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O presidente Jair Bolsonaro viaja para Nova York no próximo domingo, onde participa da abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, e, por decisão da direção-geral da ONU, poderá participar mesmo sem ter tomado a vacina contra Covid-19.

Depois de alguns dias de dúvida se a entidade iria adotar os critérios da cidade de Nova York – que exige comprovante de vacinação para circulação em espaços públicos fechados-, a ONU informou  que não irá cobrar comprovantes de vacinação dos chefes de Estado.

Crítico das vacinas, sobre as quais até hoje levanta dúvidas e diz, erroneamente, que são experimentais, Bolsonaro até agora não se vacinou.

Já na cidade de Nova York, o presidente pode ter problemas para circular se não tiver ao menos o teste. Fora da jurisdição da prefeitura, a ONU pode deixar de cobrar os comprovantes de vacinação, mas o governo local mantém a exigência do passaporte sanitário – vacinação ou teste PCR – para acesso a bares, lojas e restaurantes.

Bolsonaro chega domingo a Nova York e, como é tradição, faz o primeiro discurso de chefe de Estado na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, na terça-feira.

“O que eu devo falar lá (na ONU)? Algo nessa linha: se o marco temporal for derrubado, se tivermos que demarcar novas terras indígenas –hoje em dia temos aproximadamente 13% do território nacional demarcado como terra indígena já consolidada– caso tenha-se que levar em conta um novo marco temporal, essa área vai dobrar.

Bolsonaro levará a Nova York uma comitiva de 15 pessoas, incluindo 8 ministros, seu filho Eduardo e a primeira-dama, Michelle.

Estão na comitiva os ministros das Relações Exteriores, Carlos Alberto França; da Justiça, Anderson Torres; da Economia, Paulo Guedes; da Saúde, Marcelo Queiroga; do Meio Ambiente, Joaquim Leite; do Turismo, Gilson Machado; da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, e do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Não à toa, a ONU tem sido criticada. Se não está vacinado, faça o discurso online. Assim não pagaria diárias também para esse leque variado de ministros que não servirão para nada.

    Já o Eduardo Bolsonaro vai aproveitar a carona do pai para fazer hambúrguer, viabilizando sua vaga como papagaio de pirata de alto custo para o Brasil patriota.

    Vergonha só presta se for coletiva.

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