Quem nunca ouviu dizer que sexo faz bem para a saúde? E estamos falando da saúde física e emocional. Isso não somente é verdade como é cientificamente comprovado. Uma rotina sexual satisfatória melhora o sistema imunológico, deixa a pele mais bonita e garante um sono de maior qualidade. Além disso, é um excelente exercício físico que permite controlar o colesterol e o triglicérides, tonifica os músculos e ainda ajuda a queimar calorias e diminuir o estresse…
O sexo faz tão bem que até a Organização Mundial de Saúde, que é referência internacional no quesito qualidade de vida, avaliza essa ideia e incentiva afirmando que para ter uma boa qualidade de vida, o indivíduo deve zelar e manter em equilíbrio quatro aspectos de sua vida: a vida em família, o trabalho, o lazer e o sexo.
Fica então mais fácil de compreender que quando a vida sexual está insatisfatória, logo se percebe porque existem alguns sinais como irritação, mal humor, tristeza ou ansiedade. E como consequência, a nossa criatividade estagna, a energia se esvai, e o entusiasmo se apaga com reflexo na qualidade de vida como um todo.
Por outro lado, quando você está bem com sua sexualidade, tudo tende a ficar bem. Inclusive, estudos mostram que existe relação direta entre esta fonte de prazer a uma autoestima fortalecida e um melhor desempenho intelectual. Tudo a ver com qualidade de vida.
Apesar de todo mundo saber que o sexo faz bem e que a maioria gosta, há quem precise começar a rever os seus conceitos se afirma não gostar. Talvez a questão não seja “não gostar de sexo” e sim, “não gostar do sexo que se faz”. Muitas vezes escuto no consultório, especialmente de algumas mulheres, que “podem muito bem viver sem sexo” e que quando “precisam” fazer, é sempre uma obrigação dolorosa. Nesse cenário, existe ainda uma cultura do “se eu não fizer, outra vai fazer”, porque o homem teria uma necessidade física de transar e não poderia ficar sem sexo. Novamente as crenças invadindo nossa relação com a sexualidade…
Não podemos esquecer que a relação que cada um terá com a atividade sexual em sua vida vai depender de cada pessoa e sua história. E é neste ponto que podemos explicar e muito sobre a sexualidade de cada pessoa: desde sempre o sexo de cada um é algo íntimo e muito pessoal e cada um irá escolher, de forma consciente ou inconscientemente, se irá expor ou reprimir, se se será discreto ou ousado, ou até se será prazeroso ou não… Por isso, se o sexo não está satisfatório para você, procure saber a causa, invista tempo e energia para tentar melhorar e descubra na sexualidade, uma forma saudável e gostosa de ser feliz…
Podemos pensar que uma vida sexual ativa e prazerosa é fundamental para a saúde e construção contínua de uma relação amorosa, pois faz parte da série de desejos (desejar e ser desejado) que um ser humano precisa para viver bem e feliz.
Mas isso ainda não é tudo! Existem outros benefícios inerentes à atividade sexual tanto para os homens quanto para as mulheres: combate à depressão e à ansiedade, alívio de dores de cabeça e reumáticas, relaxamento dos músculos de todo o corpo, regulação do intestino, alívio das cólicas menstruais e da famosa tensão pré-menstrual nas mulheres, combate ao câncer de próstata e auxílio no tratamento da ejaculação precoce no homem.
Compreender que o sexo é algo natural é preciso e essencial para uma boa vida saudável pessoal e do casal. Assumir, perceber e se responsabilizar que não estão bem neste assunto e buscar ajuda, procurar entender onde estão se desencontrando e adquirir novos conhecimentos, são sinônimos de amor próprio e amor presente no casal. E mais que isso, é investir no futuro da relação! Pense nisso, reaja e vivencie sua sexualidade com muito prazer e saúde…

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