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Do Globo 

O resultado nessas eleições no Brasil para as mulheres, infelizmente, foi muito ruim. De 13,5% (dos vereadores eleitos em 2016), passamos para 16%.

Ainda é um patamar bem inferior à proporção populacional — segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, 51,8% dos brasileiros são mulheres —, a presença no legislativo tem crescido lentamente.

No panorama geral do país, a próxima legislatura começará com 16% dos cargos de vereadores ocupados por mulheres. Na comparação com 2016, quando o índice era de 13,5%, houve um pequeno avanço — quatro anos antes, era de 13,3%.

Em cinco capitais, o percentual de vereadoras eleitas no último pleito é menor que 10%: João Pessoa, Campo Grande, Cuiabá, Porto Velho e Manaus.

Somadas às anteriores, outras três cidades ficam abaixo de 16%: Rio Branco, Vitória e Goiânia.

Na Câmara dos Deputa- dos, o mesmo cenário se repete. Nesta legislatura, das 513 vagas, 77 são ocupadas por mulheres, o equivalente a 15% das cadeiras.

Na composição anterior, a bancada das mulheres ocupava 51 cadeiras, cerca de 10% do total.

No Senado, por sua vez, o percentual é de 15%. No entanto, na renovação de mandatos em 2019, o número de mulheres caiu de 13 para 12. Nunca houve uma mulher na presidência da Câmara ou do Senado.

A Câmara dos Deputados deve votar, em breve, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reserva até 16% dos assentos para mulheres em todas as instâncias do Poder Legislativo — municipal, estadual e federal.

NATAL BEM NA FOTO 

Uma das capitais que mais mostrou aumento da representatividade feminina foi a capital do Rio Grande do Norte.

Com 24,13%, Natal terá a terceira Câmara em todo Brasil em número de mulheres vereadoras. É bem maior do que a PEC pretende instituir no país para os próximos pleitos.

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Comentários do Site

  1. observanatal
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    Das sete:
    uma o irmão manda no mandato; outra, o marido manda no mandato; duas, a fama para as mulheres não é muito agradável entre os homens e mulheres que conhecem umas histórias; já outra pode ser que seja só zoada, o que não acrescente muito ao papel sério, que também deve ser leve, de uma mulher no parlamento.
    Sobram duas, que já estavam na CMN e cumprem bem o papel de mulheres empoderadas, concientes do que representam sem a politicagem canalha que vemos por aí.

  2. Sofia Barreto
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    the joker
    agora, vamos ver tbm quem mandam nelas ,
    e os partidos que as elegeram, kk
    ou seja , nada mudou

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