Arquivos de junho, 2009

PRESENTE DE ANIVERSÁRIO

30/06/2009 às 10:32 por Ricardo Silva

1 – Um presente. Apenas um, quer o ABC nesta semana de aniversário: vencer o Ipatinga. A vitória pode significar a liberdade que o time está precisando. Estou com o zagueiro Ben-Hur. Para ele jogar bem e vencer é muito bom, mas vencer é o que fica na história, e pára uma competição de pontos corridos, somente assim, permance. Ao contrário ou sobe,  e o que é mais terrível, pode cair. Por isso a corrente tem que ser feita não apenas pelos jogadores, mas principalmente pelo seu torcedor. Mas umazinha, e a gente vai ver outra situação no alvinegro.

2 – Claro que a campanha não é boa. Ficar na Zona de Rebaixamento é uma tortura. É motivo de gozação, e os próprios caras quando olham para a tabela lá está cravado sem pena, a situação. Dos oito jogos, o ABC fez três em casa, e cinco fora. Duas vitórias e uma derrota no seu estádo. Fora perdeu todas. No ano passado, nesta época, a campanha era mais que satisfatória, mas uma série de empates, lembram (oito para ser mais exato), passaram a preocupar.

3 – Vou insistir: sexta feira é o dia. Com 94 anos de vida, este senhor ABC precisa de motivação. Vencer é sempre bom, enaltece, muda o humor e às vezes, pessoas viajam, mas sabemos que ninguem pode estar no topo o tempo inteiro. Muitas vezes, o ABC já esteve lá, que volte rápido. Que começe nesta sexta.

OBS – Nos falantes do PC: JLennon and The Beatles (All We Need is Love), Television (1977 Venus) and Bread (The Guitar Man)

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O VERDÃO ESTÁ NO CAMINHO CERTO

27/06/2009 às 10:39 por Ricardo Silva

1 -  Entusiasmado uma pitomba !! Estou é exultante. Ontem vi o Alecrim de volta ao gramado. Claro que não foi pelos 2 a 1 sobre os reservas do América (isso também é bom), mas principalmente pela mística verde balançando ao vento em Parnamirim. Me entristece quando termina o Campeonato Estadual e o Alecrim pára. Claro, é a terceira força do RN, e volta ao Campeonato Brasileiro, que não joga desde 86, quando fez parte da primeira divisão naquela época.

2 – Jogadores como Isaías, Pantera, Robson, Emerson, Luciano Paraíba, Maurício Pantera e Geílson entre outros, dão a grande esperança de que podemos pela primeira vez, passar de fase, ou mesmo ir mais longe dentro da competição. Estou esperançosos mesmo. João Maria Belmont é competente na função. Diá conhece muito de futebol e está dando uma boa  parte tática ao time. Sabemos que o  grupo é forte, mas o Alecrim pode superar.

3 – Mesmo tendo ficado entusiasmado com o que vi, ainda é cedo, diria Renato Russo. Muita calma nessa hora. Ainda restam sete dias até o primeiro jogo em Fortaleza contra o Ferroviário. O Verde está no caminho certo, e torço fervorosamente a favor. Como diram os entusiasmados Pasteal, Chico, Normando e Maceo nos áureos tempos: RUMO A TÓQUIO VERDÃO!!!!!!

Obs: Não poderia me furtar hoje: Bilie Jean, Beat It e The Way You Make me Feel de "Wacko" Jacko

I’m gone !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

A MORTE DE MICHAEL JACKSON

26/06/2009 às 11:03 por Ricardo Silva

1 – Fiquei triste com a Morte de Michael Jackson. Triste porque dancei moowalker, ou ao ouvir "Ben" até chorar. Ou porque "The Girl is Mine" foi música que dancei coladinho, ou fiquei assustado ouvindo "Thriller", ou fiquei aos prantos, altamente sensibilizado ao ouvir o projeto "We Are The World". Ou mesmo no tempo dos Jackson Five (tenho 50 e Michael faria 51) invejei aquele garotinho cantando e dançando para valer "ABC" e outros sucessos. Ou porque descobrimos  agora que ele mantinha cerca de 30 casas de solidariedade, principalmente de crianças. Ou por muita coisa que ainda saberemos sobre a vida dele, que será minuciada sem dúvida nehuma a partir de agora.

2 – Fiquei e estou por um motivo simples: O mundo perdeu um dos seus grandes artistas, Cantor, compositor, bailarino e capitão do seu navio. Sim, capitão do seu navio. Fez o que fez. Idolatrado, amado, abusado (pelo seu pai quando criança), abusou (é o que dizem) e teve que viver como todos os grandes astros em profundo isolamento. Estava voltando, e isso era legal. 50 shows, todos os ingressos vendidos. Só um grande artista consegue. Michael era multi. Tão multi que teve várias faces (literalmente) em toda sua vida.

3 – Perdem a música, a dança, os fãs, mas principalmente seus familiares. Creio que aqueles que de alguma forma gostam de música, está triste, nem que seja um pouquinho. Aprendi da maneira mais fácil a gostar da música de Michael Jackson. Ouvi os riffs de guitarra de "Beat it" e "Bilie Jean". Ficaram impregnados na minha mente. Só eles bastavam, mas as músicas são fantásticas. Linha de baixo igual a "Bilie Jean", contagiante, dançante e marcante, nem todos os baixista fizeram. Edie Van Halen fez o solo de "Beat It". Quer mais o que??? A música de Michael é boa. Descanse em paz. Presto essa singela homenagem, Não fiz nada daquilo que condicionei minha tristeza no parágrafo 1. Mas poderia ter feito e teria sido legal.

OBS – Acompanhado do silencio…

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

SOBRE BLUES, BLECAUTE E TAVERNA PUB

25/06/2009 às 10:56 por Ricardo Silva

1 – Deixo o futebol de lado um pouco e respondo publicamente. Recebo missiva eletrônica de Diego César Pereira, potiguar que mora no Rio de Janeiro. Diz o que segue: "Caro Ricardo: moro no Rio de Janeiro… em Natal, costuma frequentar o Blecaute e Taverna Pub nos anos 90. Vi sua foto no site da Rádio Globo Natal… Queira saber se o voce é o mesmo que arrepiava uma Stratocaster na GRM Blues Band. Se positivo, ainda está tocando? Na mesma Banda? E a cena  musical de Natal? A quantas anda? Faz anos que não vou a Natal. Fiquei surpreso em saber que voce é locutor de rádio. Abraços e Boa Sorte. Diego César Pereira".

2 – Caro Diego. A primeira colocação é afirmativa. Sim, toquei nessa época, depois de deixar a Florbela Espanca (ótimos shows)  com dois caras Gilmar Santos e Moisés de Lima (trabalháva-mos juntos) no Blecaute do falecido Paulo Ubarana e Taverna Pub em Ponta Negracom mais assiduidade. Alguns momentos foram reamente bons, quando estávamos afinados.. Mas acabou há tempos e hoje, apesar de alguns seguidores que fizemos naquela época, e dos vários quando volta a tocar?. Está tocando aonde?  Essas coisas e tal, o momento é passado. Como costumo dizer: FUI !!!!!!! Sigo outro caminho, mas de vez em quando… ainda toco com amigos. Diáriamente posso afirmar: só saio de casa depois de puxar pelo menos uns dois ou três riffs de Jagger, Stevie Ray Vaughan e Hendrix. Sou músico, posso afirmar.

3 – Quanto a cena de Natal, estou por fora. Não frequento. Não há cena blues, ou rock. Os caras que tocam na noite, não sabem o que é. Tocam um  tal de pop rock. Sai daí… Prefiro ficar em casa, ou minha pescaria, a me programar para os "points" da cidade. Pelo que sei, Gustavo Concentino, um cara da pesada na guitarra está na ativa. Parabéns, vale a pena ver. Quanto a locução. Sempre fui, desde 82. Hoje é minha principal ocupação. No site, pode nos ouvir ao vivo. Obrigado por lembrar. Um abraço.

OBS: Os Rollings Stones (Rock Off), SRVaughan (The Sky is Crying e Chitlin con Carne). Tá bom ou quer mais?????

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O CRAQUE DO JOGO: MEU CRITÉRIO

24/06/2009 às 11:34 por Ricardo Silva

1 – Atentos, os leitores Madson Antonio e Cléber Silva discorrem sobre o mesmo tema, em e-mail enviados para este repórter. Em nenhum dos jogos realizados pelo Campeonato Brasileiro da Série B, quando da escolha do Craque do Jogo, pela Rádio Globo no Balanço Final. Mesmo quando os times potiguares perdem, afirmama eles, escolho sempre um jogador de ABC ou América. Indagam ainda: Isso não pode estar sendo distorcido, quando na verdade, o melhor pode ter sido do outro time???

2 – Vamos lá então amigos:

a) Voces tem razão. Realmente sempre voto para o melhor do jogo, em atletas dos nossos times. Este é o meu critério para a escolha. Mesmo sendo amplo o quadro e o objetivo, tenho o livre arbítrio de julgar. E como não há critério definido (por isso as deduções são amplas), prefiro premiar os jogadores de ABC e América, do que os jogadores dos adversários.

b) É verdade que em muitos jogos, o melhor em campo pode realmente ser do adversário. Mas ao não votar assim, não significa o não reconhecimento do fato, mas o voto "caseiro" – se é que me entendem, visa muito mais o incentivo para os nossos. É como a proteção paternalista: Teu filho não é melhor do que o do vizinho jogando futebol, mas diga-me quem voce apóia sem restrição, mesmo reconhecendo o fato????

3 – Acho que deve ser por aí. Aprofundando o assunto, a gente pode cair no bairrismo, pode ser até taxado de xenófobo, ou qualquer outra coisa. Mas quem nunca foi de um extremo a outro na vida??? Não temos o rótulo de bom ou mau na testa. somos bons e maus, depende da ocasião.

4 – Então continuarei votando nos melhores de ABC ou América a cada jornada pelo Campeonato Brasileiro B. Perdendo ou ganhando. Enquanto estiver convencido de que minhas decisões me satisfazem, assim farei. Quando achar que não, mudarei sem o menor constrangimento. Afinal, sou ser humano, e como tal, sujeito a contradições. Se não as tivesse, seria o cara. E não sou. Muddy  Waters é, claro!.

OBS – Só Blues da pesada – T-Bone Walker (Stormy Monday), BB King (Sweet Home Chicago) e Buddy Guy and Jr Wells (I’ a Man!!!)

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

RICARDO E MARCELO FAZEM FALTA ????????

23/06/2009 às 10:55 por Ricardo Silva

1 – Marcelo Ramos e Ricardo Oliveira fazem falta??? Sim, claro. Os dois são bons jogadores. Ambos garantem segurança seja na defesa, quanto no meio campo. Sem os dois, o América pode não ficar tão frágil assim – afinal ninguém é insubstituível – mas perde sim. Claro que o time está bem, isso é legal para todos. Há algum tempo, potiguar nenhum esteve entre os quatro e o América voltou a esta posição depois de … nem sei quanto tempo!!!

2 – Mas, Ricardo Oliveira e Marcelo Ramos  estarão fora por algum tempo. O médico Maeterlink Rego já disse e Macuglia terá de trabalhar com aqueles que tem. Plínio, Luis Henrique, Adalberto (por que não???) e Geriel são os nomes. No entanto, estamos sabendo, que o clube ainda vai contratar. Estive ontem no CT e conversei com o zagueiro Robson, que esteve no Ceará. Recupera-se de uma cirurgia, mas acredito que não há tempo de ser possibilidade.

3 – Assim, o América vai do que tem. E esse é Plínio. Jogador lento, é verdade, mas de grande vigor físico. Pode ser suficiente, até porque o estado do gramado não vai permitir jogadas de grande velocidade, e isso é bom para zagueiros, digamos assim, mais pesados. A Ponte é um time que merece respeito e é forte, mas pode ser batido. Ano passado, com muita chuva – lembram-se quase não teve jogo – o América venceu por dois. Avanrte Rubros !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

OBS – Stevie Ray Vaughan – o maior depois de Hendrix, estraçalhou com Honey Bee, Texas Flood, e Cound´t Stand the Weather.

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

MISTÉRIOS, SAUDADE E ESPERANÇA: O CLÁSSICO

19/06/2009 às 10:59 por Ricardo Silva

1 – Ontem foi um dia de mistérios. Arturzinho que não é bobo nem nada, colocou uma, duas, e até três possibilidades de time para enfrentar o América. Como nos velhos tempos, somente para deixar doidos torcida, imprensa e claro, o alvo: América. Já os rubros, poupam para evitar problemas. Macuglia não colocou Souza em campo. Sem condições totais, ele prório sabe, se fizer um tempo já será bom. Sempre é bom, ver craques em campo. Pena que nesse último, Sandro, Alex Oliveira não possam jogar.

2 – Lembro dos velhos duelos: Alberi x Hélcio Jacaré. E tenho saudades. Isso motivava os jogos mais ainda. Era apenas ouvinte na época. Claro que hoje, não há comprometimento dos jogadores que justifiquem essa situação. Mas como grande admirador desse jogo ABC  x América, pelo qual tento tecer loas (não sou bom nisso, óbvio – senão seria escritor e não radialista), não tenho visto tanta euforia. Será sinal dos tempos. A tal da infame Globalização terá como objetivo acabar com a identidade cultural dos povos.

3 – Sou favorável a evolução cultural e o diabo a quatro. Mas gosto de guardar coisas que tem significado na minha vida. Não sei se serve de exemplo, mas aquelas "brigas" que comumente acontecia na semana do jogo sumiram. Isso no bairro onde moro. Claro que a "clausura"  forçada do povo pelos sintomas da violencia, deve ser responsabilizada. Então pelo menos, vamos ao jogo. Corremos o risco pela "frieza" atual de num futuro próximo lembrarmos o último jogo, apenas como tal, último, e não com saudade.

OBS -  Ouvindo Pinball Wizard (Elton John), Nights in White Satin (The Moody Blue), Feira Moderna (Beto Guedes) e Love is All Around (Wet, Wet, Wet – Que danado é isso!)

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A DIFERENÇA DO CLÁSSICO: EMOÇÃO PURA

18/06/2009 às 10:47 por Ricardo Silva

1 – É uma semana especial, podemos afirmar. Quando chega o clásico, o envolvimento de todos, torcida, atletas, dirigentes, imprensa ganha uma nova direção. Tudo é maxi. Jogão, grandes lances, espetáculo diferente. O que nos leva a pensar assim, se quando vemos o jogo com frieza, logo depois, não passa de mais uma normal partida de futebol?????

2 – Por causa da EMOÇÃO (sf – Abalo moral ou afetivo; perturbação, geralmente passageira provocada por algum ato bom ou mal, que afeta nosso espírito (dor, durpresa, noíticia, perigo, alegria), o jogo ganha outra situação: uma simples falta vira lance para expulsão. Encontros normais na área, é penalte,. Drible merreca é lance de craque e o gol, principal objetivo de todos se transforma no mais belo dos mais belos.

3 – Estas são as diferenças que difere o clássico do jogo normal. E com elas vivemos todos. O antes e durante, são tidos como preparatório de uma gozação que pode durar um dia, um mês, um ano, ou para sempre. Depende muito do ocorrido no jogo. Para os jogadores que ganham os clássicos: méritos, são os melhores. Para os perdedores: rua, troca de jogador, técnico e até mesmo dirigentes antes, deus, tornam-se a própria imagem do mal. Ao árbitro, que parece ser um premio e reconhecimento de sua capacidade apitar tal jogo, pode ser o início ou o fim, nunca o meio.

4 – Tudo isso, move este jogão que é ABC x América. Já disse, reafirmo por escrito: é o maior de todos. Não tem Brasil  x Argentina, nem Vasco (minha simpatia)  x  Flamengo. E se às vezes, realmente (na maoria é), o jogo é ruim técnicamente. Prefiro a máxima jornalística de que se a VERSÃO FOR MELHOR QUE A VERDADE: PUBLIQUE-SE A VERSÃO.

OBS – Os clássicos (não poderia ser diferente), Chuck Berry  (Sweet Little Sixteen), Little Richard (Tutti Frutti) e The Beatles (Roll Over Beethoven), em clima de ebulição musical, dão o tom desse post.

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A DIVISÃO DO MACHADÃO: O CLÁSSICO

16/06/2009 às 10:20 por Ricardo Silva

1 – Meio a meio? Só dez por cento como manda o regulamento? 70 a 30 para o América, mas com a condição de mexer a corda com a presença do torcedor? De que maneira, afinal, o estádio será definido para as torcidas neste último América x ABC da era Machadão??? Alguns fatores precisam ser levantados para que dirigentes de ABC e América tomem a melhor definiçao e possamos ter uma noite fantástica para o maior jogo de futebol do mundo.

2 – Será o último jogo, e a lembrança de um estádio cheio para a história, anais da imprensa e gerações futuras é primordial, fundamental. Por outro lado, os americanos respondem que não recebem tratamento igual no Frasqueirão, estádio de propriedade do ABC. Pode ser justa a reclamação, mas como negócio, com menos torcedores em campo, menos dinheiro, alguém sempre perde: o mandante claro.

3 – Assim, uma solução democrática e empresarial precisa ser tomada pelos dirigentes. Qualquer que seja ela, ABC e América precisam ganhar dinheiro. Tem despesas a pagar, e nos clássicos, a renda aflora. Infelizmente, os dois jogos não estão marcados para o mesmo estádio, porque assim, a divisão de renda seria 60 a 40 para vencedor ou 50 por empate (Art. 13, parágrafo único, das disposições finais). Daí, a divisão puramente no meio, com corda correndo para quem colocar mais, estaria perfeita.

4 – Vamos esperar a definição. Só espero que os responsáveis, possam deixar a rivalidade para os torcedores e as cores dentro do campo, com os jogadores defendendo, cada um seu espaço. No chamado campo da cartolagem, América e ABC, antes de tudo, tem que ser parceiros, condição básica para a sobrevivencia de ambos. Só os reacionários, xiitas de plantão e principalmente idiotas bajuladores, podem recomendar situação diferente. ABC e América é como café com leite, pão com ovo, e caviar com Möet Chandon. É tudo e é nada. É uno. I LOVE THIS GAME.

OBS – Ao som espacial de David Gilmour (Confortably numb), Emerson, Lake and Palmer (Trilogy – album inteiro)

FUI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O ÚLTIMO ABC X AMÉRICA:NÃO PERCA

15/06/2009 às 07:03 por Ricardo Silva

1 – Finalmente o maior jogo está próximo: América  x ABC fazem no sábado, 20, o último jogo no estádio Machadão, que será no início de 2010 demolido para dar vazão a Arena das Dunas. O a motivação, o interesse pelo jogo cresceu muito, depois da rodada do final de semana. Se para os americanos a goleada de 4 para o Duque de Caxias não foi nada palatável, serviu para acirrar o clássico, e é claro bilheteria cheia.

2 – Ao vencer o Vila Nova por 1 a 0, o ABC botou lenha na fogueira e buscou a motivação que precisava. Jogo de muitas nuances, o clássico chega num momento de euforia dos dois clubes. Para o ABC é pegar os rubros com vitória, já que stava a 6 pontos atrás e vinha de uma derota de 4 para o Bahia. Para o América é imitar o ABC, que depois de perder na Bahia venceu em casa.

3 – Sei que teremos muita coisa a falar a partir de hoje sobre esse espetáculo fantástico que é o clássico. Aos saudosistas, como também sou, é meljhor levar máquina, filmadora digital, celular com camera e o diabo a quatro, pois será a última vez que ABC e América vão pisar o gramado sagrado do nosso principal estádio de futebol. E depois, só será história.