Ainda na noite de sexta-feira, 27, depois de notícias envolvendo seu nome como o agressor da jornalista Renata Fernandes Paiva no prédio da Câmara Municipal, o também jornalista e diretor da TV da Casa Legislativa afastado, se manifestou em ota:

Eu, jornalista Rodrigues Neto, venho a público refutar veementemente as acusações feitas contra mim por uma servidora comissionada de gabinete parlamentar da Câmara Municipal de Natal. Informo que estou tomando todas as providências cabíveis, tanto no âmbito administrativo, como na seara criminal e cível, para atestar minha inocência no caso. Estou sendo vítima de uma denunciação caluniosa.

Tenho 30 anos de profissão, com passagem por diversos veículos de comunicação e órgãos públicos do Rio Grande do Norte e nunca imaginei ver minha imagem e credibilidade serem atacadas desta forma tão leviana. Estou sendo injustiçado por uma pessoa que usa de má fé e se apropria de uma campanha e luta feminista para me atacar e me prejudicar.

Esclareço os fatos.

Diante de alguns colaboradores da TV Câmara Natal, na última quinta-feira, dia 19, fui surpreendido pela servidora que já entrou no meu ambiente de trabalho aos gritos, proferindo agressões verbais e me ameaçando, ao afirmar que integra família de elite natalense influente a ponto de me prejudicar, pelo fato de não tê-la incluído na produção de uma reportagem especial sobre o centenário do ex-governador Aluízio Alves.

Diante da situação, todos os funcionários da TV ficaram assustados com o comportamento agressivo e descontrolado dela, o qual, inclusive, afetou a transmissão de um programa que era veiculado, ao vivo, no momento. Foi necessário solicitar o apoio da Guarda Legislativa para retirá-la da TV Câmara. Não houve qualquer agressão da minha parte. Na verdade, eu quem fui atacado desde o primeiro momento.

Ainda na quinta-feira, após o fato, prestei Boletim de Ocorrência. Na sexta-feira, 20, me submeti a exame de corpo delito no ITEP, o qual atesta que não tenho qualquer evidência de quem se envolveu ou cometeu agressões físicas contra terceiros. Além disso, tenho o testemunho de 12 funcionários da emissora que presenciaram o fato.

Estou tranquilo e confiante nos esclarecimentos por parte das instituições e autoridades. Tenho provas e testemunhas das inverdades a mim imputadas. Ao final de tudo, a verdade prevalecerá.

FRANCISCO RODRIGUES DE CARVALHO NETO
JORNALISTA – DRT 716/RN

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Até agora, comprovada só a DRT.

    Demorou demais a se pronunciar, depois de só faltar Paulinho Freire emitir nota. Ou emitiu?

    Como é isso de não ter evidências de que agrediu? Não foi acusado de socar, logo, não tem hematomas nas mãos. Quem bate de mão aberta não fica com hematomas na palma da mão. Embora não tenha sido o caso, segundo li.
    Não tem evidências de ter sido agredido. Com 12 pessoas em torno, sendo homem, chamando a guarda legislativa, seria difícil alguém encostar.

    A nota dos funcionários diz que compreendem as motivações dela. Quais são? O acusado diz que ela queria fazer parte do documentário por fazer parte de família de elite, mas não foi dito que ela deixou o documentário para lá e por isso foi terminado (pareceu ter sido feito sem planejamento mesmo) por outras pessoas? De qual família de elite ela é?

    Tudo mal-assombrado! Vai abrir a boca, pois peitem a verdade e contem o que tem que ser contado. É um povo que não tem medo, mas se borra.

    Vamos aguardar, sem interferências políticas, o que diz a polícia.

    • Lima & Silva
      Responder

      Observanatal, antes de fazer juízo de valor, procure ver o vídeo que originou a contenda e ouça ao menos duas das 12 testemunhas que presenciaram o fato ….

  2. PedroArtur
    Responder

    Vem conversar comigo cretino, com a jornalista vc foi agressivo , quero ver se voce vai ser comigo tambem.

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