Nunca antes na história do Fisco do Rio Grande do Norte uma auditora foi presa por desempenhar sua função.

Alyne Oliveira resolveu denunciar  supostas irregularidades em contratos firmados pelo Governo do Estado e a empresa Centro Brasileiro de Educação e Cidadania, que tem como sócios o juiz Jarbas Bezerra e a servidora do Tribunal Regional Eleitoral do RN Lígia Limeira.

Um contrato envolvendo a compra de cartilhas para órgãos públicos no valor de R$ 5,6 milhões. Alyne identificou indícios de irregularidades e recomendou que o pagamento restante fosse suspenso.

A Secretaria de Tributação não deu um apalavra sobre o ocorrido e o silêncio no Governo do Estado é ensurdecedor.

Abaixo a nota de solidariedade com assinatura de quatro categorias representativas.

NOTA DE SOLIDARIEDADE

Não tenho em mim muitos desgostos
posso ter falhado em tudo
mas ainda não estou completamente vencida
porque só uma verdade me interessa
Ana de Santana

O SINDIFERN – Sindicato dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual do Rio Grande do Norte, a ASFARN – Associação dos Auditores Fiscais do RN, a FEBRAFITE – Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais e a FENAFISCO – Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, manifestam solidariedade à colega auditora fiscal Alyne de Oliveira Bautista, presa desde o dia 14 de abril por decisão judicial, mesmo sem condenação transitada em julgado.

Alyne é servidora pública estadual há 22 anos, tem uma ficha funcional limpa, jamais foi penalizada nem mesmo com uma advertência funcional, não tem ligações com o crime organizado, nunca foi condenada em quaisquer ações judiciais ao longo de sua vida, tem residência e local de trabalho fixos, e sempre pautou sua vida funcional e de cidadã pela civilidade e pelo cumprimento da lei.

A sua prisão não está relacionada a qualquer conduta de improbidade administrativa no exercício de sua função de Auditora Fiscal e, ao que tudo indica, é consequência de um desenrolar de fatos a partir de uma denúncia feita por ela em 2019 e acatada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, que resultou na suspensão de um contrato entre o Governo do Estado e uma empresa fornecedora de serviços.

A defesa impetrou um pedido de Habeas Corpus e o Fisco Estadual brasileiro aguarda serenamente o pronunciamento do Poder Judiciário norte-rio-grandense sobre o pedido de liberdade para Alyne Bautista, para que ela volte ao seu lar e possa continuar a sua vida de forma justa e honrada, como cidadã e servidora pública estadual.

SINDIFERN – Sindicato dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual do RN
ASFARN – Associação dos Auditores Fiscais do Rio Grande do Norte
FEBRAFITE – Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais
FENAFISCO – Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital.

 

Comentários do Site

  1. Tina
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    É preciso esclarecer dois pontos: a denúncia não foi feita por Alyne enquanto auditora e sim por Alyne enquanto pessoa. Segundo ponto, ela foi presa por descumprir ordem judicial. E não pela supostas denúncias. Isso precisa ficar claro.

    • Lucy Carvalho
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      Você é advogada de alguma das partes? Esse fato é irrelevante! Os culpados pelo crime cometido deveriam ser penalizados, e não ela que agiu como cidadã, defendendo os nossos interesses!

      • Maria de Fátima
        Responder

        Tá certo essai Natal não tem lei e muito maldade ela tá fazendo o trabalho dela como auditora fiscal , defendo nossos bem contra os currupto ela qui vai preza realmente é triste qual país agente tá. ?? E muito cruel

    • Maria de fatima
      Responder

      Deixa ser babona claro está no meio da roubalheiras eu conheço isso já passer porisso a verdade ninguém gosta

    • KLEYTON BASILIO CHACON
      Responder

      Ficará claro também que está havendo “abuso” jurídico neste caso ! Ela é uma Auditora Fiscal e logicamente percebeu as falhas do sistema que muitos fingem não ver !

      Parabéns Srtª.Alyne, pelo menos você teve a coragem de encarar de frente o poder judiciário !

      Profº.MSC.KLEYTON BASÍLIO CHACON
      CONTADOR – CRC/RN – 006987/O-5
      FUNCIONÁRIO PÚBLICO

  2. KLEYTON BASILIO CHACON
    Responder

    Uma profissional de altíssima qualidade sendo massacrada por expor informações públicas !!! É nosso direito obter informações e não existem motivos lógicos para tal perseguição !!!

    Auditora “Alyne”….queremos à sua liberdade !!!

    Profº.MSC.Kleyton Basílio Chacon
    CONTADOR – CRC/RN – 006987/O-5
    FUNCIONÁRIO PÚBLICO – RN

  3. Miguel
    Responder

    A cada dia passa o judiciario do Bradil vem mostrando a sua face. É Claro que existe excessões, mas é decepcionante o comportamento de alguns juizes nos ambitos federal e estadual.

    • Jonas miranda da silva
      Responder

      E agora meu caro cidadão Miguel,a tendencia é esses judiciários inescrupulosos seguirem as diretrizes autoritaria e obscurantistas do STF inútil para nossa sociedade.

  4. Carmen Suely Miranda
    Responder

    Gente
    Esta sendo repriduzida no Estado a perseguição para quem fala verdades? É isso?
    Quando o poder corrompe a realidade

  5. Joao Carlos
    Responder

    Esta Governadora é totalmente despreparada pro cargo que exerce😩😩😩😩😩😩😩😩😩😩😩😩😩, mas a justiça tá chegando à Natal 🙏🙏🙏🙏

  6. Maria Edilania dos santos oliveira
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    Com certeza essa moça, Tina
    deve fazer parte do escalão das falcatruas.

  7. Francisco de Assis Dantas
    Responder

    Essa Senhora ou Srta . Tina, ou Tino, nao sei a que genero pertence OU pertença, só pode fazer parte dessa quadrilha chamada PT, PRA ESTA DEFENDENDO O INDEFENSAVEL, O CIDADAO NAO PÓDE DENUNCIAR, MAS O FUNCIONARIO PUBLICO SE DENUNCIAR É EXONERADO E AI COMO FICA A ROUBALHEIRA?

  8. PedroArtur
    Responder

    Revoltante , ninguem pode denunciar esse governo ou esses socios, prender uma pessoa do bem porque descobriu desvio do nosso dinheiro, onde esta a governadora que fala que o seu governo eh o mais serio do pais!!!!! ALYNE LIVRE , em tempo: Tina deixa de ser boi , esses petistas e esses bolsonaristas parece que a unica verdade eh a deles, cai na real

    • KLEYTON BASILIO CHACON
      Responder

      A Auditora teve a coragem de encarar o judiciário de uma forma exemplar !!! Parabéns !!! Toda a sociedade estará lutando pela sua liberdade !!! Farei questão de compartilhar a fraqueza profissional deste JUIZ !!!

      Profº.MSC.Kleyton Basílio Chacon
      CONTADOR – CRC/RN – 006987/O-5
      FUNCIONÁRIO PÚBLICO DO RN

  9. Jonas miranda da silva
    Responder

    Acho que esse caso injusto contra a auditora é o efeito cascata do stf,no qual não se pode dizer e nem fazer nada que os togados se sintam incomodado.so sei meus caros cidadãos que nós meros mortais estamos incurralados com esses poderosos togados,os quais libertaram os criminosos e prendem os cidadãos de bem.Seus semideuses poderosos de toga desencravem seus dentes caninos dos nossos pescoços.

  10. Jonas Miranda
    Responder

    A injustiça que se faz a um é uma ameça que se faz a todos.”Montequieu” ditadores togados! Desencravem seus dentes caninos do nossos pescoços.

  11. J Freitas
    Responder

    Se a prisão da competente servidora, Alyne, não for abuso de poder, é o quê? Oh país esculhambado, ainda há quem diga que vivemos em um país democrático!👎👎

  12. observanatal
    Responder

    Não conheço ninguém, mas agora que existe a denúncia, CIDADANIA mesmo é denunciar, não ser perseguido, e punir quem cometeu crime, seja quem for.

    Uma vergonha a pessoa conhecer a lei e se utilizar dela, e do tráfico de influência, para ser servido.

  13. Afonso Melo
    Responder

    Adentrar no ambiente dos deuses e perigoso, ademais, como muitos colocaram, a Auditora tem residência fixa, não representa qualquer ameaça, está correta, não fugira, e essa querela tem menor poder ofensivo, trata-se apenas da descoberta de mais uma falcatrua nas transações do governo, triste termos que ver a ditadura da toga, cada dia que passa ficamos mais na mão do judiciário, que não consegue ser justo e equilibrado. A pequena Tina, deveria se envergonhar, por ter feito colocaçao tão vil e mentirosa.

  14. Maria de Fátima
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    Porque Tina e puxar saco , ela fazer parte de falcatrua junto , com a grupo PT então , hj mãe de família concursado vai perder o seu trabalho injusto, porque ela quis defendeu ou salva o nosso dinheiro usado injusto , mais ela deveria sabem muito bem no
    Brasil uma quantia de dinheiro assim e divididos com várias gente grande !!!!!😱😱😱então nesta situação você tem qui se fazer de doido e aprovar se não você pegar xadrez , eles cria uma situação pra você lhe calúnia , pra você ficar numa situação difícil , estou dizendo isso eu já passer nesta situação foi difícil quais eu perder meu trabalho de 35 anos de carreira por pessoas cargo comissionado bandidos sem estudo mal caráters , mais eles conseguiram retira meu plano de cargo salário com tudos direito , ore muito a Deus pedir ele intercede nafrente , e lutai pra não pedir meu trabalhar , então hoje entre na justiça consequir ter tudo de volta pela justiça for duro sim , não tive infarto porque. Eu falava muito com Deus . Pior coisa do mundo puxar saco e babão , essai lhe matar acabar com a sua vida e triste , mais e a realidade do Brasil e cultural. Então essa tal de Tina e puxa saco claro , isso não é motivo de colocar a moço no xadrez , ela não roubou nada , mais eles cria situações pra acaba com sua vida 😱😱😱🥵infelizmente essai e Brasil país dos curruptos., bandidos eu tenho nojo de tudo disso pq eu já passei pela dessa situação e muito difícil gente , são involvido muita gente grande pra comer o dinheiro então se tornar difícil , vamos acabar com a moça pra nunca mais outra tentar tira o nosso grana e assim .

  15. paulo martins
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    Pelo “andar do andor”, mais uma prisão eivada de injustiça e espírito de corpo, algo bem à moda tupiniquim.
    Há muito que a dupla denunciada desfila o seu, digamos, “espírito empreendedor” na imprensa local. Aparentemente incompatível com a dita prestação jurisdicional, mas vá lá que tudo “entre amigos”.
    Noutras palavras, o desprezo da ‘Mulher de César’ pela aparência das coisas.
    E pior: com a acumpliciada omissão de quem -até por dever de ofício- deveria coibir o uso da silhueta de Têmis como “isca” para negócios nebulosos.
    Infelizmente, porém, na terra de Macunaíma prevalece a ‘Lei de Gerson’.

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