1B86DC7C-5550-4CAB-ACCE-BFC447CB0DC1Você que vive reclamando da ineficiência do estado, optou pelo ensino privado para os filhos, confia sua saúde a planos e seguradoras, tem um arsenal defensivo em volta da sua casa, acha que paga muito imposto pra poucos e insatisfatórios serviços, pode ser e não sabe.

Um tremendo de um anarcocapitalista.

Quem acha que não haverá vida econômica nem estrada depois do último Posto Ipiranga, precisa rever conceitos, abrir portas, janelas e a mente, para o que vem por aí. Já chegando pela frente. E por todos os lados.

Os avanços tecnológicos e a expansão sem controle das redes de comunicação estão promovendo as mudanças que os tempos exigem.

Fronteiras ainda resistem, só não se sabe por quanto tempo.

Muros, barreiras, fossos e guarda armada são insuficientes para conter o tsunami de gente que quer invadir as praias mais balneáveis. Incluída a sua.

Entraves alfandegários são vencidos facilmente pelo e-commerce.

A telinha é vitrine e vendedora.

Pagamentos acertados diretamente com o fabricante. Não importa onde esteja.

Entrega na sua casa, por quem fizer mais rápido e barato. Fardado de azul e amarelo, ou não.

Moeda universal, sem papel, metal nem nome.

Escondida e guardada sob a única proteção da senha individual.

Notícias sem carimbos  nihil obstat, nem monopólio de magnatas.

Opiniões sedimentadas nas redes sociais pelos novos escravos robotizados das redações domésticas.

O direito resumido ao reconhecimento do que foi construído com esforço pessoal, ganho por herança ou recebido em doação.

Respeito ao que o outro construiu, herdou ou que lhe foi dado. De bom grado.

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Quem não vem pensando que o gigantismo estatal é a principal fonte de privilégios e corrupção, que guarde a primeira pedra.

No embornal que um dia haverá de precisar.

Pela livre iniciativa, como base da sociedade mais produtiva em qualidade de vida.

Alguém contra?

A livre associação.

Interesses comuns para gerar riquezas e as dividir como quiserem.

O direito de cada pessoa aos frutos de seu trabalho, independente de sua necessidade ou a de outros.

Quem nunca pensou?

Somente os que querem distribuir, por meio da força, violência ou impostos, o que não produziram. Com os que mantêm sob domínio.

O capitalismo triunfou.

O futuro será anárquico.

E o mundo, caótico.

Graças a Deus, alvíssaras.

Comentários do Site

  1. Geraldo Batista de Araújo
    Responder

    A página está ótima e melhorando a cada edição.
    Sou muito exigente com os escritos. Todo mundo sabe disso. Wilson com suas barbaridades que o diga. Parabéns e 5 estrelas. Eu não faria melhor.

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