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Roda Viva – Tribuna do Norte – 18/10/20

No seu livro “Um paciente chamado Brasil”, o ex-ministro Henrique Mandetta registra datas da escalada do Covid. Dia 16 de abril, quando foi demitido, o Brasil tinha 2.000 mortos pelo virus.

Em 27 de março, o então Ministro da Saúde havia informado à Casa Civil da necessidade de distanciamento social, esperando que o número de mortos ficasse entre 60 e 80 mil até o fim da pandemia.

Se não fossem tomadas providência de isolamento social – ele previa – poderiam chegar a 180 mil.

Esta semana o número de mortos já passou dos 150 mil.

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