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Uma situação, no mínimo,  inusitada acontece no universo do ENEM e agora está na mesa do reitor da UFRN, professor José Daniel Diniz Melo.

Sua resposta/decisão pode repercutir nos inúmeros candidatos com deficiência a uma vaga em universidade federal.

Mãe de trigêmeos, alunos do colégio CEI Romualdo, Manuela da Costa Lima percebeu que sua filha Cecília  pode fazer sua inscrição para o ENEM, preenchendo o formulário como deveria,  para disputar uma vaga no curso de psicologia.

Por outro lado, não poderia se inscrever no SISU, concorrendo em igualdades de condições com concorrentes concluintes em escolas públicas.

É que com diagnóstico de discalculia espacial e TDA e pleiteando uma vaga no curso de Psicologia não pode se candidatar a uma das vagas reservadas às pessoas com deficiência.

O raciocínio posto no edital é que pessoas com “necessidades especiais” oriundo  da rede particular de ensino teria, como um passe de mágica, sua deficiência resolvida.

Lógica científica, pedagógica ou social não há. O fato de alguém ter condições de frequentar escolas particulares não elimina uma deficiência limitadora de uma vida.

Para tentar deixar a desigualdade menos desigual, Manuela foi ao Ministério Público Federal, que teve a  situação de Cecilia – que é de tantos outros jovens – abraçada e assinada pela procuradora Caroline Maciel .

Agora, falta a resposta do magnífico reitor.

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