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Você já falhou na hora H?

Como assim falhar na hora H? Homem que é homem nunca falha! Você também acredita nesta crença? Este mito provocou mais “falhas” do que nenhuma outra causa conhecida. Você não tem ideia da dimensão dos problemas psicológicos causados por essa imposição desumana sobre o que é “ser homem”? Não ter uma ereção seria realmente uma falha? Seria uma prova de ausência de masculinidade? E o que seria masculinidade?
Precisamos falar sobre a aprendizagem machista sobre o sexo: os homens acreditam que devem funcionar sexualmente diante de qualquer condição, com qualquer pessoa e qualquer custo. A verdade é que precisam compreender que as coisas não são bem assim. São tantos fatores que podem dificultar uma ereção… Ter desejo pela parceira(o) é um primeiro requisito para ficarem eretos. Além disso, as condições ambientais e orgânicas nas quais essa relação aconteça devem ser propícias. Homens, então, assim como as mulheres, estão sujeitos a funcionar melhor ou pior a depender da parceira(o), do local ou do uso de alguma medicação ou substância psicoativa.
A verdade é que quem nunca falhou que atire um comprimido de Viagra. O homem adulto normal costuma ter uma “falha” erétil em cada cinco ou seis tentativas de coito. A estimativa é de que cerca de 50% dos homens brasileiros convivam com algum nível de disfunção erétil. Mas atenção: a famosa ‘brochada’ não significa necessariamente que você tem algum problema: Uma simples preocupação, uma distração no momento da máxima tensão, é suficiente para provocar a perda da ereção situacional. O problema é quando vira um episódio recorrente, que sinaliza algum distúrbio físico ou psicológico. Aí sim, é preciso procurar ajuda especializada.
Como se pode ver, as razões para o problema são variadas e na maioria das vezes não têm nada a ver com falta de desejo pela pessoa que está ao seu lado. A ansiedade é a principal vilã nesta história. Ela pode fazer com que o “melhor amigo do homem” fique acanhado, tímido, inibido. A ansiedade libera adrenalina, hormônio que impede o fluxo de sangue para o pênis, deixando-o flácido, dá para entender? Costumo dizer que a ansiedade é inimiga do sexo…
E aí vem o chamado ‘temor de desempenho’. Por alguma situação de estresse, você pode não estar bem para fazer sexo, mas aí não se respeita, força a barra, insiste e “falha”. Isso pode gerar, inclusive, um ciclo vicioso. Na próxima vez, você vai transar para se testar. E ansioso de novo, pode falhar pelo medo de falhar… Já atendi diversos casos assim. O sujeito chega devastado no consultório, acreditando não ser mais capaz de “levantar”, sentindo-se um fracassado.
Digo sempre aos meus clientes de terapia sexual que perder a ereção uma ou até algumas vezes não fornece critérios suficientes para o diagnóstico de disfunção erétil. Porém, o impacto emocional da primeira perda de ereção para alguns homens pode ser catastrófico e incapacitante. Se a(o) parceira(o) reagir mal diante da perda de ereção, criticando, culpando ou se vitimizando diante do problema, a tendência é que o evento fique marcado negativamente na memória de quem perdeu a ereção.
Mas, então o que fazer no decorrer desta situação frustrante?
Em primeiro lugar, lembre-se: Falhar é normal e, acima de tudo FALHAR É HUMANO. Eu sei que o episódio é embaraçoso para você e para a parceria, mas encare com naturalidade, tenha confiança em você… Aja com naturalidade, sem fingir que nada aconteceu…
Ser homem é também aceitar-se enquanto imperfeito. O melhor então é relaxar, dar um tempinho. Que tal considerar o momento como um amasso gostoso em vez de rotulá-lo como uma transa malsucedida? Engate um papo leve, sirva uma bebidinha gelada, deixe o clima tranquilizar, namore sem cobranças…
Agora um recadinho para você, parceria homem ou mulher. Evite comentários nesse momento…. Escute seu parceiro se ele desejar falar…. Se não, chegue perto, olhe nos olhos, faça um carinho, mostre compreensão…. Esta hora pode ser uma ótima oportunidade de ter prazer de outras formas. Sabe por que? Porque a única utilidade da ereção do pênis é a penetração. O homem não precisa nem da ereção para ter seu prazer… A ejaculação pode acontecer, inclusive sem ereção!
Portanto, gente, quem aprende a lidar com a falha, raramente falha e se isso acontece, encara com a naturalidade devida e segue em frente sem medo de ser feliz na vida sexual…

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Ainda sobre Crenças Sexuais

Por muito tempo o sexo para as mulheres foi encarado apenas como um meio de reprodução. Porém, com o passar dos anos, em meio a descobertas revolucionárias como a pílula anticoncepcional na década de 1960, as mulheres puderam desenvolver sua sexualidade em um outro contexto, buscando o prazer durante as relações afetivas-sexuais e conquistando marcos importantes nessa área. Porém, ainda temos que caminhar muito nesse sentido de conquistar…
Será que você consegue acessar quais são suas crenças sexuais? A gente sabe muito bem que não fomos muito estimuladas a falar sobre sexualidade, tão pouco a vivenciá-la de forma plena. Talvez por isso aceitamos tantas falsas verdades como mentiras verdadeiras. E nesse contexto onde “o homem é homem e o homem pode”, acabamos ainda por acreditar numa sexualidade de dominadores e dominados, distante da igualitária, em que tenhamos acesso à possibilidade do prazer orgástico não como uma concessão de um poder ao outro…
É notável que mulher da era moderna valoriza mais as suas experiências sexuais e procura ter um conhecimento maior do seu corpo para poder, dessa forma, vivenciar uma sexualidade plenamente satisfatória, mas precisa se conscientizar melhor sobre sua real “participação” numa relação sexual.
As crenças nos limitam, estabelecem regras sobre o que podemos/devemos fazer no quesito sexual. Um mito muito difundido é: “a mulher é passiva”. Que consequência traz isso para a nossa sexualidade? Habitualmente, alguns homens ainda acham que devem tomar a iniciativa da proposta sexual; “para isso são homens”. O complicado nessa história, é o fato de ser comum que a mulher aceite este fato como se não houvesse nenhuma outra possibilidade, pois, “a natureza é assim”. Será que isso corresponde à realidade ou seria mais um pensamento mítico enraigado da cultura machista?
Passividade é característica de alguém que não toma iniciativa, não age ativamente e tende a obedecer sem reagir. Por isso, a mulher pode pensar, acreditando no seu papel passivo, que não deve tomar iniciativa, “não fica bem”, que isso é papel do homem. Lêdo engano… A mulher pode e deve ser livre, ter voz ativa, ter atitude diante do seu prazer. Isso faz toda diferença… Isso é autonomia…
Muitas mulheres reclamam que os homens não as procuram e muitos homens se queixam de não serem procurados… Talvez a questão seja mesmo falta de comunicação. Parece que o homem passou muito tempo tomando e dirigindo a iniciativa sexual, mas creio que isso vem mudando e o homem que se permite conhecer mais sobre o prazer feminino, consegue até desejar que a parceira brinque ou provoque, dando a entender que o deseja e que gostaria de fazer sexo sem que isso o faça se sentir ferido na sua “macheja”.
Sexo é troca, é cumplicidade, é sintonia… Os dois parceiros podem ser ativos nas suas manifestações de desejo, de prazer, sem necessidade de estabelecer lugares, papéis ou status… Tudo acontece movido pelo desejo de estar junto, de se conectar pelo desejo, pela emoção deliciosa que a relação sexual pode proporcionar.
Chega de crenças… O melhor é deixar o real entrar para desfrutar da vida como ela é e das relações como desejamos que elas sejam…

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QUAIS SÃO SUAS CRENÇAS SEXUAIS?

Lamentavelmente, a imensa maioria de homens e mulheres está muito pouco informada sobre a sexualidade humana. Não é de se estranhar, então, que diante de quadro ainda tão inundado de ignorância, surjam, em forma de alternativas, mitos, crendices, mal-entendidos generalizados e meias-verdades.
A família, a sociedade, a nossa cultura, a religião, vão estabelecendo regras sobre o que é certo e errado, permitido e proibido, bom ou ruim. Estas regras acabam moldando crenças e mitos e a sexualidade é campeã em ideias erradas e distorcidas. E esses mitos e crenças, talvez sejam uma proteção contra a angústia ante o desconhecido… Ah! Como o saber pode libertar…
Já pensou sobre quais são suas crenças sexuais? Pensou também se estas crenças são limitantes? Se elas, de alguma maneira impedem você de viver a sexualidade de forma plena? O que me chama a atenção, mesmo sendo um assunto pouco falado, mas muito sentido é sobre uma crença muito difundida entre as pessoas: o homem, o elemento masculino, não tem por que instruir-se em assuntos sexuais: conhece tudo sobre a matéria. Indiscutivelmente, e na trilha desse pensamento falso, a leitura de algo que o informe, o enriqueça com conhecimentos sexuais, pode converter-se em sinal de fraqueza, de “ser pouco macho” e, inclusive em alguns casos, pode fazer recair sobre ele a suspeita de homessexualidade.
Com muito esforço e persistência, vamos, pouco a pouco, executando a difícil tarefa de ajudar a trazer conhecimento que substituam a falta do saber…
No caso dos homens, existem vários mitos que podem causar dificuldades sexuais. Vou falar de um que talvez seja dos maiores é o “O TAMANHO DO PÊNIS INFLUI NO PRAZER”
Desde sempre, o tamanho do pênis é associado à força e ao poder masculino. Não é estranho, portanto, que TUDO, absolutamente tudo o que se relacione com força, potência sexual e virilidade, esteja condicionado ao tamanho do pênis. Por isso, o mito do tamanho do pênis relaciona um pênis menor com a impossibilidade de conseguir ficar ereto, ou de obter ou dar prazer.
No caso dos heterossexuais, os homens costumam achar que as mulheres dão muita importância ao tamanho do pênis. Os que cultivam essa crença talvez nunca consultaram uma mulher sobre esse assunto. E se fizessem isso ficariam surpresos em saber que o mais importante para elas é a capacidade do homem em ser agradável, atencioso, envolvente e com opiniões firmes.
Portanto, É PRECISO DIZER CLARAMENTE, QUE O PRAZER DO HOMEM E DA MULHER NÃO TÊM ABSOLUTAMENTE NENHUMA RELAÇÃO COM O TAMANHO DO PÊNIS. E por uma simples razão. Hoje se sabe, com segurança, que a área de maior sensibilidade feminina é o clitóris e a entrada do canal vaginal. Todo órgão masculino capaz de “roçar” a parte inicial da vagina estará tocando direta ou indiretamente o clitóris e o tecido ao seu redor: a parte anterior da vagina. Então, não passa de ingenuidade pretender ter alguns centímetros a mais de pênis. O mais importante será, no momento do sexo, que o homem e a mulher busquem juntos a zona de maior sensibilidade e assim se descubram.
Então, por que desejar ter alguns centímetros a mais de pênis? O prazer está ligado na sintonia, na química do casal! É isso que importa na hora do sexo. Ser um bom amante não depende da anatomia, mas da qualidade, da sedução, do carinho e dos bons sentimentos envolvidos…
Então, que fique claro: “Pequeno, grande, grosso ou fino, o homem precisa saber usar. Esse é o segredo”

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O que é Terapia Sexual?

Problemas, das mais diversas causas, estão sempre nos desafiando, dificultando o nosso dia a dia. A vida é assim, um permanente enfrentamento de problemas… Eles sempre existirão, mas o segredo é estarmos cada vez melhores para enfrentá-los, não é? Existem alguns problemas que são mais delicados, difíceis de se compreender e de serem solucionados sozinhos. Um exemplo é o problema sexual.
Muitas vezes, a pessoa se acostuma a sofrer e deixa de procurar ajuda profissional, talvez por vergonha devido à educação repressora, sentimento de impotência ou anormalidade frente à situação, desinformação sobre sexualidade ou até dificuldade de encontrar profissionais habilitados para ajudar. Atualmente mais de 50% da população brasileira apresenta alguma dificuldade em nível sexual, algum problema relacionado à sexualidade. As disfunções sexuais mais comuns nos homens, são a disfunção erétil (antigamente chamada impotência), a ejaculação precoce ou rápida, a ejaculação retardada e a diminuição ou perda da libido.
Nas mulheres, as principais queixas são a diminuição ou perda do desejo sexual, dificuldade na excitação sexual, dificuldade relacionada ao orgasmo e dor sexual (dispareunia, vaginismo). Falarei de cada um nos textos seguintes, certo?
A terapia sexual serve para resolver, basicamente, esses problemas, ou seja, toda e qualquer disfunção ou insatisfação de cunho sexual. Por isso, em geral, é um tratamento mais rápido, mais focal. A terapia sexual normalmente envolve o casal, mas também pode-se trabalhar com o paciente individualmente. Ela deve ser realizada somente por psicólogos ou médicos com pós-graduação ou especialistas na área de sexualidade.
Muitas pessoas têm medo do que podem descobrir a respeito de si mesmas e por isso não procuram auxílio. Mas, acredite! Quando você decide iniciar uma terapia sexual, já está 50% melhor, só pelo fato de ter conseguido reconhecer que tem problemas sexuais, que precisa de ajuda e ter tomado a decisão de melhorar.
As disfunções sexuais são consideradas sintomas psicossomáticos, ou seja, são a expressão no corpo de um profundo distúrbio emocional. A maioria, quase totalidade, dos problemas sexuais tem causas psicológicas e emocionais. A proposta da terapia sexual é transpor, com a orientação adequada e de forma breve, os obstáculos que interferem no bom funcionamento da relação sexual. Não há contatos íntimos com o paciente, todas as atividades são discussões e orientações técnicas e profissionais, através de exercícios e tarefas eróticas desenvolvidos preferencialmente pelo casal, em casa, sem a presença do terapeuta.
A terapia sexual ajuda na aproximação do casal, melhora a comunicação, o conhecimento do próprio corpo e do corpo da parceria, descoberta de novas possibilidades de prazer e excitação para si mesmo e para o outro. Enfim, trabalha em favor de uma sintonia sexual.
Fazer terapia sexual é melhorar o sexo, mas é ir muito mais além… É poder além de eliminar a dor, o incômodo e a insatisfação, conhecer a real vivência do sexo, como uma atividade íntima, prazerosa e saudável, sem medo de um real encontro, sem medo de ser feliz…

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DIFICULDADE SEXUAL, EU?

Pois é, durante mais de duas décadas de consultório na área da psicologia, eu escutava queixas que, na maioria das vezes eram de ordem relacional. O que me chamava a atenção era que, em algum momento da terapia, uma dificuldade sexual aparecia no discurso do cliente. Eu não me sentia totalmente capacitada para ajudar aquele sujeito e queria ajudá-lo. Essa foi minha maior motivação: poder ajudar meus pacientes a cuidarem da saúde sexual que, na minha humilde opinião, nunca está desvinculada das questões relacionais. Procurei formação na área, comecei a estudar e me apaixonei pela temática porque, logo de início, percebi a dimensão da palavra sexualidade e a importância fundamental dela na vida do ser humano.
O que seria então uma dificuldade sexual? Para mim, é qualquer situação, pensamento, sentimento, sensação, comportamento etc. que impede a vivência plena da sexualidade. Então, acredito que todos nós, em algum momento, seremos surpreendidos por uma dificuldade sexual. A nossa sexualidade está diretamente ligada e influenciada pelo nosso jeito de pensar, de sentir, de agir. Por isso, as dificuldades aparecem e, muitas vezes não compreendemos os porquês e tão pouco “como” resolver.
Se você está lendo esse texto nesse momento, pode talvez estar buscando em sua mente, uma resposta para a questão: “Eu tenho alguma dificuldade sexual?”. Pois é, quem sabe trocando a forma de perguntar, você acesse melhor sua resposta: “Eu vivencio plenamente a minha sexualidade?”
Se houver um “não” na sua resposta, continue se questionando… Existem da minha parte, crenças limitantes, mentiras que são verdades, verdades que são mentiras, bloqueios, tabus em relação ao assunto? Se sim, o que posso fazer para cuidar dessas dificuldades? Desejo cuidar dessas dificuldades?
O que posso dizer com segurança é que vale a pena dar atenção ao cuidado com a saúde sexual… Gozar a vida, gozar na vida é muito importante. Entre em contato com essas questões. Procure ajuda especializada, cuide-se!

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Por que falar de Sexualidade?

Talvez a pergunta ideal seria: O que é sexualidade? Respondendo a essa indagação, poderemos compreender a importância de falar no assunto.
A sexualidade é um termo que imediatamente associamos ao sexo, mas você já imaginou tudo o que a sexualidade humana realmente engloba? Já pensou que o termo vai muito mais além do que você supõe? Imagina o quanto ela está presente em nossa vida?
A sexualidade é um aspecto central do ser humano ao longo de toda a vida e engloba o sexo, identidades e papéis de gênero, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. Ela é experimentada e expressada através de pensamentos, de ações, de desejos e de fantasias… começa a entender melhor porque precisamos falar de sexualidade?
Você pode tentar uma forma interessante para compreender a sexualidade: substitua a palavra por vida. Quando nascemos, entramos em contato com o mundo que nos cerca e percebemos o quanto é importante nos relacionarmos com ele. A sexualidade é uma espécie de energia que nos impulsiona para este contato, constituindo-se uma questão fundamental da nossa personalidade. Sexualidade é vida…
A sexualidade nos remete a um universo onde tudo é relativo, pessoal e muitas vezes paradoxal. Pode-se dizer que é o traço mais íntimo do ser humano e como tal, se manifesta diferentemente em cada sujeito, de acordo com a realidade e as experiências vivenciadas pelo mesmo. Ninguém vive a sexualidade da mesma forma. A unicidade é a sua marca. Sexualidade é ser…
A sexualidade é experimentada por todos nós e não necessita de ter o sexo incluído. Ela se define pela busca de prazeres, sendo estes não apenas os explicitamente sexuais. Sentimos prazer em tantas coisas… uma boa leitura, um filme emocionante, uma comida saborosa, uma conversa gostosa. Sexualidade é toque, olhar, cheiro, escuta. Sexualidade é sentir… sexualidade é prazer…
Seja qual for a sua visão íntima sobre o assunto, é interessante que se possa manter uma relação de compreensão e aceitação de sua própria sexualidade: autoconhecimento é tudo! Esclareça dúvidas, seja capaz de se sentir à vontade com seus desejos e sensações. Sexualidade é para gerar uma experiência positiva e saudável. Sexualidade é saúde…
Portanto, que fique claro que há uma sexualidade exclusiva para todas as pessoas que determina como elas vivem o prazer. Existem tantas sexualidades quanto existem indivíduos, cada um com suas peculiaridades, que são determinadas pela personalidade, pelo conhecimento e pela experiência individual. Compreendendo isso, podemos nos livrar do considerado como “normal” e, assim, levar a sexualidade à nossa própria maneira, sem medo e sem culpa, sem censura ou pressão, explorando e desfrutando-a com saúde, segurança e muito prazer.

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Olá, mundo!

Censura também é sinônimo de repreensão ou reprimenda. A censura também é uma conhecida forma de restrição da liberdade e do conhecimento… SEXO SEM CENSURA vem tratar da sexualidade, do comportamento humano, das relações, de forma descomplicada e direta, trazendo como marca a informação que instiga à reflexão num tema que todo mundo deseja saber, mas infelizmente ainda poucos se permitem descobrir para desfrutar…