Os Correios estão em greve desde segunda-feira em todo Brasil.

Hoje, enfim, o ministro Fábio Faria (Comunicações)  se pronunciou sobre o assunto :

Os Correios fazem greves desde 1988. Nos últimos 10 anos, foram 10 anos consecutivos com greves no mesmo período. Não quero entrar no mérito das reivindicações, mas estamos passando por uma pandemia sem precedentes.

Esse serviço é essencial para todos, especialmente durante a crise, quando muitas pessoas precisam receber remédios e insumos higiênicos.

DO TL 

Dois pontos sobre o tema. Um que a privatização dos Correios está na agulha e desde a saída do Secretário Salim Mattar poderá ser feita pelo comando do potiguar Fábio Faria.

O comércio eletrônico espera pouco impacto da greve dos funcionários dos Correios sobre as vendas do setor, que acumulam forte alta no ano por causa da pandemia. Quem vai sofrer são as pequenas empresas, que  ainda dependem dos serviços da estatal.

Os grandes portais do comércio eletrônico já desenvolveram malha logística própria nos últimos anos. É o caso do Mercado Livre, Magazine Luiza e Via Varejo.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    O ministro ainda não entendeu os Correios, e nem quer. Ele quer mesmo é privatizar a empresa. Privatize, mas garanta os empregos dos servidores, seus direitos, como muitas empresas semelhantes fizeram pelo mundo.

  2. José Fortaleza
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    As grandes redes desenvolveram suas logísticas até certo ponto, principalmente nos grandes centros. Quando parte para o interior recorrem aos Correios, a única empresa com estrutura para ir aonde ninguém quer ir.

  3. Ronaldo Duarte Caldeira
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    Que as promessas se campanha, como as privatizações sejam cumpridas. Mas acho que vão guardar como moeda de troca.
    Como vem sendo feito há anos.
    Tudo como antes, no reine de Abrantes .

  4. Rogério
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    A empresa era pra ter sido privatizada desde os desgovernos petistas. NÃO o fizeram pois ainda restava alguma raspa nos fundos de pensão e ainda dava pra salvar um qualquer nos seus avidos bolsos, os militantes adoravam essas indicações. HOJE, totalmente deficitária, comprem o dinheiro de quem lhes surrupiou.

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