Em uma entrevista da janela do seu apartamento, no RJ, para o novo programa produzido pela Globo “Entrevista na Janela”, série em vídeo gravada por um drone, o humorista Fábio Porchat, o primeiro convidado, afirma não ter muitas esperanças no breve futuro.

Sempre divertido e afiado, Porchat não está lá muito otimista com os rumos do país. O humorista revelou que não acredita que o ser humano evoluirá ou mudará para melhor depois da pandemia. Aí, pelo licença, pra concordar nesse aspecto com o humorista.

As pessoas vão voltar a ser péssimas. Tanto é que tem gente fazendo manifestação, churrasco. Não estão levando isso a sério. Eu acho triste”, lamentou ele, que também aproveitou para analisar o momento político.

Criticou Regina Duarte, “Coitada, ela tá muito doida. Acho que ela tá com algum problema sério”. Lembrou do atentado contra a sede do Porta dos Fundos e avaliou os efeitos da Covid-19 no Brasil: “Tá tudo muito ruim. As pessoas estão morrendo, as pessoas estão falindo, o presidente quer que as pessoas saiam de casa e morram.”

Porchat tem mantido uma rotina de trabalho intensa, mas em sair do isolamento.

A gente está tendo que se virar. Eu estava aqui, inclusive, lavando minha cozinha e minha varanda antes da entrevista”, contou ele, deixando bem claro que se sente privilegiado por morar em um apartamento grande e por poder trabalhar em casa. “Tenho trabalhado muito mais, aliás, e não tenho nem mais a desculpa de dizer que estou preso no trânsito”.

Adiantou que está tendo ideia de um filme que deve começar a escrever logo mais e também começa a escrever agora o sempre polêmico “Especial de Natal do Porta dos Fundos”.

Do que sente mais falta durante a quarentena? “De viajar pelo Brasil e pelo mundo”.

Porchat, o primeiro convidado do "Entrevista na Janela"

Porchat, o primeiro convidado do “Entrevista na Janela”

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