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Nunca uma reunião secreta foi tão pública.

E esmiuçada.

Com os necessários ajustes no som original, ouve-se perfeitamente o que qualquer pessoa  p***  da vida costuma dizer numa hora daquelas.

Agora, estão liberados os asteriscos e outros sinais gráficos na substituição das palavras, até então consideradas obscenas mas que todos entendiam perfeitamente. Incluídas na prosódia.

Há um ano, na publicação de uma pequena referência/homenagem a um querido colega, a recriminação de outro por ter usado vocábulo chulo. Logo o menor deles.

O capitão-presidente já tem um legado à cultura, artes e letras da pátria imaculada.

(Publicação original em 28/03/2019)

TIRO CERTEIRO

Médicos potiguares temos  uma rara unanimidade: nosso maior cirurgião de trauma.

De todo o  sempre ele  é Luiz Edésio Macário Nunes.

Ninguém contesta

Ele é imbatível em todos os parâmetros possíveis: número de cirurgias, horas de plantão no velho Walfra, solidariedade aos colegas e casos mais complicados resolvidos.

Edésio já publicou livro com reminiscências da sua longa e rica vida profissional mas ficou devendo um caso do qual fui testemunha ocular da estória.

Quando não tínhamos ainda os hermanos cubanos espalhados pelo interior, quem muitas vezes fazia os encaminhamentos eram as autoridades policiais.

Daquela vez foi um sargentão que já querendo facilitar o trabalho dos peritos criminais mandou seu laudo junto com o baleado:

-Trata-se de vítima de agressão por arma de fogo cujo projétil penetrou pela maciço da bunda e saiu pelo órgão cu.

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