img_1140

A eleição de Mossoró nunca é morna e desinteressante pela própria natureza politizada da cidade.

Este TL costuma dizer que até em ano não eleitoral, política é o assunto que lidera os trends em qualquer grupo de WhatsApp.

Faltando dez dias para o pleito, o cenário é de … incerteza; tem guerra de pesquisa com a prefeita Rosalba Ciarlini perdendo por mais de dez pontos, como  também tem instituto prevendo sua vitória com vantagem de cinco pontos. Um pouco mais do que a margem de erro, diga-se.

No debate de ontem, clima quente na entrada e na saída. Poucos minutos de refresco com a participação da Irmã Conceição e a tentativa de Claudia Regina com seus projetos e do que fez e pode fazer muito mais. Porque sabe onde buscar recursos e parcerias de “forma automática”.

Teve também a petista Isolda Dantas “acusando” o “candidato de Robinson Faria”, que renegou o padrinho mesmo sendo o presidente do PSD de seu vice Fernandinho. De troco recebeu ser a verdadeira aliada do ex-prefeito Silveira. Allysson relembrou sua passagem pelo secretariado com direito a busca e apreensão quando sua secretária de Cultura.

Mas e a Mossoró do futuro o que esperar?

Difícil resposta.

Rosalba Ciarlini tentou mostrar o que fez ao longo da administração, da pandemia, do caos que recebeu de herança em 2016. É seu maior desafio, vez que a aprovação de sua administração – na mesma pesquisa que mostra sua vitória – é de 35% , somando ótimo e bom.

É também o que a distingue da situação favorável de tantos outros prefeitos que buscam a reeleição nesta campanha quase plebiscitária de como foi a competência dos gestores municipais no combate ao Covid-19.

Esse sim talvez seu maior adversário. E não o “menino”, “o pobrezinho”, “o anti-oligarquia”, “o novo”   que hoje representa o sentimento de um povo que,  mais uma vez, apostou na capacidade de realizar de sua grande prefeita e agora se mostra desapontado e decepcionado.  Pelo menos, a maioria que daria conforto necessário  para um embate eleitoral.

Deixe um comentário