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Roda Viva – Tribuna do Norte – 03/05/20

Já pensando em quando “tudo se normalizar” Confecções Guararapes/Riachuelo, que tem 70% dos insumos produzidos no Brasil (contra 50% da média do setor), começa a se planejar para escapar da dependência, dentro da consciência de que as cadeias produtivas serão repensadas, depois de se mostrarem dependentes a um episódio como agora.

Por uma indústria competitiva “sem nacionalismo ou protecionismo obsoleto”, Flávio Rocha defende redefinição do papel do Estado, para se colocar como agente de equilíbrio social e anuncia um outro tipo de regionalização a partir de maior integração da cadeia química nacional.

Na área têxtil, a maior dependência está, justamente, nos pigmentos para dar cor aos tecidos. E coloca a experiência do Pró -Sertão como um caminho a ser seguindo nos investimentos a serem realizados para atingir o patamar de 90% dos seus fornecedores dentro do país.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Quem sabe Flávio Rocha tenha aprendido que investimento aqui é menos arriscado na hora de precisar de produção rápida em casos extremos. Nada que Nevaldo Rocha já não soubesse desde muito novo.

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