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Depois de uma manhã tensa com manifestantes de Sindicatos e militantes de esquerda na porta da Assembleia Legislativa, o Secretário Rogério Marinho recebeu a homenagem com mais de 3 horas de atraso.

Foi saudado pelo “amigo de infância” o deputado Gustavo Carvalho, de quem foi companheiro de PSB durante 15 anos, depois se reencontram no PSDB , adversários cordiais de ABC e América, wilmistas dedicados, políticos por vocação.

Afinidades postas, Carvalho falou no avô de Rogério, Djalma Marinho – “ao rei tudo, menos a honra – e ao desejo desde sempre; – quando quero ser político.

Ao discursar, com seu tom sempre manso e acadêmico, Marinho brincou que falaria menos que as duas horas previstas em razão do adiantado da hora.

Brincou também sobre seus notórios atributos para modelo, mas ratificou o dito pelo amigo Gustavo Carvalho;

-“Desde criança queria ser político”.

E lembrou que ninguém precisa de mandato para sê-lo. Porque tal e qual uma caneta na mão, um mandato não é nada se tiver um pensamento, um raciocínio e uma vontade por trás dele.

Rogério destacou a oportunidade de estar conhecendo o Brasil por dentro, seus entraves e anseios.

Lembrou a luta desigual dos empresários em investir num país que exige folga a cada 45 minutos, dada a temperatura do local superior a 26 graus C; “E isto no nordeste brasileiro”.

Fez questão de registar o fim do que chamou de regalias dos sindicatos; ” Eram Sindicatos de camisa branca, sindicatos de camisa xadrez, sindicatos de roupa azul… “e suas infindáveis nomenclaturas ganhando um dia de trabalho do brasileiro.

– “Isso acabou. Não existe mais!”

Falou em sua admiração pelo Presidente Bolsonaro que montou uma equipe eminentemente técnica sem apadrinhados políticos com divisão partidária na equipe. – “Hoje antes de embarcar para cá falei com ele por mensagem”. E disse que sempre agradece pela carta branca que o Ministro Paulo Guedes tem e também lhe dá.

– Tenho muito orgulho de fazer parte deste Governo (Bolsonaro).

Na homenagem de Rogério, a presença de três deputados estuais, os três de seu PSDB; Ezequiel Ferreira de Souza, José Dias e Gustavo Carvalho, familiares, amigos, um vereador, o tucano Haroldo Alves, mas nenhum representante da bancada federal.

A festa do mais influente potiguar junto ao Governo Federal foi discreta, intimista e quase apolítica.

Na forma e tamanho que tem sido sua atuação como representante do Rio Grande do Norte em Brasília.

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