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E é representada por ele, por seu grupo.

Leia-se por “navegantes” não apenas a cúpula do Governo Fátima e sua base aliada, mas – principalmente –  aos candidatos a paraquedistas de última hora ao anti-Fátima.

E se antiguidade é posto, Carlos Eduardo reivindicou para si a bandeira de oposicionista-mor, mesmo que na última semana do ano, mas simbolicamente dando o tempo necessário para uma balanço de feitos depois de um ano de sua derrota e de administração da então adversária.

O tom do ex-prefeito foi alto e contundente; “Um ano perdido”.

Criticou o aumento a funcionários de altos salários e o atraso das folhas passadas. “É mais difícil quando se governa com privilégios e sem metas”.

Lembrou o caos da Educação,  Saúde e Segurança de forma genérica .

Atacou o PROEDI como um desfavor aos municípios, destacando que a maioria deles, 93% não são beneficiários diretos de qualquer tipo de industria.

Fez questão de registar sua administração exitosa pós-caos, quando assumiu a Prefeitura de Natal em situação de calamidade. “O Governo despreza um princípio basilar; a despesa não pode ser maio que a receita”.

Carlos Eduardo cobrou uma ampla reforma administrativa, um programa de privatização e concessão . Para ele o único caminho para reestruturar o Rio Grande do Norte. Como não fez.. “perdemos o ano”.

 

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