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A frase é do repórter fotográfico Canindé Soares e define muito bem o momento vivido pelo natalense, depois que o prefeito Álvaro Dias decretou neste sábado normas conflitantes com o estabelecido pelo Decreto editado ontem pelo Governo do RN:

Sinceramente não sei qual o decreto mais adequado, se do prefeitura ou do governo, mas o fato é que deveriam se reunir para discutir qual seria o mais adequado e não um decretar uma coisa e o outro derrubar.

Falta respeito com a população.

Das maiores divergências a hora do toque de recolher, que o prefeito cedeu a apelos e aumentou por mais uma hora, ficando para às 21h. Dias também as igrejas abertas com limitação de 25% da capacidade do templo ou igreja.

O domingo também foi outro ponto divergente entre ambos. Para o Governo só atividades essenciais aberta e todo mundo em casa. Já a Prefeitura de Natal deixou o natalense mais livre em todo o comércio aberto no domingo até às 21 horas.

A dúvida segue sobre o que vai prevalecer.

Até porque a possibilidade de judicialização é real. E como se sabe; cada cabeça de juiz,  uma sentença.

Comentários do Site

  1. Almir Gescontabil
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    Nesse caso não. O STF já passificou essse tema. Cabe ao prefeito definir, quando isso não ocorrer, o poder executivo pratica arbitreraídade.

  2. Rogério
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    Provavelmente colocarão a culpa no Bolsonaro.
    Perguntem ao STF o quê fazer.
    Trabalhador, Comerciante e compradores NÃO AGLOMERAM. Quem aglomera são os desocupados financiados pelos pais que estão em casa recebendo salário sem trabalhar. Essa é a pura realidade, só não vê quem não quer.
    O interessante de tudo isso é que a maioria que toca fogo nas redes sociais são justamente os funcionários públicos, que estão vagando é andando para o TRABALHADOR. Receber o salário integral e ficar na onda do fique em casa é muito mole. No dos outros é refresco. Hipócrisia total.

  3. observanatal
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    Os governantes não perceberam que a população pouco se importa quem faz decreto melhor. A estratégia que importa é a que salva vidas, diminui pressão nas UPAs e hospitais. Por enquanto, só vemos fogueira das vaidades, alimentada por conselheiros vis, cobras no entorno dos governantes que jogam seus venenos preocupadas apenas em aparecerem bem para os chefes.

    Esse discurso de união governadora e prefeito é uma tolice, uma romantização boba. O bom senso não precisa de união.

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