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Ana Flávia Barbosa  (foto)  é coordenadora do DCE da UFERSA.

Ela foi notícia aqui neste TL porque se manifestou contra a nomeação do presidente Jair Boslsonaro, que comunicou durante a visita que fez a Mossoró a escolha da terceira colocada na eleição da  Universidade para o cargo de reitor.

A nota do blog faz parte da noticia crime apresentada pela reitora Ludmila Oliveira à Polícia Federal por suposto crime de calúnia, injúria e difamação.O post de 22 de agosto dizia:

A nomeação anunciada ontem em Mossoró pelo presidente Bolsonaro da nova reitora da UFERSA Ludimilla Oliveira acendeu a militância , que não aceita a imposição do nome menos votado nas eleições da Universidade.

A Coordenadora do DCE Ana Flavia (foto) já convocou a militância via grupos virtuais”

Nós não admitiremos, não é hora de baixar a cabeça, é hora de fazer luta!  Na UFERSA Ludmilla não entra nem de helicóptero. Nem um minuto de sossego para nossos algozes.

O pedido da representação da reitora nomeada diz:

Diante do exposto, venho através da presente representar a Vossa Excelência e requerer a abertura de inquérito policial para averiguação dos fatos acima narrados. Como medida urgente e cautelar, ante o crime de ameaça à integridade física da ora Noticiante e de impedimento à sua entrada nas dependências da UFERSA, solicita-se também a presença de integrantes desta corporação policial no dia e horário que a Reitora nomeada pelo Presidente da República iniciará os trabalhos de sua
gestão, quais sejam, dia 01 de setembro de 2020, pela manhã, às 08:00 horas da manhã, precisamente no prédio da Reitoria da UFERSA.

TL COMENTA 

Sem querer entrar no mérito de quem tem razão porque isso quem de direito vai decidir, mas vale registrar a reincidência que esse tipo de imbróglio vem ocorrendo nos últimos meses no Brasil, seja em universidades ou institutos técnicos federais.

A maior parte deles por questionamentos  em razão da escolha da direção dessas instituições, desobedecendo a eleição democrática – como sempre foi usual nesses certames.

Afinal, se é para escolher candidato diferente do mais votado, para quê se faz eleição comparticipação de alunos e professores?

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Comentários do Site

  1. Júnior Augusto
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    Essa imbecil já deveria ser suficiente crescida para saber que não depende da vontade dela a nomeação da Reitora. Venezuela e Cuba é logo ali, que todos esses excrementos petistas se mudem para lá. Parabéns a PF, que esse estrume petista pegue uns cadeia longa

  2. Manoel Lourenço Neto
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    Santa ignorância. Não existe eleição para reitor, existe consulta à comunidade acadêmica.
    Assim, a nomeação de Ludimila está, rigorosamente, dentro da lei.

  3. Renato
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    Anarquia: estado de um povo que, de fato ou virtualmente, não tem mais governo. Isso aí estamos vivendo uma anarquia, não temos mais quem faça valer as leis, portanto pra que STF, advogados, universidades, vocês não são capazes de seguir aquilo que é de mais importante, respeitar regras ou leis….. Pro inferno presidente e reitora. Vocês não poderão nunca representar ninguém. Não foram escolhidos por meios honestos e na legalidade.

  4. Sebastião de Sousa Coelho
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    A consulta aponta o direcionamento da vontade da comunidade universitaria. Porquê não respeita-la?Seria um ato de sensatez e respeito ao povo acatar essa vontade?Afinal não vivemos num Estado democrático de direito?Se alguém tem um sistema melhor que a Democracia por favor me avisa.

  5. Silva
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    Bom seguiu a vontade dos que votaram! Ludmila, foi votada, entretanto, não faz parte desse grupeco, que se julgam donos das entidades públicas, eles estão igual ao moro, querendo ser dono do governo, o Presidente, tem sim, de nomear, quem ele acha que tem capacidade. Ou esse poveco acha que só os que eles apoiam, tem capacidade!

  6. Alessandro
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    Gestor de instituição educacional não deve ter compromisso com governo algum mas com a sociedade (que está presente dentro da instituição como professores, servidores e estudantes). Estar dentro da lei não significa ser justo. A escravidão (que muitos aqui têm saudade, certamente) já foi lei. Perseguir judeus também (lá na Alemanha nazista, que alguns aqui, certamente, adorariam reeditar aqui no Brasil). O negócio é simples: se a comunidade optou majoritariamente por um determinado nome, um presidente democrático respeitaria. Se não respeita, não é democrático. Os autoritários que rosnem à vontade…

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