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Um mini-flashback às eleições de 2018 e a importância da categoria dos médicos na campanha do então candidato Jair Bolsonaro é quase redundante.

No Rio Grande do Norte não foi diferente

. Eles foram o combustível inicial, muitas vezes organizando carreatas e movimentações bancando os custos do próprio bolso.

Era um grito contra a política dos Mais Médicos Cubanos do Governo Lula e Dilma, aliado à saturação aos escândalos de corrupção da Lava-Jato.

E eles, os médicos, seguiram fieis até o momento em que as insanidade do Presidente esbarrou no limite da ciência, do bom senso, na preservação da vida.

Os bolsonaristas de jaleco branco amanheceram a terça-feira desolados. Não sabem mais como defender o que a ciência não recomenda.

Entre o Juramento de Hipócrates e a roleta russa presidencial, eles ficam com a primeira opção.

Pode perguntar ao primeiro médico da família ou de plantão.

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