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Ouvem-se ainda os ecos da batalha. A maior e 
mais retumbante desta guerra que já dura 17 meses.

É hora de contar as vítimas.

A primeira, fica fora da soma.

Foi estopim que virou bucha de canhão, com potência de traque. Sua chama iluminada durou pouco. Por falta de pólvora e provas.

Comprometeu o próprio poder de fogo, o currículo e a fama. Dificilmente será usada em novos embates.

Revelou-se comandante  de poucos soldados fiés. Guerreiro em quem não se confia.

Se não tinha como causar os estragos que desejava, melhor ter se retirado em silêncio.

Bastava um comunicado formal, na linguagem de um juiz federal de primeira instância. Poucos considerandos e as causas, divergências com as estratégias adotadas pelo capitão-presidente.

E tudo que tivesse de contar, o fizesse pelas ondas e revistas amigas, velhas conhecidas. Em doses econômicas, secretas e misteriosas.

Conhecendo o  circo por dentro, era só esperar o cabaré pegar fogo.

A manada precisa seguir em comitiva. As piranhas se contentarão com um boi. Mesmo que não seja voador.

A bola da vez é quem mais traduziu em palavras vãs, o próprio pensamento indigente.

Conversa de confraria é assim mesmo. A gente sabe quem é de contar vantagens. Os que exageram um pouco e muito. Os bravos que batem pino.

E ainda por cima, arrodeado de tantas estrelas, sempre aparece uma excelência com uma melancia pendurada no pescoço.

Entre a finória delinquência do moço de boa aparência e o mau humor do sargentão frustrado,  é corrida a ser decidida na photo finish.

De quem desdenhou a vigilância meia-boca com produtividade de home office, as chances de sobrevida ficam a depender dos percentuais de desmatamento a serem divulgados pelos comunistas de Berlim e Washington.

Tarefa difícil é de quem precisa explicar o que falou,  com todas as três letras maiúsculas e dedo apontador saindo pela  janela.

Melhor que a desculpa  que o almoço saiu tarde e o uísque começou cedo, esclarecer a linguagem figurada.

Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF.

Todos vão entender.

Vagabundos, modo carinhoso de tratar os amigos mais queridos.

Quer prisão mais rígida que num coração afetuoso?

Meus queridos, quando a pandemia passar vai ser aquele carnaval.

Cheios de alegria e júbilo, vamos botar nosso bloco no eixo monumental.

O Somos Todos Felizes vai arrasar Brasília.

No bom sentido.

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Comentários do Site

  1. Maria da Penha
    Responder

    Filho de uma puta, a próxima vítima será voce do corona , em plena pandemia, voce coloca um titulo desse, vai se fuder mesmo…ai vai se arrepender de ter pego o vírus, ainda dá tempo de apagar, respeite as pessoas, pois estou lhe tratando da forma que merece, idiota.

    • Domicio Arruda
      Responder

      Prezada senhora,
      Infelizmente não poderei atender à sua sugestão de apagar o post.
      Em respeito aos outros leitores que tomaram conhecimento de uma reunião ministerial no dia 22 de abril (gravação amplamente divulgada) e entenderão perfeitamente
      Em plena pandemia, causou espécie o assunto que acomete a todos nós de forma tão violenta não ter sido tratado pelos nossos dirigentes maiores.
      Como também não foi objeto do texto que lhe causou tanta indignação, surgindo apenas como referência temporal.
      Quanto ao título, a senhora é mais uma vítima da leitura superficial e desatenta.
      Saúde para todos nós!
      Domicio Arruda

    • observanatal
      Responder

      Maria da Penha, leia hômi! Esse negócio de ser leitor só de chamada de WhatsApp faz gente como você passar vergonha.
      Tenha bom-humor, procure ler mais, seja sua mãe puta ou não, porque você também é filha. Ser puta na pandemia é coragem demais. Parabenizo você e sua mãe.

      O pessoa obscurantista já vem procurar notícias de quem morreu. Se o presidente invertido (segundo ele mesmo) não é coveiro, imagine se o colunista é obituário.

      Saúde, Maria da Penha, pelo menos a física. A mental, pelo que lemos, você já perdeu.

    • FRANCISCO DINIZ
      Responder

      O cara ser inteligente dá nisso. Vem uma idiota que não sabe ler nem muito menos interpretar um texto e ataca a honra dele e de sua família. Respeite para ser respeitada. E se achar ruim, foda-se!!!!!!

  2. João Arruda
    Responder

    O ministro deveria ter chamado o STF de”aqueles galados”. Estaria tranquilo agora.

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