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Hoje completa 50 anos da criação da da Termisa, Terminais salineiros do Rio Grande do Norte. Terminais no plural, porque se imaginava a construção de dois, um em Macau, que não rolou, e o de Areia Branca, que foi inaugurado quatro anos depois, O Porro-Ilha.
No dia 1º de março de 1974 uma ilha artificial, construída de areia e aço, em alto mar, com aproximadamente 15 mil metros quadrados, passou a ser o porto de escoamento de todo o sal produzido no Rio Grande do Norte, realizando sua primeira operação no dia 04 de setembro de 1974.
O Terminal Salineiro de Areia Branca Luiz Fausto de Medeiros (você sabia?) com está na lei, também chamado de Porto Ilha.
Na construção desse terminal foram investidos 35 milhões de dólares. Um projeto de engenharia da empresa americana Soros Associates Consulting Engineers, reconhecido internacionalmente que ganhou o primeiro lugar em engenharia marítima e considerado um dos dez melhores projetos em todos os ramos da engenharia. É uma obra pioneira em toda a América Latina. O Porto Ilha é retangular, mede 92 metros de largura e 166 metros de comprimento. Foi aterrado com material coralíneo tirado da região e coberto com um piso de sal para garantir a pureza do produto armazenado.
DIA DE COMEMORAR
Ao longo desses 50 anos, foram muitas mudanças. O projeto concebido para ser executado pela iniciativa privada. Mas, na hora que houve necessidade de recursos, o Governo Federal executou a obra, e o Brasil ganhou mais uma estatal: a Companhia Docas do Rio Grande do Note, que também atua em Alagoas, além da gestão do Porto de Natal.
A CODERN proclama que está sofrendo um choque de gestão como marco do cinquentenário.

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