente irmão e mãe de Rychardson de Macedo. O MPF já havia se manifestado favorável à manutenção da prisão preventiva dos três envolvidos na Operação Pecado Capital, porém a Justiça Federal determinou que apenas Rychardson permanecesse preso. Segundo o MPF/RN, as prisões são necessárias para que os envolvidos não atrapalhem as investigações. Informações Assessoria de Comunicação do MPF/RN
Arquivos de ‘novembro de 2011’
Pecado Capital
18 de novembro de 2011Hoje os servidores do Judiciário Federal param por uma hora
18 de novembro de 2011O sindicado dos servidores do Judiciário Federal está organizando para hoje, às 11h, uma parada geral de uma hora. A ação faz parte de um ato unificado com o objetivo de parar, simultaneamente, todas as atividades no TRT, TRE e Justiça Federal. Segundo a assessoria de comunicação do Sintrajurn, a paralisação irá reunir os servidores lotados em Natal que vão deixar de trabalhar no regime de escala, em respeito à lei de greve que é manter 30% dos serviços considerados essenciais, para participar da parada geral. A categoria quer a aprovação do Plano de Cargos e Salário que tramita na Câmara Federal, através do Projeto de Lei 6613/09 que espera aprovação na Comissão de Finanças e Tributação.
Operação Pecado Capital passa para Justiça Federal
16 de novembro de 2011O processo da Operação Pecado Capital, que trata de uma denúncia onde teria ocorrido no Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte um esquema de corrupção, passará a tramitar na Justiça Federal. O magistrado Mário Jambo, da 2ª Vara, confirmou que o Judiciário Federal é competente para o caso e ainda, já nessa primeira decisão, determinou a quebra do segredo de justiça. O juiz também ratificou, nessa decisão, todos os atos processuais e instrutórios já realizados pela Justiça Estadual.
Os acusados nesse processo são: RYCHARDSON DE MACEDO BERNARDO, RHANDSON ROSÁRIO DE MACEDO BERNARDO, ADRIANO FLÁVIO CARDOSO NOGUEIRA, DANIEL VALE BEZERRA, AÉCIO ALUIZIO FERNANDES DE FARIA, ACÁCIO ALLAN FERNANDES FORTES, JEFERSON WITAME GOMES, JOSÉ BERNARDO e MARIA DAS GRAÇAS DE MACEDO BERNARDO.
CNJ inicia consulta sobre temporalidade de documentos
16 de novembro de 2011O Conselho Nacional de Justiça está recolhendo sugestões, através do site, sobre a temporalidade de documentos administrativos como ofícios, relatórios e memorandos. A idéia é aproximar o Judiciário da sociedade e promover transparência. Podem opinar servidores e magistrados sobre a classificação, destinação e tempo máximo de permanência de documentos administrativos nos sistemas de arquivo antes de serem descartados, debatendo o conteúdo do Plano de Classificação e da Tabela de Temporalidade de Documentos da Administração do Poder Judiciário (PCTTDA).
Ética, Política e Verdade
14 de novembro de 2011O subprocurador-Geral da República, o potiguar Edilson França, será um dos palestrantes do XII Seminário de Ética na Gestão, organizado pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República. O evento que acontecerá nos dias 1 e 2 de dezembro, tem como tema: “Ética, Política e Verdade”. Ao lado do potiguar Edilson França estarão os ministros Jorge Hage, Paulo Vannuchi, Sepúlveda Pertence e Cármen Lúcia.
No último dia do seminário, o subprocurador falará de um assunto delicado e explosivo: Ética na Administração Pública. Essa palestra vai pegar fogo no auditório da Escola de Administração Fazendária, em Brasília.
Sindicato afirma: TRT ameaça servidores em greve
14 de novembro de 2011O Sintrajurn entrou com ação ordinária com pedido de tutela antecipada para evitar o corte de ponto dos servidores em greve na Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte. A assessoria de imprensa do sindicato informa que a ação foi protocolada pelo departamento jurídico tramita na Jusitça Federal sob n° 7513-77/2011.
Para o coordenador Geral do Sintrajurn, Janilson Sales, o procedimento adotado pelo desembargador Ronaldo Medeiros, presidente do Tribunal Regional do Trabalho, 21ª Região, no Rio Grande do Norte, que emitiu um ofício GP TR nº 110/2011 é considerado como intimidatório a fim de prejudicar o movimento paredista no Rio Grande do Norte.
“No RN, quando informado da greve na sexta-feira, 04/11/2011, o presidente do TRT, Dr Ronaldo Medeiros, expediu em seguida o oficio circular 110/2011, informando sobre as sanções legais aos que aderissem à greve. O oficio foi prontamente encaminhado aos diretores e servidores que tiveram que assiná-lo tomando ciência do ato oficial.
No ofício há duas leituras: a primeira cita o número da lei de greve 7783/89, mas não expõe os seus artigos. A segunda faz referência explicita ao nefasto decreto 1480/1995, de autoria do ex-presidente Fernando Henrique e seu ministro Bresser Pereira para coibir qualquer movimento grevista. No ofício este decreto está transcrito com seus artigos mais funestos. Uma pergunta: por que a lei 7783/89 não teve a mesma atenção do redator do ofício e teve os seus artigos emoldurados no ofício? Qual o objetivo de transcrever o que reprime e omitir o que liberta?”, afirma o coordenador do sindicato, em nota enviada aos jornalistas.
Tribunal de Justiça anuncia concurso para cartórios
11 de novembro de 2011O Tribunal de Justiça está na fase de licitação para contratar a empresa que irá organizar o concurso para preencher 105 serventias judiciais no Rio Grande do Norte. A desembargadora Judite Nunes anunciou o concurso durante reunião com representantes dos cartórios extrajudiciais de todo o Estado. O Rio Grande do Norte tem 203 serventias judiciais e, segundo decisão do CNJ, 105 delas estão sendo ocupadas de forma precária e devem ser preenchidas através de concurso público. Alguns dos atuais titulares, no entanto, contestam essa interpretação do CNJ no Supremo Tribunal Federal, e alguns deles inclusive já obtiveram decisões liminares favoráveis. Segundo a presidente Judite Nunes, o processo relativo à licitação para contratar a empresa que irá realizar o concurso está como prioridade. Informações assessoria de comunicação do TJRN.
TIM terá que excluir nome de empresa no Serasa
11 de novembro de 2011O juiz André Luís de Medeiros Pereira, da 15ª Vara Cível de Natal, determinou que a Tim Nordeste exclua o nome de uma empresa que atua na área de comercialização de gás do rol das devedoras do SERASA, no prazo de cinco dias, a partir da intimação da decisão judicial, sob pena de multa diária na ordem de R$ 300,00.
A empresa autora informou nos autos processuais que contratou com a Tim um Plano denominado TIM ÚNICO, tendo a empresa aderido às cláusulas contratuais propostas. Porém, depois de oito meses de execução do contrato, percebeu que os valores cobrados estavam bem acima do pactuado e ainda que muitos serviços alheios à contratação estavam sendo igualmente cobrados. Informações da Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça.
Entre o público e o privado
9 de novembro de 2011O vice-presidente da OAB/RN, advogado Aldo Medeiros, aceitou convite para participar como palestrante do VII Congresso Brasileiro de Direito de Família que acontecerá no período 13 a 16 de novembro, em Belo Horizonte/MG. O tema deste ano é “Família – Entre o Público e o Privado”. Aldo Medeiros abordará as questões de conflitos patrimoniais no divórcio e partilha dos bens. O evento ressaltará até que ponto o Estado pode ou deve intervir nas relações familiares e em sua organização jurídica.
Direito
9 de novembro de 2011O Ministério Público Federal em Mossoró ingressou com uma ação civil pública junto à Justiça Federal para que os usuários do Sistema Único de Saúde residentes no estado tenham acesso gratuito ao medicamento Ritalina 10mg. A droga é usada por portadores de transtornos psiquiátricos, tais como autismo, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e retardo mental profundo. A atuação do MPF foi provocada a partir do caso de uma criança
acometida simultaneamente pelos três transtornos. Para o procurador da República Fernando Rocha de Andrade, que assina a ação, como o remédio não é disponibilizado na rede pública, “faz-se necessária a interferência do Poder Judiciário, de modo que os pacientes do SUS que necessitam do tratamento possam ser atendidos no seu fundamental direito à saúde e à vida”.
