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Na década de 90, segundo Governo de José Agripino Maia, o então secretário de Desenvolvimento e Turismo Mário Roberto Barreto esteve no Rio de Janeiro, na Diretoria da Coca Cola.

Na reunião , a interlocução de Joaquim de Arruda Falcão –  presidente da Fundação Roberto Marinho.

A ideia  era não só uma parceria – ainda não existia a lei das PPPs – com a Coca-Cola não só para o Museu, mas um Centro de Lazer no entorno da área às margens do Potengi.

A inconsistência de acervo com material  da II Guerra foi um dos entraves naquele momento, que também não se tinha o prédio reformado.

Hoje, o Museu reformado, fechado, pouco acervo e a Governadora tenta a viabilidade com a mesma Coca-Cola.

Desse canto de página, a torcida para um desfecho diferente e positivo.

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