unnamed

Da Folha 

Enquanto a vacinação avança devagar no Brasil, Leonel Andrade, presidente da CVC, afirma que a empresa, abalada pela suspensão das viagens na pandemia, está começando a se preparar para atender a demanda reprimida durante a quarentena.

O primeiro público esperado é o de turistas idosos, que deve começar a comprar pacotes depois da imunização. O último deve ser o turismo corporativo, porque depende da realização de grandes eventos, feiras e convenções.

Um dos mercados em que a CVC aposta para a retomada é o de intercâmbio. A Experimento, operadora do grupo, vai investir em uma nova modalidade de programas de intercâmbio cultural dentro do Brasil.

Os novos roteiros incluem vivência em comunidades que lutam contra a seca no Sertão da Paraíba ou programas ambientais de conservação de tartarugas na Bahia.

O presidente da CVC diz que, em março de 2020, fez uma previsão de que o mundo só voltaria ao normal no fim de 2022, espantando os colegas.

“Me chamaram de pessimista. Agora, estão me achando otimista, porque eu estou dizendo que, graças à vacinação, vamos ter um final de ano muito forte”, afirma.

Segundo suas novas projeções, o turismo no Brasil deve ter um final de ano como há muito tempo não se vê, com alta ocupação na hotelaria e na aviação.

Para o internacional, as perspectivas são mais incertas, com muitos meses de restrições e dúvidas, porque alguns países devem exigir vacinação e outros não.

TL CONTA MAIS 

No Rio Grande do Norte, agências de viagens que vendem pacotes Orlando no meio do ano, o famoso presente de 15 anos, já começaram a substituir o destino por uma temporada de intercâmbio no Reino Unido.

É que os parques da Disney devem cumprir rigoroso protocolo, incluindo cartão de vacina anti-coronavirus  para autorizar a venda de tíquetes  algo que ainda está muito distante do turista jovem brasileiro.

Deixe um comentário