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Paradoxo maior para quem comete
textículos diários, não há.

Ter que pisar em ovos.

Tabus, inconveniências, melindres, incompreensões.

Pairam.

Falar de gente, pessoas facilmente identificadas mas sem nomes assentados, não garante o anonimato. Nem tira  a bronca.

A opinião censurada sobre fatos noticiados, copiados, analisados e criticados por tantos, como se sentássemos sobre as dos outros.

Cada um tem a sua.

E quem não tem bedelho que meta o pau. Ou a colher.

De quando em vez, um reparo a algum assunto tratado. Um ângulo que não saiu bem na foto e não serve pra postar no Insta.

Na dicotomia em que vivemos, o esperado e previsível.

Muito natural no país que só tem duas classes.

Comunistas e Nazifascistas.

Nem o habeas corpus preventivo do título do território, liberta das algemas.

Dúvidas pra que cordão a diana pende, nunca serão esclarecidas por quem acredita que um dedal de anarquismo não faz faz mal a ninguém.

O universo, governado pelo caos que nunca sofreu impeachment, deve continuar livre, no ar, enquanto as batidas das asas de uma borboleta em Lagoa d’Anta causarem enchentes no Texas.

Com tantos rótulos em órbita, sempre aparece um pra cair nas cabeças como uma touca de saci.

Qualquer referência a grupos minoritários, apesar de alguns, em número, já ganharem de capote, é um perigo.

Mesmo para quem paga as despesas com ironia e aceita de troco, qualquer gaiatice.

O petisco é arriscado e a alma, imensa.

A omelete do dia foi preparada em restaurante de fast-food de beira de highway.

F5A59662-EDA8-4B1F-A363-943997FB27E7Última parada antes do encontro para um fim de semana com família amiga, as recomendações para evitar gafes e saias justas.

Manual de conduta e boas maneiras, como convém, revisado.

Ao caçula de sete anos, explicação especial sobre um casal que iríamos encontrar.

Gay.

Na dúvida se as informações foram suficientes e adequadas, a pergunta se o pequeno sabia o que era um homossexual, ficou para ser respondida em outro ambiente.

Pai, estamos na mesa...

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