Faltando dois dias para a validade do Decreto que aumentou as restrições em setores de Economia do Rio Grande do Norte, a Governadora Fátima Bezerra (PT) tem sido procurada pelos chamados setores produtivos.

Todos querem  saber se haverá flexibilização nos próximos dias.  A crise da Saúde é uma realidade, mas da economia também.

Foram 15 mortes nas últimas 24 horas no RN. Leitos críticos e clínicos ainda com mais de 90% de ocupação.

Mas e a sobrevivência da população sem o Auxilio Emergencial para amenizar a dor do bolso e da barriga?

Hoje, os diretores das escolas particulares conversaram sobre uma proposta “híbrida” de retorno as aulas presenciais :

“A nossa proposta seria de trabalhar o modo híbrido, com 50% dos alunos, o que diminuiria 50% a circulação.

Não vou dizer que na escola não tem Covid, mas o risco é menor, porque temos acompanhamento de protocolo”, disse o presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Natal, Alexandre Marinho.  

Fátima salientou entender que a suspensão das aulas gera impacto financeiro para os donos de estabelecimentos escolares e para o emprego de centenas de pessoas e que as decisões consideram esse aspecto, além da crise sanitária.

“Eu não faço essa dicotomia entre vida, emprego e economia. Sem vida não vai ter economia e emprego.

Respeito os que pensam diferente, mas não consigo enxergar essa divergência”. 

 TL CONTA MAIS 

Para quem participou da reunião , o sentimento é que a governadora deixou esperança de reabertura com todas as cautelas depois da Semana Santa, mas essa decisão ainda haverá de passar pelo (implacável) Comitê Científico do Governo.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Quem fiscaliza as escolas particulares da periferia? Alguém já ouviu falar de fiscalização em grandes escolas? E fiscalização em escolas da periferia? O lobby é tão forte que a implacável Fátima que manda fechar restaurantes, lojas do Alecrim e Centro, pensa em flexibilizar para as escolas particulares. ABRA as escolas estaduais, professora. Abre? Nem pensar!

    Os jovens eram imortais nessa pandemia. Começaram a morrer, então a coisa mudou sobre jovens. Vamos esperar mais crianças morrerem, por consequência do Covid para começarmos a pensar na segurança delas? Todos já devem ter esquecido de uma tal crise inflamatória generalizada que apareceu nas crianças ano passado, que os médicos sugeriram consequência de Covid.

    Tem que ser muito imbecil para achar que o mundo quer acabar com a economia. O que todos nós queremos é controlar esse vírus para que a economia deslanche, retome, cresça. A História realmente não serve para nada, vendo alguns.

  2. Júnior Barbosa
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    Como ficam as escolas públicas?
    Fala-se muito em escolas privadas,até parece que só existem escolas particulares aqui no Rio grande do Norte, mais de um ano de pandemia e nossos governantes não aprenderam nada, já passou da hora de darmos mais atenção as escolas públicas do nosso Estado.

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