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Da Folha

Em meio a críticas sobre a destinação de R$ 2 bilhões para o fundo eleitoralno ano que vem, líderes da centro-direita estudam apresentar um projeto de lei que, se aprovado, vai constranger as legendas que bradam contra o recurso, mas usam o dinheiro em suas campanhas.

A ideia é que tanto as siglas quanto os seus candidatos devam formalizar um pedido para receber a verba, o que, para estes deputados, promete expor os que rechaçam a ferramenta apenas como retórica política.

Resolução aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta semana, já determina que os candidatos que tenham interesse no fundo tenham que informar os dirigentes de seus partidos. As siglas que quiserem abrir mão do dinheiro têm que informar a corte até junho.

As regras, porém, valem apenas para a eleição do ano que vem.

Líderes das siglas de centro-direita, que sustentaram a aprovação do fundo, querem que a exigência seja fixada em lei. Durante a votação, parlamentares chegaram a dizer que, ainda que precisassem do recurso, votariam contra a destinação de verba às campanhas.

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